18 setembro 2005


Quando a justiça dos homens falha, e ela falha, nos resta a justiça divina. Quando sentimos que nossas vidas estão em perigo, ou que nossas vidas dependem de outros, pedimos que sempre que Deus ilumine a mente do outro, e assim nos sentimos protegidos. Será que esse juiz sente constrangimento em julgar alguém na presença do crucifixo? Será que ele não tem certeza que seu julgamento está sendo justo por isso o constrangimento? Quantas vezes nos pegamos olhando para um crucifixo e refletindo sobre a vida, sobre o que fizemos, sobre o que faremos, ou pedimos ajuda para as nossas decisões difíceis, pedimos sempre para tomar a melhor decisão, a mais acertada, a mais justa? Os Tribunais são locais públicos, não é casa particular do juiz aonde ele coloca e tira da parede o que lhe convém. Ele tem todo o direito de não ter crucifixo na casa dele, ele tem todo o direito de não olhar para o crucifixo nos Tribunais, ele tem todo direito de não acreditar em Deus e na Justiça Divina, mas não tem o direito de impedir que outras pessoas tenham esses direitos. As nossas leis estão precisando ser modificadas para tornar a justiça mais justa,mais eficaz, mais ágil, e esse juiz se preocupa em retirar das salas do tribunais o símbolo da fé cristã. È muito triste é lamantável a atitude desse juiz, que está usando o símbolo da fé cristã para se promover e sair do anonimato.Ele quer de verdade os seus 15 minutos de fama!


Juiz quer crucifixos fora dos tribunais


Chico Oliveira PORTO ALEGRE.

O juiz gaúcho Roberto Arriada Lorea quer que, em cumprimento ao princípio constitucional de separação entre religião e Estado, os crucifixos sejam retirados das salas de audiência, dos tribunais do júri, dos tribunais de justiça e até do Supremo Tribunal Federal.