21 março 2015

Em visita a assentamento no sul do País, Dilma é recebida com festa




 A presidente Dilma foi recebida com festa na manhã desta sexta-feira, 20, pelas quase 5 mil pessoas no assentamento Lanceiros Negros, do MST, na região metropolitana de Porto Alegre, aos gritos de "Dilma, Dilma". A previsão é de que Dilma discurse na inauguração da unidade de secagem e armazenagem de grãos da Cooperativa dos Trabalhadores Assentados da Região de Porto Alegre (Cootap). A presidente visitou outro assentamento, onde acompanhou a abertura simbólica da Colheita do Arroz Ecológico.

Ela está na companhia do governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), que foi vaiado pela plateia, e dos ministros Miguel Rossetto, da Secretaria-Geral da Presidência, Pepe Vargas, da Secretaria de Relações Institucionais, Patrus Ananias, do Desenvolvimento Agrário, e Tereza Campelo, do Desenvolvimento Social.
 Enquanto esperava, o público cantava músicas regionalistas e entoava gritos de defesa ao governo e à Petrobras, como "Nem que a coisa engrossa, a Petrobras é nossa".Entre a multidão era possível encontrar muitos jovens.  O prefeito de Eldorado do Sul, onde ficam os assentamentos, é Sergio Munhoz, do PSB.

Dilma também  participa da 12ª Abertura da Colheita do Arroz Ecológico no assentamento Integração Gaúcha, em Eldorado do Sul, na região metropolitana de Porto Alegre. Na sequência, às 11h15, ela discursa em cerimônia de inauguração da unidade de secagem e armazenamento de arroz da Cooperativa Regional dos Assentados de Porto Alegre (Cootap), no assentamento Lanceiros Negros.

De acordo com a agenda divulgada pelo Palácio do Planalto, Dilma cumprirá dois compromissos na região metropolitana de Porto Alegre e voltará no início da tarde à Brasília.
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CHARGE DO BESSNHA

Setal diz que cartel atuou na Petrobras desde FHC


"Em acordo de leniência firmado pela Setal Engenharia e Construções com a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, a empresaafirmou que as empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato operam cartel para participar de licitações da Petrobras desde o final dos anos 1990; informação já havia sido revelada pelo executivo Augusto Mendonça, ex-representante da Toyo Setal, à Justiça Federal; segundo ele, o cartel, chamado por ele de "clube" de empreiteiras que atuava nas licitações da estatal existe desde meados da década de 1990, período que abrange a gestão de Fernando Henrique Cardoso (PSDB)

Brasil 247 

Em acordo de leniência firmado pela Setal Engenharia e Construções com a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG-Cade), a empresa afirmou que as empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato operam cartel para participar de licitações da Petrobras desde o final dos anos 1990.
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04 março 2015

Operação Lava Jato:Doleiro diz que PP, PSDB e PSB receberam propina por refinaria em PE



Em depoimentos de delação na Operação Lava Jato, que investiga esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro Alberto Youssef apontou que propinas em contratos da refinaria Abreu e Lima (Pernambuco) resultaram em repasses a integrantes dos partidos PP, PSDB e PSB.

O doleiro indicou como beneficiários de parte dos subornos o senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente do PP, o deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE), o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), morto em agosto, e o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, que morreu em março passado.

A Procuradoria-Geral da República promete divulgar nesta semana a lista dos políticos envolvidos no caso.

Em um dos depoimentos, Youssef indicou que Nogueira e Fonte receberam entre 2010 e 2011 parte da propina paga pela construtora Queiroz Galvão em um contrato para implantação de tubovias em Abreu e Lima.

Segundo auditoria da Petrobras, em 2010 as construtoras Queiroz Galvão e a Iesa assinaram contrato no valor de cerca de R$ 2,7 bilhões para a implantação de tubovias na refinaria.

De acordo com o delator, o suborno foi negociado ainda antes da assinatura do contrato, em uma reunião da qual participaram um representante da Queiroz Galvão, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, o então presidente do PP, José Janene, morto em 2010, o ex-assessor do PP João Genu e Youssef.

No encontro realizado num hotel no Rio de Janeiro, o grupo pressionou a Queiroz Galvão a fechar rapidamente o negócio e ameaçou estimular a criação de uma CPI sobre a estatal, ideia aventada pela oposição à época.

Após a reunião, a empreiteira fechou o contrato e parte da propina foi paga em doações oficiais a candidatos, segundo o delator.

O pagamento do suborno em dinheiro foi coordenado por Fernando Soares, o Baiano, também preso na Lava Jato, segundo o delator. Parte da propina foi destinada a Youssef, que então a repassou a Nogueira e Fonte.

Na negociação, também ficou acertado que, do total da propina, R$ 10 milhões seriam destinados a impedir a realização da CPI da Petrobras, e um dos beneficiários desse dinheiro foi o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, disse Youssef.

O delator também afirmou que Eduardo Campos recebeu entre 2010 e 2011 R$ 10 milhões de propina paga em contrato do consórcio Conest, formado pelas empreiteiras Odebrecht e OAS, em obras de unidades de Abreu e Lima.

Segundo Youssef, Campos recebeu o repasse para não criar dificuldades nas obras.

A Odebrecht ficou responsável pela propina, no valor de R$ 30 milhões, e o total foi dividido entre Campos, Costa e o PP, disse o doleiro.

O valor destinado a Campos teria sido entregue a um emissário do ex-governador, no Recife. Informações da Folha
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Renan e Eduardo Cunha foram avisados de que estão na lista de Janot



Do globo

"Os presidentes da Câmara, deputado Eduardo Cunha, e do Senado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), ambos do PMDB foram informados que estarão na lista que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai enviar ao Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi confirmada por assessores do Planalto.

Renan não quis confirmar se foi avisado que será citado pelo Ministério Público. Em entrevista, ao ser perguntado, Renan respondeu: “Não tenho nenhuma informação.”

Procurado, o presidente da Câmara informou por mensagem que não recebeu aviso.

“Não fui avisado por ninguém. Isso é mentira”, escreveu Cunha.

Rodrigo Janot deve enviar nesta terça-feira ao STF os pedidos de abertura de inquérito relacionados às autoridades supostamente beneficiárias dos desvios de dinheiro da Petrobras. Ele também deve pedir para o relator dos casos, ministro Teori Zavascki, derrubar o sigilo das investigações, tornando público todo o conteúdo dos inquéritos.

(…)"
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27 fevereiro 2015

CHARGE DO BESSINHA

Repórter da Veja se comporta como assaltante no prédio do irmão de Lula e é detido pela polícia.

Na última quarta-feira (25), por volta das 10hs da manhã, a babá dos netos de Frei Chico (irmão do presidente Lula) atendeu um sujeito que se identificou pelo interfone como entregador de livro.

Ao abrir a porta, o elemento anotou o nome, RG e CPF dela, e passou a ter um comportamento suspeito. Em vez de entregar livro como havia dito, começou a perguntar sobre os horários de chegada dos moradores.

Percebendo o comportamento típico de assaltante, a babá trancou a porta e avisou a portaria. A Polícia Militar foi chamada.

O elemento fugiu das dependências do condomínio, sendo detido nas redondezas pela PM, quando se identificou como Ulisses Campbell, jornalista da Veja.

A família de Frei Chico registrou boletim de ocorrência na delegacia de polícia.

Esse é o final da história de assédio pelo elemento da Veja, que começou dias antes com telefonemas e ameaças.

Ulisses Campbell é o elemento que publicou uma mentira absurda revista Veja de Brasília, dizendo que "Thiago, que seria sobrinho do ex-presidente Lula, terá uma festa de aniversário de três anos com custo de 220 mil reais e Ipads de presente para os convidados".

Lula desmentiu em seu instituto. Sequer tem sobrinho com este nome residindo em Brasília.


O elemento da Veja, pego na mentira, tentou fabricar outra matéria. Viajou de Brasília para o estado de São Paulo, e passou a usar nomes falsos e assediar a família de Frei Chico.

No boletim de ocorrência, o filho de Frei Chico relatou:

07 fevereiro 2015

Ex gerente da Petrobras afirma ter recebido propina durante o governo do tucano FHC


Pedro Barusco, disse4 que recebe propina desde 1997
O ex-gerente Executivo de Engenharia da Petrobras, Pedro Barusco, afirmou em sua delação premiada que o esquema de propinas da estatal começou com o primeiro contrato de navio-plataforma com a holandesa SBM Offshore, em 1997, durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). O delator admitiu que, naquela época, recebeu propinas mensalmente em valores que variavam entre US$ 25 mil e US$ 50 mil, e que teria recebido um total de US$ 22 milhões em propinas da empresa holandesa até 2010.
Entre 1995 e 2003, Barusco, que era funcionário de carreira da estatal, ocupou o cargo de gerente de Tecnologia de Instalações, no âmbito da diretoria de Exploração e Produção. Ele admitiu que começou a receber propina em "1997 ou 1998 por conta de dois contratos de FPSO (navios-plataforma) firmados mediante sua (de Barusco) participação técnica e "fundamental", uma vez que era o coordenador da área técnica."

O ex-gerente relata que foi o responsável pelo primeiro contrato do tipo na estatal, que foi "peça fundamental" dos contratos seguintes de navios-plataforma da Petrobras, pelos quais ele também admite ter recebido propina. "Por conta de relacionamento bastante próximo que o declarante (Barusco) desenvolveu com o representante da SBM, Julio Faerman, tanto o declarante solicitou quanto Julio ofertou o pagamento de propina, sendo uma iniciativa que surgiu de ambos os lados e se tornou sistemática a partir do segundo contrato de FPSO firmado entre a SBM e a Petrobrás", relata a delação de Barusco.

Barusco explicou que os acordos eram de longa duração e que, por isso "o pagamento de propinas perdurou por longos anos" enquanto ele ocupou o cargo na Diretoria de Exploração e Produção. Além disso, ele também admitiu ter recebido propina "por ocasião de um outro contrato firmado entre a empresa Progress, representada por Julio Faerman e a Transpetro", em "1997 ou 1998".

Ainda segundo Barusco, as propinas acertadas entre ele e Julio Faerman continuaram nos anos seguintes, quando ele já havia ocupado o cargo de gerente-executivo de Engenharia, na diretoria de Abastecimento de Paulo Roberto Costa. Ele admitiu, por exemplo ter recebido propina de Faerman por um contrato de 2007, já no governo Lula, da plataforma P57. O valor total do contrato, segundo o ex-gerente, era de R$ 1,2 bi, do qual ele admitiu ter recebido 1% de propina entre 2007 e 2010.

Investigada na Holanda, a SBM Offshore, empresa de locação de navios-plataforma a petroleiras, é acusada de pagar US$ 250 milhões em propinas em todo mundo. A empresa chegou a admitir ter pago propinas no valor de US$ 139 milhões para obtenção de contratos e informações privilegiadas da Petrobras. O caso também está sendo investigado pelas autoridades brasileiras e a GCU apura o envolvimento de 14 funcionários da estatal no esquema.

O criminalista Antônio Sérgio de Moraes Pitombo, que defende o executivo Julio Faerman, representante da SBM Offshore, disse que não poderá se manifestar sobre a delação de Pedro Barusco porque ela está inserida em um procedimento que corre sob sigilo. Pitombo anotou que tem o compromisso profissional de preservar o sigilo dos autos em que Barusco cita o episódio da SBM Offshore.As informações são da Revista Época
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CHARGE DO BESSINHA

PF intercepta ligação de Gilmar Mendes para investigado no STF


Da época

"Em 15 de maio do ano passado, o Supremo Tribunal Federal, a pedido da Procuradoria-Geral da República, autorizou a Polícia Federal a vasculhar a residência do então governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, do PMDB, à cata de provas sobre a participação dele num esquema de corrupção. Cinco dias depois, uma equipe da PF amanheceu no duplex do governador, em Cuiabá.

Na batida, os policiais acabaram descobrindo que Silval Barbosa guardava uma pistola 380, três carregadores e 53 munições. Como o registro da arma vencera havia quatro anos, a PF prendeu o governador em flagrante. Horas mais tarde, Silval Barbosa pagou fiança de R$ 100 mil e saiu da prisão.

Naquele momento, o caso já estava no noticiário. Às 17h15, o governador recebeu um telefonema de Brasília. Vinha do mesmo Supremo que autorizara a operação.

“Governador Silval Barbosa? O ministro Gilmar Mendes gostaria de falar com o senhor, posso transferi-lo?”, diz um rapaz, ligando diretamente do gabinete do ministro.

“Positivo”, diz o governador. Ouve-se a tradicional e irritante musiquinha de elevador.

“Ilustre ministro”, diz Silval Barbosa.

Gilmar Mendes, que nasceu em Mato Grosso, parece surpreso com a situação de Silval Barbosa: “Governador, que confusão é essa?”.

Começavam ali dois minutos de um telefonema classificado pela PF como “relevante” às investigações. O diálogo foi interceptado com autorização do próprio Supremo – era otelefone do governador que estava sob vigilância da polícia. Na conversa, Silval Barbosa explica as circunstâncias da prisão. “Que loucura!”, diz Gilmar Mendes, duas vezes, ao governador. Silval Barbosa narra vagamente as acusações de corrupção que pesam contra ele. Gilmar Mendes diz a Silval Barbosa que conversará com o ministro Dias Toffoli, relator do caso. Fora Toffoli quem, dias antes, autorizara a batida na casado governador. Segue-se o seguinte diálogo:

Silval Barbosa: E é com isso que fizeram a busca e apreensão aqui em casa.

Gilmar Mendes: Meu Deus do céu!

Silval Barbosa: É!

Gilmar Mendes: Que absurdo! Eu vou lá. Depois, se for o caso, a gente conversa.

Silval Barbosa: Tá bom, então, ministro. Obrigado pela atenção!

Gilmar Mendes: Um abraço aí de solidariedade!

Silval Barbosa: Tá, obrigado, ministro! Tchau!"

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Dallari faz picadinho do parecer de Gandra e FHC

06 fevereiro 2015

CHARGE DO BESSINHA

Ex gerente da Petrobras afirma ter recebido propina durante o governo do tucano FHC


Pedro Barusco, disse4 que recebe propina desde 1997
O ex-gerente Executivo de Engenharia da Petrobras, Pedro Barusco, afirmou em sua delação premiada que o esquema de propinas da estatal começou com o primeiro contrato de navio-plataforma com a holandesa SBM Offshore, em 1997, durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). O delator admitiu que, naquela época, recebeu propinas mensalmente em valores que variavam entre US$ 25 mil e US$ 50 mil, e que teria recebido um total de US$ 22 milhões em propinas da empresa holandesa até 2010.
Entre 1995 e 2003, Barusco, que era funcionário de carreira da estatal, ocupou o cargo de gerente de Tecnologia de Instalações, no âmbito da diretoria de Exploração e Produção. Ele admitiu que começou a receber propina em "1997 ou 1998 por conta de dois contratos de FPSO (navios-plataforma) firmados mediante sua (de Barusco) participação técnica e "fundamental", uma vez que era o coordenador da área técnica."

O ex-gerente relata que foi o responsável pelo primeiro contrato do tipo na estatal, que foi "peça fundamental" dos contratos seguintes de navios-plataforma da Petrobras, pelos quais ele também admite ter recebido propina. "Por conta de relacionamento bastante próximo que o declarante (Barusco) desenvolveu com o representante da SBM, Julio Faerman, tanto o declarante solicitou quanto Julio ofertou o pagamento de propina, sendo uma iniciativa que surgiu de ambos os lados e se tornou sistemática a partir do segundo contrato de FPSO firmado entre a SBM e a Petrobrás", relata a delação de Barusco.

Barusco explicou que os acordos eram de longa duração e que, por isso "o pagamento de propinas perdurou por longos anos" enquanto ele ocupou o cargo na Diretoria de Exploração e Produção. Além disso, ele também admitiu ter recebido propina "por ocasião de um outro contrato firmado entre a empresa Progress, representada por Julio Faerman e a Transpetro", em "1997 ou 1998".

Ainda segundo Barusco, as propinas acertadas entre ele e Julio Faerman continuaram nos anos seguintes, quando ele já havia ocupado o cargo de gerente-executivo de Engenharia, na diretoria de Abastecimento de Paulo Roberto Costa. Ele admitiu, por exemplo ter recebido propina de Faerman por um contrato de 2007, já no governo Lula, da plataforma P57. O valor total do contrato, segundo o ex-gerente, era de R$ 1,2 bi, do qual ele admitiu ter recebido 1% de propina entre 2007 e 2010.

Investigada na Holanda, a SBM Offshore, empresa de locação de navios-plataforma a petroleiras, é acusada de pagar US$ 250 milhões em propinas em todo mundo. A empresa chegou a admitir ter pago propinas no valor de US$ 139 milhões para obtenção de contratos e informações privilegiadas da Petrobras. O caso também está sendo investigado pelas autoridades brasileiras e a GCU apura o envolvimento de 14 funcionários da estatal no esquema.

O criminalista Antônio Sérgio de Moraes Pitombo, que defende o executivo Julio Faerman, representante da SBM Offshore, disse que não poderá se manifestar sobre a delação de Pedro Barusco porque ela está inserida em um procedimento que corre sob sigilo. Pitombo anotou que tem o compromisso profissional de preservar o sigilo dos autos em que Barusco cita o episódio da SBM Offshore.As informações são da Revista Época
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21 janeiro 2015

Lula reage e processará criador de falso câncer

:
Ex-presidente Lula entrou com uma interpelação judicial contra o jornalista Leandro Mazzini, no Fórum Criminal de SP, por publicar em sua coluna a falsa notícia de que ele teria feito um tratamento sigiloso no Hospital Sírio-Libanês contra um câncer no pâncreas no início de 2014; ele pede ainda esclarecimentos sobre dados como o suposto uso do medicamento Bevacizumab; informação do UOL foi reproduzida nos veículos do Grupo Folha; Instituto Lula classificou o texto de Mazzini como 'peça de ficção'
247 – O ex-presidente Lula levou à Justiça o caso da falsa notícia divulgada pelo UOL sobre a volta de seu câncer. Segundo a colunista Mônica Bergamo, Lula ingressou nesta segunda (19) com interpelação judicial contra o jornalista Leandro Mazzini que publicou em sua coluna "Esplanada", reproduzida em jornais do Grupo Folha, a informação de que ele teria feito um tratamento sigiloso no Hospital Sírio-Libanês contra um câncer no pâncreas no início de 2014.
O texto dizia ainda que o “ex-presidente não faz tratamento intensivo no hospital – onde se curou do primeiro câncer – porque estaria tomando diariamente um medicamento importado dos Estados Unidos, que custa cerca de R$ 30 mil por mês (ainda não comercializado no Brasil). Seria sob o princípio do Bevacizumab, com uma versão mais recente e potente do popular Avastin, que ameniza o quadro clínico e a dor, e evita a quimioterapia”.
Advogados de Lula declaram que “o jornalista faltou com a verdade” e pedem, na medida protocolada no Fórum Criminal de SP, esclarecimentos sobre a citação do medicamento. "O remédio não é usado ou recomendado pela literatura médica para tratamento de câncer."
Em nota, o Instituto Lula também reagiu à publicação e classificou o texto de Mazzini como 'peça de ficção'.
O jornalista, no entanto, insiste no conteúdo da coluna. "Confio nas minhas fontes, e todos foram procurados antes da publicação e preferiram não falar", afirma o jornalista (leia aqui).