22 maio 2015

Fachin tomará posse no Supremo em 16 de junho

Marcelo Camargo/Agência Brasil:
O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 16 de junho a posse do novo ministro Luiz Edson Fachin, na vaga deixada pelo ex-ministro e ex-presidente da Corte Joaquim Barbosa, que se aposentou em julho do ano passado; indicado para o cargo pela presidente Dilma Rousseff, Fachin foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e depois pelo plenário do Senado, na última terça (19); ele deverá adotar o nome profissional de Edson Fachin
Agência Brasil - O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 16 de junho a posse do novo ministro Luiz Edson Fachin, na vaga deixada pelo ex-ministro e ex-presidente da Corte Joaquim Barbosa, que se aposentou em julho do ano passado.
Indicado para o cargo pela presidenta Dilma Rousseff, Fachin foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e depois pelo plenário do Senado, na última terça-feira (19). Ele deverá adotar o nome profissional de Edson Fachin.
Professor de direito civil da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Edson Fachin é sócio-fundador de um escritório em Curitiba especializado em arbitragem e mediação no direito empresarial. O advogado é mestre e doutor em direito das relações sociais e tem pós-doutorado no Canadá.
Formado pela Universidade Federal do Paraná em 1980, ele ocupa atualmente uma das cadeiras da Academia Brasileira de Letras Jurídicas. Desde os anos 1980, atua na área acadêmica, tendo publicado diversos livros, principalmente sobre direito civil. Embora tenha feito carreira no Paraná, Fachin nasceu na cidade gaúcha de Rondinha.
O novo ministro do STF também é membro das academias Brasileira de Direito Constitucional e Brasileira de Direito Civil, do Instituto dos Advogados Brasileiros e do Instituto dos Advogados do Paraná.
Anteriormente, Fachin integrou a comissão do Ministério da Justiça sobre Reforma do Poder Judiciário e o Instituto de Altos Estudos da Universidade Federal de Minas Gerais. Também atuou como colaborador do Senado na elaboração do novo Código Civil brasileiro.

Lula, com gosto, topa a polêmica que FHC pediu na TV

Autor: Fernando Brito

lularespfhc
Como era de se esperar, Lula reagiu com gosto às provocações lançadas por Fernando Henrique Cardoso anteontem à noite no programa do PSDB, onde o tucano o acusou de ter sido o governo do petista a fonte de todos os “erros e desvios” que ele diz terem tomado conta do Brasil.
“Eu vi o programa do nosso adversário na terça-feira. Fico triste, porque um homem que foi presidente da República, letrado como ele é, não tinha o direito de falar a bobagem que ele falou”.
Triste, Lula, só se for pela pequenez de FHC, mas do ponto de vista da política, ele fez tudo o que não devia fazer.
E vai ler, espumando, o que você diz:
“Se ele quisesse falar de corrupção, ele precisaria contar para este país a história de sua reeleição. Eu espero que, com a mesma postura com que ele foi agredir o PT ontem à noite, ele diga – se não quiser dizer para mim não tem problema, eu sei como foi. Senta na frente do seu neto e conta pra ele. Seja verdadeiro”.
“Ele deveria contar ao país a história de sua reeleição”.
Lula entrou direto no ponto mais fraco de FHC nesta discussão:
“Não teve no nosso mandato ‘engavetador’ no Ministério Público e não teve afastamento de delegado da Polícia Federal por investigar. Só há um jeito das pessoas não serem incomodadas neste país, é serem honestas, é fazerem a coisa certa. Não tem tapete para esconder a sujeira. No tempo deles, só tinha tapete”
E foi claro ao registrar que é contra ele, mais que contra Dilma, que os tucanos querem atingir:
“Eu estou assustado. Agora, eles já não querem mais atacar a presidente Dilma Rousseff. Eles já estão pensando que tem de balear o Lula, pensando que o Lula vai voltar em 2018. Eu nem sei se vou estar vivo”.
Se vai estar vivo – e tudo indica que sim – ninguém pode saber, mas que está vivíssimo para não deixar  escapar a polarização que, na sua histeria, os tucanos propuseram em seu programa de TV, está, e muito.
E não deixou de dar recado aos “paneleiros”:
“A presidente foi eleita pelo voto direto. Quem não gostar dela, e quiser eleger o seu, espera as próximas eleições”
Sem golpe.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=26888

CHARGE DO BESSINHA

Flagrante desmente e complica Beto Richa no escândalo de suborno para sonegação.

http://sindafep.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=6865:sindafep-se-reune-com-fernanda-richa-para-tratar-de-assuntos-de-interesse-mutuo&catid=24:sindafep&Itemid=9

A Promotoria de Justiça e Patrimônio Público de Curitiba investiga desde março uma denúncia contra a mulher do governador Beto Richa. Segundo a acusação, a primeira dama, Fernanda Richa, teria exigido R$ 2 milhões de auditores fiscais para que o tucano os promovesse de cargo.

"O valor teria sido arrecadado mediante contribuições espontâneas de integrantes da Receita Estadual e estaria destinado à campanha de reeleição de Carlos Alberto Richa", diz o texto da denúncia.

Fernanda Richa, através de nota, afirmou que "jamais interferiu em atos administrativos de competência do governador".

O governador tucano chamou a acusação de "canalhice" e disse que sua mulher “nem sabe o que é um auditor fiscal”.

Mas o passado desmente categoricamente Beto Richa e coloca em dúvida a explicação de Fernanda, pois ela reuniu-se com a diretoria do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita do Estado do Paraná (SINDAFEP) no dia 24 de julho de 2014, e foi para tratar também de pendências financeiras segundo notícia divulgada pelo sindicato com direito a foto.

"Durante o encontro, o presidente do Sindicato, José Carlos Carvalho, e o vice-presidente sindical, Wanderci Polaquini, apresentaram a pauta com as pendências financeiras existentes com os Auditores Fiscais paranaenses...".

No jornal do mesmo Sindicado, edição de maio de 2014, a página 5 traz a noticia "Governador assina decreto que autoriza a promoção dos Auditores". No texto está escrito com todas as letras “Isto foi fruto do empenho da Diretoria do SINDAFEP, da secretária Fernanda Richa (...)".

Apenas isto não é prova de malfeitos, mas desmente Beto Richa, pois Fernanda sabe muito bem o que é um auditor fiscal. E também desmente a própria primeira dama, pois segundo o sindicato dos auditores ela interviu sim pela classe para que atos administrativos do governador fossem assinados.

Paulo Pimenta: Folha ataca quem investiga Zelotes

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O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) respondeu à crítica do jornal Folha de S. Paulo, que o acusa de "inflar" a operação Zelotes, para atender interesses do PT, com o intuito de abafar a Lava Jato; "A imprensa brasileira trabalha os casos de corrupção não a partir do ato em si, mas, sim, a partir de quem praticou a corrupção e quem está envolvido nesses escândalos. Só depois desse filtro, dessa censura prévia, e só depois de verificar se não irá atingir interesses dos grupos econômicos influentes, é que a imprensa decide qual o tamanho da cobertura jornalística que dedicará, ou, então, se irá varrer os acontecimentos para debaixo do tapete, sumindo com esses fatos do noticiário. Nesse sentido, e parafraseando o próprio colunista Leonardo Souza, 'é uma pena que o ímpeto apurativo da imprensa brasileira não se dê pela vontade genuína de ver um Brasil limpo da corrupção'", afirmou o petista
247 - O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) respondeu à crítica do jornal Folha de S. Paulo, que o acusa de "inflar" a operação Zelotes. Segundo o jornal, em texto do colunista Leonardo de Souza, o parlamentar quer que a Zelotes seja um contraponto à operação Lava Jato, com o intuito de abafar esta última. Pimenta rebateu.
"A imprensa brasileira trabalha os casos de corrupção não a partir do ato em si, mas, sim, a partir de quem praticou a corrupção e quem está envolvido nesses escândalos. Só depois desse filtro, dessa censura prévia, e só depois de verificar se não irá atingir interesses dos grupos econômicos influentes, é que a imprensa decide qual o tamanho da cobertura jornalística que dedicará, ou, então, se irá varrer os acontecimentos para debaixo do tapete, sumindo com esses fatos do noticiário. A mídia conhece, mais do que ninguém, os limites da sua liberdade de expressão, até onde pode ir e sobre o quê e quem falar. Nesse sentido, e parafraseando o próprio colunista Leonardo Souza, "é uma pena que o ímpeto apurativo da imprensa brasileira não se dê pela vontade genuína de ver um Brasil limpo da corrupção"", afirma o petista.
Para O Cafezinho, "a mídia quer controlar que escândalos devem ou não ser investigados, e está incomodada com Paulo Pimenta, porque ele está tomando uma iniciativa que a mídia acha que é exclusividade dela".
"A tese é grotesca. Segundo o jornalista da Folha, o Brasil só deveria investigar um escândalo por vez. O critério seria dado pela mídia, claro. Todas as outras operações deveriam ser paralisadas, toda a imprensa, todos os partidos, todos os políticos, deveriam se concentrar apenas neste escândalo. Ora, um país com 200 milhões de habitantes tem de experimentar sempre várias investigações simultâneas. É assim que iremos combater a corrupção", complementa O Cafezinho (leia na íntegra aqui).
Abaixo o texto de Paulo Pimenta na íntegra:
Folha de S.Paulo ataca quem investiga a Zelotes
Para minha surpresa, nesta quinta-feira (21), o colunista da Folha de S.Paulo Leonardo Souza iniciou uma "cruzada" contra todos aqueles que lutam para que não haja uma operação abafa sobre a Operação Zelotes. Acuada que está, a mídia faz diversas tentativas para desqualificar tanto a Zelotes quanto o episódio das contas secretas do HSBC na Suíça, conhecido como escândalo Swissleaks, pois ela não sabe QUEM as investigações poderão "pegar".
O que se sabe é que nesses dois escândalos bilionários de sonegação há empresas de mídia e nomes ligados a grupos de comunicação envolvidos. Como a imprensa não controla esses episódios, ela busca estratégias para retirar a autoridade do trabalho investigativo da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, ou daqueles que buscam dar visibilidade à Operação Zelotes.
A imprensa, basicamente, não se ocupa da Operação Zelotes por três motivos: o escândalo bilionário não envolve a classe política (os envolvidos são empresas privadas, anunciantes da própria mídia); há grupos de mídia investigados; e porque parte da imprensa sustenta que sonegar é um ato aceitável, e que não se trata, portanto, de corrupção.
Chama atenção que o colunista Leonardo Souza jamais se deteve em profundidade ao assunto para informar à sociedade o que é o Carf, o que é a Operação Zelotes, como é que agiam as quadrilhas que se apropriaram de uma estrutura como o Carf para defesa dos seus próprios interesses. Pelo que se sabe, o colunista não moveu até agora uma palha para tentar esmiuçar o assunto. Quando não cala sobre a Zelotes, o colunista Leonardo Souza prefere fazer juízo de valor sobre a minha atuação, tentando colocar sob suspeita as reais intenções do nosso trabalho.
Lamento que, mesmo tendo gasto grande quantidade de papel e tinta acompanhando a Operação Zelotes e a nossa atividade parlamentar, o colunista da Folha de S.Paulo o faça sem reconhecer a realidade dos fatos, sob a frágil alegação de que os esforços engendrados por nosso mandato tenham a única finalidade de desviar a publicidade da operação Lava Jato. Qual o motivo de tratar a Lava Jato e a Zelotes como concorrentes, e não como casos de corrupção de forma semelhante, respeitando o direito que a sociedade tem de ser informada? Se o raciocínio do tal colunista procedesse, seria possível afirmar que a mídia só cobre a Lava Jato com objetivo de ofuscar a Zelotes.
Sim, Leonardo, que as autoridades investiguem a fundo a Lava Jato, a Zelotes, o HSBC, o Mensalão Tucano, o Trensalão Tucano de São Paulo e todos os casos de corrupção do país, bem diferente do que ocorria até o final dos anos 1990, quando muitos casos de corrupção eram engavetados. E que a imprensa, por sua vez, noticie todos os casos de corrupção do país.
E quando for cobrada de que não está cumprindo com o papel de informar e servir ao cidadão, de que está agindo como a quadrilha que atuava no Carf defendendo apenas seus próprios interesses, que a imprensa não busque o caminho dos ataques, da desqualificação e das suposições baseadas em ufanismos editoriais ideológicos. Que não seja autoritária como os censores da ditadura! Que não tente calar e sufocar a voz daqueles que buscam chamar atenção para a roubalheira que foi feita no Carf. Que não censure! Que não faça o que justamente critica. Combata a censura, a si próprio, e não quem defende a liberdade para se falar da Zelotes e de todos escândalos de corrupção.
Por respeitar e confiar na independência do poder judiciário é que buscamos tratamento isonômico a todas as investigações criminais envolvendo o desvio de verbas públicas. Acreditamos que entre os excessos a Operação Lava Jato e a negligência dedicada à Operação Zelotes deve existir um caminho do meio.
As estratégias da mídia são velhas conhecidas. O que há de novo é que, agora, não há mais como impedir que o público tenha acesso às informações de que os grandes grupos de comunicação estão envolvidos tanto no Swissleaks quanto na Zelotes, que apuram sonegação fiscal, corrupção, tráfico de influência e lavagem de dinheiro.
Infelizmente, a imprensa brasileira trabalha os casos de corrupção não a partir do ato em si, mas, sim, a partir de quem praticou a corrupção e quem está envolvido nesses escândalos. Só depois desse filtro, dessa censura prévia, e só depois de verificar se não irá atingir interesses dos grupos econômicos influentes, é que a imprensa decide qual o tamanho da cobertura jornalística que dedicará, ou, então, se irá varrer os acontecimentos para debaixo do tapete, sumindo com esses fatos do noticiário.
A mídia conhece, mais do que ninguém, os limites da sua liberdade de expressão, até onde pode ir e sobre o quê e quem falar. Nesse sentido, e parafraseando o próprio colunista Leonardo Souza, "é uma pena que o ímpeto apurativo da imprensa brasileira não se dê pela vontade genuína de ver um Brasil limpo da corrupção".
Paulo Pimenta, jornalista e deputado federal pelo PT-RS.

19 maio 2015

Vitória de Dilma: Fachin é aprovado com 52 votos


19 abril 2015

Que moral Aécio tem para para pedir impeachment?

Senador Aécio usou helicóptero do governo de Minas para escapar de engarrafamento
O senador tucano Aécio Neves voou em helicópteros do governo de Minas Gerais por cinco vezes para se deslocar em Belo Horizonte e pegou carona num avião - também do governo - para viajar da capital mineira até Brasília. Os passeios começaram logo após Aécio deixar o governo de Minas e se estenderam até 2012. Aécio diz que está tudo dentro da normalidade. Ao menos ele não voou até o aeroporto em Cláudio – aquele que foi desapropriado em seu governo nas terras do tio dele.
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CHARGE DO BESSINHA

Barbara detona blogueiro tucano, que vai parar no TT


"Denúncia de que o jornalista Fernando Gouveia, que se apresenta como Gravataí Merengue, recebe uma mesada de R$ 70 mil/mês do governo Alckmin para fazer propaganda antipetista em sites como Implicante bomba nas redes sociais e está entre os assuntos mais comentados do Twitter; "Não são só esses agitadores de redes sociais que fazem o serviço sujo. Há gente pra lá de graduada metida no jogo. É só seguir a trilha do dinheiro para chegar até eles", diz a jornalista Barbara Gancia, que diz ter sido vítima de ataques do blogueiro; "Professor paulista ganha, em média, 2 mil por mês para educar. Blogueiro fofoqueiro ganha 70 mil por mês para deseducar politicamente", postou o perfil La Pasionaria; hashtag "Por 70" dispara no Twitter; José Simão também ironizou o governo Alckmin

Uma denúncia publicada hoje pela Folha de S. Paulo, sobre um blogueiro que recebe mesada de R$ 70 mil/mês do governo paulista para promover ofensas na internet (saiba mais aqui), está bombando entre os assuntos mais comentados do dia, nas redes sociais.


O blogueiro em questão se chama Fernando Gouveia, apresenta-se como Gravatái Merengue e mantém o site Implicante, que dissemina ataques ao PT e à presidente Dilma Rousseff. Uma das postagens, por exemplo, afirmava que a presidente "jogou cabides em empregada no Planalto" – trata-se de uma notícia falsa, negada pela ex-servidora. Em seu Twitter, Gouveia postou um texto em que se defende das acusações, mas não nega a mesada.

13 abril 2015

Mídia e oposições perdem de novo: fracassa “Fora, Dilma”

MG 3162 1024x658 Mídia e oposições perdem de novo: fracassa Fora, Dilma
Antes das quatro da tarde deste domingo de sol, manifestantes desenxabidos, com suas faixas e bandeiras recolhidas sob os braços, já começavam a deixar a avenida Paulista, em São Paulo, o principal centro de oposição ao governo federal.
Era o retrato do fracasso do movimento "Fora, Dilma", promovido em 15 Estados e no Distrito Federal, que só reuniu 65 mil pessoas, em todo o país, até este horário, segundo levantamento feito pelo portal UOL, do Grupo Folha, junto às Polícias Militares. É menos gente do que foi aos estádios para ver os jogos das quartas de final do campeonato paulista neste final de semana. Foram 10 mil no Rio, 5 mil em Belo Horizonte e 2 mil em Salvador. A PM de São Paulo e o Datafolha não tinham divulgado seus números sobre a avenida Paulista, que apresentava grandes vazios em toda a sua extensão.
Os milhões das multidões de 15 de março, de qualquer forma, transformaram-se agora em apenas algumas dezenas de milhares na chamada "rebelião das ruas", como era possível ver na televisão. Durou menos de um mês a alegria da aliança do atraso para derrubar no grito e nas manchetes o governo eleito de Dilma Rousseff.
Sem líderes, que mais uma vez não apareceram nas "manifestações espontâneas", a oposição formal tucana e seus agregados jogaram tudo na mídia e nas redes sociais. O Datafolha bem que tentou dar uma forcinha ao divulgar na véspera uma nova pesquisa que rendeu a manchete "Reprovação a Dilma estaciona, maioria apoia impeachment". O levantamento mostra que 6 em cada 10 brasileiros reprovam o governo Dilma-2 e 63% aprovam a abertura de um processo de impeachment contra a presidente.
Era de se esperar que mais gente fosse às ruas um mês após o espasmo pós-eleitoral dos derrotados de outubro no último dia 15 de março, mas aconteceu o contrário.
Em tempo (atualizado às 18 horas):
Novos números divulgados pelo portal UOL, segundo dados fornecidos pelas Polícias Militares, informaram que 456 mil pessoas participaram das manifestações de protesto neste domingo em todo o país, sendo 275 mil na avenida Paulista. Até este horário, o Datafolha ainda não havia divulgado sua avaliação de público.
Em tempo (atualizado às 22h25):
Manchete do nosso portal R7 acaba de informar os números finais das manifestações deste domingo, segundo as Polícias Militares: 680 mil em 24 Estados. O Datafolha registrou 100 mil pessoas na avenida Paulista. Em 15 de março, os números ficaram em torno de 2 milhões de participantes em todo o país. .
E não deixem de ler o mais lúcido e brilhante resumo publicado hoje sobre o fracasso do "Fora, Dilma" no blog do meu colega Nirlando Beirão, aqui mesmo no R7.

07 abril 2015

Urubus sobrevoam Projac: Globo perde anunciantes com pior ibope da história.






No último sábado (4), a novela das 9 da TV Globo ("Babilônia") alcançou o pior ibope de todos os tempos para o horário: média de 20,2 pontos no Ibope (Isso no Ibope, imagine quando o instituto Gfk começar a medir nos próximos dias).

O recorde negativo anterior do horário também era da "Babilônia", média 21,5 pontos.

Na segunda-feira (6), dia em que a audiência costuma ser maior do que no sábado, a situação não melhorou muito: média de 23 pontos, muito abaixo do que as novelas do horário costumavam pontuar.

Enquanto isso a TV Record comemora o aumento da audiência da novela "Os dez mandamentos". De acordo com dados preliminares, marcou 13,9 pontos de média com picos de 16,1 na segunda-feira.

Por conta da queda, a Globo está perdendo anúncios de empresas nos intervalos comerciais. Parte dos intervalos estão sendo preenchidos com propaganda da própria novela para tentar aumentar a audiência. 

Consequentemente está perdendo dinheiro. Nem o BV salva. O Eike Batista começou a decair assim.

O problema é que nos outros horários em que a propaganda da novela é veiculada, a audiência da Globo também anda baixa, o que não ajuda muito.

Parece que de tanto invocarem urubus nos noticiários da emissora, eles já sobrevoam o Projac (estúdio onde são gravadas as novelas) à espera de carniça da audiência moribunda.

SBT derrota Globo na audiência da manhã

O desenho animado Bob Esponja estreou na manhã de sexta-feira (3) no SBT vencendo a TV Globo, com 7,9 pontos contra 7,1 de Ana Maria Braga.

Na noite de sábado um filme no SBT também venceu o programa "Altas horas" da Globo.
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CHARGE DO BESSINHA

Dilma: “pré-sal não é promessa, é realidade”


"Na posse do ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, presidente enfatizou que o petróleo do pré-sal será a principal fonte de financiamento da Educação; "Os recursos dos royalties do pré-sal vão viabilizar uma revolução na educação brasileira. O pré-sal não é promessa, é realidade. Hoje, já são extraídos 669 mil barris de óleo por dia dos campos do pré-sal", disse; discurso vem num momento em que oposicionistas, como o senador José Serra (PSDB-SP), tentam diminuir o poder da Petrobras na exploração do pré-sal por meio de um projeto de lei; "Interessa a todo povo o que está em jogo nessa luta em defesa da Petrobras e do pré-sal, é nossa soberania e futuro da educação", ressaltou Dilma Rousseff



A presidente Dilma Rousseff defendeu nesta segunda-feira 6, durante a posse do novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, o pré-sal como principal fonte de financiamento da educação. A fala é feita em um momento em que oposicionistas, como o senador José Serra (PSDB-SP), tentam diminuir o poder da Petrobras na exploração do pré-sal por meio de um projeto de lei (leia mais).


Em meio à crise devido a denúncias de corrupção na estatal, Dilma também afirmou que "interessa a todos o que está em jogo nessa luta em defesa da Petrobras e do pré-sal". "Os recursos dos royalties do pré-sal vão viabilizar uma revolução na educação brasileira. O pré-sal não é promessa, é realidade. Hoje, já são extraídos 669 mil barris de óleo por dia dos campos do pré-sal", disse Dilma.

31 março 2015

CHARGE DO BESSINHA

O mito do dedo de Lula e as mentiras na internet


Em nota divulgada por seu instituto, ex-presidente Lula disse que estão espalhando mensagens com  mentiras  pela internet e explica que foi somente indenizado por ter perdido um dedo em um acidente de trabalho em 1964. Se tivesse se aposentado, não poderia ter continuado a trabalhar. A nota foi publicada pelo

A assessoria do ex-presidente Lula divulgou nota em que contesta “boatos e mentiras” espalhados pela internet de que Lula recebe uma aposentadoria por invalidez por ter perdido um dedo num acidente de trabalho, em 1964. O site do Instituto Lula reproduz uma imagem (foto) que faz referência ao assunto que circula pelas redes sociais e pelo Whatsapp, estampando a imagem do ex-presidente jogando futebol e o cientista inglês Stephen Hawking, que sofre uma doença degenerativa.

“Recentemente, um site reproduziu em seu Twitter uma velha mentira. Sem citar fonte ou qualquer outro dado, a conta diz que; ‘Lula se aposentou por perder 1 dedo, qd deveria ter sido indenizado’  Essa história sempre reaparece, sugerindo que o ex-presidente estaria recebendo um valor indevido”, diz o instituto.

A assessoria esclarece que, pela legislação brasileira, quem recebe aposentadoria por invalidez não pode trabalhar e receber salários de qualquer natureza. Ou seja, se tivesse se aposentado por invalidez, Lula não poderia ter sido metalúrgico nem presidente da República.

“O acidente aconteceu em 1964, quando Lula tinha 18 anos e trabalhava na Metalúrgica Independência, na cidade de São Paulo. Lula recebeu, à época, uma indenização de 350 mil cruzeiros”, afirmou.  O valor, segundo o Instituto Lula, era suficiente para comprar móveis para a mãe e um terreno.

Veja a nota divulgada pelo Instituto Lula:

“O mito do dedo de Lula e as mentiras na internet

Entre os muitos boatos e mentiras espalhados na internet contra o ex-presidente Lula, recentemente voltou a circular a história de que ele receberia uma aposentadoria por invalidez desde que perdeu um dedo em um acidente de trabalho. Trata-se de mais uma história mentirosa. Lula recebeu uma indenização à época e continuou trabalhando, sendo eleito posteriormente presidente da República. Quem recebe aposentadoria por invalidez não pode trabalhar e receber salários de qualquer espécie, muito menos como representante do povo.

Explicamos mais a seguir:

A farsa:

Recentemente, um site reproduziu em seu Twitter uma velha mentira. Sem citar fonte ou qualquer outro dado, a conta diz que “Lula se aposentou por perder 1 dedo, qd deveria ter sido indenizado” (sic). Essa história sempre reaparece, sugerindo que o ex-presidente estaria recebendo um valor indevido.

A verdade:

O acidente aconteceu em 1964, quando Lula tinha 18 anos e trabalhava na Metalúrgica Independência, na cidade de São Paulo. Lula recebeu, à época, uma indenização de 350 mil cruzeiros. Segundo conta a revista Trip, o valor era “suficiente para comprar móveis para a mãe e um terreno”. Quem recebe aposentadoria por invalidez não pode trabalhar e receber salários. Lula não deixou de trabalhar. Se a história fosse verdadeira, ele não poderia ter continuado sua atividade como metalúrgico, depois dirigente sindical e muito menos cumprir seus mandatos de deputado e de presidente da República. Link da nota no Instituto Lula

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21 março 2015

Em visita a assentamento no sul do País, Dilma é recebida com festa




 A presidente Dilma foi recebida com festa na manhã desta sexta-feira, 20, pelas quase 5 mil pessoas no assentamento Lanceiros Negros, do MST, na região metropolitana de Porto Alegre, aos gritos de "Dilma, Dilma". A previsão é de que Dilma discurse na inauguração da unidade de secagem e armazenagem de grãos da Cooperativa dos Trabalhadores Assentados da Região de Porto Alegre (Cootap). A presidente visitou outro assentamento, onde acompanhou a abertura simbólica da Colheita do Arroz Ecológico.

Ela está na companhia do governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), que foi vaiado pela plateia, e dos ministros Miguel Rossetto, da Secretaria-Geral da Presidência, Pepe Vargas, da Secretaria de Relações Institucionais, Patrus Ananias, do Desenvolvimento Agrário, e Tereza Campelo, do Desenvolvimento Social.
 Enquanto esperava, o público cantava músicas regionalistas e entoava gritos de defesa ao governo e à Petrobras, como "Nem que a coisa engrossa, a Petrobras é nossa".Entre a multidão era possível encontrar muitos jovens.  O prefeito de Eldorado do Sul, onde ficam os assentamentos, é Sergio Munhoz, do PSB.

Dilma também  participa da 12ª Abertura da Colheita do Arroz Ecológico no assentamento Integração Gaúcha, em Eldorado do Sul, na região metropolitana de Porto Alegre. Na sequência, às 11h15, ela discursa em cerimônia de inauguração da unidade de secagem e armazenamento de arroz da Cooperativa Regional dos Assentados de Porto Alegre (Cootap), no assentamento Lanceiros Negros.

De acordo com a agenda divulgada pelo Palácio do Planalto, Dilma cumprirá dois compromissos na região metropolitana de Porto Alegre e voltará no início da tarde à Brasília.
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CHARGE DO BESSNHA

Setal diz que cartel atuou na Petrobras desde FHC


"Em acordo de leniência firmado pela Setal Engenharia e Construções com a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, a empresaafirmou que as empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato operam cartel para participar de licitações da Petrobras desde o final dos anos 1990; informação já havia sido revelada pelo executivo Augusto Mendonça, ex-representante da Toyo Setal, à Justiça Federal; segundo ele, o cartel, chamado por ele de "clube" de empreiteiras que atuava nas licitações da estatal existe desde meados da década de 1990, período que abrange a gestão de Fernando Henrique Cardoso (PSDB)

Brasil 247 

Em acordo de leniência firmado pela Setal Engenharia e Construções com a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG-Cade), a empresa afirmou que as empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato operam cartel para participar de licitações da Petrobras desde o final dos anos 1990.
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