27 agosto 2014

MARINA, A LOUCA



Ela disse  no debate da Band que Chico Mendes era elite. Ela é louca? 

26 agosto 2014

Marina pede “tempo necessário” para explicar jatinho(s). Necessário a quê?

Autor: Fernando Brito
noar
Finalmente, hoje, depois de acossada pelos jornalistas, Marina Silva resolveu falar sobre o caso do jatinho que vitimou Eduardo Campos.
— Nós queremos que sejam dadas as explicações de acordo com a materialidade dos fatos. E para termos a materialidade dos fatos é preciso que se tenha o tempo necessário para que essas explicações tenham a devida base legal
A senadora me perdoe, mas isso parece a história dos longos dias em que Aécio Neves esquivou-se de dar resposta à simples pergunta dobre se tinha usado o aeroporto – na prática privado – construído com o dinheiro público do Governo de Minas.
Afinal, senadora, há uma resposta simples, que não precisa de tempo algum: “eu não sabia de quem era o avião, Eduardo não me disse” ou “Eduardo me disse que pertencia a fulano”.
Pronto, assunto encerrado: a senhora poderia não saber ou ter apenas a informação que o cabeça de chapa lhe deu sobre o avião.
Ninguém esperaria que Marina  fosse pedir a nota fiscal a ele antes de embarcar.
À medida, porém, que a nova candidata se esmera em que as explicações se adequem à “devida base legal” torna-se, irremediavelmente, solidária e partícipe daquilo que se possa achar como subterfúgio para algo que está evidente:  o uso do avião era, do ponto de vista da legislação eleitoral, ilegal.
Tanto é assim que, até agora, não tem dono, embora seja impensável que um avião de 20 milhões de reais seja como um cão sarnento de rua, que ninguém é dono.
Aliás tem um dono legal que diz que não é dono porque transferiu e outro, informal, que nega de tido senão um flerte com a ideia de comprá-lo e que, antes, já emprestava outro jato ao candidato.
Mesmo que o partido não disponha de nenhum contrato de uso – e muito menos os de compra – do avião, alguém pagava o combustível, o hangar, os pilotos…Se era o PSB, bastaria dizer; se não era, bastaria dizer que não e, sabendo, apontar quem era…
Se a cessão do avião ou os pagamentos por seu uso  tinham ou não a “devida base legal” é questão para advogados.
A verdade e a sinceridade, ao contrário, são para a candidata.
Se a candidata não quer dizer o que sabe – ou que não sabia – à espera dos arranjos dos senhores advogados é seu direito, desde que aceite o julgamento público de que é alguém que é capaz de esconder a verdade – ao menos durante “o tempo necessário” à construção de versões.
Não há como esconder, inclusive, que o “tempo necessário” coincide com a entrevista no Jornal Nacional, na qual, até para figurar uma igualdade de tratamento com as fuzilarias que William Bonner e Patrícia Poeta fizeram aos outros candidatos, sobre ela viessem os questionamentos de andar com o avião ilegal, ao que tudo indica cedido por um homem que responde por contrabando de pneus usados, uma “desova” de lixo ecológico dos países ricos sobre os mais pobres.
A senadora, como evangélica, bem deveria saber que a verdade liberta e a mentira acorrenta.
Permita-me, senhora, lembrar Efésios, 4:25.
“Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros.”
Marina Silva tornou-se prisioneira de uma versão que será construída com a profissional assessoria jurídica.
Desnecessária e, pior, comprometedora para quem a assume como subterfúgio.
Porque, afinal, Marina Silva de nada está sendo acusada mas, ao se acumpliciar a um arranjo falso, ao qual não importa a realidade mas “a devida base legal” .
E por ele responderá.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=20412

PSB debocha do País: documento estava no avião




25 agosto 2014

Avião e aeroporto geram “caos aéreo” a Marina e Aécio

CHARGE DO BESINHA

Tracking DataCaf: Dilma abre vantagem


Novos números em MG:

Pimentel 33 %

Turista da Veiga 15%

Tarcísio Delgado 3%

(sem alteração nos últimos 3 dias)

Presidente (só MG)

tá mudando…

Pra melhor…

Presidenta Dilma 31%

Aécio do Aecioporto 28%

Osmarina do Jatinho 15%

No país

Dilma 42%

Osmarina 22%

Aécio 14%

Pastor 3%


Jatinho da Bláblá mantém velocidade cruzeiro: os 20% do Cerra.

Paulo Henrique Amorim, diretor técnico do DataCaf, onde a margem de erro é aque ele bem entende (como no Datafalha e no Globope)
http://saraiva13.blogspot.com.br/2014/08/tracking-datacaf-dilma-abre-vantagem.html

A estranha fauna que se une em torno de Marina

Blog Balaio do Kotscho
filminho1 A estranha fauna que se une em torno de Marina
Defensora radical do meio ambiente e das espécies em extinção, a presidenciável Marina Silva, abrigada temporariamente no PSB, está conseguindo reunir em torno da sua candidatura uma fauna das mais variadas do cenário político e econômico nacional.
Na primeira semana de campanha, desfilaram em seu comitê eleitoral, e até falaram em nome da candidata, banqueiros e socialistas, históricos bichos grilo e simpatizantes dos black bloc, aqueles rebeldes sem causa das "manifestações de junho", descontentes em geral, de ex-tucanos a ex-petistas, passando por venerandos dissidentes do PMDB _ um saco de gatos, enfim.
Em nome da sustentabilidade de um possível governo, a candidata já lançou no ar que pode se unir tanto a Serra como a Suplicy. O vice escolhido é Beto Albuquerque, do PSB, líder do agronegócio e dos transgênicos, agora parceiro dos "sonháticos" da Rede marinista e dos banqueiros Neca Setúbal e André Lara Rezende, responsáveis pela área econômica do projeto eco-socialista.
No comando da campanha, estão lado a lado a ex-petista Luiza Erundina e o ex-tucano Walter Feldman. Na tesouraria, ficou o socialista Márcio França, deputado federal e ex-prefeito de São Vicente, que é candidato a vice na chapa do tucano Geraldo Alckmin. Na base aliada da "nova política", podemos encontrar as famílias políticas dos Bornhausen, de Santa Catarina, e a de Inocêncio Oliveira, em Pernambuco, figuras históricas do PFL-DEM.
Só não deu para saber ainda qual é mesmo o projeto de governo desta arca de Noé, que embala as fantasias de colunistas e editorialistas, enquanto se tenta descobrir quem era, afinal, o dono do jato em que Eduardo Campos morreu na tragédia aérea de Santos.
É neste cenário buliçoso, com a grande mídia hegemônica já anunciando a economia em processo de recessão e o aumento dos índices de desemprego, que serão publicadas nos próximos dias novas pesquisas Datafolha e Ibope, os dois institutos que, de fato, comandam os rumos desta campanha eleitoral. Para quem gosta de jogar no quanto pior, melhor, e se dedica a especular na Bolsa, a próxima semana promete mais emoções.
Vida que segue.

CHARGE DO BESSINHA

24 agosto 2014

Avião de Eduardo: caixa 2 pode derrubar Marina

:
Polícia Federal já investiga se o jato usado por Eduardo Campos e Marina Silva, que desabou em Santos (SP) matando o ex-governador pernambucano e outras seis pessoas, foi comprado com o uso de recursos não contabilizados; como as despesas não foram declaradas na campanha do PSB, as contas poderão ser rejeitadas pelo Tribunal Superior Eleitoral; "Se os gastos com o avião não forem declarados, isso pode configurar omissão de despesas e o candidato pode responder a uma ação por abuso de poder econômico", diz a advogada Katia Kufa, presidente do Instituto Paulista de Direito Eleitoral; segunda ela, a própria Marina Silva pode ter a candidatura cassada; dificuldade do PSB é encontrar um dono para o avião, uma vez que o proprietário teria também que arcar com o custo de indenizações e danos materiais causados a terceiros

247 - O PSB e sua candidata Marina Silva terão que superar uma questão delicada caso pretendam alcançar voo de cruzeiro na corrida pela presidência da República. Trata-se de explicar a quem pertencia o avião usado por Eduardo Campos e Marina Silva, que caiu em Santos (SP) matando o ex-governador pernambucano e outras seis pessoas, assim como a origem dos recursos para a aquisição.
Reportagem deste domingo dos repórteres Mariana Barbosa e Mário Cesar Carvalho na Folha de S. Paulo (leia aqui) revela que a Polícia Federal já investiga a hipótese de que a aeronave tenha sido comprada com caixa 2 de campanhas pelo PSB ou pelo próprio Eduardo Campos, através de laranjas. E o PSB terá que indicar, rapidamente, na prestação de contas quem doou a aeronave à sua campanha presidencial.
É aí que começam os problemas. O grupo AF Andrade, que tem a aeronave em seu nome e pertence a um usineiro quebrado do interior paulista, alega que a aeronave foi vendida a amigos de Eduardo Campos. O ex-piloto diz que toda a transação foi intermediada por Aldo Guedes, braço direito do ex-governador, que é casado com uma de suas primas e sócio em uma fazenda, além de ter sido nomeado para a presidência da empresa de gás – em Pernambuco, Guedes é também tido como tesoureiro informal do PSB.
Como os amigos de Campos não possuíam patrimônio declarado para comprar uma aeronave avaliada em R$ 18,5 milhões, a principal suspeita da PF é de caixa dois eleitoral. E o grande impasse é: quem irá se declarar proprietário da aeronave? Até porque o proprietário será responsável pelos danos materiais em Santos e pela reparação que terá de ser paga aos familiares das vítimas.
A tendência, no entanto, é que não apareça nenhum proprietário – o que inviabilizaria a prestação de contas do PSB. Ricardo Tepedino, advogado do grupo AF Andrade, assegura que a aeronave foi repassada aos amigos de Eduardo Campos, que, por sua vez, negam a operação.
As consequências disso podem ser muito negativas para a própria Marina Silva. "A doação precisa constar de um contrato, com a emissão de recibo eleitoral pela campanha", diz Kátia Kufa, presidente do Instituto Paulista de Direito Eleitoral. "O contrato deve ser anterior à doação". De acordo com a especialista em legislação eleitoral, "se os gastos com o avião não forem declarados, isso pode configurar omissão de despesas e o candidato pode responder a uma ação por abuso de poder econômico". A consequência, diz ela, seria a cassação da candidatura de Marina.
A grande dificuldade do PSB será convencer algum empresário ou amigo de Campos a assinar um contrato, que lhe daria também a obrigação de arcar com o custo de várias reparações.

As traições de Marina. Bem que avisei!

Dener Giovanini
Em 2003, ainda no começo do governo do presidente Lula eu, que ainda não era jornalista, dei uma entrevista para o Estadão na qual afirmava categoricamente: “não confio na Marina Silva nem para cuidar do meu jardim”, CLIQUE AQUI para conferir. Confirmei minhas palavras no discurso que proferi na ONU ao receber de Kofi Annan [...]
Em 2003, ainda no começo do governo do presidente Lula eu, que ainda não era jornalista, dei uma entrevista para o Estadão na qual afirmava categoricamente: “não confio na Marina Silva nem para cuidar do meu jardim”, CLIQUE AQUI para conferir. Confirmei minhas palavras no discurso que proferi na ONU ao receber de Kofi Annan o prêmio das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Os petistas se arrepiaram, reclamaram e me criticaram. Não deu outra: se arrependeram. Em 2010, quando o Partido Verde aceitou a bancar a candidatura de Marina para presidência da República, novamente eu avisei em diversas oportunidades, que eles estavam dando um tiro no próprio pé. Fui criticado e esculhambado por algumas lideranças do PV. Não deu outra: eles também se arrependeram.
Quando Eduardo Campos oficializou a candidatura de Marina Silva como vice em sua chapa eu não perdi a oportunidade. Novamente afirmei em entrevistas e artigos que o PSB iria se arrepender. E, mais uma vez, não deu outra: Marina, além de não transferir votos, ainda criou uma série de dificuldades políticas para Eduardo, levando seu nome a patinar entre 10% do eleitorado. Não fosse sua trágica morte, ele sairia da eleição muito menor que entrou. E grande parte da culpa teria o sobrenome Silva.
Seria eu um implicante sem razão contra Marina Silva ou será que Deus me concedeu o dom da adivinhação? Nem uma coisa, nem outra. Sou apenas um pragmático, que não dá asas a paixões avassaladoras de momento e nem me deixo levar pelas emoções de ocasião. E assim penso que deva ser cada brasileiro que tenha consciência sobre a sua responsabilidade de decidir o destino do país.
Marina Silva foi ministra de Lula por oito anos e “abandonou” o governo quando percebeu que seu ego se apequenava diante do crescimento da influência da então também ministra Dilma Rousseff. O Planalto estava pequeno demais para as duas. Também deixou o Partido Verde ao perceber que a legenda não se dobraria tão fácil a sua sede de poder. Eduardo Campos sentiu o amargo sabor de Marina ao ver alianças importantes escorrerem por entre seus dedos. Marina atrapalhou, e muito, sua candidatura. Isso é um fato que nem o mais bobo líder do PSB pode negar.
Marina está fadada a trair
O grande ego é o pai da traição. Quem se sente um predestinado e prioriza o culto a personalidade tem medo da discordância, da crítica. É esse medo que gera uma neutralidade perigosa e falsa. E a neutralidade é a mãe da traição. Seres humanos com grandes egos quase sempre se posicionam entre o conforto de “lavar as mãos” e o silêncio covarde de suas convicções.
Marina Silva é assim. Simples assim.
Nas últimas Eleições presidenciais Marina ficou NEUTRA. Alguém se lembra?
Ao contrário do que desejavam seus milhões de eleitores – que ansiavam por uma indicação, uma orientação ou um caminho – Marina calou-se. Não apoiou Dilma e nem Serra. Com medo de decidir, declarou-se neutra. E ajudou a eleger Dilma.
Claro, não se espera de um político uma sinceridade absoluta, mas pelo menos transparência em algumas das suas convicções básicas. Isso Marina não faz. E quem não o faz assume o destino da traição. Vejamos:
a)      Se eleita, Marina Silva irá mudar o atual Código Florestal?
SIM (trairá o agronegócio)
NÃO (trairá os ambientalistas)
b)      Se eleita, Marina Silva irá abandonar os investimentos no Pré-sal e passará a investir em fontes alternativas para a matriz energética?
SIM (trairá a Petrobrás e seus parceiros)
NÃO (trairá os ambientalistas)
c)       Se eleita, Marina Silva irá interromper a construção de Belo Monte?
SIM (trairá os empresários)
NÃO (trairá os ambientalistas)
d)      Se eleita, Marina Silva irá apoiar o casamento gay?
SIM (trairá os evangélicos)
NÃO (trairá os movimentos sociais)
e)      Se eleita, Marina Silva será contra a pesquisa de células tronco?
SIM (trairá os pesquisadores e a academia)
NÃO (trairá os evangélicos)
f)      Se não for ao segundo turno, Marina repetirá sua posição de 2010?
SIM (trairá a oposição)
NÃO (trairá a si mesma)
Essas são apenas algumas perguntas que Marina Silva não responderá. Ou o fará por meio de respostas dúbias e escamoteadoras, bem ao seu estilo. No final, ninguém saberá realmente o que ela pensa. Sob pressão, ela jogará a responsabilidade para a platéia e sacará de seu xale sagrado a carta mágica: FAREMOS UM PLEBISCITO!  Esse é o estilo Marina de ser. E esse é o tipo de comando que pode levar o Brasil ao encontro de um cenário de incertezas e retrocessos. O que ela fala – ou melhor – o que ela não fala hoje, será cobrado no Congresso Nacional caso venha a se eleger. Como Marina negociará com a bancada ruralista? Com a bancada religiosa?
Você, caro leitor, vai arriscar?
Eu não. Se não me bastassem os fatos, tive a oportunidade de olhar profundamente os olhos de Marina e de segurar em suas mãos. E não gostei do que vi. E não tenho medo de críticas. E tenho orgulho das minhas convicções.

Marina: olhei em seus olhos e segurei em suas mãos. Dener Giovanini
Blogs Dener Giovanini
Estadão

Marina representa volta ao Brasil Colônia.


Levitando na sua aura de Realeza, Marina Silva irá servir perfeitamente como uma Rainha de Copas para agraciar cada setor da Alta Burguesia brasileira. Acreditando que sua “sobrevivência” (na verdade sua fuga do encontro com Alckmin) deveu-se à Providência Divina, assim como príncipes e princesas nascem escolhidos pelo próprio Deus para serem Reis e Rainhas.

Um governo de Marina não será de coalizão, de acordos, de “fazer política”; será um governo para entregar o Brasil de porteiras fechadas.

Primeiro para ONGs americanas e europeias que querem transformar a Amazônia em Reserva da Biosfera, para eles poderem explorar. Assim já fazem em muitas reservas indígenas, onde lutam a qualquer custo pro Governo Brasileiro não Legislar nessas imensas áreas da região amazônica. Marina acredita que a Região Amazônica, e aí incluindo nossos países vizinhos, é na verdade uma grande ilha de Avatar.

Dali, todo seu poder soberano e divino será emanado para salvar o resto da humanidade, da perversidade do homem, do capital, do consumo, do desenvolvimento e igualdade social.

Segundo, ela é contra o desenvolvimento sócio-econômico-industrial do Brasil. Para ela e seus assessores econômicos, os brasileiros vivem uma sede por consumismo – esta aí mais uma contradição da candidata – ao comungar da fé neopentecostal, logo comungaria da Teologia da Prosperidade – e ela é contra a prosperidade, vulgo consumo, do povo brasileiro.

Terceiro, Marina é totalmente contra a única indústria brasileira que vem segurando nossa economia há décadas, ainda mais depois do desmonte do Estado nos anos 90. Por ela, o Brasil deixaria de exportar commodities ontem. Soja, cana, milho, laranja, carne, aves, suínos: nem pensar… São negócios que “destroem” o meio ambiente. Em seu discurso “sonhático” o ideal seria vivermos em ecovilas, cada um produzindo o necessário para sua subsistência. Por um lado seria até interessante, poderemos viver na pele cenas de Senhor dos Anéis e Guerra dos Tronos, onde o comércio e toda a vida urbana gira em torno de suas feiras e escambo!

O Brasil Colônia de Marina terá suas próprias Capitanias Hereditárias. A divisão do país pela ambientalista e seu (sic) PSB já está feita: em SP apóia Alckmin, em Santa Catarina os Borhausen, no Piaui Heráclito Fortes, em Pernambuco estão de braços dados com Jarbas Vasconcelos.

Em Minas, Alagoas e Rio de Janeiro outras parcerias polêmicas. Ou seja, seu canto de sereia da “Nova Política” dura até o final do primeiro paragrafo de sua candidatura. Suas articulações e coligações de novas só têm o apelo do marketing antipolítico, usado desde os protestos de 2013; quando um dirigente da REDE quebrou vitrais do Palácio do Itamaraty.

Com Marina voltaremos ao Brasil “Sem Luz Para Todos”, para ela o Estado vem gastando muito em saúde, educação, obras de infraestrutura, geração de energia, crescimento do salário e do poder de compra. O importante para Marina é o Brasil seguir pagando juros altíssimos de sua divida para alegrar seus parceiros banqueiros.

CHARGE DO BESSINHA

23 agosto 2014

Dilma faz comício contra "arrochadores" no Sul

:
Ao lado de lideranças do PT no Rio Grande do Sul, como Olívio Dutra, que concorre ao Senado, a presidente Dilma Rousseff fez um duro discurso contra os que pregam ajuste mais forte da economia e das contas públicas; "Aqui, neste comício, não estão aqueles que ficam azarando, que fazem olho gordo para o governo e para o país. Aqui não estão aqueles que se ajoelharam e quebraram o país por três vezes. Aqui os pessimistas não têm vez. Agora, somos aqueles que vão vencer o pessimismo, a desinformação e as inverdades. Quem vai vencer é a verdade, e sabem por quê? Porque nós temos o que mostrar", disse ela


RS 247 – Num comício que reuniu 5 mil cinco mil pessoas em Porto Alegre (RS), a presidente Dilma Rousseff bateu duro nos adversários que pregam um ajuste maior na economia e nas contas públicas, nomeando seus oponentes como "desempregadores" e "arrochadores de salários". 
"Aqui, neste comício, não estão aqueles que ficam azarando, que fazem olho gordo para o governo e para o país. Aqui não estão aqueles que se ajoelharam e quebraram o país por três vezes. Aqui os pessimistas não têm vez. Agora, somos aqueles que vão vencer o pessimismo, a desinformação e as inverdades. Quem vai vencer é a verdade, e sabem por quê? Porque nós temos o que mostrar", disse ela.
Era um recado claro para o tucano Aécio Neves, que tem pregado maior ajuste fiscal, com corte nas despesas públicas, e também Marina Silva, cuja coordenadora de programa de governo, a banqueira Neca Setúbal, tem como bandeira a redução da meta de inflação. Segundo Dilma, quem fala em reduzir a meta de inflação esconde o desejo de também cortar programas sociais. "Sem isso, a conta não fecha", afirma.
Antes da fala em Porto Alegre, Dilma esteve também em Novo Hamburgo (RS), onde inaugurou uma estação de metrô. Lá, ela afirmou que não irá acabar com o fator previdenciário, um mecanismo que reduz o valor de aposentadorias e que foi criado em 1999, no governo FHC.
"Todo mundo, para ser presidente da República, tem a obrigação e a responsabilidade de explicar para a população que não está fazendo demagogia. Tem que explicar: se acabar, como é que paga? Como é que fica a conta pública?", questionou.
Ou seja: ao mesmo tempo em que se posicionou contra os "arrochadores", ela também se colocou ao lado da responsabilidade fiscal na questão do fator previdenciário.

Donos da Multilaser, que pagou cartazes anti-PT na Copa, encrencados na PF por contrabando.


Não sei se vocês repararam, mas desde 2003 todo ricaço que tem contas a acertar com a Receita Federal ou com a Polícia Federal, e não consegue mais telefonar para ministros darem um jeitinho como antigamente, viram anti-petistas raivosos. O escândalo de sonegação da Globo é um caso.

No caso do empresa Multilaser, que pagou cartazes anti-PT para serem distribuídos na entrada do estádio Itaquerão no primeiro jogo da Copa do Mundo, os donos estão com uma encrenca na Polícia Federal por contrabando.

Um habeas-corpus tentou trancar o inquérito, mas a sentença diz que a empresa, a princípio, emitiu notas frias (sem valor fiscal), e não comprovou a regularidade da importação da mercadoria estrangeira.

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico 
http://www.in.gov.br/autenticidade.html
pelo código 00202014032102211
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/

CHARGE DO BESINHA

Antes de começar, campanha de Marina entra em crise

Blog Balaio do Kotscho
foto 11 Antes de começar, campanha de Marina entra em crise
Não deu outra. Bem que avisei, desde o primeiro dia, que isso não daria certo.  Antes mesmo de começar a campanha, no dia em que foi ungida candidata a presidente pelo PSB, Marina Silva abriu a primeira grande crise na estranha aliança ambientalista-socialista, ao bater de frente com o pessebista histórico Carlos Siqueira, que era uma espécie de José Dirceu de Eduardo Campos, coordenador-geral da campanha presidencial do ex-governador pernambucano, que morreu num acidente aéreo na semana passada. Como escrevi aqui outro dia, o mundo de Marina se divide entre quem manda e quem obedece. Quem manda é ela. Siqueira não obedeceu e já caiu fora.
"Não tenho magoa nenhuma dela, apenas acho que quando se está numa instituição como hospedeira, como ela é, tem que respeitar a instituição, não se pode querer mandar na instituição. Ela que vá mandar na Rede dela, porque, no PSB, mandamos nós", desabafou o ex-chefe da campanha de Eduardo nesta quinta-feira, ao deixar a reunião do PSB com partidos coligados, em Brasília, para oficializar a nova chapa presidencial.
O que todo mundo já sabia, mas era escondido pela grande imprensa familiar, que queria garantir um segundo turno na eleição presidencial, Siqueira botou para fora a guerra surda da aliança de Eduardo com Marina: "Acho que ela não representa o legado de Campos. Eu não vou fazer campanha pra ela porque eles eram muito diferentes, politicamente, ideologicamente, em todos os sentidos."
Para o lugar de Siqueira, Marina autocraticamente nomeou Walter Feldman, seu fiel aliado, fundador do PSDB e secretário de vários governos tucanos. O último cargo público que ocupou, antes de trocar o PSDB pelo PSB, quando ajudava Marina a criar a Rede Sustentabilidade, que não deu certo, foi o de "Secretário Especial de Articulação de Grandes Eventos" da Prefeitura de São Paulo. Alguém pode imaginar o que seria isso?
Tratava-se de uma bela mordomia em Londres, que durou seis meses e foi custeada pelos nossos impostos, em que Feldman foi encarregado de acompanhar as Olimpíadas na Inglaterra para dar sugestões à Prefeitura de São Paulo, na época comandada por Gilberto Kassab, sucessor e aliado do tucano José Serra. Como as próximas Olimpíadas serão sediadas no Rio, e não em São Paulo, ninguém entendeu até agora qual era o objetivo da sinecura de Feldman em Londres. É desse tipo de gente que Marina está cercada, incluindo herdeiras de bancos, economistas tucanos e altos empresários de cosméticos.
Em seu relatório final sobre seu trabalho em Londres entregue à prefeitura de São Paulo, Feldman concluiu com o seguinte ensinamento, no melhor estilo Marina Silva: "As atividades que envolvem um grande contingente populacional devem ter toda a área de prevenção e análise de riscos, planejamento, agregação e uma retaguarda especializada, com experiência internacional, para monitorar, dar suporte e formar uma rede de ação, a qual, desenvolvida em São Paulo, deverá atuar como fio condutor para o Brasil". Maravilha!
Entenderam? Pois é isso que nos espera nas propostas a serem apresentadas por Marina Silva na campanha presidencial, a julgar pelas ininteligíveis propostas que a candidata e seus fiéis seguidores apresentaram até agora. Salve-se quem puder,  ou quem tiver juízo.

22 agosto 2014

Época: avião fantasma pode até impugnar Marina

Separados por um Steven Spilberg


Marina: apagão no tico-teco ou cara-de-pau, para criticar setor elétrico?


Sempre me incomodou muito na personalidade política da Marina Silva, desde que ela começou a aparecer na mídia demotucana, quando ela faz um jeito de sonsa, dissimulada, de quem não tem responsabilidade por nada do que disse e do que fez no passado.

Tem horas que ela fala umas coisas tão sem noção que parece que ela esqueceu de ligar os neurônios tico e teco e não tem consciência do que está falando. Aí a gente pensa que ela está apenas repetindo alguma coisa que assessores prepararam para ela. Tem gente que até deixa pra lá, pensando "tadinha, ela não sabe o que está dizendo".

Mas Marina não é burra. Ninguém chega onde ela chegou se não for esperta no que lhe interessa.

E tem gente que não conhece o que ela disse e fez no passado e acaba aceitando suas críticas sem noção, que ela deveria fazer a si mesma. Foi assim quando ela quis surfar nos protestos anti-Copa, apagando da memória o fato dela ter defendido pouco tempo atrás a capital do Acre, Rio Branco, para ser uma cidade sede. Ela esteve até na CBF para defender a cidade.

Agora, é o caso da entrevista de ontem, quando ela disse o absurdo a seguir, repetindo o blá-blá-blá de colunistas da imprensa demotucana: “É lamentável que tenhamos desde 2002 a ameaça de apagão. Eu digo lamentável porque nós temos há 12 anos a mesma pessoa à frente da política energética do nosso país, inicialmente como ministra (de Minas e Energia), depois como chefe da Casa Civil e agora como presidente da República”.

Ora, se há alguém que botou ordem no setor elétrico foi Dilma. Enfrentamos uma estiagem pior do que a de 2001, e temos um sistema de geração alternativo com termoelétricas e integrando, com linhas de transmissão, as regiões do Brasil que estão no período de chuvas ou com reservatórios cheios.

E se há alguém que atrapalhou investimentos com energia limpa de hidrelétricas foi Marina Silva com um fundamentalismo ambiental completamente anacrônico e incompetente, inclusive do próprio ponto de vista de sustentabilidade. Ela aliou-se a ONGs internacionais e famosos de Hollywood que não entendem nada de Brasil, nem de Amazônia, e nem tem uma visão ambiental com base científica. Tudo isso para perturbar e atrasar a construção da usina de Belo Monte. Também atrasou mais do que deveria as licenças das usinas de Santo Antônio e Jirau, quando era ministra.

Marina foi artífice também de emperrar a construção de hidrelétricas com reservatórios maiores, fazendo lobby para que todas sejam a fio de água. O resultado foi um tiro no pé ambiental. Em vez de haver mais geração com energia mais limpa de fonte hídrica, obriga a ligar termoelétricas por mais tempo durante o ano, o que causa mais impacto ambiental. Além disso ainda eleva o custo da eletricidade.

Resumindo: o que Marina pregou, defendeu, fez pressão e impôs foram as decisões piores tanto para segurança energética, como para atrapalhar termos conta de luz mais barata, como também acabou dando resultados piores ambientalmente. Agora ela tem a cara-de-pau de criticar a Dilma, justo no setor que a própria Marina só atrapalhou. Espero que a cara-de-pau seja de madeira certificada.

Vale a pena ler também o artigo do Paulo Moreira Leite sobre este mesmo assunto.

Em tempo: só para lembrar este vídeo feito por estudantes de engenharia que entendem do assunto, desmentindo as baboseiras faladas por atores da Globo contra Belo Monte:



http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/

Divisionista, Marina faz 'strike' no PSB de Campos

:
Não há mal-entendido; nas primeiras 24 horas após ser indicada candidata pelo PSB, Marina Silva abalou, de cima até embaixo, estrutura partidária e alianças firmadas, uma a uma, por Eduardo Campos; coordenadores Carlos Siqueira e João Câmara, puxador de votos em Minas Gerais Alexandre Kalil, governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, e deputado Nelson Trad (MS) deixam campanha; "O que me interessava no partido caiu de avião", disse, em seu estilo rude, o presidente do Atlético Mineiro; ex-coordenador Siqueira rompeu relações chamando Marina de "grosseira"; ela alegou "mal-entendido"; o que fica demonstrado, porém, é que o personalismo de Marina não admite diálogo, convivência e, menos ainda, contestação; depois de sair do PT, dividir o PV e abortar o Rede, ex-ministra derruba pinos no PSB; strike!

Marco Damiani _ 247 – Não há mal-entendido, apesar de ter sido esta a alegação da ex-ministra Marina Silva para a saída do coordenador de campanha Carlos Siqueira. Assim como ele fez ontem, no momento seguinte após dizer à candidata que rompia relações com ela, em reunião da cúpula do PSB, nesta quinta-feira 21 o partido sofreu novas perdas. Todas elas estratégicas, que haviam sido amarradas, uma a uma, pessoalmente, pelo ex-governador Eduardo Campos.
Nas primeiras 24 horas de candidata a presidente, ainda que não tenha registro no TSE e já tenha iniciado sua propaganda, Marina fez um verdadeiro 'strike' em seu próprio time – expressão usada no boliche quando o jogador derruba, com uma única jogada, todos os dez pinos de um vez.
Puxador de votos do PSB em Minas Gerais, pelo fato de ser presidente do Clube Atlético Mineiro, o empresário Alexadre Kalil desistiu de ser candidato a deputado federal. Ele havia sido convencido por Campos a disputar, mas agora não vou motivos para prosseguir:
- O que me interessava caiu de avião, disse Kalil, numa rude referência, como é de seu estilo, ao acidente que vitimou o presidenciável socialista.
No Mato Grosso do Sul, outro puxador de votos, o deputado federal Nelson Trad anunciou que não há hipótese de pedir votos para Marina, em razão de suas ligações históricas com o agronegócio de sua região e de ela nem querer conversa com esse setor da economia.
Na mesma toada, o experiente governador André Pucinelli, verdadeiro campeão de votos no Estado, anunciou que irá cerrar fileiras na campanha da presidente Dilma Rousseff. Após uma série de conversas com Eduardo Campos, ele se preparava para entrar na campanha do presidenciável do PSB. Bastou, no entanto, Marina mostrar seu estilo que Pucinelli correu para o outro lado.
Em Pernambuco, novo golpe. Depois que Siqueira deixou a coordenação da campanha de Marina sob a alegação de ela ter sido "grosseira", na mesma quinta 21 o indicado para ser seu substituto, Milton Coelho, não aceitou assumir o cargo. E, ainda, deixou vaga a posição de coordenador nacional de Mobilização e Articulação.
- Havia um pacto com meu querido amigo Eduardo Campos, mas minha tarefa acabou aqui, justificou ele, lembrando que trabalhou para Campos, em posições centrais, em três campanhas eleitorais.
A tomar-se pelo histórico de Marina Silva, as defecções não devem causar surpresa. Eleita senadora pelo PT, ela deixou o partido atirando depois de ocupar durante cinco anos, nas duas gestões de Lula na Presidência da República, o Ministério do Meio Ambiente. Abrigada com seu grupo no PV, obteve 17% dos votos válidos da eleição de 2010, mas dois anos depois, com estardalhaço, saiu, com seus amigos, depreciando a legenda. Partiu, então, para montar o Rede. Dependendo de seus próprios esforços, no entanto, não foi feliz. Com falta de assinaturas em número legal suficiente, apesar de ter desfrutado de quase um ano para atender a legislação, Marina iria ficar fora da sucessão presidencial de 2014. Mas Campos, com seu poder de articulação, a convenceu a entrar no PSB.
Mesmo dentro do partido, Marina gosta de declarar que estava presente para ter novas condições, a partir de 2015, de montar o seu próprio: o Rede Sustentabilidade.

Neste momento, além de estancar as sangrias que o estilo personalista de Marina vai causando no PSB, a cúpula do partido se esforça para que ela deixe de lado, ao menos no discurso, a ideia de mudar de agremiação logo no próximo ano.
Estar em uma legenda anunciado estar montando outra, no entanto, não é a única contradição de Marina. Sua falta de tato para manter os acordos firmados por Campos ainda irão provocar mais rachas no PSB. Apesar de indicada, ela a candidatura dela ainda não foi oficializada no TSE - o que faz com que muitos socialistas já queiram voltar atrás, apesar de a campanha estar nas ruas.
Marina já avisou que não vai aceitar contribuições financeiras de bancos e de indústrias de bebidas. O PSB contava com recursos de doadores desses setores para alavancar a campanha da legenda. Mas agora tudo é dúvida.
Certeza, apenas, o fato de Marina ter como principal coordenadora de seu programa de governo, com 250 páginas, numa intersecção de propostas do Rede e do PSB, por Neca Setúbal. Trata-se da herdeiro do maior banco privado do País, o Itaú Unibanco. Para Marina, isso pode, mas não conviver com quadros históricos o PSB não, isso não pode.
Na política, um histórico e um posicionamento como os de Marina têm um só nome: divisionismo. Com este germe dentro de um partido, a unidade é corroída por dentro. Nas suas primeiras 24 horas como candidata no lugar de Campos, que, na mesma linguagem, pode ser chamado de unitário, Marina mostrou que tem um poder destrutivo à altura, na direção contrário, do que se espera que ela possa construir.
Política do tipo voluntarista e chamada de personalista, Marina resgata agora outro carimbo: divisionista.