PF apura extorsão contra CSN; Garotinho é suspeito
A Polícia Federal investiga um suposto esquema de fraude judiciária para fins de extorsão contra a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Segundo informações preliminares, estariam envolvidos o ex-chefe da Polícia Civil e deputado cassado Álvaro Lins, os ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho, magistrados, um perito judicial, advogados, empresários e outros contraventores.
Formalizada no Ministério Público, a investigação é sobre uma indenização paga pela CSN no valor de R$ 120 milhões para um de seus fornecedores, a empresa Incopec - Indústria Mecânica Ltda, de Volta Redonda.
Segundo uma testemunha, que irá depor no Ministério Público Estadual, Garotinho, Rosinha e Lins teriam atuado no tráfico de influências para permitir o fechamento de um acordo entre os supostos envolvidos no esquema sobre o destino final do processo.
O esquema teria se originado por iniciativa de representantes da ex-fornecedora da CSN. Lins teria sido convidado para participar do esquema pelo contraventor Francis Bullos, de Volta Redonda, sogro do ex-chefe de Polícia, casado com Sissy Toledo de Macedo Bullos Lins. Ela é acusada, como ele, pela Operação Segurança Pública S.A. da Polícia Federal, de ser usada como laranja em esquemas manobrados pelo marido.
A Polícia Federal investiga um suposto esquema de fraude judiciária para fins de extorsão contra a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Segundo informações preliminares, estariam envolvidos o ex-chefe da Polícia Civil e deputado cassado Álvaro Lins, os ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho, magistrados, um perito judicial, advogados, empresários e outros contraventores.
Formalizada no Ministério Público, a investigação é sobre uma indenização paga pela CSN no valor de R$ 120 milhões para um de seus fornecedores, a empresa Incopec - Indústria Mecânica Ltda, de Volta Redonda.
Segundo uma testemunha, que irá depor no Ministério Público Estadual, Garotinho, Rosinha e Lins teriam atuado no tráfico de influências para permitir o fechamento de um acordo entre os supostos envolvidos no esquema sobre o destino final do processo.
O esquema teria se originado por iniciativa de representantes da ex-fornecedora da CSN. Lins teria sido convidado para participar do esquema pelo contraventor Francis Bullos, de Volta Redonda, sogro do ex-chefe de Polícia, casado com Sissy Toledo de Macedo Bullos Lins. Ela é acusada, como ele, pela Operação Segurança Pública S.A. da Polícia Federal, de ser usada como laranja em esquemas manobrados pelo marido.