Governo Lula contratará motosserrista sem emprego
O governo federal vai contratar carvoeiros e motosserristas desempregados pela Operação Arco de Fogo, da Polícia Federal, para ajudar no trabalho de prevenção e combate a queimadas ilegais na Amazônia.São mil vagas de "brigadistas" em seis Estados da Amazônia Legal, com direito a contrato temporário de seis meses a partir de setembro, um salário mínimo mensal (R$ 415), alimentação e vale transporte.Para escolher os 32 municípios nos quais haverá processo de seleção, o governo usou critérios como o orçamento disponível, o volume de desmatamento e de queimadas ilegais e a situação de desemprego."O objetivo não é apenas o de prevenir [incêndios ilegais], mas também o de fazer um trabalho social. A prioridade é que as pessoas estejam inseridas na região", afirma Elmo Monteiro, coordenador nacional do Prevfogo (Centro Especializado em Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais), vinculado ao Ibama.Carvoeiros, motosserristas e demais selecionados irão passar por um período de treinamento antes de iniciar o trabalho. Como brigadista, eles terão de visitar propriedades rurais do município e orientar fazendeiros e funcionários sobre os riscos ambientais e de multas para esse tipo de queimada.A partir deste mês, a preocupação do governo com os incêndios ilegais está em três Estados (Pará, Mato Grosso e Rondônia). As queimadas são permitidas, desde que ocorram de forma controlada e com autorização de órgãos ambientais. Dos municípios selecionados, dez estão em Mato Grosso e nove, no Estado do Pará.
O governo federal vai contratar carvoeiros e motosserristas desempregados pela Operação Arco de Fogo, da Polícia Federal, para ajudar no trabalho de prevenção e combate a queimadas ilegais na Amazônia.São mil vagas de "brigadistas" em seis Estados da Amazônia Legal, com direito a contrato temporário de seis meses a partir de setembro, um salário mínimo mensal (R$ 415), alimentação e vale transporte.Para escolher os 32 municípios nos quais haverá processo de seleção, o governo usou critérios como o orçamento disponível, o volume de desmatamento e de queimadas ilegais e a situação de desemprego."O objetivo não é apenas o de prevenir [incêndios ilegais], mas também o de fazer um trabalho social. A prioridade é que as pessoas estejam inseridas na região", afirma Elmo Monteiro, coordenador nacional do Prevfogo (Centro Especializado em Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais), vinculado ao Ibama.Carvoeiros, motosserristas e demais selecionados irão passar por um período de treinamento antes de iniciar o trabalho. Como brigadista, eles terão de visitar propriedades rurais do município e orientar fazendeiros e funcionários sobre os riscos ambientais e de multas para esse tipo de queimada.A partir deste mês, a preocupação do governo com os incêndios ilegais está em três Estados (Pará, Mato Grosso e Rondônia). As queimadas são permitidas, desde que ocorram de forma controlada e com autorização de órgãos ambientais. Dos municípios selecionados, dez estão em Mato Grosso e nove, no Estado do Pará.