Ato apóia pedido de família para que Ulstra seja julgado
Acontece nesta terça-feira (12), a partir do meio-dia, ato de apoio à família do jornalista Luiz Eduardo Merlino – assassinado no Doi-Codi, após torturas, em 1971. O Ato é em frente ao Tribunal de Justiça de São Paulo (Praça da Sé, s/n°, no quarteirão das ruas Anita Garibaldi e Felipe de Oliveira), onde será julgado recurso do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, relativo ao processo que a família de Merlino move contra o coronel.
No dia 29 de julho, um desembargador já votou a favor de Ustra. Outros dois votarão amanhã.
A ação tem caráter apenas declaratório, ou seja, busca somente o reconhecimento pela Justiça brasileira de que Ustra é responsável pela morte de Merlino. Mesmo que seja considerado culpado ao final do processo, o coronel reformado, que vive em Brasília, não será preso nem pagará qualquer tipo de indenização.
Participe do abaixo-assinado pelo julgamento de Ulstra
A família, porém, acredita que a condenação seria um importante passo para que o Brasil, a exemplo de outros países da América Latina - como Chile, Uruguai e Argentina -, encare seriamente os crimes cometidos pelo Estado durante o regime militar.
Será também (ao lado da ação da família Teles, também contra Ustra, ainda não concluída) umas das primeiras condenações aos agentes do Estado que torturam e mataram lutadores e lutadoras do povo brasileiro.
Ustra, conhecido como coronel Tibiriçá, foi comandante do Doi-Codi entre 1970-74, período em que, calcula-se, ocorreram cerca de 40 mortes e 502 casos de torturas.
Acontece nesta terça-feira (12), a partir do meio-dia, ato de apoio à família do jornalista Luiz Eduardo Merlino – assassinado no Doi-Codi, após torturas, em 1971. O Ato é em frente ao Tribunal de Justiça de São Paulo (Praça da Sé, s/n°, no quarteirão das ruas Anita Garibaldi e Felipe de Oliveira), onde será julgado recurso do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, relativo ao processo que a família de Merlino move contra o coronel.
No dia 29 de julho, um desembargador já votou a favor de Ustra. Outros dois votarão amanhã.
A ação tem caráter apenas declaratório, ou seja, busca somente o reconhecimento pela Justiça brasileira de que Ustra é responsável pela morte de Merlino. Mesmo que seja considerado culpado ao final do processo, o coronel reformado, que vive em Brasília, não será preso nem pagará qualquer tipo de indenização.
Participe do abaixo-assinado pelo julgamento de Ulstra
A família, porém, acredita que a condenação seria um importante passo para que o Brasil, a exemplo de outros países da América Latina - como Chile, Uruguai e Argentina -, encare seriamente os crimes cometidos pelo Estado durante o regime militar.
Será também (ao lado da ação da família Teles, também contra Ustra, ainda não concluída) umas das primeiras condenações aos agentes do Estado que torturam e mataram lutadores e lutadoras do povo brasileiro.
Ustra, conhecido como coronel Tibiriçá, foi comandante do Doi-Codi entre 1970-74, período em que, calcula-se, ocorreram cerca de 40 mortes e 502 casos de torturas.