Verônica Valente comemorou suborno e xingou o delegado
“Graças a Deus que nós conseguimos comprar aquele delegado babaca, que não sai do nosso pé”, esse foi o teor de um e-mail obtido pela Operação Satiagraha enviado por Verônica Dantas, irmã de Daniel Dantas, de Porto Rico, onde se encontrava, para Danielle Silbergleid, assessora jurídica do Opportunity, na ilusão de que o plano de suborno havia dado certo.
Daniel Dantas mandou o lobista Hugo Chicaroni e Humberto Braz, ex-presidente da Br Telecom e executivo do Opportunity (ver matéria nesta página), oferecerem US$ 1 milhão o delegado Vítor Hugo Rodrigues Alves Ferreira, um dos participantes da Operação Satiagraha, para que os nomes, seu, da sua irmã e da sua mulher Maria Alice fossem retirados da investigação. O delegado Vítor Hugo revelou a tentativa de suborno ao juiz que autorizou à PF continuar os contatos, sem dar o flagrante por corrupção ativa imediatamente, visando obter mais informações e provas. Prometendo aumentar o valor, o grupo chegou a dar inicialmente R$ 129 mil ao delegado, que fingiu aceitar o suborno. Isso fez com que Dantas e seu grupo pensassem que iam se safar.
Nas detenções da Operação Satiagraha, a PF apreendeu no apartamento de Sérgio Chicaroni R$ 865 mil que seriam usados para continuar a ação de suborno. Chicaroni é réu confesso. Segundo ele, em depoimento na Polícia Federal, o dinheiro foi levado à sua casa “por algumas pessoas ligadas ao Grupo Opportunity” e que “deveriam ser entregues ao delegado Vitor Hugo”. Ele também disse que “quem coordenou a entrega dos valores foi uma pessoa de nome Humberto (José da Rocha Braz), executivo do Opportunity”.
“Graças a Deus que nós conseguimos comprar aquele delegado babaca, que não sai do nosso pé”, esse foi o teor de um e-mail obtido pela Operação Satiagraha enviado por Verônica Dantas, irmã de Daniel Dantas, de Porto Rico, onde se encontrava, para Danielle Silbergleid, assessora jurídica do Opportunity, na ilusão de que o plano de suborno havia dado certo.
Daniel Dantas mandou o lobista Hugo Chicaroni e Humberto Braz, ex-presidente da Br Telecom e executivo do Opportunity (ver matéria nesta página), oferecerem US$ 1 milhão o delegado Vítor Hugo Rodrigues Alves Ferreira, um dos participantes da Operação Satiagraha, para que os nomes, seu, da sua irmã e da sua mulher Maria Alice fossem retirados da investigação. O delegado Vítor Hugo revelou a tentativa de suborno ao juiz que autorizou à PF continuar os contatos, sem dar o flagrante por corrupção ativa imediatamente, visando obter mais informações e provas. Prometendo aumentar o valor, o grupo chegou a dar inicialmente R$ 129 mil ao delegado, que fingiu aceitar o suborno. Isso fez com que Dantas e seu grupo pensassem que iam se safar.
Nas detenções da Operação Satiagraha, a PF apreendeu no apartamento de Sérgio Chicaroni R$ 865 mil que seriam usados para continuar a ação de suborno. Chicaroni é réu confesso. Segundo ele, em depoimento na Polícia Federal, o dinheiro foi levado à sua casa “por algumas pessoas ligadas ao Grupo Opportunity” e que “deveriam ser entregues ao delegado Vitor Hugo”. Ele também disse que “quem coordenou a entrega dos valores foi uma pessoa de nome Humberto (José da Rocha Braz), executivo do Opportunity”.