

Relatório da oposição reconhece que dossiê foi só um factóide
A oposição admitiu que não houve crime no ato da elaboração do banco de dados sobre gastos do governo Fernando Henrique Cardoso pela Casa Civil, porque o ilícito seria apenas o vazamento dessas informações pelo ex-secretário de Controle Interno do órgão, José Aparecido Pires. A conclusão faz parte do sub-relatório elaborado pela oposição na CPI mista dos Cartões Corporativos, lido nesta quarta-feira.
A leitura do sub-relatório dos deputados federais Carlos Sampaio (PSDB-SP) e Índio da Costa (DEM-RJ) faz parte dos procedimentos de conclusão da CPI, cujo relatório final será votado na próxima semana com as conclusões das investigações e possíveis encaminhamentos adicionais como pedidos de investigação ao Ministério Público (MP).
No texto apresentado nesta quarta, Carlos Sampaio e Índio da Costa demonstraram, na prática, um recuo no discurso adotado durante a os últimos meses na CPI, quando acusavam autoridades e servidores da Casa Civil de terem cometido crimes aos usarem dados públicos para montar um dossiê com objetivos políticos.
A oposição admitiu que não houve crime no ato da elaboração do banco de dados sobre gastos do governo Fernando Henrique Cardoso pela Casa Civil, porque o ilícito seria apenas o vazamento dessas informações pelo ex-secretário de Controle Interno do órgão, José Aparecido Pires. A conclusão faz parte do sub-relatório elaborado pela oposição na CPI mista dos Cartões Corporativos, lido nesta quarta-feira.
A leitura do sub-relatório dos deputados federais Carlos Sampaio (PSDB-SP) e Índio da Costa (DEM-RJ) faz parte dos procedimentos de conclusão da CPI, cujo relatório final será votado na próxima semana com as conclusões das investigações e possíveis encaminhamentos adicionais como pedidos de investigação ao Ministério Público (MP).
No texto apresentado nesta quarta, Carlos Sampaio e Índio da Costa demonstraram, na prática, um recuo no discurso adotado durante a os últimos meses na CPI, quando acusavam autoridades e servidores da Casa Civil de terem cometido crimes aos usarem dados públicos para montar um dossiê com objetivos políticos.