24 DE OUTUBRO DE 2006 - 15h59
Pefelista confirma uso político de verbas da Nossa Caixa
Afanasio Jazadi, deputado estadual e vice-líder do PFL paulista, protocolou junto ao Ministério Público do estado de São Paulo um documento confirmando o uso político da gestão de Geraldo Alckmin nas contratações publicitárias do Poder Executivo e da Nossa Caixa.
Segundo o texto do parlamentar, datado de 5 de outubro passado, mesmo tendo horário de maior audiência na Rádio Trianon, o governo de São Paulo não anunciava em seu programa, mas escolhia outras opções da grade da emissora, com audiências muito inferiores.
A declaração é mais um capítulo das inúmeras irregularidades detectadas no banco Nossa Caixa, que envolvem repasses de R$ 43,8 milhões sem contrato no período de dois anos para as agências de publicidade Colucci & Associados Propaganda Ltda e Full Jazz Comunicação e Propaganda Ltda.
Também há indícios de favorecimento a parlamentares e empresas jornalísticas indicadas por deputados aliados ao candidato Alckmin. Uma das empresas beneficiadas, segundo matéria do jornal Folha de São Paulo, publicada em março deste ano, foi a extinta revista "Primeira Leitura", de propriedade de Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-ministro das Comunicações e ex-presidente do BNDES, no governo Fernando Henrique Cardoso.
Apesar do Ministério Público Estadual estar investigando o caso há oito meses sem apresentar qualquer resultado, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE) já considerou como "irregularidade gravíssima" a utilização de verba pública sem licitação. As suspeitas de direcionamento dos recursos de publicidade pelo Palácio dos Bandeirantes para deputados estaduais também estão na mira do Ministério Público.
Denúncias contra o PCC
Pefelista confirma uso político de verbas da Nossa Caixa
Afanasio Jazadi, deputado estadual e vice-líder do PFL paulista, protocolou junto ao Ministério Público do estado de São Paulo um documento confirmando o uso político da gestão de Geraldo Alckmin nas contratações publicitárias do Poder Executivo e da Nossa Caixa.
Segundo o texto do parlamentar, datado de 5 de outubro passado, mesmo tendo horário de maior audiência na Rádio Trianon, o governo de São Paulo não anunciava em seu programa, mas escolhia outras opções da grade da emissora, com audiências muito inferiores.
A declaração é mais um capítulo das inúmeras irregularidades detectadas no banco Nossa Caixa, que envolvem repasses de R$ 43,8 milhões sem contrato no período de dois anos para as agências de publicidade Colucci & Associados Propaganda Ltda e Full Jazz Comunicação e Propaganda Ltda.
Também há indícios de favorecimento a parlamentares e empresas jornalísticas indicadas por deputados aliados ao candidato Alckmin. Uma das empresas beneficiadas, segundo matéria do jornal Folha de São Paulo, publicada em março deste ano, foi a extinta revista "Primeira Leitura", de propriedade de Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-ministro das Comunicações e ex-presidente do BNDES, no governo Fernando Henrique Cardoso.
Apesar do Ministério Público Estadual estar investigando o caso há oito meses sem apresentar qualquer resultado, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE) já considerou como "irregularidade gravíssima" a utilização de verba pública sem licitação. As suspeitas de direcionamento dos recursos de publicidade pelo Palácio dos Bandeirantes para deputados estaduais também estão na mira do Ministério Público.
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