A COBRA VAI FUMAR, ORIXÁS VÃO SACUDIR, PICOLÉS VÃO DERRETER, VAMPIROS VÃO VER A LUZ. CHEGOU A HORA E VEZ DO PSDB/PFL.
Quando o Roberto Jefferson falou na CPI, ele disse que nenhum outro partido, em nenhuma época tinha sido tão corrupto quanto o PT, que ele nunca tinha visto isso antes. Me chamou atenção isso na época, porque qualquer ser humano com dois neurônios sabe muito bem que isso não é verdade. Lógico que a frase era para desmoralizar o PT, que não usou dinheiro de Furnas, usou caixa dois de empréstimo de bancos particulares, através do valérioduto que foi criação do PSDB já bem antes de 1998. Jefferson tinha que desmoralizar o PT, fazia parte da estratégia que ele montou com a oposição, depois que ele viu que os planos dele de arrecadação nos Correios tinha sido descoberto, e ele seria banido da política. Jefferson foi cassado, não teve o apoio que lhe teria sido prometido pelo PSDB/PFL, é lógico que a oposição quer distância do Jefferson, como foi revelado, ele é muito corrupto, safado, ardiloso, não convém para eles uma ligação publica em ano eleitoral. Jefferson que tinha ficado calado na época, resolveu se vingar e está começando a falar tudo o que sabe e um pouco mais sobre o PSDB/PFL e outros, é o famoso "vou mais não vou só" Se o golpe que a oposição feroz e virulenta tivesse tido êxito Jefferson se calaria, ele iria ser de alguma forma beneficiado, mas como não teve êxito ele resolveu que todos vão perder. A CPI do fim do mundo que chama até criminosos presos para depor, gente da pior espécie, mas chama porque sabe que essas pessoas não tem o mínimo pudor em mentir, desde que sejam mentiras contra o PT, vale tudo, não chama o Nilton Monteiro que sabe muito sobre o esquema do PSDB/PFL.O lobista mineiro Nilton Monteiro, 48, enviou uma carta à CPI dos Correios na qual pediu para ser ouvido sobre as acusações de caixa dois na campanha do PSDB mineiro em 1998, quando o então governador Eduardo Azeredo concorreu à reeleição.Em entrevista à Folha, ontem, o lobista disse que também poderá falar sobre o suposto esquema de caixa dois na estatal de energia Furnas. Monteiro disse que ainda ontem iria entregar à PF do Rio documentos que estariam relacionados ao suposto esquema. Cadê os machos valentes que queriam dar uma surra no presidente Lula, cadê a tão ética histérica Heloisa Helena, que não chamam o lobista para depor? Eles tem medo do que? A muito tempo essa lista está circulando na internet, saiu na revista Carta Capital, a grande e poderosa mídia se fez de morta, fez de conta que não estava vendo nada, não era contra o PT, não era contra o presidente Lula, não interessava, muito pelo contrário. Agora a grande e poderosa mídia teve que noticiar, devem ter pedido desculpas para a oposição , mas não deu mais para segurar.Vamos acompanhar atentos a tudo e a todos os envolvidos, vamos cobrar até os suspiros desses safados.
Jussara Seixas
Nomes da lista: ACM Neto, Zulaiê, Goldman...
A PF não divulgou o conteúdo do documento em seu poder. A julgar pelo que vazou na internet, até as primeiras horas de hoje (2), a lista inclui, além de Alckmin, Serra e Aécio, nomes que ganharam os holofotes da mídia nos últimos meses como inquisitores do "Mensalão".A deputada Zulaiê Cobra (PSDB-SP), que no domingo passado defendeu o fechamento da CUT, aparece como recebendo R$ 75 mil. O líder do PSDB na Câmara, deputado Alberto Goldmann (SP), figura como tendo recebido R$ 150 mil. O deputado ACM Neto (PFL-BA), uma das vozes mais estridentes na CPI dos Correios, consta como tendo recebido R$ 150.Os 156 nomes pertencem a doze partidos - PSDB, PFL, PMDB, PL, PTB, PP, PPS, PSB, PDT, Prona, PRTB e PSC - e dez estados - São Paulo, Minas, Rio, Bahia, Pernambuco, Paraná, Espírito Santo, Mato Grosso, Santa Catarina e Maranhão. Quatorze deles concorriam a senador e 147 a deputado federal ou estadual.Um ministro de Lula, Hélio Costa (Comunicações) consta também da relação, como tendo recebido R$ 400 mil. Em 2002 ele concorreu ao Senado, pelo PMDB, então coligado ao PSDB no plano federal e em seu estado, Minas Gerais. O deputado Luiz Carlos Santos (PFL-SP), que já foi presidente de Furnas, teria recebido R$ 100 mil. Da Bahia, constam 14 nomes de deputados; Juthay Magalhães (PSDB) com a maior cifra citada, R$ 270 mil; e treze peefelistas: Paulo Magalhães (R$ 250 mil), Fábio Souto (R$ 200 mil), ACM Neto (R$ 150 mil), Luiz Carreira (R$ 100 mil), Jairo Carneiro (R$ 100 mil), João Almeida (R$ 75 mil), Gerson Gabrielli (R$ 75 mil), João Leão (R$ 75 mil), Rogério Nunes (R$ 75 mil), José Carlos Aleluia (R$ 75 mil), José Rocha (R$ 70 mil), Aroldo Cedraz (R$ 50 mil), Coriolano Sales (R$ 50 mil) e o já citado ACM Neto. Os deputados Eduardo Paes (PSDB-RJ), Francisco Dornelles (PP-RJ), Waldemar Costa Neto (PL-SP),que renunciou para não perder o mandato, Vadão Gomes (PP-SP) e Antonio Carlos Pannúnzio (PSDB-SP) também constam da relação. O deputado cassado Roberto Jefferson reafirmou nesta quarta-feira ter recebido R$ 75 mil de caixa dois por meio de Furnas. Jefferson, que prestou depoimento hoje na sede da Polícia Federal em Brasília, é um dos cerca de 150 políticos que constam de uma lista de supostos beneficiários de repasses irregulares para a campanha de 2002.Uma cópia do documento foi entregue à Polícia Federal pelo lobista Nilton Monteiro, responsável por revelar a existência do caixa dois do PSDB de Minas Gerais. Constam da lista candidatos a presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual de diversos Estados e partidos receberam recursos, nas eleições de 2002, por meio de um caixa dois gerenciado a partir de Furnas, que chegaria a R$ 40 milhões.A cópia da contabilidade tem autenticação em cartório e firma reconhecida para a assinatura de Dimas Toledo, então diretor de Engenharia de Furnas, que consta da quinta folha, logo após o registro de local e data no qual o documento teria sido elaborado: "Rio de Janeiro, 30 de novembro de 2002".A PF está investigando a lista e está buscando informações que possam comprovar o recebimento dos recursos.Ao sair da PF, Jefferson afirmou aos jornalistas que a lista tem "lógica política" e que, na sua opinião, deve ser verdadeira. "Creio que ela é muito próxima da verdade, mas é um juízo meu porque é ela é verdade em relação a mim [aos R$ 75 mil que recebeu]. Em relação aos outros, é como sempre funcionou eleição no Brasil, com caixa dois. É uma lista de caixa dois", afirmou."A lista tem lógica política. Quanto mais poderoso o partido, maior a contribuição", acrescentou.Jefferson disse não estranhar a ausência de nomes de políticos do PT ou de contribuições para campanhas petistas --a lista apontado caciques tucanos como alguns dos beneficiários do repasse irregular. "O Dimas estava lá colocado pelo PSDB. Ele não estava lá para ajudar o PT".Ele também afirmou que acredita que a lista foi produzida por Dimas e que se fosse advogado do diretor teria sugerido o vazamento da lista. "Para mim, foi o doutor Dimas que colocou a lista para fora para se defender". Segundo ele, poderia ser uma estratégia de defesa ventilar uma relação que contém nomes de políticos importantes na tentativa de dificultar o andamento do processo e diminuir sua culpa.
DOZE PARTIDOSO documento menciona doações de 2,4 milhões a quatro senadores eleitos e dois derrotados, um total de 14,4 milhões de reais a 147 deputados estaduais e federais de 12 partidos (PSDB, PFL, PMDB, PL, PTB, PP, PPS, PSB, PDT, Prona, PRTB e PSC), além de doações a prefeitos que teriam sido cabos eleitorais em Minas.Os políticos que teriam sido beneficiados são de São Paulo, Minas, Rio, Bahia, Pernambuco, Paraná, Espírito Santo, Mato Grosso, Santa Catarina e MaranhãoO deputado Luiz Carlos Santos (PFL-SP), que era presidente de Furnas no governo passado, teria recebido 100 mil reais, segundo a lista.