
ONYX LORENZONI A NOVA "DARLENE" DA
CPI,MICO DO ANO.
SÓ DA PARA PENSAR QUE ESSE SUJEITO DO PFL FOI ELEITO COM
OS VOTOS DE PESSOAS
INGÊNUAS.
Mas os patetas da mídia tucana ficaram dando manchete o dia todo ontem para essa presepada. A que nível chegou essa imprensa brasileira, e são eles que cobram a competência e a ética dos políticos???
Onyx, "Darlene da CPI" provoca riso com falsa bomba contra Dirceu
Onyx Lorenzoni: tom bombástico e vexame
O deputado Onyx Lorenzoni (PFL-RS) convocou nesta quinta-feira (6) uma sessão secreta da CPI dos Correios para apresentar uma "bomba": um dossiê sigiloso mostrando, garantia Ônyx, que o deputado José Dirceu (PT) cometeu crime de improbidade administrativa e de falsidade ideológica ao ter recebido um “empréstimo” de R$ 14 mil do PT em 2002, sem declarar a operação ao Imposto de Renda. A "bomba", porém, terminou provocando risadas na base governista.
Também ficou evidente o constrangimento na oposição, onde já existe quem trate Lorenzoni como o "deputado Darlene", em referência à personagem de novela da TV Globo que fazia tudo para chamar a atenção. À noite, o site do PFL (http://www.pfl.org.br) silenciava sobre o episódio. Já o belicoso Primeira Leitura (http://www.primeiraleitura.com.br) admitia 'ue "a bomba de Lorenzoni era traque".
Para Cardozo, foi "piada"
O pefelista manteve o tom bombástico ao falar à imprensa depois da sessão secreta: "Em tese, são dois crimes: falsidade ideológica e eventual crime fiscal. O fato de ele ter corrigido a declaração não é crime fiscal, mas constata crime de falsidade ideológica", afirmou em relação ao ex-chefe da Casa Civil, escolhido como alvo número um da oposição.
Lorenzoni pediu até que sua denúncia fosse notificada ao deputado Júlio Delgado (PSB-MG), relator do processo contra José Dirceu no Conselho de Ética. A CPI não concordou.
Porém os colegas de Onyx Lorenzoni na CPI desqualificaram a denúncia. José Eduardo Cardozo (PT-SP), sem conter o riso, disse que o estudo era uma "piada" e estranhou a avaliação de Onyx. "Quando muito, o que existiria é uma mera irregularidade no imposto de renda que poderia ser corrigido com uma alteração na declaração do IR", afirmou.
"A bomba que ele apresentou é que o Dirceu teve uma antecipação de recursos que foi contabilizada como empréstimo", concordou a A senadora Ideli Salvatti (PT-SC), minimizando o estudo.
Nota de Dirceu politiza
O próprio acusado, José Dirceu, politizou a questão na nota que divulgou sobre o episódio. "A oposição está garimpando um pretexto para justificar uma cassação eminentemente política, pois, em 150 dias, as investigações das CPIs não produziram uma evidência de que quebrei o decoro parlamentar", diz o documento.
O incidente terminou apresentando uma imagem de correção de Direceu em relação às finanças petistas. A nota especifica que o grosso do dinheiro (R$ 13 mil) foi para o pagamento de passagens e hospedagem de sua esposa, Maria Rita, durante viagem de dirigentes do partido à China, em junho de 2001. O resto foi para ressarcir a compra de um celular e pequenas despesas.
PT: um contra-ataque prazeiroso
À noite, o tesoureiro do PT, deputado José Pimentel (CE), divulgou também seu esclarecimento. O pretenso empréstimo é a devolução residual de adiantamentos feitos a ele para despesas com viagens e outras atividades partidárias entre 1995 e 2001, período em que Dirceu presifiu a legenda. Depois de meses de denúncias que deixaram membros de sua bancada na Câmara em situação incômoda, o PT não escondeu seu prazer em contra-atacar aproveitando a brecha oferecida pelo pefelista gaúcho.
Veja a íntegra da "Nota à imprensa" do tesoureiro do PT:
"Em relação às falsas afirmações do deputado Onix Lorenzoni sobre um suposto empréstimo tomado pelo deputado José Dirceu junto ao Partido dos Trabalhadores, temos a esclarecer que:
1) O PT não fez nenhum empréstimo a José Dirceu. O valor de R$ 14.322,51 pago por Dirceu ao PT em seis parcelas, entre dezembro de 2003 e maio de 2004, refere-se à devolução de residual de adiantamentos feitos a Dirceu para uma série de despesas com viagens e outras atividades partidárias realizadas durante seu período como presidente do PT, de 1995 a 2001. O acordo de quitação do saldo devedor foi firmado quando de sua rescisão contratual como presidente do partido.
2) O valor em questão foi quitado em seis parcelas, com a emissão de cheques nominais devidamente depositados na conta bancária do partido nº 13.000-1, conforme abaixo:
29/12/2003 – R$ 2.400,00 (cheque nº 479241)05/02/2004 - R$ 2.400,00 (cheque nº 479242)01/03/2004 – R$ 2.322,51 (cheque nº 479243)31/03/2004 – R$ 2.400,00 (cheque nº 479278)13/05/2004 – R$ 2.400,00 (cheque nº 479279)31/05/2004 – R$ 2.400,00 (cheque nº 479280)
TOTAL: R$ 14.322,51
José PimentelSecretário de Finanças e Planejamento do PT.
Com agências