Dantas: Receita, MP e Coaf ajudarão a PF
Jornal do Brasil
SÃO PAULO - A Polícia Federal deu início, ontem, à segunda fase da Operação Satiagraha. Uma nova equipe de delegados, integrada também por técnicos do Ministério Público, da Receita Federal, do Banco Central (BC), da Comissão de Valores Mobiliários e do Conselho de Controle de Ativides Financeiras (Coaf) do Ministério da Fazenda, vai começar a analisar os documentos apreendidos na fase anterior da operação.
A primeira etapa desta nova fase examinará documentos apreendidos na casa e no escritório do banqueiro Daniel Dantas. O recrutamento de profissionais estranhos ao quadro da PF sinaliza que os federais já sabem quais serão as próximas pessoas a serem investigadas. Mas pretende-se, também, recuperar os ativos financeiros e identificar, com segurança, visíveis casos de sonegação de impostos.
Um experiente policial federal, que não integra a operação, disse, ontem, que neste estágio das investigações o trabalho dos fiscais da Receita Federal será importante. Ele lembra que nos anos 1920, nos Estados Unidos, o gângster Al Capone somente foi preso e condenado porque não conseguiu comprovar a origem dos recursos que lhe permitiam viver como rei em Chicago, durante a chamada lei seca.
Esse grupo, que rejeitou as tentativas de suborno para deixar as coisas como estavam, ficou celebrizado com o nome de “Os Intocáveis”.
A missão do Coaf, segundo a mesma fonte, será tentar identificar as operações de off shore feitas pelo Banco Opportunity, de propriedade de Dantas, em paraísos fiscais no exterior. Já foram identificados brasileiros residentes no país que fizeram este tipo de operação – ilegal, de acordo com a legislação vigente.
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SÃO PAULO - A Polícia Federal deu início, ontem, à segunda fase da Operação Satiagraha. Uma nova equipe de delegados, integrada também por técnicos do Ministério Público, da Receita Federal, do Banco Central (BC), da Comissão de Valores Mobiliários e do Conselho de Controle de Ativides Financeiras (Coaf) do Ministério da Fazenda, vai começar a analisar os documentos apreendidos na fase anterior da operação.
A primeira etapa desta nova fase examinará documentos apreendidos na casa e no escritório do banqueiro Daniel Dantas. O recrutamento de profissionais estranhos ao quadro da PF sinaliza que os federais já sabem quais serão as próximas pessoas a serem investigadas. Mas pretende-se, também, recuperar os ativos financeiros e identificar, com segurança, visíveis casos de sonegação de impostos.
Um experiente policial federal, que não integra a operação, disse, ontem, que neste estágio das investigações o trabalho dos fiscais da Receita Federal será importante. Ele lembra que nos anos 1920, nos Estados Unidos, o gângster Al Capone somente foi preso e condenado porque não conseguiu comprovar a origem dos recursos que lhe permitiam viver como rei em Chicago, durante a chamada lei seca.
Esse grupo, que rejeitou as tentativas de suborno para deixar as coisas como estavam, ficou celebrizado com o nome de “Os Intocáveis”.
A missão do Coaf, segundo a mesma fonte, será tentar identificar as operações de off shore feitas pelo Banco Opportunity, de propriedade de Dantas, em paraísos fiscais no exterior. Já foram identificados brasileiros residentes no país que fizeram este tipo de operação – ilegal, de acordo com a legislação vigente.
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