16 julho 2008

CUT e Força confirmam hoje apoio a Marta
Além de contar com a militância petista na eleição paulistana, a ex-ministra Marta Suplicy (PT) terá a seu lado as duas principais centrais sindicais do País. Marta, que pela primeira vez reuniu a Força Sindical e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) na capital, tem encontro hoje com as duas entidades, para definir a estratégia de campanha. Somente a Força Sindical, que era aliada ao tucanato em São Paulo, diz ser capaz de agregar à candidatura petista o apoio de 90% de seus cerca de 130 sindicatos na cidade - algo em torno de 1,6 milhão de trabalhadores. Os demais 10% manterão o apoio ao ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB). Alinhada ao PT, a CUT diz contar com 500 mil trabalhadores na capital. Os dirigentes da CUT e da Força avaliam que a união de forças ajudará a derrubar rejeição de Marta. "Nós é que fazíamos essa rejeição, falando mal dela por aí", disse o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força. "Ela ganha muito com o apoio conjunto", conclui o presidente da CUT-SP, Edilson de Paula. Marta comandou ontem mais um seminário temático, dessa vez sobre saúde. Com a desistência do ministro José Gomes Temporão de participar, ela acabou debatendo propostas com o presidente do Hospital Albert Einstein, Cláudio Lottenberg, ex-secretário de Saúde do hoje governador José Serra (PSDB). "Sou amigo pessoal da prefeita Marta", justificou o palestrante. No discurso, Marta disse que manterá medidas da gestão atual, como as organizações sociais na gestão de hospitais e a rede de Assistência Médica Ambulatorial (AMA).
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