07 Outubro 2010

SERRA E SEU VICE RECEBEM ORIENTAÇÕES PARA ENGANAR OS CRISTÃOS

Mais uma do Serra - Desrespeito à fé alheia
De olho no voto evangélico, partidários de José Serra (PSDB) orientaram o candidato e seu vice a dizerem o povo evangélico que eles são contrários à PL 122/2006, que transforma em crime a discriminação a homossexuais.



O Jornal O Dia, do Rio de Janeiro, em 07 de outubro de 2010, assim publicou:

Indio disse ao Informe que a proposta (PL 122/2006) atenta contra a liberdade de expressão ao prever penas de prisão para manifestações consideradas homofóbicas. Segundo ele, se o projeto virar lei, um dono de restaurante será preso caso impeça um casal gay de fazer sexo em seu estabelecimento”.

DISCURSO DE ÍNDIO DA COSTA É DIFERENTE DA PRÁTICA

O evangélico desavisado que ler o discurso de Índio da Costa é tentado a ser seu simpatizante, pois a PL 122/2006 realmente traz muito temor aos segmentos cristãos. No entanto, a farsa de Índio da Costa pode ser desmascarada:

  • pois seu partido, o DEM, através do deputado federal Rodrigo Maia (líder do DEM) fez um lobby (chamado de lobby gay) no Congresso, em 2006, e colocaram em 'votação simbólica', antes da hora e quase secreta, o projeto que passou a se chamar PLC 122/2006 e está no Senado Federal. Índio não se opôs ao PL 122/2006.







Por sua vez, Serra foi à Parada Gay em São Paulo em 2009 e disse ser favorável ao casamento gay, conforme publicado no jornal O Estado de São Paulo.



Em um encontro com líderes homossexuais, Serra proferiu: "Temos um projeto sobre isso, está realmente andando porque o apoiamos".

Leia a matéria completa aqui.

Abaixo está a foto de Serra na Parada Gay em São Paulo:



A MENTIRA TEM PERNAS CURTAS.

Qual o destino dos votos de Marina?

apoio ao PV está em 4 grupos: o da fadiga, o flutuante, o da revanche ou do troco e o convicto



O cientista político Antônio Augusto de Queiroz, do Diap, faz uma ponderação útil sobre o futuro do voto “marineiro”. Eis o artigo enviado ao Blog:

Quem são e para onde irão os eleitores de Marina Silva?

Por Antônio Augusto de Queiroz *

A resposta a esta pergunta será dada pelas pesquisas qualitativas que estão sendo feitas pelos institutos de pesquisa e pelas urnas no dia 31 de outubro, mas já é possível antecipar algumas constatações desse processo eleitoral, que está em fase de decantação. Minha hipótese é de que o peso político de Marina Silva é menor do que os votos que recebeu e que seu partido, o PV, é menor e menos verde que ela.
A senadora Marina Silva foi apresentada pela intelectualidade e pela mídia como a candidata ideal: mulher, religiosa, de origem humilde, comprometida socialmente, defensora do meio ambiente, honesta e sem o suposto radicalismo do PT nem o conservadorismo do PSDB. Seria a terceira via, embora não dispusesse de grande estrutura partidária, tempo de televisão e recursos para uma campanha presidencial.
Com esse perfil, Marina recebeu votos de um eleitorado difuso, que pode se classificado em quatro grupos: a) o da fadiga, b) o flutuante, c) o da revanche ou do troco, e d) o convicto.
O primeiro grupo, da fadiga, é composto por eleitores que não estão satisfeitos com o PT nem têm saudades do PSDB. Esse grupo descarregou seus votos na Marina menos por convicção e mais por considerá-la uma candidata simpática, honesta, boazinha, que poderia, eventualmente, se converter numa terceira via. Foi falta de opção.
O segundo grupo, o flutuante, foi determinante para levar a eleição para o 2º turno. É composto de eleitores pendulares, que não queriam José Serra, estiveram indecisos um período, declararam votos para Dilma, mas próximo da eleição desistiram e votaram em Marina.
Esse grupo é muito heterogêneo. É formado por eleitores que não gostaram dos escândalos no Governo (quebra de sigilo e episódio da Casa Civil) e também se deixaram influenciar pelos boatos de que a candidata Dilma era a favor do aborto, da união civil de pessoas do mesmo sexo e que teria declarado que “nem Cristo" tiraria sua eleição em primeiro turno.
Especula-se que neste grupo, formado majoritariamente por potencias eleitores de Dilma, inclui-se até gente de partidos da base aliada, que, certo da vitoria da candidata governista, teria (por ação ou omissão) consentido levar a eleição para o 2º turno como forma de reduzir o poder do PT e forçar uma negociação política em novas bases, inclusive com o fortalecimento dessas forças na coordenação de campanha.
O terceiro grupo, o da revanche ou do troco, é formado por pessoas que antes votavam no PT, mas que se sentiram traídas ou chateadas com determinadas políticas públicas ou com a postura das autoridades.
Esse grupo inclui, por exemplo, os aposentados do serviço público que tiveram que pagar contribuição previdenciária, os pensionistas que tiveram redução na pensão, os servidores que não tiveram reajuste, além de pessoas que resolveram punir o PT por suposta arrogância no Governo.
O quarto grupo, o da convicção, é formado pelos eleitores que tem certeza do voto, ou seja, acham que Marina é mais preparada para governar e possui o melhor programa. É um grupo heterogêneo, formado majoritariamente por intelectuais, jovens, por pessoas de classe média alta e também por gente humilde. Seu universo, entretanto, não passa de 5% do eleitorado brasileiro ou um terço dos votos da Marina.
Entre os postulantes à presidência da República, Marina foi poupada pelos dois principias candidatos, José Serra e Dilma Rousseff, ambos interessados em seus votos, na hipótese, que afinal se confirmou, de 2º turno.
Ninguém poderá afirmar, com certeza, para quem irão esses votos, se para Dilma ou Serra, ou, se ainda, serão anulados. O mais provável é que estes votos sejam distribuídos igualmente entre Dilma, Serra e abstenção ou nulos. Neste caso, se Dilma mantiver os votos do primeiro turno e acrescentar mais um terço dos votos dados a Marina terá sua eleição assegurada. É essa a minha aposta.

(*) Antônio Augusto de Queiroz é jornalista, analista político, diretor de Documentação do Diap e autor dos livros “Por dentro do processo decisório – como se fazem as leis” e “Por dentro do Governo – como funciona a máquina pública”.

Por Fernando Rodrigues
Do blog do Fernando Rodrigues

Vice diz que Serra vai ser contra direitos dos gays

POR FERNANDO MOLICA


Rio - Candidatos a presidente e a vice, José Serra e Indio da Costa decidiram atender a pedidos de lideranças evangélicas e, durante a campanha do segundo turno, irão condenar o Projeto de Lei 122/2006, que transforma em crime a discriminação a homossexuais.

Indio disse ao Informe que a proposta atenta contra a liberdade de expressão ao prever penas de prisão para manifestações consideradas homofóbicas. Segundo ele, se o projeto virar lei, um dono de restaurante será preso caso impeça um casal gay de fazer sexo em seu estabelecimento.

No armário

Apresentado em 2001 pela então deputada Iara Bernardi (PT-SP), o projeto foi aprovado na Câmara em 2006 e aguarda para ser votado no Senado. A proposta tem sido atacada por lideranças evangélicas e católicas, que o acusam de excesso de rigor.

‘Mordaça gay’


Defendido por grupos de homossexuais, o PLC 122 foi apelidado de “mordaça gay” por evangélicos. Indio afirmou que, nos últimos dias, tem sido procurado por religiosos interessados em manifestar apoio à chapa liderada por Serra.

CATÓLICOS CONTRA DILMA

Já movimentos católicos prometem não dar sossego a Dilma Rousseff no Rio. Grupos que atuaram contra a candidata do PT no primeiro turno vão redobrar seus esforços a partir da semana que vem. O trabalho inclui a colocação de cartazes e a distribuição de panfletos em paróquias do Estado. Todos abordarão a suposta defesa, por Dilma, da legalização do aborto. A candidata nega ter esta posição, mas católicos citam documentos do governo e do PT para contradizê-la.
O Dia Online

Maria Rita Kehl: "Fui demitida por um 'delito' de opinião"

Bob Fernandes

A psicanalista Maria Rita Kehl foi demitida pelo Jornal O Estado de S. Paulo depois de ter escrito, no último sábado (2), artigo sobre a "desqualificação" dos votos dos pobres. O texto, intitulado "Dois pesos...", gerou grande repercussão na internet e mídias sociais nos últimos dias.

Nesta quinta-feira (7), ela falou a Terra Magazine sobre as consequências do seu artigo:
- Fui demitida pelo jornal o Estado de S. Paulo pelo que consideraram um "delito" de opinião (...) Como é que um jornal que anuncia estar sob censura, pode demitir alguém só porque a opinião da pessoa é diferente da sua?

Veja trechos do artigo "Dois pesos".

Leia abaixo a entrevista.

Terra Magazine - Maria Rita, você escreveu um artigo no jornal O Estado de S.Paulo que levou a uma grande polêmica, em especial na internet, nas mídias sociais nos últimos dias. Em resumo, sobre a desqualificação dos votos dos pobres. Ao que se diz, o artigo teria provocado conseqüências para você...
Maria Rita Kehl -
E provocou, sim...

- Quais?
- Fui demitida pelo jornal O Estado de S.Paulo pelo que consideraram um "delito" de opinião.

- Quando?
- Fui comunicada ontem (quarta-feira, 6).

- E por qual motivo?
- O argumento é que eles estavam examinando o comportamento, as reações ao que escrevi e escrevia, e que, por causa da repercussão (na internet), a situação se tornou intolerável, insustentável, não me lembro bem que expressão usaram.

- Você chegou a argumentar algo?
- Eu disse que a repercussão mostrava, revelava que, se tinha quem não gostasse do que escrevo, tinha também quem goste. Se tem leitores que são desfavoráveis, tem leitores que são a favor, o que é bom, saudável...

- Que sentimento fica para você?
- É tudo tão absurdo... A imprensa que reclama, que alega ter o governo intenções de censura, de autoritarismo...

- Você concorda com essa tese?
- Não, acho que o presidente Lula e seus ministros cometem um erro estratégico quando criticam, quando se queixam da imprensa, da mídia, um erro porque isso, nesse ambiente eleitoral pode soar autoritário, mas eu não conheço nenhuma medida, nenhuma ação concreta, nunca ouvi falar de nenhuma ação concreta para cercear a imprensa. Não me refiro a debates, frases soltas, falo em ação concreta, concretizada. Não conheço nenhuma, e, por outro lado...

- ...Por outro lado...?
- Por outro lado a imprensa que tem seus interesses econômicos, partidários, demite alguém, demite a mim, pelo que considera um "delito" de opinião. Acho absurdo, não concordo, que o dono do Maranhão (senador José Sarney) consiga impor a medida que impôs ao jornal O Estado de S.Paulo, mas como pode esse mesmo jornal demitir alguém apenas porque expôs uma opinião? Como é que um jornal que está, que anuncia estar sob censura, pode demitir alguém só porque a opinião da pessoa é diferente da sua?

- Você imagina que isso tenha algo a ver com as eleições?
- Acho que sim. Isso se agravou com a eleição, pois, pelo que eles me alegaram agora, já havia descontentamento com minhas análises, minhas opiniões políticas.


ABORTO, O QUE ESSA DISCUSSÃO ESCONDE

Laerte Braga

Quando era candidato a prefeito de São Paulo (2004) o candidato José Arruda Serra foi desafiado pelo jornalista Boris Casoy (seu aliado) a assinar um documento comprometendo-se a cumprir o mandato até o final caso fosse eleito. Foi eleito e não cumpriu o mandato, nem honrou, lógico, o compromisso assinado.

Arruda Serra tem pânico de discutir programa de governo. Prefere falar sobre saúde de maneira superficial, o que faz sobre qualquer outro tema que seja objeto de debate. Tem ojeriza a discutir idéias, princípios.

Idéias e princípios variam de acordo com a eleição que estiver disputando. Pode ser contra um determinado ponto hoje, a favor amanhã, vai depender das conveniências eleitorais.

É o caso do aborto. O que se esconde por trás de um debate estéril e histérico em torno do assunto?

Por que não perguntar a José Arruda Serra o que será da PETROBRAS (e do pré-sal) caso venha a ser eleito?

Ou do Banco do Brasil? Das políticas sociais do governo Lula?

Quando critica a política externa do atual governo o candidato tucano propõe o que? O Brasil hoje é protagonista no cenário mundial. Arruda Serra esconde que seremos coadjuvantes num eventual governo tucano. A exemplo do que aconteceu com FHC a política externa será de alinhamento com Washington.

É conveniente a Arruda Serra discutir a questão do aborto.

Há duas formas, pelo menos, de você mostrar-se diferente do que é quando disputa uma eleição.

A primeira delas a mentira. Arruda Serra usa e abusa dessa. Há poucos anos atrás sua posição sobre aborto era diversa da de hoje.

Impor o medo. A segunda e o jeito mais perverso de dominar as pessoas, escravizar e atingir seus objetivos.

Ao tentar imputar a sua adversária Dilma Roussef declarações que Dilma não fez, por ele ou pelos seus, Arruda Serra desloca o eixo do debate principal, o Brasil, os rumos que o País tomará em seu futuro e assim mente e cria o medo em determinadas camadas da população.

Vejamos o que aconteceu em Minas Gerais no primeiro turno das eleições deste ano. O ex-governador Aécio Neves elegeu dois postes. O atual governador Antônio Anastasia e o ex-presidente Itamar Franco. Exceto em atos de campanha oficial do PSDB, seu partido, em toda a campanha o nome Arruda Serra foi evitado, inclusive em material de divulgação.

O lema em Minas era DILMASIA, junção de Dilma com Anastasia. Arruda Serra era o demônio para tucanos mineiros inconformados com o fato do próprio Aécio não ser o candidato a presidente.

No caso específico do ex-governador e agora senador eleito, as palavras com que Aécio brindava Arruda Serra eram aquelas que normalmente são chamadas de impublicáveis.

É que em disputa interna dentro do PSDB para obter a indicação presidencial Arruda Serra através do jornalista Juca Kfhoury sugeriu que Aécio era viciado em drogas e num evento no Rio de Janeiro estapeou uma namorada em estado deplorável, ele, Aécio.

Foi ali que Aécio saiu do páreo.

O ex-presidente Itamar Franco, que em determinado momento de sua vida pública por pouco não vira prefeito de Aracaju passando por Niterói, não mete a mão no bolso de ninguém, mas também é apenas um projeto pessoal, o ex-presidente quer que Arruda Serra entregue a coordenação de sua campanha no segundo turno a Aécio.

Itamar apoiou Marina em sua região no estado de Minas (Zona da Mata), acusou Arruda Serra de apropriar-se dos genéricos lei gerada a partir do ministro Jamil Haddad em seu governo, FHC de apropriar-se do real que foi implantado em seu governo e neste momento lambe-botas paulistas posando ao lado de Arruda Serra.

A memória é curta e o caráter nem se fala.

Discutir questões como o aborto é conveniente a essa gente. Afasta os temas outros da campanha, arrasta fanáticos religiosos (vale dizer introduz na disputa eleitoral um ingrediente perigoso para a liberdade de expressão), ajuda aproveitadores que se valem desses fanáticos e cria uma sensação artificial de terror gerada pelo medo que permite a Arruda Serra, além de não debater temas importantes, passar incólume diante desses mesmos temas.

Ou seja, ir levando a campanha sem ter necessidade de dizer o que de fato significa para o País. Um retrocesso sem tamanho e a volta ao estágio de colônia.

As eleições no Brasil transcendem ao nosso País. Há uma expectativa mundial por quem vai ser o próximo presidente da República de um País com dimensões continentais, que em oito anos se transformou em uma das economias mais pujantes e promissoras de todo o mundo. Que passou sem sustos maiores pela crise que afetou os chamados grandes e ocupou um espaço na nova geopolítica mundial, a chamada nova ordem, até então vazio.

No governo de FHC o ministro das Relações Exteriores do Brasil era revistado no aeroporto de New York, chegava a tirar os sapatos.

Que tal perguntar a Arruda Serra sua opinião sobre bases militares norte-americanas no Brasil?

Sobre a ALCA – ALIANÇA DE LIVRE COMÉRCIO DAS AMÉRICAS – que transformou o México (NAFTA, acordo que une EUA, Canadá e México) em terra de ninguém?

Todas as vezes que é questionado sobre o governo FHC, o que significa sua candidatura o candidato tucano diz que não se pode ficar olhando para o passado. Mas, para o futuro.

Essa resposta comporta duas leituras. Não se deve olhar para o passado subentende-se que o passado foi ruim. Para o futuro, mas que futuro?

Não se constrói o futuro sem o passado e sem o presente. Do contrário sequer existiríamos.

Um, o futuro, é conseqüência do que se construiu no passado, ou do que se corrigiu, outro, o presente, é opção exatamente por um futuro de fato ou um futuro igual ao passado.

Por trás da discussão histérica e estéril sobre o aborto o que se esconde é isso. Gerar o medo, deslocar o eixo das discussões sobre grandes temas nacionais e esconder as reais intenções de gente como Arruda Serra, Itamar Franco, Aécio Neves, FHC, etc.

Breve um código de posturas para os brasileiros. Não pode ir à rua assim, ou assado, mas tem que ser desse jeito.

E por trás disso um detalhe. Se atentarmos para os temas que Arruda Serra direta ou indiretamente coloca, caso do aborto, vamos perceber que a mulher é a grande vítima, aquela que é estigmatizada no machismo brutal de políticos destituídos de respeito por quem quer que seja.

Olhe, depois de ser chamado de “drogado” por Arruda Serra, Aécio, se coloca à disposição de Arruda Serra para o segundo turno.

Isso não é só falta de vergonha, é de tudo. Dizem, aliás, que os viciados se prestam a qualquer papel em troca da droga.

Engolir Arruda Serra, depois de tudo o que disse sobre genéricos, plano real, é típico de figuras patéticas como Itamar Franco. Foi assim quando decretou a moratória das dívidas de Minas quando governador. Trovejou, relampejou e depois sentou em cima.

“Guampada de boi manso” como dizia Getúlio Vargas

Jogo de cena para a platéia enquanto o rio corre um curso diverso daquele que buscam fazer com que o povo acredite.

O retrocesso não tem tamanho com essa gente.

Um ex-líder da bancada tucana na Câmara dos Deputados, prefeito de uma cidade mineira, no seu primeiro mandato de prefeito foi informado da morte de uma pessoa numa fila por falta de atendimento médico. Preocupado com o impacto da notícia nas eleições (à época) disse o seguinte – “e daí, morre gente todo dia”.

É o tamanho do respeito de tucanos pelos brasileiros e pelo Brasil.

http://redecastorphoto.blogspot.com/2010/10/aborto-o-que-essa-discussao-esconde.html

Emilio Canalha

O saudoso escritor José Saramago numa de suas últimas visitas ao Brasil fazia troça com a chegada do e-mail em seu dia a dia, dizendo que brincava com sua mulher referindo-se a novidade virtual - o Emilio. Assim se referia a companheira: “Já avistastes o Emilio?”. Hoje, outubro de 2010, no inicio de primavera Brasil, somos invadidos por uma novidade que equivocadamente foi batizado como “e-mail falso”. Não é bem isso o que tem acontecido. Não estamos sendo agredidos por “e-mails falsos” no singular ou plural, já que ele é bem verdadeiro. O seu conteúdo sim é repleto de falsidades, covardias e perfídias. Para o querido Saramago nada mais lembrava trevas do que o nome Salazar, que o remetia a um passado tenebroso. Para nós, a maioria dos brasileiros com mais de quarenta anos, nada mais aterrorizante do que lembrar que um dia fomos governados por um nefasto presidente por nome Emilio Garrastazu Médici, que traz a luz da atualidade cenas de muita dor e humilhação. Sendo assim em homenagem ao indispensável escritor de língua portuguesa, sugiro uma simbiose da palavra Emilio usada no genérico, rebatizando o tormento que insulta nossa memória como sendo Emilio Canalha.

Quem é Emilio Canalha nesse espetáculo de luzes e trevas? É aquele instrumento torpe, aparentemente inominável, que tripudia sobre o direito sagrado da vida ou sobre o privilégio de uns poucos que um dia ousaram lutar contra a tirania dos Médicis, Pinochets ou Vilelas. Além disso, Emilio Canalha é usado clandestinamente visando tumultuar a consciência de milhares de inocentes, desprovidos de defesa, que lutam bravamente procurando o melhor significado para suas vidas, ou enfrentam a pior de todas as formas com que a morte se apresenta – a fome. Emilio Canalha deve ser atacado com todas as armas porque nada é mais revolucionário do que a informação, como diriam os poetas de todas as línguas.

Jair Alves – dramaturgo – outubro de 2010

ESTÁ PROVADO: SERRA PRETENDE PRIVATIZAR PETROBRAS


A oposição jamais assume o que fará de fato, se conquistar o poder. Pior, sempre nos acusam do que eles pretendem fazer de verdade. Por isso, é preciso recordar o que houve no passado. Em 1989, na eleição para presidente, Collor disse com todas as letras que Lula iria confiscar a poupança se fosse eleito. Pois bem, foi o primeiro ato de Collor: confiscou a poupança. Serra acusa o presidente Lula e a ministra Dilma de autoritarismo, de fazer o que bem entendem no governo. Vale lembrar que foi FHC quem comprou parlamentares para mudar as regras eleitorais e aprovar sua reeleição. Vale lembrar, e toda a mídia noticiou, que Serra ligou para o ministro Gilmar Mendes para orientar seu voto e evitar que o eleitor pudesse votar só com um documento de identidade com foto. Gilmar Mendes atendeu ao pedido de Serra e pediu vistas do processo. Atrasou a votação por apenas um dia só porque a mídia fez a denúncia da interferência de Serra sobre a decisão de um ministro do STF. Serra fala em liberdade de expressão, mas manda jornais e revistas demitirem jornalistas que façam críticas a ele, publiquem notícias que não o favoreçam ou façam perguntas sobre assuntos que lhe desagradam. Serra diz que o PT vai voltar a falar das privatizações, afirmando, o PT, que ele, Serra, vai privatizar a Petrobras, o BB a Caixa. Mas há motivos consistentes para acreditarmos que Serra pretende privatizar a Petrobras. Em uma entrevista de FHC ao jornalista Augusto Nunes, da Veja (e tem vídeo comprovando isso), FHC diz que Serra é um grande entusiasta das privatizações e foi o responsável pela privatização da Companhia Vale do Rio Doce. Se Serra, por uma imensa desgraça, for eleito, esse sonho de privatização do PSDB/DEM será realizado. Diferentemente do Serra/PSDB/DEM nós não inventamos factóides, mas mostramos a verdade, os fatos como eles são, para que o eleitor tome conhecimento de como seria um governo Serra/PSDB/DEM. Vejam o decreto que Serra assinou:

Jussara Seixas

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Risco Serra: em 1995 ele assinou decreto para privatizar FURNAS, ELETROBRAS, CHESF...



Serra assinou decreto para leiloar Itaipu e Angra

Felizmente o processo de privatização fracassou, mas José Serra (PSDB) bem que tentou, assinando o decreto nº 1481/1995 para levar à leilão até geradoras de energia elétrica, quando era Ministro do Planejamento de Fernando Henrique Cardoso.


Por esse decreto, até Itaipu seria privatizada (50% sob controle da Eletrobrás). As centrais nucleares de Angra I e II também ficariam sob controle privado. Tucuruí e as hidelétricas do Rio São Francisco também.

Enquanto só pensava em privatizar, deixou de investir nestas estatais, culminando com APAGÃO de 2002. Isto é José Serra.

O decreto foi assinado em 1995, mas Serra não mudou. Treze anos depois, em 2008, quando ele foi governador de São Paulo, levou à leilão a CESP (Companhia Energética de São Paulo), estatal do governo do estado. O leilão fracassou porque não encontrou comprador, mas ele tentou.

Leia também:
- Agora é Dilma ou o retrocesso à privataria
- FHC revela que Serra foi quem mais defendeu as privatizações.
- José Serra anda foragido para não explicar negociata com Naji Nahas
- Serra faz discurso de maluco para empresários...

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Num encontro no comitê do PSDB, em São Paulo, Serra convidou o presidente de honra do DEM, Jorge Bornhausen, para ajudar o atual coordenador político da campanha Sérgio Guerra. Justo quem! Segundo a Gazeta Mercantil de 10/12/98, Bornhausen pretendia vender a Petrobras e o Banco do Brasil:





CARTA ABERTA A DOM DEMÉTRIO

Querido dom Demétrio

Quero publicamente agradecer-lhe as suas palavras esclarecedoras sobre a manipulação da religião católica no final da campanha eleitoral pela difusão de uma mensagem dos três bispos da comissão representativa do regional Sul I da CNBB condenando a candidata do atual governo e proibindo que os católicos votem nela.

Graças ao senhor, sabemos que essa divulgação do documento da diretoria de Sul 1 não foi expressão da vontade da CNBB, mas contraria a decisão tomada pela CNBB na sua ultima assembléia geral, já que esta tinha decidido que os bispos não iam intervir nas eleições.

Sabemos agora que o documento dos bispos da diretoria do regional Sul 2 foi divulgado no final de agosto, e durante quase um mês permaneceu ignorado pela imensa maioria do povo brasileiro.

Agora, dois dias antes das eleições, um grupo a serviço da campanha eleitoral de um candidato, numa manobra de evidente e suja manipulação, divulgou com abundantes recursos e muito barulho esse documento, criando uma tremenda confusão em muitos eleitores. Pela maneira como esse documento foi apresentado, comentado e divulgado, dava-se a entender que o episcopado brasileiro proibia que os católicos votasse nos candidatos do PT e, sobretudo na sua candidata para a presidência. Dois dias antes das eleições os acusados já não podiam mais reagir, apresentar uma defesa ou uma explicação. Aos olhos do público a Igreja estava dando o golpe que sempre se teme na véspera das eleições, quando se divulga um suposto escândalo de um candidato. Era um golpe sujo por parte dos manipuladores, já que dava a impressão de que o golpe vinha dessa feita da própria Igreja.

Se os bispos que assinaram o documento de agosto, não protestam contra a manipulação que se fez do seu documento, serão cúmplices da manipulação e aos olhos do público serão vistos como cabos eleitorais.
Se a CNBB não se pronuncia publicamente com muita clareza sobre essa manipulação do documento por grupos políticos sem escrúpulos, será cúmplice de que dezenas de milhões de católicos irão agora, no segundo turno votar pensando que estão desobedecendo aos bispos.

Seria uma primeira experiência de desobediência coletiva imensa, um precedente muito perigoso. Além disso, certamente afetará a credibilidade da Igreja Católica na sociedade civil, o que não gostaríamos de ver nesta época em que ela já está perdendo tantos fiéis.

Se o episcopado católico deixa a impressão de que a divulgação desse documento nessa circunstância representa a voz da Igreja com relação às eleições deste ano, muitos vão entender que isso significa uma intervenção dos bispos católicos para defender o candidato das elites paulistanas contra a candidata dos pobres.

Os pobres têm muita sensibilidade e sentem muito bem o que há na consciência dessas elites. Sabem muito bem quem está com eles e quem está contra eles. Vão achar que a questão do aborto é apenas um pretexto que esconde uma questão social, o desprezo das elites, sobretudo de São Paulo pela massa dos pobres deste país.

Milhões de pobres votaram e vão votar na candidata do governo porque a sua vida mudou. Por primeira vez na história do país viram que um governo se interessava realmente por eles e não somente por palavras.

Não foi somente uma melhoria material, mas antes de tudo o acesso a um sentimento de dignidade. “Por primeira vez um governo percebeu que nós existimos”. Isso é o que podemos ouvir da boca dos pobres todos os dias.

Um povo que tinha vergonha de ser pobre descobriu a dignidade. Por isso o voto dos pobres, este ano, é um ato de dignidade. As elites não podem entender isso. Mas quem está no meio do povo, entende.

Os bispos podem lembrar-se de que a Igreja é na Europa o que é, porque durante mais de 100 anos os bispos tomaram sempre posição contra os candidatos dos pobres, dos operários. Sempre estavam ao lado dos ricos sob os mais diversos pretextos. E no fim aconteceu o que podemos ver. Abandonaram a Igreja. Cuidado! Que não aconteça a mesma coisa por aqui!

Os pobres sabem, são conscientes e sentem muito bem quando são humilhados. Não esperavam uma humilhação por parte da Igreja. Por isso, é urgente falar para eles.

Uma declaração clara da CNBB deve tranqüilizar a consciência dos pobres deste país. Sei muito bem que essa divulgação do documento na forma como foi feita, não representa a vontade dos bispos do regional Sul 1 e muito menos a vontade de todos os bispos do Brasil. Mas a maioria dos cidadãos não o sabe e fica perturbados ou indignados por essa propaganda que houve.

Não quero julgar o famoso documento. Com certeza os redatores agiram de acordo com a sua consciência. Mas não posso deixar de pensar que essa manipulação política que foi a divulgação do seu documento na véspera das eleições, dava a impressão de que estavam reduzindo o seu ministério à função de cabo eleitoral. O bispo não foi ordenado para ser cabo eleitoral. Se não houver um esclarecimento público, ficará a imagem de uma igreja conivente com as manobras espúrias

Dom Demétrio, o senhor fez jus à sua fama de homem leal, aberto, corajoso e comprometido com os pobres e os leigos deste país. Por isso, o senhor merece toda a gratidão dos católicos que querem uma Igreja clara, limpa, aberta, dialogante.

Demonizar a candidata do governo como se fez, baseando-se em declarações que não foram claras, é uma atitude preconceituosa totalmente anti-evangélica.

Queremos continuar confiando nos nossos bispos e por isso aguardamos palavras claras.

Obrigado, dom Demétrio.
José Comblin, padre e pecador.

5 de outubro de 2010

enviada por Jeanne Nascimento (fr)

http://redecastorphoto.blogspot.com/2010/10/carta-aberta-dom-demetrio.html

Dilma Rousseff entra na lista das cem mulheres mais poderosas da Forbes

Do R7


Reprodução


Revista americana Forbes apresenta Dilma Rousseff como uma das mulheres mais influentes do mundo; Gisele Bündchen também está na lista






A ex-ministra-chefe da Casa Civil e atual candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff (PT), está na lista das cem mulheres mais poderosas do mundo da revista americana Forbes, divulgada nesta quarta-feira (6).

Segundo o editorial da revista, nesta seleção estão ícones da política, banqueiras, atletas e artistas que mais influenciam as pessoas na atualidade com seu poder e criatividade.

Dilma alcançou a 29ª posição na categoria “políticos” (95º lugar da lista completa). Em seu perfil, publicado no site da Forbes, ela é descrita como a favorita nas eleições brasileiras de 31 de outubro, cujo rival é José Serra (PSDB), e poderá ser a primeira mulher presidente na história do país.

- Ela foi escolhida a dedo como a candidata do Partido dos Trabalhadores pelo popular presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já a nomeou ministra de Energia e de chefe de Estado.

Outra brasileira incluída pela Forbes é a modelo Gisele Bündchen, que ficou na 72ª posição.

Já quem lidera o topo da lista é a primeira-dama americana, Michelle Obama, seguida pela também americana Irene Rosenfeld, executiva da gigante de alimentos Kraft Foods, e a influente apresentadora Oprah Winfrey, considerada a mais bem-sucedida mulher da mídia.

Comissão da CNBB sai em defesa de Dilma



João Domingos, Agência Estado

A Comissão Brasileira Justiça e Paz, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), manifestou-se, por meio de nota, "preocupada com o momento político na sua relação com a religião". "Muitos grupos, em nome da fé cristã, têm criado dificuldades para o voto livre e consciente", afirmou a entidade, no comunicado.

A manifestação deve endereço certo: o bispo de Guarulhos (SP), d. Luiz Gonzaga Bergonzini, que tem pregado o voto contrário à candidata petista Dilma Rousseff e um debate sobre o aborto que tomou conta das campanhas dos dois candidatos à Presidência.

"Dos males, o menor", tem dito d. Luiz Gonzaga, ao defender o voto contrário a Dilma que, segundo ele, apoia o aborto. O bispo tem usado suas missas para acusar Dilma e o PT de terem incluído em seu programa de governo a defesa do aborto. Guarulhos, na Grande São Paulo, tem 1,3 milhão de habitantes.

Para o secretário-executivo da Comissão Justiça e Paz, Daniel Veitel, Dilma foi a única candidata que se declarou claramente a favor da vida. "O José Serra (presidenciável do PSDB) não tem uma posição clara", criticou. Veitel lembrou que a CNBB não impôs veto a ninguém nas eleições. Afirmou ainda que alguns grupos continuam induzindo erroneamente os fiéis a acreditarem nisso.

"Constrangem nossa consciência cidadã, como cristãos, atos, gestos e discursos que ferem a maturidade da democracia, desrespeitam o direito de livre decisão, confundindo os cristãos e comprometendo a comunhão eclesial", afirma a nota da comissão.

SERRA DIZ QUE É A FAVOR DO ABORTO

Serra diz ser a favor do aborto. Depois se corrige

André de Souza, O Globo

Na reunião com aliados do PSDSB na tarde desta quarta-feira, o candidato a presidente José Serra (PSDB), sem citar o nome, criticou o presidente Lula, opondo o que ele vê como duas formas distintas de ser governo e de fazer oposição. Segundo Serra, o PSDB é uma oposição que se preocupa com o futuro do país e que, como governo, não tem o desejo de exterminar a oposição.

- Não vou tratar a oposição como inimiga da pátria. A oposição é necessária para a democracia - disse ele, que chegou a fazer troça com atuação tucana como oposição.

- Dizem que o PSDB fez uma oposição de banana. Talvez seja verdade - disse ele, para quem o partido é uma oposição responsável, lembrando uma frase que ele atribuiu a Fernando Gabeira (PV), candidato derrotado ao governo do Rio de Janeiro:

- O PSDB é governo no exílio. Sai (do poder) e continua preocupado com o futuro do país, com as coisas que devem ser feitas.

- Eu não vou governar como presidente para um partido, uma facção. Nós vamos governar juntos. Nenhuma força política vai ser ameaçada de liquidação - disse Serra, em referência ao discurso do presidente Lula em Santa Catarina dizendo que queria "extirpar o DEM".

Serra criticou ainda o PT, que segundo ele, "tem duas caras".

- Se o PT tem "X" militantes, multiplica por 1,5, porque metade tem duas caras.

Em ato falho, Serra disse que é favor do aborto, para logo depois se corrigir, se posicionando contrariamente. Ele ainda criticou a adversária petista, Dilma Rousseff, que no passado defendeu a descriminalização do aborto e agora é contra, com o objetivo de não perder votos dos eleitores mais conservadores.

- Eu nunca disse que sou contra o aborto, porque eu sou favor - disse ele, que logo se corrigiu:

- Eu nunca disse que sou a favor do aborto, porque eu sou contra.
Isso é o subconsciente do Serra falando a verdade. Serra é favor do aborto, tanto é que a prova está aqui:

Serra é o único candidato que já assinou medidas para fazer ABORTOS no SUS, quando ministro da saúde


Isso não é boato, é fato, está documentado abaixo. Repasse essa verdade adiante, em suas listas de email, nas redes sociais, responda a quem criticar Dilma sobre o assunto, imprima e mostre a amigos, na igreja, para recolocar esse assunto no seu devido lugar.

Para o eleitor votar consciente (seja a favor ou contra) e não ser enganado, a primeira verdade que precisa saber é:

O único candidato a presidente nestas eleições que já assinou medidas para fazer abortos foi José Serra (PSDB), quando foi Ministro da Saúde, em 1998.

Ele assinou norma técnica para o SUS (Sistema Único de Saúde), ordenando regras para fazer abortos previstos em lei, até o 5º mês de gravidez.








A íntegra da norma pode ser lida aqui: http://www.cfemea.org.br/pdf/normatecnicams.pdf

Abaixo, alguns trechos da Norma:

A garantia de atendimento a mulheres que sofreram violência sexual nos serviços de saúde representa, por conseguinte, apenas uma das medidas a serem adotadas com vistas à redução dos agravos decorrentes deste tipo de violência. A oferta desses serviços, entretanto, permite a adolescentes e mulheres o acesso imediato a cuidados de saúde, à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e à gravidez indesejada.

As equipes envolvidas diretamente na assistência deverão receber treinamento sobre o atendimento humanizado às mulheres que poderão ser submetidas à interrupção da gravidez. Os médicos deverão, além disso, ser treinados para a utilização das diferentes técnicas recomendadas para a interrupção da gestação.

Esse atendimento deverá ser iniciado por ocasião da primeira consulta, devendo estender-se a todo o período de atendimento à mulher e após a interrupção da gravidez

“...se a mulher estiver grávida ou suspeitando de gravidez, deve-se identificar claramente a demanda trazida por ela, focalizada nos seguintes aspectos: identificação do desejo de interrupção da gravidez ou não, discussão a respeito dos direitos legais já garantidos à mulher, existência de valores morais e religiosos que possam determinar ou influenciar a decisão da mulher e a discussão de alternativas à interrupção da gravidez, como a entrega da criança para adoção, a realização de pré-natal etc.

VI. ATENDIMENTO À MULHER COM GRAVIDEZ DECORRENTE DE ESTUPRO
Esse atendimento deverá ser dado a mulheres que foram estupradas, engravidaram e solicitam a interrupção da gravidez aos serviços públicos de saúde.


Procedimentos para a interrupção da gravidez
O procedimento deverá ser diferenciado, de acordo com a idade gestacional.
I. Até 12 semanas, podem ser utilizados, para o esvaziamento da cavidade uterina, os dois métodos identificados a seguir.

1. Dilatação do colo uterino e curetagem
2. Aspiração Manual Intra-Uterina (AMIU)

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

06 Outubro 2010

GOVERNO LULA:Captação da poupança cresce em setembro e bate recorde no ano com R$ 25,7 bi

EDUARDO CUCOLO
DE BRASÍLIA

A caderneta de poupança registrou em setembro uma captação líquida de R$ 4,8 bilhões, aumento de 38% em relação ao mesmo período do ano passado.

Esse é o segundo maior resultado do ano, atrás apenas dos R$ 6,8 bilhões captados em julho. É também a maior captação para meses de setembro da série iniciada em 1995 pelo Banco Central.

No acumulado do ano, a captação foi de R$ 25,7 bilhões, valor que supera o recorde de R$ 19,7 bilhões registrado nesse mesmo período em 2007.

25% de depósitos em caderneta não possuem cobertura de seguro
Número de poupanças com mais de R$ 1 milhão dobra no país
Com isso, o saldo total de depósitos na poupança alcançou em setembro a marca inédita de R$ 360 bilhões. No final de 2009, estava em R$ 319 bilhões.

A poupança é oferecida hoje por cerca de 20 instituições financeiras, mas 95% dos depósitos estão concentrados nos cinco maiores bancos.

A Caixa Econômica Federal, que responde por quase um terço dos depósitos, captou em setembro R$ 1,9 bilhão. Neste ano, foram R$ 9,1 bilhões. Para o banco, o bom desempenho da poupança nos últimos anos se deve ao aumento na renda dos brasileiros, principalmente nas classes emergentes.

PERFIL

Pesquisa realizada pelo banco revela que mais de 3 milhões de poupadores são jovens de até 21 anos. Além disso, 88% das contas tem saldo de até R$ 3.000,00. A região sudeste concentra a maioria dos clientes, com 47,4% das contas de poupança, seguida da região Nordeste, com 22,4%.

Reportagem da Folha do mês passado mostrou que o número de cadernetas de poupança com saldo superior a R$ 1 milhão também cresceu. Praticamente dobrou nos últimos três anos. São 5.759 poupadores. Eles representam apenas 0,005% do total, mas respondem por cerca de 7% dos depósitos, segundo dados do FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

CHARGE DO BESSINHA


O Jornal Nacional cometeu uma gafe ontem.

O Conversa Afiada publica e-mail de amigo navegante especialista em legislação eleitoral:
PH,

Em matéria de destaque sobre os votos do Tiririca, William Bonner afirma com todas as letras que, “caso a candidatura de Tiririca seja impugnada, os votos dele serão anulados”. Na matéria ainda o JN fez questão de colocar em destaque os 3 deputados, entre eles Protógenes Queiroz, que “teriam sua eleição ameaçada” na hipótese de Tiririca ser punido.

Veja aqui o vídeo da “barriga” do JN.

A informação NÃO É VERDADEIRA.

Ou faltou lição de casa para o JN ou sobrou assessoria do Daniel Dantas.

O Art. 175 do Código Eleitoral é claro no sentido de que, caso a impugnação ocorra após uma eleição, OS VOTOS NÃO SÃO ANULADOS e ficam com o partido/coligação que o elegeu. Portanto, caso Tiririca seja punido, José Genoíno, primeiro suplente da coligação, seria eleito Deputado Federal. Os 3 deputados mostrados no JN não correm qualquer risco com relação a Tiririca (Apenas o Deputado Wanderley Sidraque – PT perderia o cargo caso Maluf seja considerado “ficha-suja”).

Segue o Art. 175 do Código Eleitoral (ou da “Constituição” como o JN gosta de falar) e os parágrafos esclarecedores sobre o caso: http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/anotada/2323586/art-175-do-codigo-eleitoral-lei-4737-65

§ 3º Serão nulos, para todos os efeitos, os votos dados a candidatos inelegíveis ou não registrados. : (Parágrafo renumerado pelo art. 39 da Lei 4.961 , de 4 5.66)

§ 4º O disposto no parágrafo anterior não se aplica quando a decisão de inelegibilidade ou de cancelamento de registro for proferida após a realização da eleição a que concorreu o candidato alcançado pela sentença, caso em que os votos serão contados para o partido pelo qual tiver sido feito o seu registro. (Incluído pela Lei nº 7.179 , de 19.12.1983)

Para desespero de Daniel Dantas e tristeza de alguns jornalistas (inclusive dentro da Rede Globo), o – ínclito, como você diz – Delegado Protógenes Queiroz está definitivamente ELEITO !

Dois pesos...

02 de outubro de 2010 0h 00

Maria Rita Kehl - O Estado de S.Paulo
Este jornal teve uma atitude que considero digna: explicitou aos leitores que apoia o candidato Serra na presente eleição. Fica assim mais honesta a discussão que se faz em suas páginas. O debate eleitoral que nos conduzirá às urnas amanhã está acirrado. Eleitores se declaram exaustos e desiludidos com o vale-tudo que marcou a disputa pela Presidência da República. As campanhas, transformadas em espetáculo televisivo, não convencem mais ninguém. Apesar disso, alguma coisa importante está em jogo este ano. Parece até que temos luta de classes no Brasil: esta que muitos acreditam ter sido soterrada pelos últimos tijolos do Muro de Berlim. Na TV a briga é maquiada, mas na internet o jogo é duro.

Se o povão das chamadas classes D e E - os que vivem nos grotões perdidos do interior do Brasil - tivesse acesso à internet, talvez se revoltasse contra as inúmeras correntes de mensagens que desqualificam seus votos. O argumento já é familiar ao leitor: os votos dos pobres a favor da continuidade das políticas sociais implantadas durante oito anos de governo Lula não valem tanto quanto os nossos. Não são expressão consciente de vontade política. Teriam sido comprados ao preço do que parte da oposição chama de bolsa-esmola.

Uma dessas correntes chegou à minha caixa postal vinda de diversos destinatários. Reproduzia a denúncia feita por "uma prima" do autor, residente em Fortaleza. A denunciante, indignada com a indolência dos trabalhadores não qualificados de sua cidade, queixava-se de que ninguém mais queria ocupar a vaga de porteiro do prédio onde mora. Os candidatos naturais ao emprego preferiam viver na moleza, com o dinheiro da Bolsa-Família. Ora, essa. A que ponto chegamos. Não se fazem mais pés de chinelo como antigamente. Onde foram parar os verdadeiros humildes de quem o patronato cordial tanto gostava, capazes de trabalhar bem mais que as oito horas regulamentares por uma miséria? Sim, porque é curioso que ninguém tenha questionado o valor do salário oferecido pelo condomínio da capital cearense. A troca do emprego pela Bolsa-Família só seria vantajosa para os supostos espertalhões, preguiçosos e aproveitadores se o salário oferecido fosse inconstitucional: mais baixo do que metade do mínimo. R$ 200 é o valor máximo a que chega a soma de todos os benefícios do governo para quem tem mais de três filhos, com a condição de mantê-los na escola.

Outra denúncia indignada que corre pela internet é a de que na cidade do interior do Piauí onde vivem os parentes da empregada de algum paulistano, todos os moradores vivem do dinheiro dos programas do governo. Se for verdade, é estarrecedor imaginar do que viviam antes disso. Passava-se fome, na certa, como no assustador Garapa, filme de José Padilha. Passava-se fome todos os dias. Continuam pobres as famílias abaixo da classe C que hoje recebem a bolsa, somada ao dinheirinho de alguma aposentadoria. Só que agora comem. Alguns já conseguem até produzir e vender para outros que também começaram a comprar o que comer. O economista Paul Singer informa que, nas cidades pequenas, essa pouca entrada de dinheiro tem um efeito surpreendente sobre a economia local. A Bolsa-Família, acreditem se quiserem, proporciona as condições de consumo capazes de gerar empregos. O voto da turma da "esmolinha" é político e revela consciência de classe recém-adquirida.

O Brasil mudou nesse ponto. Mas ao contrário do que pensam os indignados da internet, mudou para melhor. Se até pouco tempo alguns empregadores costumavam contratar, por menos de um salário mínimo, pessoas sem alternativa de trabalho e sem consciência de seus direitos, hoje não é tão fácil encontrar quem aceite trabalhar nessas condições. Vale mais tentar a vida a partir da Bolsa-Família, que apesar de modesta, reduziu de 12% para 4,8% a faixa de população em estado de pobreza extrema. Será que o leitor paulistano tem ideia de quanto é preciso ser pobre, para sair dessa faixa por uma diferença de R$ 200? Quando o Estado começa a garantir alguns direitos mínimos à população, esta se politiza e passa a exigir que eles sejam cumpridos. Um amigo chamou esse efeito de "acumulação primitiva de democracia".

Mas parece que o voto dessa gente ainda desperta o argumento de que os brasileiros, como na inesquecível observação de Pelé, não estão preparados para votar. Nem todos, é claro. Depois do segundo turno de 2006, o sociólogo Hélio Jaguaribe escreveu que os 60% de brasileiros que votaram em Lula teriam levado em conta apenas seus próprios interesses, enquanto os outros 40% de supostos eleitores instruídos pensavam nos interesses do País. Jaguaribe só não explicou como foi possível que o Brasil, dirigido pela elite instruída que se preocupava com os interesses de todos, tenha chegado ao terceiro milênio contando com 60% de sua população tão inculta a ponto de seu voto ser desqualificado como pouco republicano.

Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabeça acima da linha da mendicância e da dependência das relações de favor que sempre caracterizaram as políticas locais pelo interior do País, dizem que votar em causa própria não vale. Quando, pela primeira vez, os sem-cidadania conquistaram direitos mínimos que desejam preservar pela via democrática, parte dos cidadãos que se consideram classe A vem a público desqualificar a seriedade de seus votos.
Com informação do blog do Nassif a jornalista foi demitida do Estadão.


Enviado por luisnassif, ter, 05/10/2010 - 19:55


Em Observação

@pdralex, pelo Twitter

Confirmado: Conselho Editorial do Estadão manda demitir Maria Rita Kehl por artigo elogioso ao governo Lula



Oitavo Mandamento: não levantar falso testemunho



A mentira, a calúnia, é um pecado pela lei de Deus e um crime pela lei do homem. Mas alguns padres, bispos, pastores, e outras pessoas que se dizem cristãs e tementes a Deus mentem, caluniam e difamam em púlpitos de Igrejas católicas e evangélicas com o único propósito de evitar a eleição de Dilma.
Os motivos para essa atitude pecaminosa, irresponsável e criminosa não têm nada a ver com a fé e com os mandamentos cristãos, são apenas eleitoreiros, de busca do poder. Há interesses pessoais e corporativos para eleger Serra presidente, fortes o bastante para induzir ao pecado, ao crime e à mentira. Há ainda o preconceito contra uma mulher na Presidência, contra a mulher na política de maneira geral.

A Igreja Católica já teve que pedir perdão pela Santa Inquisição, que inspirou guerras religiosas e justificou o terrorismo e a tortura, mas parece que recaiu no pecado. Em 2005 o papa João Paulo II reconheceu que a Santa Inquisição foi, além de uma "nódoa na história", uma "atitude cultural de autoritarismo". O papa João Paulo II reconheceu que a Igreja partia do principio de que detinha a verdade, e por isso obrigava – com mentiras e torturas – as pessoas a comungar com suas idéias. Passados apenas cinco anos estamos assistindo a religiosos inescrupulosos, mentirosos e caluniadores abusarem da fé para disseminar o ódio e o preconceito contra a ministra Dilma. Hoje li no Twitter do blog da Dilma uma mensagem que dizia: "Sempre quis matar um presidenciável, acho que vou matar a Dilma". Essa violência é o resultado do ódio pregado por esses inescrupulosos pastores, padres e bispos, valendo-se de mentiras e calúnias.
Jussara Seixas

Oitavo Mandamento: não levantar falso testemunho
“O oitavo mandamento nos proíbe atestar falsamente em juízo; e proíbe ainda a detração ou murmuração, a calúnia, a adulação, o juízo e a suspeita temerários, e toda sorte de mentiras.
“A calúnia é um pecado que consiste em atribuir malignamente ao próximo culpas ou defeitos que ele não tem.
“Não é nunca lícito mentir, seja por brincadeira, seja para proveito, seja para vantagem de outrem, sendo a mentira coisa má em si.
“A mentira, quando é por gracejo ou oficiosa (para utilidade própria ou alheia, sem prejuízo para ninguém), é pecado venial; porém, quando é danosa, é pecado mortal se o dano que causa é grave.
“Quem pecou contra o oitavo mandamento, não basta que se confesse, mas é obrigado ainda a retratar-se de tudo quanto disse caluniando o próximo, e a reparar, do melhor modo possível, os danos que lhe causou.
“O oitavo mandamento nos ordena dizer sempre a verdade e interpretar no bom sentido, o quanto possamos, as ações de nosso próximo”.

A Marcelo Madureira (um humorista de 5ª categoria):

Você disse, no programa Manhattan Connection, do canal GNT (da Rede Globo), aplaudido pelo abestalhado Diogo Mainardi, que o presidente Lula, o melhor presidente que o Brasil já teve, é um vagabundo, picareta (está gravado em vídeo). Mas o que você fez pelo Brasil, pelo povo brasileiro, enquanto o presidente Lula tirava da miséria extrema mais de 24 milhões de pessoas?

O que você estava fazendo, se é que você faz alguma coisa, enquanto o presidente Lula, o governo Lula, redimia a economia do país – que recebeu falido de FHC /Serra – e a tornava sólida, forte, invejada até nos EUA e Europa?

O que você estava fazendo, se é que você faz alguma coisa, enquanto o presidente Lula, o governo Lula, criava condições para o país gerar mais de 14 milhões de empregos com carteira assinada?

O que você estava fazendo, se é que faz alguma coisa, enquanto o presidente Lula, o governo do presidente Lula, a política econômica do presidente Lula, evitava que o Brasil quebrasse com a crise econômica mundial de 2008?

Para resumir, o que você estava fazendo, se é que faz alguma coisa, enquanto o presidente Lula, a ministra Dilma executavam com muito sucesso programas sociais e programas de aceleração do crescimento, como o Bolsa Família, o Luz Para Todos, o Prouni, o Farmácia Popular, o PAC?

Você participa de um programa “humorístico” na Rede Globo, o Casseta & Planeta, que está padecendo de baixa audiência e nada acrescenta de bom na vida dos brasileiros, até porque só repete velhas piadas grosseiras.

Marcelo Madureira, o fato de que você é uma pessoa de mentalidade acanhada não o isenta de respeitar o homem que tornou o Brasil um país respeitável.

Além disso, você insultou o Presidente da República e terá de responder por isso.

Assim, para você e a Rede Globo tomarem conhecimento e se prepararem:


INJÚRIA GRAVE tipificado no Código Penal brasileiro, in verbis:
Art. 140 - Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:
Pena - detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.
§ 1º - O juiz pode deixar de aplicar a pena:
I - quando o ofendido, de forma reprovável, provocou diretamente a injúria;
II - no caso de retorsão imediata, que consista em outra injúria.
§ 2º - Se a injúria consiste em violência ou vias de fato, que, por sua natureza ou pelo meio
empregado, se considerem aviltantes:
Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa, além da pena
correspondente à violência.
§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião,
origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência:43
Pena - reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos e multa.
Disposições comuns
Art. 141 - As penas cominadas neste Capítulo aumentam-se de um terço, se qualquer dos
crimes é cometido:
I - contra o Presidente da República, ou contra chefe de governo estrangeiro;
II - contra funcionário público, em razão de suas funções;
III - na presença de várias pessoas, ou por meio que facilite a divulgação da calúnia,
da difamação ou da injúria.
IV – contra pessoa maior de 60 (sessenta) anos ou portadora de deficiência, exceto no
caso de injúria.

Lei n.7.170 de 14 de Dezembro de 1983 - conhecida como Lei de Segurança Nacional – define os crimes contra a segurança nacional , a ordem política e social, estabelece seu processo e julgamento e dá outras providências.
Art. 26 - Caluniar ou difamar o Presidente da República, o do Senado Federal, o da Câmara dos Deputados ou o do Supremo Tribunal Federal, imputando-lhes fato definido como crime ou fato ofensivo à reputação.
Pena: reclusão, de 1 a 4 anos.


Jussara Seixas

CHARGE DO BESSINHA

Dilma é vítima de mentiras espalhadas pela internet

Por Bispo Edir Macedo


28 set







Recebi recentemente um e-mail, destes que em princípio parecem ter o nobre intuito de nos alertar para algo grave. A mensagem dizia que a candidata à Presidência da República, Dilma Roussef, teria afirmado: “Nem mesmo Cristo querendo, me tira essa vitória”. O spam, com texto pobre, dizia: “Após a inauguração de um comitê em Minas, Dilma é entrevistada por um jornalista local...” Como as informações eram muito vagas (um comitê em Minas; um jornalista local), saí em busca de algo mais consistente, como um vídeo da suposta declaração ou ao menos uma gravação em áudio, mas não encontrei nada. Assim, tive certeza que se tratava de mais uma mentira.

Se os cristãos fossem tão ágeis e eficientes para usar as ferramentas modernas da comunicação na pregação do Evangelho, assim como parecem ser para disseminar boatos, certamente muitas almas seriam ganhas para o Senhor Jesus.

Quem pensa que está prestando algum serviço ao Reino de Deus, espalhando uma informação sem ter certeza de sua veracidade, na verdade, está fazendo o jogo do diabo.

O Senhor Jesus não precisa de advogados, nem de assessores de comunicação que saiam em “defesa” de Seu Nome. Ele precisa de verdadeiros cristãos, que entendam, vivam e preguem a Verdade.

Devemos observar que pessoas mal intencionadas têm procurado confundir muitos cidadãos com mentiras mal elaboradas, a fim de atrapalhar o trabalho sério de alguns candidatos. Pense nisto.

Nestes dias que antecedem as eleições, devemos observar se a plataforma dos candidatos em quem pretendemos votar, não pode vir a prejudicar a Igreja. Use seu voto de forma consciente e responsável.

Veja também:

- Boatos tentam desestabilizar reta final da campanha de Dilma
- Dilma desmente boatos que circulam na internet

http://bispomacedo.com.br/2010/09/28/dilma-e-vitima-de-mentiras-espalhadas-pela-internet/

Coletânea de Mentiras

Por Bispo Edir Macedo

Ontem escrevemos aqui sobre boatos mentirosos que circulam pela internet caluniando a candidata Dilma Rousseff.

Hoje somos surpreendidos com um título igualmente calunioso do jornal Folha de S. Paulo. A manchete diz: “Edir Macedo defende Dilma sobre aborto”

O jornal não leu o que foi escrito. Ou leu, e calculou exatamente cada palavra deste título.

Isso se chama mau jornalismo. Manipulação. Injúria. Postura bem comum na coletânea de mentiras que o Grupo Folha tem publicado, nos últimos tempos, contra mim e a IURD.

O fato é que sequer citei a questão do aborto em meu texto publicado neste blog. Não há uma palavra sobre isso nas 35 linhas escritas. Peço que analisem o que foi publicado (leia aqui).

Tudo o que escrevemos foi que era mentirosa a informação de que Dilma Roussef teria dito que "nem Jesus Cristo lhe tiraria a vitória nessas eleições", entre outros boatos.

O que me causou consternação foi o fato de usarem o nome do Senhor Jesus nesse joguete e de que muitos cristãos estavam caindo nesta cilada.

A postura da Folha é mais uma manifestação de jogo político baixo e a tentativa de se atingir uma candidata às vésperas de uma eleição.

Se o Grupo Folha não tem coragem de admitir que apoia um candidato, ao menos tem como obrigação não vilipendiar a fé de milhões de pessoas com mentiras e induções.

Nada mais sórdido que a distorção da verdade.
http://bispomacedo.com.br/2010/09/30/coletanea-de-mentiras/

Os ataques de Marcelo Madureira a Lula




Enviado por luisnassif, ter, 05/10/2010 - 18:16


Por Eliane

Nassif, olha o que achei agora no R7

Do R7

Do Blog do Daniel Castro

Casseta xinga Lula de 'vagabundo' e é censurado

Convidado especial do programa Manhattan Connection do último domingo (3/10), o humorista Marcelo Madureira, integrante do Casseta & Planeta, xingou o presidente Lula de "impostor, vagabundo e picareta".

O programa foi exibido ao vivo pelo canal pago GNT, da Globosat, programadora de canais pagos da Globo. Nas reprises apresentadas na madrugada e às 10h e às 14h de ontem, no entanto, a fala de Madureira foi cortada. Na versão que está no site oficial do GNT, o xingamento do casseta também sumiu.









05 Outubro 2010

DATAFOLHA: JÁ TEM PESQUISA NA SEMANA

Contratada
DATAFOLHA INSTITUTO DE PESQUISAS LTDA


Contratante
Empresa Folha da Manhã S/A. e Globo Comunicação e Participações S/A


Valor da Pesquisa
194000


Origem dos Recursos
Empresa Folha da Manhã S/A. e Globo Comunicação e Participações S/A


Pagante do Trabalho
Empresa Folha da Manhã S/A. e Globo Comunicação e Participações S/A


Período de Realização de
07/10/2010 a 08/10/2010


Nr. de entrevistados
3220


Situação
Aguardando decurso de prazo


Área de abrangência
Brasil,


Cargos
Presidente



Heloísa Helena, Luciana Genro, Raul Jungmann e Arnaldo Madeira estão entre os derrotados nas eleições

O Globo
BRASÍLIA. A eleição de domingo deixou de fora do Congresso nomes de projeção e destaque no cotidiano da Casa. Figuras sempre presentes nos principais debates na tribuna, nas reuniões de bancada ou mesmo na imprensa, que integravam a chamada elite da Casa. A partir de 2011, a sessões da Câmara não contarão mais com as indignadas manifestações da deputada Luciana Genro (PSOL-RS), os discursos do baiano José Carlos Aleluia (DEM) ou os requerimentos de informações sobre desmandos governistas dos deputados Raul Jungmann (PPS) e Gustavo Fruet (PSDB). Heloísa Helena não voltará ao Senado (PSOL-AL), de onde já estava afastada há quatro anos.

Muitos não retornarão à Câmara em 2011 porque não conseguiram votos suficientes para se reeleger. Entre eles estão os tucanos Arnaldo Madeira (SP), Antônio Pannunzio (SP) e João Almeida (BA). Madeira já foi líder do governo Fernando Henrique, e é um deputados que mais fiscaliza o aumento das contas públicas. Também ficam fora os petistas José Genoino (SP) e Antonio Carlos Biscaia (RJ), os peemedebistas Marcelo Itagiba (RJ) e Coubert Martins (BA), Solange Amaral (DEM-RJ) e o ex-líder do PV, Marcelo Ortiz.

- O voto de opinião nesta eleição ficou em quinto plano - diz o diretor de documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antônio Augusto de Queiroz.

Fruet, Jungmann e Aleluia não retornam à Câmara porque disputaram a eleição para o Senado e não obtiveram êxito. Também não voltará Flávio Dino (PCdoB-MA), que perdeu a disputa ao governo do Maranhão para Roseana Sarney (PMDB).

Estão fora também:
Tasso Jereissati
Arthur Virgílio
Mão Santa
Heráclito Fortes
Marco Maciel
César Maia
Efraim de Morais

Assistir o bota -fora desses inúteis do Senado não tem preço

Serra é o único candidato que já assinou medidas para fazer ABORTOS no SUS, quando ministro da saúde



Isso não é boato, é fato, está documentado abaixo. Repasse essa verdade adiante, em suas listas de email, nas redes sociais, responda a quem criticar Dilma sobre o assunto, imprima e mostre a amigos, na igreja, para recolocar esse assunto no seu devido lugar.

Para o eleitor votar consciente (seja a favor ou contra) e não ser enganado, a primeira verdade que precisa saber é:

O único candidato a presidente nestas eleições que já assinou medidas para fazer abortos foi José Serra (PSDB), quando foi Ministro da Saúde, em 1998.

Ele assinou norma técnica para o SUS (Sistema Único de Saúde), ordenando regras para fazer abortos previstos em lei, até o 5º mês de gravidez.








A íntegra da norma pode ser lida aqui: http://www.cfemea.org.br/pdf/normatecnicams.pdf

Abaixo, alguns trechos da Norma:

A garantia de atendimento a mulheres que sofreram violência sexual nos serviços de saúde representa, por conseguinte, apenas uma das medidas a serem adotadas com vistas à redução dos agravos decorrentes deste tipo de violência. A oferta desses serviços, entretanto, permite a adolescentes e mulheres o acesso imediato a cuidados de saúde, à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e à gravidez indesejada.

As equipes envolvidas diretamente na assistência deverão receber treinamento sobre o atendimento humanizado às mulheres que poderão ser submetidas à interrupção da gravidez. Os médicos deverão, além disso, ser treinados para a utilização das diferentes técnicas recomendadas para a interrupção da gestação.

Esse atendimento deverá ser iniciado por ocasião da primeira consulta, devendo estender-se a todo o período de atendimento à mulher e após a interrupção da gravidez

“...se a mulher estiver grávida ou suspeitando de gravidez, deve-se identificar claramente a demanda trazida por ela, focalizada nos seguintes aspectos: identificação do desejo de interrupção da gravidez ou não, discussão a respeito dos direitos legais já garantidos à mulher, existência de valores morais e religiosos que possam determinar ou influenciar a decisão da mulher e a discussão de alternativas à interrupção da gravidez, como a entrega da criança para adoção, a realização de pré-natal etc.

VI. ATENDIMENTO À MULHER COM GRAVIDEZ DECORRENTE DE ESTUPRO
Esse atendimento deverá ser dado a mulheres que foram estupradas, engravidaram e solicitam a interrupção da gravidez aos serviços públicos de saúde.


Procedimentos para a interrupção da gravidez
O procedimento deverá ser diferenciado, de acordo com a idade gestacional.
I. Até 12 semanas, podem ser utilizados, para o esvaziamento da cavidade uterina, os dois métodos identificados a seguir.

1. Dilatação do colo uterino e curetagem
2. Aspiração Manual Intra-Uterina (AMIU)

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Serra é o único candidato que já assinou medidas para fazer ABORTOS no SUS, quando ministro da saúde



Isso não é boato, é fato, está documentado abaixo. Repasse essa verdade adiante, em suas listas de email, nas redes sociais, responda a quem criticar Dilma sobre o assunto, imprima e mostre a amigos, na igreja, para recolocar esse assunto no seu devido lugar.

Para o eleitor votar consciente (seja a favor ou contra) e não ser enganado, a primeira verdade que precisa saber é:

O único candidato a presidente nestas eleições que já assinou medidas para fazer abortos foi José Serra (PSDB), quando foi Ministro da Saúde, em 1998.

Ele assinou norma técnica para o SUS (Sistema Único de Saúde), ordenando regras para fazer abortos previstos em lei, até o 5º mês de gravidez.




A íntegra da norma pode ser lida aqui: http://www.cfemea.org.br/pdf/normatecnicams.pdf

Abaixo, alguns trechos da Norma:

A garantia de atendimento a mulheres que sofreram violência sexual nos serviços de saúde representa, por conseguinte, apenas uma das medidas a serem adotadas com vistas à redução dos agravos decorrentes deste tipo de violência. A oferta desses serviços, entretanto, permite a adolescentes e mulheres o acesso imediato a cuidados de saúde, à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e à gravidez indesejada.

As equipes envolvidas diretamente na assistência deverão receber treinamento sobre o atendimento humanizado às mulheres que poderão ser submetidas à interrupção da gravidez. Os médicos deverão, além disso, ser treinados para a utilização das diferentes técnicas recomendadas para a interrupção da gestação.

Esse atendimento deverá ser iniciado por ocasião da primeira consulta, devendo estender-se a todo o período de atendimento à mulher e após a interrupção da gravidez

“...se a mulher estiver grávida ou suspeitando de gravidez, deve-se identificar claramente a demanda trazida por ela, focalizada nos seguintes aspectos: identificação do desejo de interrupção da gravidez ou não, discussão a respeito dos direitos legais já garantidos à mulher, existência de valores morais e religiosos que possam determinar ou influenciar a decisão da mulher e a discussão de alternativas à interrupção da gravidez, como a entrega da criança para adoção, a realização de pré-natal etc.

VI. ATENDIMENTO À MULHER COM GRAVIDEZ DECORRENTE DE ESTUPRO
Esse atendimento deverá ser dado a mulheres que foram estupradas, engravidaram e solicitam a interrupção da gravidez aos serviços públicos de saúde.


Procedimentos para a interrupção da gravidez
O procedimento deverá ser diferenciado, de acordo com a idade gestacional.
I. Até 12 semanas, podem ser utilizados, para o esvaziamento da cavidade uterina, os dois métodos identificados a seguir.

1. Dilatação do colo uterino e curetagem
2. Aspiração Manual Intra-Uterina (AMIU)

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Dilma diz que salário mínimo será maior do que R$ 600


Valor Online

BRASÍLIA - A candidata petista à corrida presidencial, Dilma Rousseff, fustigou hoje a proposta de salário mínimo de R$ 600 feita por seu oponente, José Serra (PSDB).

Ao contrário de Serra, que disse que esse valor será aplicado no primeiro dia de seu governo, se eleito, ela disse que em sua gestão, se eleita, o salário mínimo "será maior" que R$ 600, mas seguindo o processo de reajustes ao longo do governo. "Quando eles puderam mais, eles fizeram menos. Nós, não. Nós fizemos mais", comentou ela.

Dilma disse ainda que sua proposta de governo abarca a redução da taxa de juros. "Nós já provamos que a redução dos juros é possível", disse ela, se referindo aos processos nos quase oito anos do governo Lula.

Em entrevista, ela citou que o governo do qual seu adversário fez parte até 2002 elevou a relação dívida líquida do setor público "a 60%" do Produto Interno Bruto (PIB). "Nós baixamos para 40% e caminhamos para algo em torno de 30% do PIB. Esse processo é compatível com juros em níveis internacionais", afirmou ela.

"Tenho um compromisso com um modelo de desenvolvimento sustentável, com crescimento a taxas elevadas com geração de emprego que a população brasileira precisa", disse Dilma.

Enfatizou ainda que a política de inclusão social implementada pelo governo do PT no Nordeste, onde recebeu maior número de votos, terá continuidade, se eleita for.

(Azelma Rodrigues Valor)

Serra acusa Marina de participar do "mensalão". Agora quer os votos do PV

José Serra continua no segundo turno o mesmo demagogo e mentiroso de sempre. Hoje, em Minas, Serra elogiou Marina e disse espera "aproximação" com verdes no segundo turno."Ela merece respeito e a admiração da minha parte", disse Serra.



Mas não era isso que Serra pensava até uma semana atrás quando esteve frente a frente com Marina no debate da Globo. Veja o vídeo confira

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Serra causou polêmica ao normatizar aborto

DE SÃO PAULO
DE BRASÍLIA

Folha de São Paulo

Em 1998, quando era ministro da Saúde, José Serra foi acusado de atender a grupos pró-aborto por normatizar a realização do aborto nos casos previstos em lei (risco de vida para a grávida ou gravidez após estupro).
Mesmo permitido desde 1940, poucos serviços públicos faziam o aborto. A normatização deu respaldo político e técnico para que mais hospitais o realizassem.
O então deputado federal Severino Cavalcanti (PP-PE) apresentou um projeto de decreto legislativo para sustar a normatização. Para ele, Serra via "o ato de ceifar uma vida inocente" como "o esvaziamento da cavidade uterina".
Ele ganhou apoio de entidades contrárias ao aborto, mas o projeto foi derrubado.
Em 2001, o Ministério da Saúde começou a distribuir com Estados e municípios a pílula do dia seguinte. Serra ocupava a pasta. Entidades católicas foram a público dizer que a pílula é abortiva.

04 Outubro 2010

CHARGE DO BESSINHA

C

Arthur Virgílio, nunca mais diga que vai dar uma surra no meu presidente!



http://profdiafonso.blogspot.com/

SEGUNDO TURNO: GOVERNO LULA-DILMA CONFRONTA A DESGRAÇA DO GOVERNO FHC-SERRA.

Diante de tantas mentiras, invencionices, calúnias, a eleição presidencial vai para o segundo turno. Foi um jogo sujo da oposição, da mídia, e da vingança de Marina Silva contra o presidente Lula, que agora vai apoiar Serra. O presidente do PV já declarou que irá apoiar Serra no segundo turno. Mas mesmo assim saímos vitoriosos no primeiro turno, e vamos para vitória definitiva em 31 de outubro. Agora será o confronto do governo Lula- Dilma e a desgraça do governo FHC- Serra. No segundo turno Serra não terá palanques e muito menos apoio em vários estados aonde o PSDB/DEM foram derrotados.

O importante nesse primeiro turno da eleição foi a derrota acachapante de "inúteis da oposição raivosa e virulenta" que tentaram a reeleição, e outros que tentaram se eleger para Congresso Nacional: Tasso Jereissati, Arthur Virgilio, Mão Santa, Heráclito Fortes, Efraim de Morais, César Maia, Raul Jungmann, Heloisa Helena, Marco Maciel, Aleluia, entre outros do PSDB/DEM/PPS. PT e PMDB foram os vitoriosos para ocupar os cargos de senador e deputados no Congresso Nacional. Essa derrota dos "coronéis inúteis " do Congresso Nacional é uma vitória do presidente Lula, e do povo brasileiro.

O PT teve uma vitória importante no RS elegendo Tasso Genro no primeiro turno. O PT teve vitória em SP elegendo Marta Suplicy para o Senado. Não foi surpresa a eleição de Aloysio Nunes do PSDB para o Senado, ele herdou os votos de Quércia, que desistiu da eleição para tratar da saúde, e do senador Romeu Tuma, que até foi noticiado como tendo falecido pelo UOL, e segue internado na UTI do Sírio Libanês com insuficiência cardíaca.

Jussara Seixas

Agora é Dilma ou o retrocesso à privataria

José Serra (PSDB) foi o Ministro do Planejamento de FHC da privataria, em 1995/1996 (Na foto, batendo o martelo em leilão de privatização, ao lado da então diretora de privatização do BNDES, Elena Landau, que depois virou diretora do Banco Opportunity, de Daniel Dantas).


E ele não mudou na ânsia de vender partrimônio público. Em 2008, como governador de São Paulo, tentou privatizar a estatal de energia CESP, rifando o patrimônio público paulista.

O Leilão fracassou porque as hidrelétricas são concessões federais que voltariam à união em 2015. Quem comprasse a CESP poderia ficar sem as usinas ou ter que recomprar a concessão em 2015.

Como confiar o patrimônio público da Petrobrás, do Pré-Sal, de Furnas, dos Correios, do Banco do Brasil, da CEF, à ele?

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

02 Outubro 2010

SERRA encosta em Dilma

SERRA encosta em Dilma. Entre eleitores do PSDB a petista tem 52% e Serra 49%.
Wagner Homem

Se você é contra o aborto, é um absurdo votar no Serra

Para o eleitor votar consciente e não ser enganado, a primeira verdade que precisa saber é:
O único candidato a presidente nestas eleições que já assinou medidas para fazer abortos foi José Serra (PSDB), quando foi Ministro da Saúde, em 1998.

Ele assinou norma técnica para o SUS (Sistema Único de Saúde), ordenando regras para fazer abortos previstos em lei, até o 5º mês de gravidez.

Certamente as pessoas que são favoráveis à descriminalização do aborto aplaudem de pé essa atitude de Serra, quando foi Ministro, ao aparelhar o SUS para fazer abortos previstos em lei.projeto de Lei no Senado n° 78/1993, revogando todos os artigos do Código Penal que criminalizam e penalizam a prática do aborto.

E certamente, Serra jamais pode receber o voto de quem milita incondicionalmente contra qualquer prática relacionada ao aborto.

Senadora do PSDB, suplente de FHC, apresentou projeto legalizando o aborto, desde 1993

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), partidário de José Serra, foi eleito senador em 1986.

Em dezembro de 1992 saiu do senado, no meio do mandato, para ser ministro das Relações Exteriores e depois da Fazenda, no governo Itamar Franco.

Assumiu sua suplente Eva Blay (PSDB).

No dia 23 de junho de 1993, ela apresentou o P

Leia o texto na íntegra acessando o meu blog aqui.



Ester Neves

O escândalo definitivo



Por Luciano Martins Costa, do Observatório da Imprensa



Parece ironia, mas o último grande escândalo da atual campanha eleitoral não vai atingir a candidata do governo, mas seu principal adversário. Segundo a Folha de S.Paulo, foi após um telefonema do ex-governador José Serra que o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes decidiu pedir vistas do processo e interromper a votação da Ação Direta de Inconstitucionalidade impetrada pelo Partido dos Trabalhadores contra a obrigatoriedade de o eleitor apresentar dois documentos na hora de votar.

Tanto o ministro como o ex-governador negam ter conversado por telefone, mas um repórter da Folha testemunhou a ligação, e foi capaz até mesmo de reproduzir a introdução da conversa.

Segundo o jornal paulista, José Serra ligou para Gilmar Mendes pouco antes das 14 horas de quarta-feira (29/9). Algumas horas mais tarde, Mendes pediu vistas do processo, interrompendo o julgamento, quando o pedido de suspensão da nova norma já tinha sete votos favoráveis à eliminação da exigência e nenhum contra.

Relações impróprias

O que está em julgamento é a determinação, criada por lei do ano passado, de que o cidadão tenha que apresentar, na hora da votação, além do seu título eleitoral, outro documento com fotografia.

A direção da campanha da ex-ministra Dilma Rousseff concluiu, recentemente, que essa norma pode prejudicá-la, pois as pesquisas mostram que ela conta com os votos da maioria da população mais pobre e menos escolarizada, que tem mais dificuldade para obter documentos. Além disso, segundo o partido governista, muitos cidadãos de cidades do Nordeste atingidas por inundações e deslizamentos perderam seus documentos, o que os impediria de exercer o direito de voto.

Até ser interrompido pelo pedido de vistas do ministro Gilmar Mendes, o julgamento estava 7 a 0 em favor da extinção dessa exigência. Mendes alegou que o caso não era de urgência, uma vez que os interessados tiveram um ano para contestar a lei.

Teoricamente, sua alegação poderia ser justificada, mas a reportagem da Folha sugere que a decisão do ministro foi tomada sob influência de um dos candidatos.

A suspeita de relações impróprias entre um ministro do Supremo Tribunal Federal, ex-presidente da corte, e um candidato em disputa eleitoral, é o escândalo da hora.

O jornal por testemunha

Os jornais O Estado de S.Paulo e O Globo também noticiaram a suspensão do julgamento, e o Estadão chega a citar especulações sobre um eventual telefonema de José Serra ao ministro Gilmar Mendes, mas acaba optando por valorizar a declaração dos dois personagens, negando a ocorrência do telefonema.

Sabe-se, agora, que houve realmente a conversa telefônica antes da decisão do ministro porque os repórteres da Folha de S.Paulo puderam testemunhá-la. Além disso, se a polêmica se estender, a qualquer momento pode-se confirmar a ocorrência dessa conversação, por decisão judicial, consultando-se a empresa de telefonia celular utilizada.

Esse é o valor crítico do jornalismo presencial, no qual o repórter se coloca junto ao local dos acontecimentos, em vez de fazer a cobertura por telefone ou pela internet.

A informação bancada pela Folha equivale a uma denúncia de tráfico de influência e pode afetar a imagem do Supremo Tribunal Federal, que vem sendo criticado por não haver tomado uma decisão clara no caso da Lei da Ficha Limpa.

O Estadão publica na edição de quinta-feira (30/9) um comentário sobre a politização do Supremo, afirmando que a corte "há muito perdeu sua característica essencialmente constitucional".

O ministro Gilmar Mendes não tem certamente uma imagem pública favorável desde que mandou soltar o banqueiro Daniel Dantas. A suspeita de que toma decisões sob influência de um candidato configura escândalo de proporções republicanas, agravado pelo fato de que o ministro usou como justificativa para interromper o julgamento um argumento utilizado por José Serra na segunda-feira (27) – a de que o PT pretende mudar a regra do jogo na última hora.

Um presente

Diante dos números contraditórios das últimas pesquisas eleitorais, os analistas de campanha vêm afirmando que apenas um fato novo poderia alterar o equilíbrio de forças nas eleições de domingo, 3 de outubro.

Apesar de toda a imprensa estar forçando, nos últimos dias, para que esse fato seja a discussão em torno da legalização do aborto, que em tese prejudicaria a candidata governista, o acontecimento envolvendo o candidato da oposição e um ministro do Supremo Tribunal Federal pode ser o elemento que faltava para definir se teremos ou não segundo turno.

Para os marqueteiros da candidata governista, a reportagem da Folha é um presente dos deuses.
(Envolverde/Observatório da Imprensa)