07 Abril 2010

Presidente Lula confirma presença em ato do PCdoB

O presidente Lula confirmou sua participação no ato partidário organizado pelo Partido Comunista do Brasil – PCdoB, em apoio à candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República, que acontece nesta quinta-feira (08), a partir das 17h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Além do presidente, 12 ministros de Estado confirmaram presença até agora.

A cerimônia será apresentada pela atriz Ana Cristina Petta, e contará com a participação de Martinho da Vila, Leci Brandão, Jorge Mautner e Netinho de Paula. Todos eles são filiados ao PCdoB. De acordo com os organizadores do evento, a escolha de representantes do movimento artístico-cultural para ajudar na condução do evento, foi motivada pelo envolvimento do Partido com as causas ligadas à cultura e a defesa da arte como fator importante da identidade brasileira.

“O PCdoB mantém historicamente a tradição de ter em suas fileiras de militantes artistas ligados aos mais diversos setores. Essa foi uma das razões para escolher os nomes que conduzirão este ato de grande significação para o momento político vivido pelo país”, afirma Adalberto Monteiro, do Comitê Central do PCdoB e organizador do evento.

Mais de 1000 militantes são esperados no evento do dia 08. Estarão presentes representantes de todos os estados do país, alguns com expressiva delegação vindas em caravanas. É o caso de Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro, Maranhão, Espirito Santo, Tocantins, São Paulo e Goiás, que já se mobilizam para a viagem ao Distrito Federal.

O PCdoB reconhece que Dilma sempre se colocou à frente de importantes políticas públicas e que seu mandato no governo foi marcado pela competência, liderança e compromisso com o Brasil e o povo. A convergência de idéias e o pacto pelo progresso do país foram alguns dos principais motivos que levaram o apoio do partido à Dilma, afirma Renato Rabelo

Com o evento do dia 08, os comunistas ratificam os compromissos firmados com o apoio à pré-candidatura de Dilma Rousseff, que será oficializada na convenção eleitoral programada para o mês de junho.


Serviço:
Evento: Ato de apoio do PCdoB à pré-candidatura de Dilma Rousseff
Data: 08/04/2010
Horário: A partir das 17h
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães - Eixo Monumental – Brasília/DF
Mais informações pelo telefone (61) 8468-2437 – Ana Santos
Credenciamento para Imprensa: pcdobapoia.imprensa@gmail.com

MENSALÃO DO PSDB: STF vai quebrar sigilo bancário e fiscal de Azeredo

O Globo
O Supremo Tribunal Federal (STF) vai determinar a quebra do sigilo bancário e fiscal do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG).

A medida será tomada para instruir o chamado processo do mensalão mineiro, que investiga desvios de recursos públicos para financiar a campanha do tucano, que tentava a reeleição como governador de Minas Gerais, em 1998.

Há duas semanas, foi publicada no Diário de Justiça a decisão do STF, de dezembro passado, de transformar o inquérito em ação penal.

Com isso, ficou liberado o início das investigações. Uma das primeiras providências do relator, ministro Joaquim Barbosa, será ouvir o depoimento do tucano.

Detalhes das finanças de Azeredo poderão ajudar a identificar seu suposto vínculo com Marcos Valério, apontado como operador de desvios de dinheiro de estatais do estado para, entre outros fins, abastecer a campanha do tucano.

Além disso, podem mostrar a suposta participação do senador na lavagem de dinheiro. Azeredo alega que as contas de sua campanha não estavam sob sua responsabilidade. Ele também responde no STF por peculato (apropriação de bens públicos).

Como o processo de Minas tem apenas um réu, a expectativa é de que o caso caminhe com mais celeridade. Azeredo terá direito a listar, no máximo, 16 testemunhas de defesa.

Pesquisa Nova. Quadro igual

Correio Braziliense
De Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi:
Com a divulgação dos novos resultados da Vox Populi no sábado, são agora 7 as pesquisas públicas feitas este ano que pintam um mesmo quadro. Juntas, delineam um painel razoavelmente nítido do que parece estar acontecendo com os eleitores brasileiros nesta altura do processo sucessório.

Elas foram realizadas desde o final de janeiro, em âmbito nacional, por 4 institutos: Ibope, Sensus, Datafolha e a própria Vox Populi. Quase tudo que disseram foi corroborado por levantamentos em vários estados, compatíveis com o que estavam indicando os dados para o conjunto do país.

Todas essas pesquisas apontam para um cenário de expressivo crescimento de Dilma na virada de 2010, com uma concomitante retração das intenções de voto em Serra. À medida em que aumentava seu nível de conhecimento, ela subiu e ele caiu, sem que essa transferência afetasse o tamanho do eleitorado disposto a votar em Ciro ou Marina. Ambos permaneceram onde estavam, sugerindo que haviam atingido seu piso (pelo menos nas condições de pré-campanha).

Com isso, a distância entre os dois principais candidatos caiu até chegar ao que se costuma chamar empate técnico. Não mais que 5 pontos percentuais passaram a separar sua posições na corrida.

Mas essas pesquisas também sugerem que, depois da mudança que aconteceu entre dezembro e janeiro, a estrutura das intenções de voto permaneceu basicamente inalterada. Talvez um pequeno efeito inercial continuou em ação, fazendo com que a aproximação de Dilma a levasse mais perto do empate cravado com o candidato do PSDB.

É o que mostra a nova pesquisa da Vox, cujos trabalhos de campo ocorreram em 30 e 31 de março. No cenário com Ciro, Serra fica com 34% e Dilma com 31%, enquanto Ciro tem 10% e Marina 5%. Quando Ciro não está, Serra vai a 38% e Dilma a 33%, restando à senadora 7%.

Em relação à pesquisa anterior divulgada pela Vox, realizada na segunda quinzena de janeiro, Serra não caiu e Dilma cresceu nos dois cenários testados. Ou seja, o que aconteceu é que se acentuou a tendência à bipolarização, com uma ligeira redução do agregado de eleitores que dizem que votarão em branco, que anularão seu voto ou que não sabem o que fariam se a eleição fosse hoje.

Essa diferença entre os dois, na faixa entre 3 e 5 pontos percentuais, é coerente com quase todas as pesquisas nacionais do período. Mais que isso, a tendência que a nova pesquisa aponta é a mesma que elas indicavam, de uma redução praticamente estabilizada da distância entre os candidatos do PSDB e do PT, com, no máximo, um resíduo inercial ainda atuando.

Houve apenas uma pesquisa que mostrou um quadro diferente. É cedo, por enquanto, para imaginar que só ela conseguiu captar o que de fato está se passando com a opinião pública.

Pesquisas, à distancia em que estamos de uma eleição, são assim mesmo. Uma ou outra pode soar estranha, sem que isso queira dizer que está errada ou, pior, que foi “manipulada”, como costumam dizer aqueles que se decepcionam com seu resultado.

Por isso, ganha corpo, mundo afora, a ideia de “média das pesquisas”, como aconteceu na última eleição americana. Lá, os veículos, mesmo que patrocinassem suas pesquisas, mostravam ao público como se saíam os candidatos na média das disponíveis. É melhor que fingir que só uma é boa.

Pesquisa é como andorinha. Uma sozinha não faz verão. Quem olha o processo pela ótica de apenas uma pode se enganar redondamente.

Cuba, mídia e ética!

Os meios de comunicação do mundo burguês se levantam com uma força tremenda contra Cuba e especialmente contra a revolução socialista, que triunfara em primeiro de janeiro de 1959.
Por que os corações bondosos das classes burguesas, representadas pela mídia se levantam tão “dignamente” contra a “ditadura” de Fidel Castro? O motivo não poderia ser outro, a causa é o “regime do ditador” culpado pela morte de um preso comum, que rebelado contra um sistema que não respeita os direitos humanos teve que sacrificar a própria vida em nome da liberdade plena da humanidade. Essa é a nobre causa, pela qual, lutam a burguesia e a mídia internacional.
Estarão com a razão? A bíblia relata que Jesus Cristo ao passar por uma estrada se deparou com um homem muito doente caído à margem, ao mesmo tempo observou que as pessoas passavam e não faziam nada para ajudá-lo e, eram exatamente aquelas que mais falavam de caridade de paz e de justiça. Vendo aquela cena, Jesus bradou com todo a força de sua alma, disse ele: “vocês são hipócritas falam de justiça, mas não fazem nada para ajudar a esse homem, verdadeiramente vocês são como túmulos bonitos por fora, mas podres por dentro”.
Assim como aqueles de quem Jesus reclamava, a caridosa burguesia e sua e sua alma, a mídia, sempre está a falar de justiça e dignidade humanas, mas a sua pregação em nada se difere de um túmulo, bonito apenas por fora.
Cuba aquele país pequenino, cuja mídia burguesa, denomina de país do ditador Fidel Castro foi capaz em 50 anos de acabar com o analfabetismo, de criar um sistema de saúde de excelência e, sobretudo gratuito para todos os cubanos; a ilha de Fidel Castro, como diz a mídia imoral, além de conseguir vitórias materiais como as que acabamos de citar foi muito além, criou valores sólidos que são inalcançáveis pela sagrada ética da empresa chamada imprensa.
A Cuba do Fidel Castro foi capaz de formar médicos e médicas. Cientistas e professores que não pautam suas vidas pelo salário que recebem, mas pelo espírito de solidariedade internacionalista. É por isso que 35 mil médicos cubanos estão espalhados pelo mundo, só no Haiti existem 400 trabalhando gratuitamente faz onze anos. Mas não é somente essa quantidade de médicos a fazer trabalho humanitário, porque dentro de Cuba também existe uma grande estrutura para salvar vidas. Foi lá no país de Fidel, que os médicos do Fidel salvaram as vidas das crianças brasileiras vitimas do terrível acidente radioativo, conhecido como o caso do césio 90. Por que a caridosa e bondosa mídia não fala disso, como sendo um gesto de amor, de solidariedade e de respeito à vida?
Ao contrário de Cuba, nas ruas da mais decanta cidade do Rio de Janeiro a polícia e os criminosos vivem em permanente guerra civil, ao todo, são mais de 50 pessoas que morrem todos os dias, vítimas da violência causada pela miséria existente em nosso país. Miséria que só existe por causa do privilegio das elites, que por coincidência são donas dos meios de comunicação. Sabemos perfeitamente que a liberdade defendida pela burguesia através de sua empresa, a mídia é a liberdade de poder vender mercadoria e, assim lucrar milhões de dólares para depois irem desfrutar da riqueza em hotéis como o Burj. Al.Arob em Dubai, cuja diária custa 10 mil dólares. Essa é a verdadeira liberdade defendida pelos ricos e poderosos. Liberdade desprovida de princípios éticos para dizer todas as verdades, com por exemplo: quanto cada meio de comunicação fatura por ano, com propaganda das grandes empresas multinacionais para inculcar nas cabeças dos jovens a obrigatoriedade de comprar produtos supérfluos.
A “ética” burguesa do consumo idiota ensina diariamente através da mídia, que ser jovem significa está engajado na moda, conforme os ditames do mercado. Assim o jovem precisa comprar mais tênis, mais calças de marca, celular de última geração e em fim tudo que encontre pela frente. Nesta lógica da mercadoria venerada como um Deus, vale a pena refletir: o jovem da periferia do Rio de Janeiro, de São Paulo e de todas as outras cidades do nosso país têm o mesmo direito e liberdade de comprar e colocar no altar se seu horizonte, esses Deus Mercadorias que a “augusta” mídia os apresentam? Respondam senhores donos da verdade, da justiça e da liberdade.
A burguesia e a mídia fazem apologia a riqueza e realmente conseguem grande prosperidade, mas desgraçadamente, essa prosperidade é falsa porque existe apenas para uma parcela muito ínfima da sociedade e por outro lado é fruto do roubo que se pratica através da exploração do trabalho dos pobres. Quando um meio de comunicação faz propaganda de um tênis ou de outro produto, como se estivesse apresentando a imagem sagrada de Deus; nem se dar conta de que está plantando ilusões nas cabeças de milhões de adolescentes. Como são ilusões, por conseguinte são inalcançáveis para a maioria, logo vem às frustrações, a sensação de ser diferente, fora da moda e da onda.
Num mundo em que a ética como valor para a vida não existe, esse jovem não terá pudor em buscar um mundo mágico, através da delinqüência. Portanto não é errado afirmar que a burguesia e sua mídia são as mães da morte.
Do Brasil falamos do desapreço pelos valores e da violência urbana. Na África milhões de homens, mulheres e crianças morrem de fome e de doenças oriunda de miséria; o que faz a caridosa burguesia para ajudar os nossos irmãos africanos? Não faz nada, não condenam pela colonização e genocídio cometido contra o continente africano, simplesmente silenciam. Na Guené Bissau, por exemplo: 85% de sua população é analfabeta e as poucas crianças que freqüentam as precárias escolas são obrigadas a sentarem-se no chão. Nos Estados Unidos se prende e se tortura qualquer pessoa, basta ser suspeita de terrorismo. Atualmente milhares de afegãos, iraquianos e até brasileiros estão submetidos a infames prisões, mas contra essas prisões ninguém protesta, porque são realizadas pelos braços formosos da Deusa da Liberdade. Esse mesmo país está fazendo guerra no Iraque; hoje sabemos que os argumentos para a referida guerra são todos mentirosos, simplesmente uma farsa arquitetada pelos governos de Jeorge W. Bush e Tony Blaer. Nos primeiros dias de agosto de 1945, a América do Norte foi responsável pelos lançamentos de duas bombas atômicas, uma em Hiroxima e outra em Nagasak, cidades japonesas que foram arrasadas completamente, deixando mais de 200 mil pessoas mortas.
Para não dizer que não falei das “flores” falarei agora do “berço da civilização”, a velha Europa, tão “digna pelas suas ações humanitárias”. Em 1500 ocuparam a América, o Brasil, por exemplo, foi dividido em 12 lotes: (Capitanias hereditárias), e entregue a 12 nobres europeus, que se encarregaram de exterminar milhões de indígenas. Nossa madeira, nossos minérios e outros recursos naturais foram literalmente roubados para assegurar os privilégios do mundo civilizado.
Da África trouxeram milhões de homens e mulheres para morrer de tédio e humilhação nos campos de trabalho forçado. Ainda hoje a “civilizada Europa” continua explorando os povos do mundo inteiro, o fazem através da agiotagem internacional e precisamente pela exploração da mão de obra barata, essa é uma verdade insofismável.
Até então falei da caridosa burguesia localizando a no tempo e no espaço; agora falarei mesmo que resumidamente de seu perespirito, a mídia, entidade na qual a elite burguesa encarna os maus fluidos de seu pensamento egoísta.
Começo por perguntar: por que se calam criminosamente diante dos vários crimes ambientais cometidos pelas grandes corporações que atuam em todo o planeta, cujos efeitos negativos são catastrófica à vida? Só no Brasil despejaram em 2008, mais de 3 mil quilos de veneno por cada brasileiro. Por que não se condena esse injurioso crime contra toda espécie vivente? Por que a “valente e libertária” mídia nunca teve coragem de chamar o senhor Jeorge W. Bush, de sanguinário e criminoso de guerra, nem tampouco foi pedido para ele e seus soldados malfazejos e imorais nenhum tribunal internacional?
Por qual motivo a mídia é tão valentes e exigentes com a Cuba socialista e tão covardes e complacentes com o imperialismo norte americano?
Sendo verdadeiro que a mídia representa ética, justiça e liberdade; por que então a Infoglobo Comunicações, as Editoras Abril, a Globo, a Rádio e Televisão Bandeirantes, a Folha de São Paulo e o Estado de São Paulo; juntos devem ao INSS a fabulosa quantia de R$ 29.379.392,91?
As Organizações Globo; termo usado para a junção de várias empresas brasileiras na área de mídia e comunicação é o maior império da América Latina e um dos maiores do mundo.
A Holding Globo Comunicações e Participação S.A., controladora dos diferentes negócios do grupo (incluindo TV Globo, Globosat, Globo.com, TV Globo Internacional, Globo Filme, Editora e Som Livre), registrou receita liquida de R$ 7,6 bilhões em 2008. Penso que realmente é por esse tipo de liberdade que lutam a burguesia e a mídia. Para isso escondem por trás do direito à informação os bilhões que faturam. Esse sim, é o seu verdadeiro objetivo. Podem até falar de ética, justiça e liberdade, mas verdadeiramente são hipócritas nada fazem para que a verdadeira justiça aconteça.
Antonio Ibiapino da Silva - Membro do PT Cearense - http://www.blogger.com/comandantey@yahoo.com.br

Lançamento de candidatura de Serra agora terá discurso de FHC


Estratégia é comparar tucano e Itamar a Collor e Sarney, que apoiam Dilma

DA REPORTAGEM LOCAL
Depois de muita controvérsia, o PSDB decidiu escalar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso como um dos oradores da cerimônia de lançamento da candidatura Serra, no próximo sábado, em Brasília. Convidado em nome do PPS, o ex-presidente Itamar Franco também terá vez, caso confirme que estará presente.
Convencido de que já tem sua imagem associada à de FHC, o tucanato tenta sair da defensiva e acuar a petista Dilma Rousseff. Disposto a investir no discurso ético contra o PT, o PSDB vai comparar FHC e Itamar aos dois ex-presidentes que integram a aliança de apoio a Dilma, Fernando Collor de Mello (PTB-AL) e José Sarney (PMDB-AC).
Apoiada por integrantes do comando da campanha de Serra, a estratégia parte da constatação de que a associação é inevitável. Venceu o argumento de que a ausência, ou silêncio, de FHC dominaria os jornais caso ele não se manifestasse no evento. Além disso, a intenção é mostrar que o PSDB usará os exemplos de Collor e Sarney se o PT concentrar a disputa na comparação entre Lula e FHC.
O ex-governador de Minas e vice dos sonhos de Serra, Aécio Neves, também deverá discursar durante o lançamento.
Os presidentes do PSDB, Sérgio Guerra (PE), do DEM, Rodrigo Maia (RJ) e do PPS, Roberto Freire (PE), falarão para uma plateia de cerca de 2500 militantes. A ideia é que uma mulher também discurse.
Serra não deverá presenciar os discursos. Para que a cerimônia não se alongue, e ocorra a tempo de ocupar espaço robusto no domingo, a intenção é que chegue ao auditório somente minutos antes de seu próprio discurso, recebendo cumprimentos apenas depois.
Na semana passada, a participação de FHC foi objeto de polêmica. Enquanto alguns tucanos sugeriam que ele nem sequer fosse à cerimônia, outros insistiam na avaliação de que o tucanato errou ao não apoiar o legado de seu ex-presidente.
Contrariado com a exposição do debate, FHC chegou a afirmar que Serra teria de defender seu governo, do qual foi duas vezes ministro. (CATIA SEABRA)

GOVERNO LULA:Classe C já é maior que a população de todo o País em 1970

O Estado de S.Paulo
A classe C reúne hoje 92,8 milhões de pessoas, 49% da população do País. Esse contingente é superior ao total da população brasileira em 1970. Segundo pesquisa da Cetelem, de 2008 para 2009, 8,2 milhões de pessoas subiram para esse estrato social. Em cinco anos, foram 30 milhões. A pesquisa segue a estratificação social por classes da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (Abep). Essa classificação considera a posse bens das famílias e o grau de instrução, não apenas a renda.

MENSALÃO DO DEM: Mais corrupção será revelada no DF, diz Gurgel

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, disse haver ainda mais casos de corrupção a serem revelados no governo do Distrito Federal.
Segundo ele, a corrupção estava "disseminada" na gestão de José Roberto Arruda (sem partido), cassado em março.
"Há indícios de que haveria muito mais em termos de irregularidades e de corrupção disseminada pela máquina administrativa do Distrito Federal", disse o procurador-geral.
Para ele, o Supremo Tribunal Federal deve acelerar a análise do pedido de intervenção, pois seria "superficial" a normalidade do atual governo. "Continuamos com problemas graves seja no Executivo, seja no Legislativo do DF."
Gurgel disse ainda que a eleição indireta, no próximo dia 17, não é suficiente para acabar com a crise. PT e PSDB devem divulgar os candidatos hoje. O governador interino, Wilson Lima (PR), concorrerá.
O candidato do DEM será o ex-deputado Osório Adriano. Ele foi suplente de Alberto Fraga, que integrava a gestão Arruda. Adriano cedeu uma vaga no seu gabinete para a contratação da empregada da casa de Fraga.

06 Abril 2010

Casa Civil rebate reportagens distorcidas de jornal sobre o PAC

A assessoria de imprensa da Casa Civil da Presidência da República enviou carta à Folha de S. Paulo em que desmente reportagens e rebate análise do diário a respeito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O documento da Casa Civil inclui vários dados sobre a implementação do programa, iniciado em 2007.

Leia a íntegra do documento:
"Encaminhamos informações oficiais sobre o Programa de Aceleração do Crescimento. Com isto, esperamos contribuir para evitar erros como os que ocorreram nas últimas reportagens e no editorial deste jornal, na semana passada.

Somando os investimentos em obras concluídas e em andamento, o governo federal executou 63,3% dos R$ 638 bilhões previstos no PAC para o período 2007-2010, ou R$ 403,8 bilhões. O percentual de ações concluídas é de 40,3%, ou R$ 256,9 bilhões. A parcela do investimento público (OGU e estatais) no PIB subiu de 1,6% para 2,9%, entre 2006 e 2009 (dados até 31/12).

Em valor, 69% dos empreendimentos do PAC 2 são novos. Apenas 31% das ações integram o PAC 1 e sua conclusão já estava prevista para depois de 2010. Todas as obras com previsão de conclusão até 2010 não estão incluídas no PAC 2.

Ao contrário do que afirma a Folha, os investimentos em drenagem urbana e contenção de encostas do PAC 2 nada tem de "apelo eleitoral". Eles se justificam diante das cenas de calamidade pública nas metrópoles, a cada chuvarada, estampadas por todos os jornais.

O novo agrupamento do PAC 2 em seis eixos tem por objetivo favorecer o acompanhamento e o controle social sobre o programa. 5. Em relação à coluna de Fernando Canzian (Brasil, 30/3), o jornalista acessou a página do PAC e não viu no menu o item Relatórios, à esquerda do item Publicidade que tanto chamou sua atenção. Para ajudá-lo, segue um resumo das ações concluídas até dezembro de 2009: Logística - R$ 40,5 bilhões; Geração de Energia Elétrica -R$ 13,6 bilhões; Transmissão de Energia Elétrica -5,1 bilhões; Petróleo, Gás Natural e Combustíveis renováveis - R$ 53,7 bilhões; Social e Urbano - R$ 144 bilhões."
http://www.ptnacamara.org.br/

"Prêmio "O Corvo do Ano" 2010"


Carta Maior - 06/04/2010

Emir Sader*

Carlos Lacerda foi o fundador do PIG. Ex-comunista – como convém a um extremista de direita – publicou um livro denunciando o Partido Comunista. Passou a ser o principal líder golpista, renomado por ser dos que literalmente batia nas portas dos quartéis (chamados de “vivandeiras de quartel”), insuflando o golpe nos seus inflamados golpes e discursos no Congresso.


Pró norteamericano militante, anti-nacionalista, anti-getulista, frontalmente contra o movimento sindical e todos os movimentos populares, adepto militante da SIP (Sociedade Interamericana de Prensa, vetusto lugar de coordenação da imprensa mais reacionária, pró-EUA e golpista do continente, até hoje) – Lacerda tinha todo o perfil do reacionário de carteirinha.

Entre outras sandices antidemocráticas, disse: “Getúlio não dever ser candidato à presidência, se for, deve ser derrotado; se ganhar, não deve tomar posse, se tomar posse, deve ser derrubado por um golpe”. Chamava JK de “ladrão” e outras coisas mais dessa ordem, típicas de uma revista semanal, herdeira atual do Lacerda.

Foi chamado de “corvo”, pelo cheiro de carniça de tudo o que tinha a ver com ele – golpe, ditadura, massacre de mendigos no Rio, imprensa de direita, denuncismo dos “subversivos”. Acreditava que o golpe – que ele tanto pregou – tinha sido feito para tirar seus maiores adversários nas eleições programadas para 1965, JK e Brizola, deixando o campo livre para que fosse eleito ou praticamente nomeado pelos militares.

Enganou-se e terminou a vida penosamente: quando seus ideais se realizavam, com um governo em que seu companheiro de partido, a UDN, Juracy Magalhaes, primeiro ministro de Relações Exteriores da ditadura afirmava “O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil” (sic), um governo que escancarou a entrada de capitais externos, prendeu, torturou, fuzilou, desapareceu os que considerava “subversivos”, o corvo não tinha lugar. Morreu sem pena nem glória, como um “corvo”.

Hoje vários jornais e jornalistas se candidatam a ser os corvos dos tempos atuais. Vamos fazer a lista dos candidatos e no fim do ano decidiremos quem merece o prêmio, numa batalha que, desde já, sabemos que será muito dura, tantos e tão medíocres são os candidatos.

Arrisco um primeiro candidato: Otávio Frias Filho, pela “ditabranda”, pelas acusações falsas, pelo silêncio sobre o que não lhe agrada.

Indiquem vocês os outros candidatos, controlemos seus desempenhos – frenéticos em ano de campanha eleitoral – e no fim do ano decidiremos quem merece o prêmio “O corvo do ano” 2010.

DEUZELI GOLDMAN, A DONDOCA CANSADA

Com a saída do Serra, o governo de SP passa para o vice, Alberto Goldman, marido da dondoca cansada Deuzeli Goldman. Segundo a jornalista Mônica Bergamo, a dondoca cansada tem aversão ao presidente Lula, ao governo Lula. Justifica dizendo que o "Serra não gosta do Lula”. A dondoca cansada disse também que é contra o programa Bolsa Família. Como plano de governo, ela vai encabeçar a campanha do agasalho para os pobres moradores de rua e que vai cuidar de plantinhas no parque da Água Branca. Muito inovador. De minha parte, a recíproca é verdadeira: tenho aversão ao Serra e à essa dondoca cansada, a Deuzeli Goldman. É que a elite burra cansada cansa. Essa dondoca cansada não pensa, não enxerga e não sabe o quanto o presidente Lula fez de bom para o país e para o povo brasileiro. Ela diz que tem aversão ao governo Lula e não consegue explicar por que. Porque é muito burra. Na verdade, ela tem horror a pobre e o governo Lula beneficiou principalmente os pobres, os que eram excluídos da sociedade no governo do FHC do PSDB, que o seu marido Goldman tanto defende. É muito bom que essa dondoca cansada abra a boca, pois cada vez que essas burras abrem a boca são menos votos para o Serra: acabam revelando o que farão se forem eleitos. Sergio Guerra, ex-membro da quadrilha conhecida como "anões do orçamento", já disse que vai acabar com o PAC. FHC disse que o Serra foi o maior entusiasta das privatizações, que Serra deu grande estímulo para privatização da Vale. E a dondoca cansada revela que eles podem, sim, acabar com o Bolsa Família, que tirou mais 12 milhões de famílias da pobreza extrema. Fala mais, Deuzeli Goldman, fala mais, revela como o Serra pretende prejudicar o povo brasileiro e o país, se por uma imensa desgraça for eleito. Fale, conte tudo, revele todo o ódio que o PSDB e o Serra sentem por Lula, o melhor presidente do Brasil em todos os tempos.
Jussara Seixas


Vox Populi dispara contra críticas da Folha

"Quem tem de se explicar é o Datafolha", afirma João Francisco Meira, diretor-presidente do Vox Populi. Ele critica ainda a Folha por não ouvir o instituto ao questionar sua metodologia

Por: Anselmo Massad, Rede Brasil Atual

São Paulo - Diante dos questionamentos a respeito dos resultados da pesquisa eleitoral do Vox Populi, o diretor-presidente do instituto João Francisco Meira critica a cobertura da Folha de S.Paulo e enseja ir ao ataque. "Quem tem de se explicar é o Datafolha", afirma em entrevista à Rede Brasil Atual.

Divulgada no sábado pela Band, o levantamento mostrou ascensão da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, que empatou tecnicamente com o nome do PSDB ao cargo, José Serra. O ex-governador de São Paulo aparece com 34% das intenções de voto contra 31% da ex-ministra da Casa Civil. A margem de erro é de dois pontos percentuais.


Um dos principais questionamentos ao levantamento do Vox Populi diz respeito à ordem das perguntas. Primeiro, os entrevistados eram interrogados sobre o conhecimento prévio dos pré-candidatos. Depois, demandava-se a intenção de voto. "Nossos levantamentos são feitos da mesma forma há anos, sem alteração", defende-se Meira.

Admitindo-se irritado com "essa conversa sobre nosso questionário", ele defende a opção adotada pelo instituto. "Quem disse que perguntar sobre o conhecimento do candidato influencia na intenção de voto? O contrário é que sim", critica.

Para o cientista político, a ordem é necessária porque as questões sobre a preferência do eleitor incluem apresentar diferentes listas de candidatos aos entrevistados. Depois de ler os nomes nas cartelas, os participantes poderiam dizer que ouviram falar de um dos concorrentes apenas porque viram seu nome entre as opções apresentadas.

A diferença de metodologia entre os realizadores de pesquisas eleitorais poderiam ser reduzidas, na visão de Meira, com diálogo entre as empresas, mas não há disposição para isso. "É uma discussão que deveria estar no plano técnico mas, por uma opção editorial, dão outro rumo", lamenta.

"O Vox Populi tem um modelo, falamos na casa das pessoas, damos tempo para elas responderem, nossas pesquisas podem ser auditadas a qualquer tempo", pondera. "O Datafolha faz entrevistas na rua, sem verificar se a pessoa mora mesmo na cidade", compara.

Meira lembra que outros institutos como o Sensus e o Ibope trouxeram tendências semelhantes às contatadas pelo Vox Populi. Ainda segundo ele, o único com dados divergentes foi o Datafolha. "Na pesquisa de março, (os técnicos do Datafolha) não publicam detalhes, e as explicações que deram não batem", critica. As mudanças no cenário, relacionadas ao fim dos problemas com as chuvas em São Paulo e o crescimento sem causas específicas na região Sul foram as razões apresentadas pelo Datafolha.

Segundo Meira, a principal diferença entre os institutos é que o Datafolha faz parte de um grupo de comunicação que tem um jornal de grande circulação. "Não posso brigar com um jornal como esse", sustenta. "Enviamos uma nota ainda no sábado para o jornal (Folha), mas nenhuma linha foi publicada. Queria saber se o manual de jornalismo que eles dizem respeitar está sendo respeitado neste caso", ataca.

Apesar das duras críticas, Meira defende que os quatro principais institutos de pesquisa do país têm capacidade de projeção semelhante nas proximidades do pleito. Para isso, cita estudos de Marcos Figueiredo, do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj).
Resultados

Para João Francisco Meira, o levantamento de abril é um marco no processo de campanha porque é o último produzido antes da desincompatibilização dos candidatos. Nas próximas edições, os eleitores lidarão com personalidades na condição de pré-candidatos e não ministro ou governador – no caso dos dois primeiros colocados. "Agora, ambos estão livres da condição de mandatários para se movimentar em debates pelo país ou dar entrevistas na TV e no rádio", aposta.

Em relação a Dilma e Serra, os percentuais estão relacionados à projeção obtida nas propagandas políticas obrigatórias de seus respectivos partidos. De um lado, a pré-candidata petista conseguiu um importante embalo pela exposição da propaganda partidária de dezembro. Mais recentemente, recebeu um impulso ligado ao maior conhecimento de que seu nome é endossado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Do outro lado, José Serra conteve a queda também por contar com maior espaço nas inserções de TV e rádio.

Esse conjunto, segundo Meira, explicaria os quatro pontos percentuais a mais recebidos por Dilma e a estabilização de Serra.

Governo Lula é aprovado por 92% dos jornalistas, diz pesquisa


O estudo “A cabeça do jornalista: opiniões e valores políticos dos jornalistas no Brasil” mostra que o governo Lula tem aprovação de 92% dos profissionais de imprensa. A pesquisa foi realizada com 212 jornalistas de mais de 70 veículos distribuídos em 42 municípios de 23 estados.

Os entrevistados também avaliam que a imprensa faz uma cobertura justa do governo. Para 45% deles, a mídia é adequadamente crítica, contra 34% que a consideram complacente e 18%, crítica em excesso.

O estudo também avaliou a percepção dos jornalistas sobre a atuação do Congresso Nacional: 73% dos pesquisados consideram o trabalho desenvolvido pelos parlamentares como ruim ou muito ruim.

O levantamento avaliou o posicionamento político dos profissionais de imprensa do País. 52% declararam preferência pela esquerda ou centro-esquerda, contra 23% de centro e 12% de centro-direita ou direita. 13% preferiram não se posicionar.

O pertencimento a partidos políticos também foi questionado. Dentre os pesquisados, apenas 15% declararam identificação com alguma legenda. Destes, 48% identificam-se com o PT, 25% com o PSDB. A lista segue com PC do B, PSol, PDT, PMDB e PV.

Sobre a situação da imprensa, 74% dos pesquisados afirmaram que o jornalismo brasileiro está na direção correta. Entretanto, existem problemas a serem enfrentados. Os mais citados no estudo foram a baixa atenção dada a temas complexos, falta de contato dos jornalistas com seus públicos e a redução dos assuntos cobertos.

A pesquisa foi publicada na revista Comunicação & Política volume 27 e está disponível aqui.

Fonte: Comunique-se

Dilma hoje em Ouro Preto e São João Del-Rei

Dilma Rousseff, visita hoje, dia 6, as cidades históricas de Ouro Preto e São João del-Rei, em Minas Gerais.

Às 12h, na Câmara Municipal de Ouro Preto, Dilma concede uma coletiva de imprensa.

De lá ela segue para o Memorial da Inconfidência, onde depositará coroa de flores em homenagem às pessoas que lutaram pela independência de Minas.

Às 13h, Dilma almoça com prefeitos no Restaurante Chafariz.

Às 15h ela visita a Igreja de Nossa Senhora do Pilar.

Às 15h30, segue para São João del-Rei.

Na cidade de São João del-Rei, Dilma deposita, às 17h30, coroa de flores no túmulo do ex-presidente da República Tancredo Neves.

Às 18h30 ela visita obras do Reuni, no campus da Universidade Federal de São João del-Rei (UFRJ).

Palestra no Teatro Municipal, às 20h, aberta à comunidade

Dilma ministra, às 20h, palestra no Teatro Municipal. O evento é aberto à comunidade.

Às 21h30 ela jantará com lideranças políticas da região, no restaurante Le Gardien.

Quarta-feira em BH

Na quarta-feira, dia 7, Dilma Rousseff recebe às 9h a imprensa, em Belo Horizonte. Às 11h ela participa de reunião e almoço na Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).

Dilma ministra às 18h a palestra Juventude em debate, na casa de espetáculos Music Hall (Avenida do Contorno, 3.239, Santa Efigênia ). Veja o cronograma logo abaixo. A agenda pode sofre mudanças.


Agenda em Minas

Terça-feira (6)

12h – Coletiva de imprensa na Câmara Municipal de Ouro Preto e, logo em seguida, visita ao Memorial da Inconfidência

13h – Almoço com prefeitos no restaurante Chafariz

15h – Visita à Igreja de Nossa Senhora do Pilar

15h30 – Embarca de helicóptero para São João del-Rei

16h – Chegada ao aeroporto de São João del-Rei

17h30 – Visita o túmulo do ex-presidente Tancredo Neves

18h3 – Visita obras do Reuni, no campo da UFSJ

19h30 – Recebe homenagem da UFSJ e ministra palestra no Teatro Municipal

21h30 – Jantar com lideranças políticas no Le Gardien

Quarta-feira (7)

9h – Conversa com a imprensa em Belo Horizonte

11h – Reunião e Almoço na Fiemg

18h – Ministra a palestra Juventude em debate no Music Hall

http://www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com/


PSDB inclui FHC no rol de oradores de ato pró-Serra


Folha
Depois de muito hesitar, a direção do PSDB decidiu incluir Fernando Henrique Cardoso na lista de oradores do megaevento programado para sábado (10).
Concluiu-se o obvio: o silêncio a FHC viraria notícia instantânea. Iria às manchetes como algo mais relevante que o próprio discurso de Serra.
Pior: calado, FHC se converteria em munição para Lula, o PT e a rival Dilma Rousseff.
A cerimônia de sábado será o ato inaugural da campanha presidencial de Serra. Coisa concebida para aclamar o candidato.
Além da tribo tucana, convidaram-se lideranças do DEM e do PPS, os dois partidos que já se juntaram à caravana de Serra.
Inicialmente, previra-se que apenas quatro pessoas levariam os lábios ao microfone.
Além de Serra, só os presidentes das três legendas: Sérgio Guerra (PSDB), Rodrigo Maia (DEM) e Roberto Freire (PPS).
Provocado por repórter, há duas semanas, FHC dera-se por conformado. Dissera que, em eventos do gênero, o essencial é ouvir o discurso do candidato.

Nos subterrâneos, porém, o ex-presidente ruminava seus rancores. Dizia que o partido hesitava em defender um legado do qual se orgulha.
O PSDB poderia convidar o Arruda, se ele não estivesse preso. Afinal ele seria vice do Serra, Serra até disse "vote em um careca e leve dois". Ou pode convidar o Roriz que teve encontro com FHC para gentilmente oferecer palanque para o Serra. O Eduardo Azeredo réu no mensalão de MG não vai ser convidado, não vai falar nada? E a Yeda Crusius quase cassada no RS também estará presente, vai falar? Assistir FHC ao lado do Serra defendo as privatizações escusas, o caos econômico e social, o apagão, o desemprego recorde de seu trágico governo não tem preço.

GOVERNO LULA:Petrobras exporta volume recorde de petróleo em março

SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras informou nesta segunda-feira ter registrado em março volume recorde de exportação de petróleo, com 733 mil barris por dia.
No mês, o volume exportado, de acordo com comunicado da estatal, atingiu 22,73 milhões de barris.
A melhor marca mensal de exportação de petróleo pela companhia, anteriormente, havia sido registrada em dezembro de 2008, com 113 mil barris diários.
Os Estados Unidos foram o destino de 32 por cento dos embarques, seguidos pela Índia (22 por cento), China (20 por cento), Europa (18 por cento), e o Japão e Canadá (4 por cento).
Os volumes referem-se às saídas físicas do Brasil no mês de março. Os faturamentos dessas cargas ocorrerão ao longo dos meses de abril e maio de 2010, informou a companhia em um comunicado.

Desemprego cai e muda de patamar

Sergio Lamucci, de São Paulo
Valor Online
Com a expectativa de crescimento expressivo da demanda, as empresas têm aumentado as contratações

O mercado de trabalho iniciou o ano bastante aquecido. Em fevereiro, a taxa de desemprego ficou em 7,1%, com ajuste sazonal, a mais baixa da série iniciada em 2001, segundo cálculos da Rosenberg & Associados. Com a expectativa de crescimento expressivo da demanda, as empresas têm aumentado as contratações.

Há intensa criação de vagas com carteira assinada - só no primeiro bimestre houve a geração de 390,8 mil postos formais. Com a consolidação de um crescimento econômico mais elevado e menos volátil, a desocupação parece ter mudado estruturalmente de patamar, muito abaixo dos dois dígitos que se observavam até 2006. Para analistas, a força do mercado de trabalho ajuda a pressionar a inflação, sendo um dos fatores que levarão o Banco Central a elevar os juros neste mês.

Alunos do ProUni ganham bolsa para estudar na Universidade de Salamanca

Ver 10 jovens brasileiros alunos do ProUni selecionados para estudarem com bolsa na Universidade de Salamanca, na Espanha, é a maior gratificação que um governo e seu Ministério da Educação podem ter, porque significa que a política adotada está dando resultados, afirmou o presidente Lula durante encontro em Brasília com os 10 estudantes brasileiros (oito homens e duas mulheres) que seguirão para a Espanha no próximo dia 12 de abril -- são três do Paraná, dois de Minas Gerais, dois de São Paulo, um do Maranhão, um da Bahia e um do Espírito Santo.

"O orgulho de ver vocês irem estudar fora, com bolsa de estudos garantida, é porque quando nós criamos o ProUni havia muita gente que não acreditava que o ProUni fosse dar certo, havia muita gente que achava nós íamos nivelar o ensino por baixo. Aliás teve gente que publicou em manchete: “Governo Lula nivela educação por baixo”, porque vai colocar na universidade jovens da periferia que estudaram em escolas públicas. A ida de vocês, a nota que vocês tiraram para poder ganhar essa bolsa, é na verdade a gratificação que nós queríamos, o pagamento que um governo, um ministro da educação quer, é de ver que a política adotada por ele teve uma retribuição extraordinária pelos alunos que estudaram", disse o presidente.

Rubens, Alessandro, Andrei, Danilson, Diogo, Alcino, Thiara, Tâmira, Rômulo e Douglas formam a primeira seleção de estudantes bolsistas do ProUni que vão alçar voo internacional. Foram apresentados ao presidente Lula e ao ministro Fernando Haddad (Educação) como símbolos do programa que tem por objetivo formar jovens que, em condições normais, não teriam como competir por uma vaga na universidade com alunos de famílias da classe média brasileira. Dentro dos próximos dias, desembarcam em Salamaca, na Espanha, para estudarem na universidade local. Serão engenheiros químicos, engenheiros em informática, farmacêuticos, pedagogos, engenheiro civil, comunicador visual e matemático.

“O grupo está bastante unido. Seremos um pedacinho do Brasil em Salamanca”, afirma Tâmira Elis Gressoni, que antes de conquistar a bolsa, estava na Polícia Militar de São Paulo, num trabalho administrativo voluntário. Danilson Almeida Silva é maranhense da cidade de Caxias. Apesar do “oceano de distância” que o separa de sua família, o jovem acredita que é uma oportunidade de mostrar que o Maranhão “tem também excelentes escolas públicas”.

Além do financiamento dos estudos, todos terão direito a uma passagem de ida e volta para o Brasil “para matar a saudade da família”, lembra Alessandro Veiga de Oliveira. Como contrapartida, o compromisso de todos retornarem ao Brasil tão logo concluam os respectivos cursos. No próximo ano, mais dez alunos serão selecionados. O convênio com a Universidade de Salamanca engloba bolsas para 40 jovens.

O Blog do Planalto conversou com os jovens. Assista o vídeo:

NOVA PESQUISA SENSUS

Está protocolada no TSE a pesquisa SENSUS: Protocolo 7594/2010
Contratada SENSUS DATA WORLD PESQUISA E CONSULTORIA S/C LTDA
Teremos grandes emoções no final de semana. Será que a SENSUS também vai desmascarar a Datafolha? Além da pesquisa para presidente ela também vai pesquisar a preferência dos eleitores pelos partidos políticos. A pergunta é: "Com qual Partido Político o Sr(a) mais se identifica, ou tem mais simpatia:" Está resposta eu vou antecipar, vai dar PT na cabeça. Tucanos e demos já estão histéricos. Aguardemos

05 Abril 2010

Lula é segundo governante mais bem avaliado do continente, diz levantamento

Do UOL Notícias
Em São Paulo
Aprovação dos governantes americanos*
Mauricio Funes
(El Salvador) 83%
Luiz Inácio Lula da Silva
(Brasil) 76%
Ricardo Martinelli
(Panamá) 69%
Evo Morales
(Bolívia) 66%
Álvaro Uribe
(Colômbia) 63%
Leonel Fernández
(República Dominicana) 57%
Felipe Calderón
(México) 53%
Fernando Lugo
(Paraguai) 50%
Barack Obama
(Estados Unidos) 48%
Álvaro Colom
(Guatemala) 43%
Óscar Arias
(Costa Rica) 42%
Rafael Correa
(Equador) 41%
Cristina Kirchner
(Argentina) 35%
Stephen Harper
(Canadá) 26%
Alan Garcia
(Peru) 26%
Daniel Ortega
(Nicarágua) 26%

*Com informações da Consultoria Mirofsk (abril 2010)
Após mais de sete anos no poder, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o segundo governante mais popular das Américas, atrás apenas do presidente salvadorenho, Maurício Funes, segundo dados coletados pela consultoria mexicana Mitofsky.

“Como em quase todo seu mandato, que já está acabando, [Lula] aparece no grupo dos mais bem avaliados”, afirma o relatório divulgado neste domingo (4), destacando que o presidente brasileiro tem 76% de aprovação após 88 meses no governo.

O primeiro da lista, Maurício Funes, tem hoje 83% de aprovação, um ano após ter sido eleito para o cargo, que assumiu em junho de 2009.

Em seguida, com avaliação “alta”, aparecem os presidentes Ricardo Martinelli (Panamá), Evo Morales (Bolívia), Álvaro Uribe (Colômbia) e Leonel Fernandez (República Dominicana).

Com 48% de popularidade, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, está entre os líderes de aprovação “média”, ao lado do mexicano Felipe Calderón e do paraguaio Fernando Lugo.

Álvaro Colom (Guatemala), Oscar Árias (Costa Rica) e Rafael Correa (Equador) registraram avaliação “baixa”. No pé da lista, com popularidade em 35%, está a presidente Cristina Fernandez de Kirchner (Argentina), que agora deixou o último lugar.

Os governantes com maiores índices de desaprovação são os presidentes Alan Garcia (Peru) e Daniel Ortega (Nicarágua), e o premiê Stephen Harper (Canadá), que dividem o último lugar da lista, com 26% de avaliações positivas.

A maior queda desde o último levantamento foi sofrida pelo panamenho Martinelli, que assumiu o poder com altíssimos 91%, e hoje está com 69% de aprovação.

Segundo as informações da consultora Mitofsky, a popularidade média dos chefes de governo americanos caiu três pontos percentuais desde dezembro de 2009, atingindo a marca de 51% em março de 2010. Em dezembro de 2003, quando foi feito o primeiro levantamento desse tipo, a média de aprovação era de 38%.

A consultoria mexicana elabora os rankings de popularidade a partir de levantamentos feitos por ela mesma e por outros institutos de pesquisa.

"Esse tipo de avaliações são apenas uma forma de medir o trabalho realizado por cada um dos presidentes ou primeiro-ministros e que podem ou não mostrar totalmente a eficiência e os sucessos de suas administrações", afirmam os autores do levantamentamento no relatório divulgado.

Por falta de dados, alguns governantes não foram incluídos no levantamento, entre os quais o venezuelano Hugo Chávez, o hondurenho Porfírio Lobo, o chileno Sebastián Piñera e o uruguaio José Mujica.

'Internet pode ser decisiva', diz coordenador da campanha de Dilma

Ex-diretor da Campus Party Brasil, Marcelo Branco será o estrategista de redes sociais para a campanha da petista

estadão.com.br
O ex-diretor da Campus Party Brasil Marcelo Branco oficializou nesta segunda-feira, 5, que será o estrategista de redes sociais para a campanha de Dilma Rousseff, candidata à presidência pelo PT. Branco foi contratado pela Pepper Comunicação Interativa vai trabalhar com os americanos Scott Godstein e Joe Rospars, responsáveis pela campanha de mídias sociais de Barack Obama em 2008, além de Ben Self e Andrew Paryze, especialistas em marketing digital da Blue State Digital.

De acordo com o ex-coordenador da Associação do Software Livre, o trabalho terá em vista a base militante de PT e PMDB pela internet. Para Branco, 'não tem como fazer uma campanha na internet com uma hierarquia muito superior entre os políticos e os cidadãos'. Sobre a relação da ex-ministra com as novas tecnologias, acrescenta: 'A Dilma tem uma história relacionada à tecnologia'. Leia abaixo os principais trechos da entrevista ao estadão.com.br.

Qual será o seu papel na campanha de Dilma Rousseff na internet?

Vou compor a equipe e minha responsabilidade maior será a estratégia de mobilização e comunicação nas redes sociais. Nós vamos pegar a experiência do pessoal do Obama, mas a estratégia será feita do lado brasileiro da campanha. Claro que nós estamos subordinados à estratégia geral da campanha, que o comitê de campanha é com sua coordenação através do (Fernando) Pimentel. Nós não somos um ente à parte da campanha geral.

Como se fossem parte de uma mesma equipe?

Sim, estamos alinhados com a campanha geral, mas desdobrando a estratégia geral para o cenário da internet, das redes sociais. Nós não vamos trabalhar com a ideia de destruir reputaçãoes. Não é uma prática que vamos usar na campanha, nem a contratação de posts pagos. As pessoas que vão se envolver na campanha - independentemente de serem contratadas ou não - vão sendo pagas para postar notícias favoráveis à candidatura.

Como as pessoas que são pagas para ficar com bandeiras no semáforo?

Já está acontecendo. Se você pesquisar, vai ver que algumas candidaturas já têm indícios de estarem usando blogueiros conhecidos para destruir reputações. Mas não é o nosso caso. A coligação que apoia a Dilma tem à frente os dois maiores partidos políticos do Brasil que são o PT e o PMDB. Além disso, ela tem uma coligação de pártidos de esquerda, que tem um caráter militante. Todos os militantes usam a internet de um jeito ou de outro. O nosso objetivo é de que esses militantes auxiliem na nossa estratégia de esclarecimento e de um debate político de alto nível na internet. Como somos do governo, a baixaria não pode ser uma linha que nos beneficia. Pelo contrário, nós temos muitas coisas boas para mostrar e comparar com o governo anterior, que representa o nosso adversário, que é o Serra.

Isso não pode prejudicar alguma candidatura? Como o TSE vai monitorar tudo isso?

Estamos todos aprendendo a fazer campanha na internet, tanto as coodenações dos partidos como os eleitores. Acho que entender uma campanha na internet é entender uma campanha de milhares de pessoas, diferente da campanha de rádio, TV e jornal, que podia ser feito centralizado por uma agência e à noite vai para o ar. Não tem como fazer uma campanha na internet sem organizar sua base de apoiadores já existentes. Acho que todo mundo vai aprender com essa eleição. Não acredito que existam supergurus da internet. O pessoal da Blue State era ativista do Partido Democrata.

Um boato pode correr o mundo muito rápido. Essa não é uma preocupação?

Claro, mas para mim é uma prática que agrega muito pouco.

Mas e os boatos que uma pessoa física pode jogar na rede?

As pessoas que têm uma reputação na internet tem de zelar por elas. Uma das formas não é disseminar notícias falsas. Essa pessoa existe e depois vai ser cobrada. Ninguém vai ser contratado para fazer post pago, por exemplo.

Qual é a importância da conversa entre os internautas?

Esse espaço horizontal de discussão é muito importante porque ele vai estabelecer um processo de politização. Os grandes temas nacionais certamente estarão em debate e vai ser a chance de o eleitor e o candidato se aproximarem, porque não tem como fazer uma campanha na internet com uma hierarquia muito superior entre os políticos e os cidadãos. Pela primeira vez na história da humanidade eles estão na mesma plataforma. O nosso maior objetivo vai ser aprofundar essa discussão que o Brasil já vem fazendo do governo Lula.

Isso pode definir votos?

Dependendo do grau de polarização, a internet pode ser decisiva no processo. Mas temos de entender a internet com dois objetivos. Um deles é fazer a guerra de comunicação na rede. O outro é auxiliar a organização com a vida offline - para fazer esclarecimentos fora da rede. Queremos fazer uma campanha junto dos apoiadores. Não dá para fazer uma campanha centralizadora nas redes sociais.

Como vai ser a atuação de Dilma com os eleitores durante a campanha?

A Dilma tem uma história relacionada à tecnologia. Ela é uma pessoa que sempre, dentro das discussões, esteve presente como técnica. Ela está sempre com o notebook.

Dilma vai ter twitter?

Sim, estamos chegando hoje a Brasília, mas tudo já está sob orientações da própria candidata.

CHARGE DO BESSINHA


OS CABEÇAS DE BAGRE QUEREM O PODER

O tal Instituto Millenium, que reúne uns zé-manés direitistas, armou um circo para ecoar a gritaria histérica de que o governo Lula queria controlar a mídia. Dizem os cabeças de bagre do tal Instituto que o governo queria determinar o que deve e o que não deve ser notícia na mídia. Mentira, quem faz a censura da mídia é a própria mídia, os donos dos jornalões, os donos das emissoras de TV, rádio, e seus assalariados demotucanos. A coisa funciona da seguinte maneira: o que é bom para o governo Lula a gente esconde, o que é ruim a gente inventa e alardeia. E de modo inverso para o governo Serra do PSDB: o que é ruim a gente esconde, o que é bom a gente inventa e mostra. A censura da mídia pela mídia é tão vergonhosa e tão explícita que o Bonner, aquele do no JN, disse que só pesquisa do IBOPE e do Datafolha serão divulgadas. Pesquisa do Vox Populi ou da SENSUS eles não divulgam. Por que só Datafolha e IBOPE ? Por que a Globo, o JN, um veículo de informação, se recusa a divulgar pesquisas que não sejam do IBOPE e do Datafolha? Qual é o acordo entre eles, qual é a explicação? Dizer que a pesquisa Vox Populi foi pedida por outra emissora, no caso a Band, então por isso não divulgam, é chamar o povo de idiota, pois após a divulgação pela Band, a notícia é pública e qualquer outro meio de comunicação poderá divulgá-la. Por que a Globo, tão ávida em divulgar polêmicas usando analistas, comentaristas, cientistas políticos, não analisou nem comentou a imensa diferença entre as pesquisas Datafolha e Vox Populi? Nem o blog do Noblat, sempre chegado em divulgar pesquisas, hospedado na Globo, divulgou a pesquisa Vox Populi; não fez comentário, na maior cara de pau fez de conta que não sabe, não viu. Está em pleno vapor o que disse a presidente da ANJ, Judith Brito: "Na situação atual, em que os partidos de oposição estão muito fracos, cabe a nós dos jornais exercer o papel dos partidos (da oposição).” (Judith Brito, diretora-superintendente da Empresa Folha da Manhã S.A., que edita a Folha de s. Paulo e presidente da ANJ (Associação Nacional de Jornais), em discurso na Fecomercio, 18/03/2010). A mídia não será imparcial, a mídia vai trabalhar para eleger o Serra, a mídia fará oposição ao governo Lula, mesmo que ele seja o melhor presidente que o Brasil já teve para a imensa maioria do povo brasileiro. A mídia, o PIG (Partido da Imprensa Golpista), com seus cabeças de bagre, querem governar o Brasil através do Serra, que desvia dinheiro da Saúde, da Educação, da Habitação e do Transporte para a elite paulista e para a mídia. Fiquem de olho nos contratos milionários do governo Serra com a editora Abril, Folha de São Paulo, Estadão, Globo e outros grupos de comunicação.
Jussara Seixas

Dilma: 'Debate centrado na ética é muito bom para gente'


AE - Agência Estado
Em sua primeira entrevista depois de sair do governo, a pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que o PT não se assusta com a discussão da questão ética - conforme proposto por José Serra, pré-candidato do PSDB, ao fazer um balanço de sua gestão em São Paulo. "Esse debate é muito bom para a gente", afirmou ela, dando como exemplo "tudo o que foi feito" nas operações da Controladoria-Geral da União com a Polícia Federal (PF).

"Se teve um governo que levantou o tapete, foi o governo Lula. Antes não apareciam denúncias, porque ninguém apurava." Sem citar nomes, ela criticou a atuação da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante o governo do tucano Fernando Henrique Cardoso. "Acabamos com a figura do engavetador-geral. Onde está o engavetador? A União não engaveta mais nada", disse. "Nos sentimos muito à vontade em fazer essa discussão."
Dilma reconheceu as falhas no sistema de saúde e propôs aumentar os investimentos em educação. "Dá para aumentar progressivamente os investimentos. Não podemos esquecer que teremos recursos da exploração do pré-sal", afirmou a petista, ao responder se seria possível a verba da educação atingir 10% do Produto Interno Bruto (PIB) - hoje não chega a 5%. "Temos que investir em educação para sermos de fato um país de liderança mundial."
A ex-ministra da Casa Civil afirmou que os rivais terão de mostrar propostas para o País não ficar estagnado: "O Serra que me desculpe, mas ele não foi só ministro da Saúde. Foi ministro do Planejamento. Planejou o quê?" A petista concedeu a entrevista de improviso, ao ar livre, ao final de uma caminhada pelo Parque da Península dos Ministros, no Lago Sul, bairro onde mora em Brasília. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

PCdoB realiza ato político em apoio à candidatura de Dilma Rousseff

No próximo dia 08 de abril o PCdoB realizará ato partidário para manifestar seu apoio à pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff. O evento acontecerá no Centro de Convenções em Brasília e reunirá lideranças partidárias de todo o país e artistas membros doPartido para expressar a opinião que Dilma Rousseff é a pessoa mais preparada para dar prosseguimento ao ciclo político inaugurado com a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O PCdoB ratificará os compromissos firmados com um novo programa de desenvolvimento para o Brasil, expresso na pré-candidatura de Dilma Roussef, que será formalizada na convenção eleitoral programada para o mês de junho.

O Partido demonstra sua opção pela pré-candidatura da Dilma Roussef pela afinidade programática, pela convergência de idéias e, principalmente, por acreditar no avanço político e econômico do país. Um dos objetivos do ato é fomentar a discussão interna no Partido quanto à importância da sucessão presidencial, por uma nova vitória do povo, pela continuidade do desenvolvimento econômico com progresso social.

“O diálogo positivo com Dilma, suas qualidades políticas e o caráter plebiscitário do pleito, possibilitaram ao PCdoB amadurecer a convicção de que ela está credenciada para disputar, vencer e governar com pleno êxito” afirma Renato Rabelo, presidente da legenda. Ele explica que o Partido identificou uma convergência muito grande de opiniões entre o PCdoB e a Dilma. “Para apoiar uma pré-candidatura, como é o caso, é indispensável uma plataforma clara com pontos de vista comuns. As nossas conversas permitiram maior conhecimento mútuo e a revelação da identidade de objetivos.”

Mesmo com a realização do ato – que reunirá lideranças dos movimentos sociais, outras organizações políticas e acadêmicas, filiados, aliados e amigos do Partido -- o apoio do PCdoB só será oficializado depois da convenção eleitoral no próximo mês de junho, conforme estipula legislação vigente.

“O Partido defende que a campanha se realize alicerçada na força do povo, com um programa audacioso, e sustentada por uma coligação ampla, mas sublinha que é imprescindível o papel destacado da esquerda. Desse modo, mais do que garantir a continuidade do ciclo aberto por Lula, Dilma, na visão dos comunistas, poderá garantir um desenvolvimento ainda mais arrojado”,finalizou Renato Rabelo.

Sobre o PCdoB

Aos 88 anos - sendo 25 na legalidade – o PCdoB está presente em todos os estados do país. Conforme balanço realizado em 2009, por ocasião do seu 12º Congresso, possui comitês em 2 mil e 300 municípios, e conta com 252.000 filiados. O Partido é dirigido a partir de um Comitê Central, presidido por Renato Rabelo. No Congresso Nacional sua representação é composta por doze deputados e deputadas federais, e um senador. Mantém forte atuação junto aos movimentos sociais, sindicais e estudantil e esteve presente nas principais lutas em defesa da democracia e do desenvolvimento nacional.

Mais em http://www.pcdob.org.br/


Serviço:
Ato Partidário de apoio à pré-candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República
Dia 8 de abril, quinta-feira, a partir das 17h
Auditório Planalto do Centro de Convenções Ulisses Guimarães
Eixo Monumental – Brasília – DF


Assessoria de Imprensa
pcdobapoia.imprensa@gmail.com /
(61) 8468-2437

Estou convencido de que Dilma será a próxima presidente do Brasil, diz Lula

da Folha Online

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na noite deste domingo que está convencido de que Dilma Rousseff será a próxima presidente do Brasil. Em entrevista ao programa "Canal Livre", da Band, Lula disse que Dilma foi presa e torturada durante a ditadura, mas que não tem "ressentimento" nem mágoa.

Ao falar sobre a pré-candidata, o presidente citou o filme "Invictus", que trata sobre a vida de Nelson Mandela --que passou 21 anos presos e elegeu-se presidente da África do Sul em 1994--- e José Mujica, ex-preso político que foi eleito presidente do Uruguai. Lula comparou Mandela e Mojica à Dilma.

Antes de falar sobre Dilma, o presidente afirmou que só fará campanha nos horários fora do seu expediente de trabalho. "Dilma não é minha candidata. É candidata do PT. Enquanto eu estiver trabalhando, das 8h às 22h, não terei candidato. Depois do expediente, vou para o palanque".

Sobre a diferença de nove pontos percentuais entre Dilma e José Serra, pré-candidato do PSDB, revelado na última pesquisa do Datafolha, Lula afirmou que a campanha ainda está no começo. "Você acha que um cara que perdeu três eleições vai se assustar [com a pesquisa]?", perguntou aos jornalistas.

Ao ser questionado sobre um possível retorno à Presidência da República em 2014, Lula afirmou que aquele que o suceder terá direito ao segundo mandato e que ele já cumpriu "o que deveria".

Após deixar a presidência, Lula disse que continuará como militante político, porém negou a possibilidade de ocupar o cargo de secretário geral da ONU. "O secretário geral da ONU precisa ser um burocrata, não pode ser alguém de opiniões muito fortes", disse.

Críticas
O presidente criticou a programação dos canais da televisão brasileira. "Eu tomo café da manhã com tiro na televisão e janto com tiro na televisão". Segundo Lula, deveria haver programas que incentivem a paz.
O presidente negou que tenha existido tentativas de controle da mídia durante o seu governo.

Em relação aos sindicalismo, Lula afirmou que a relação entre os sindicatos e os empresários hoje é muito mais moderna e avançadas do que quando ele foi presidente sindical. O presidente criticou os presidentes sindicais que permanecem no cargo por mais de dois mandatos.

PRESIDENTE LULA NO CANAL LIVRE- BAND


Quem não assistiu a entrevista do presidente Lula na Band, pode ver os vídeos na internet aqui.

Hidrelétrica liga ex-governador Roriz a esquema do DF


Agência Estado

BRASÍLIA - O inquérito 650, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), abre nesta semana uma nova frente de investigação e reforça a condição do ex-governador Joaquim Roriz (PSC) como "pai" do esquema de corrupção de Brasília desmantelado pela Operação Caixa de Pandora.


Um documento a que o Estado teve acesso faz uma radiografia tão detalhada da hidrelétrica de Corumbá IV que a usina é tratada pelo Ministério Público como uma espécie de obra símbolo da corrupção no Distrito Federal - uma obra que teve nada menos que 17 aditivos ao contrato inicial, todos para injetar dinheiro público na construção.

Inaugurada em 2006 e construída pela estatal Companhia Energética de Brasília (CEB) em consórcio com a empreiteira Serveng-Civilsan, Corumbá IV foi orçada em R$ 280 milhões, mas custou R$ 716,2 milhões, em valores corrigidos - mais de duas vezes e meia o preço inicial. No inchaço de R$ 436 milhões, há uma fatia de R$ 179,6 milhões sem justificativa na prestação de contas.

O superfaturamento pode ser explicado com dois exemplos em que foram feitas alterações no projeto. O estudo de viabilidade do edital previa a construção de quatro pontes e 15 quilômetros de estradas vicinais de acesso à usina. Mas foram construídas 14 pontes e 108 quilômetros de estradas. "Não é razoável imaginar um erro tão substancial na elaboração de um estudo de viabilidade", anotaram os auditores. A suspeita é que várias estradas foram pavimentadas por pressão de fazendeiros e políticos locais e inventadas para gerar mais pagamento de propina.

A maior das estradas vicinais de Corumbá IV, com 23 quilômetros, liga Luziânia à usina, margeando propriedades do próprio Roriz, inclusive a Fazenda Palmas. A estrada foi batizada com o sugestivo nome de Lucena Roriz, que vem a ser o pai do ex-governador. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Datafolha e os escribas de Kafka

Ao ocultar os dados da pesquisa Vox Populi que, demonstrando um consistente crescimento de Dilma Rousseff, desmente as últimas projeções do Datafolha, O Globo e Folha de S.Paulo deixam claro que, dependendo do resultado, sondagens de opinião servem para tudo. Ou nada.
Gilson Caroni Filho

Picles não combinam com morangos, mas o jornalismo brasileiro, em anos eleitorais, é a cozinha das combinações intragáveis. Se for do agrado do paladar do patrão, titulares de carteirinha de jornalista se esmeram em preparar saladas que levam o agridoce ao paroxismo. Como já observou Alberto Dines, em artigo publicado no Observatório da Imprensa, "ampliam-se as insignificâncias, criam-se pseudofatos (os famosos factóides), e até confere-se relevância política às matérias produzidas pelos marqueteiros nos seus comerciais. É a inversão total de simples preceitos jornalísticos."

Ao ocultar os dados da mais recente pesquisa Vox Populi que, demonstrando um consistente crescimento da candidatura de Dilma Rousseff, desmente as últimas projeções do Datafolha, O Globo e Folha de São Paulo deixam claro que, dependendo do resultado, sondagens de opinião servem para tudo. Ou para nada, de acordo com a preferência da clientela.

Se o resultado é conveniente para os candidatos das corporações, números teoricamente transitórios são utilizados como tendência definitiva. Se ocorrer o contrário, trata-se de “um retrato do momento" com alta probabilidade de ser modificado até o dia do pleito. Não peçam análise séria em exercícios de imaginação militante.

Pelos caminhos da ficção, Franz Kafka atingiu a realidade da incoerência e da solidão humana. Pelos caminhos da redação partidarizada, se chega com facilidade a uma literatura ridícula, inversamente hilária à verdade factual que pretende distorcer. É uma experiência humorística que não pode ser ignorada, sob pena de perdermos excelente oportunidade de divertimento. Vejamos dois casos recentes. São excelentes exemplos de genuflexão permanente.

Ainda no sábado (3/4), a jornalista Renata Lo Prete, editora da coluna Painel, da Folha de São Paulo, ciente de números que só seriam divulgados à noite pela TV Bandeirantes, lançou dúvidas sobre a metodologia da sondagem que desmontava o resultado obtido pelo instituto de pesquisa da família Frias:

"Chama a atenção, no questionário de pesquisa Vox Populi sobre a sucessão presidencial com campo em 30 e 31 de março, a inclusão de pergunta relativa aos cargos que os candidatos já ocuparam, quebrando o fluxo das respostas espontânea e estimulada sobre intenção de voto. Esse tipo de procedimento é conhecido por distorcer resultados".

É questionável se a ordem da apresentação dos temas (menção espontânea, conhecimento dos candidatos, menção estimulada) pode ou não influenciar nas respostas ao último quesito. Justamente por isso é leviano insinuar, como faz a colunista, que tal procedimento tenha produzido qualquer distorção na pesquisa do Vox Populi. Consultar especialistas não faria mal algum se Lo Prete não soubesse o que querem seus senhores. Seria interessante lembrar que a lisura do processo eleitoral compreende principalmente a lisura da imprensa que o acompanha. E nesse ponto não resta dúvida que, para patrões e seus escribas, eleições ainda são um jogo que não pressupõe qualquer relação com amadurecimento democrático e cidadania ampliada.

Outro exemplo do burlesco travestido de análise pode ser encontrado no jornal O Globo. Em sua coluna de sexta-feira, 2/04, Merval Pereira oferece trechos memoráveis que merecem ser destacados. O servilismo, esteja ou não a serviço de fanfarras eleitorais, oferece imagens que nem de longe configuram um desenho ético ou qualquer propósito respeitável.

Tentando demonstrar traços de subalternidade na postura da ex-ministra Dilma Rousseff, o colunista não titubeia:" ela chegou a usar 28 vezes o tratamento de "senhor" ao se referir ao presidente Lula no seu discurso de despedida, o que é um sinal de subserviência não candidata com o papel de candidata à Presidência da República"

É compreensível o espanto de Merval. Afinal, trabalha em uma organização que obriga jornalista a chamar patrão de colega. Mas, tirando a força do hábito, qual seria o tratamento adequado a ser dispensado a um presidente? Para responder, bastava uma consulta aos acadêmicos que sistematizam suas “reflexões” diárias. Mas o tempo das manobras não permite perda de tempo com esse tipo de questão.

Em seguida, misturando números, épocas e fatos, o sincero partícipe das convicções de quem lhe paga o sal, entra em transe e soçobra diante da falta de senso lógico que ilumina os seus escritos: “Lula não tem se mostrado tão bom de voto quanto sua popularidade atual indica. Perdeu duas vezes no primeiro turno para Fernando Henrique Cardoso, o que certamente é sua maior frustração, e venceu duas vezes no segundo turno".

Impressionante! A popularidade de 2010 não foi capaz de eleger Lula em 1994 e 1998! Se Franz Kafka estivesse entre nós certamente abriria um largo sorriso ao ler o que vai n’alma do jornalista global.Repetindo Odradeck, personagem de um breve conto seu, diria que “o conjunto se apresenta sem sentido, mas no seu gênero é completo"

Renata Lo Prete, Merval Pereira e Datafolha não ganhariam apenas sentido. A semelhança alucinante entre as receitas aventadas por eles e os detalhes que deformam os homens na literatura kafkaniana ganharia contorno definitivo.

Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador do Jornal do Brasil

04 Abril 2010

FELIZ PÁSCOA!

Amigos, leitores, companheiros
Feliz Páscoa a todos vocês e seus familiares. Que seja um dia maravilhoso

O companheiro Lula foi indicado para concorrer a uma das 100 pessoas mais influentes do mundo!


Companheiros e companheiras,


Na famosa enquete da revista Time, intitulada Who Are the World's Most Influential People in 2010?, o companheiro Lula foi indicado para concorrer como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo


É hora de votar e torná-lo ainda mais conhecido, admirado e respeitado em todo o planeta.


Um abraço e DILMA 2010!



Roberto Carvalho


The 2010 TIME 100 Poll


Cast your votes for the leaders, artists, innovators and icons who you think merit spots on this year's list of the 100 most influential people in the world


Luiz Inácio Lula da Silva


By TIME STAFF Thursday, Apr. 01, 2010


FERNANDO BIZERRA JR. / EPA / Corbis


Age: 64
Occupation: President of Brazil
Previous TIME 100 Appearances: 1


Whether he's charming the International Olympic Committee (the 2016 Summer Games will be held in Rio de Janeiro) or irking the Obama Administration (which frowned on Iranian President Mahmoud Ahmadinejad's recent visit to Brazil), Lula has helped make Brazil the first Latin American power to matter in world affairs. The former labor union leader's mixing of social largesse and capitalist orthodoxy has also brought Latin politics to a more sensible center — and Brazil to the brink of development. It's not about ideology anymore, Lula told TIME last year: "It's about doing things right."


View the full list for "The 2010 TIME 100 Poll"



Read more: http://www.time.com/time/specials/packages/article/0,28804,1972075_1972078_1972581,00.html#ixzz0k31Bq9fe

Vox Populi: Serra tem 34%, contra 31% de Dilma

Vox Populi: Serra tem 34%, contra 31% de Dilma

Eliano Jorge
A pesquisa do Vox Populi, divulgada pelo Jornal da Band na noite deste sábado, 3, traz José Serra, do PSDB, com 34% das intenções de voto para presidente da República. Dilma Roussef, do PT, aparece com 31%. Ciro Gomes, do PSB, soma 10%. Marina Silva, do PV, tem 5%.

Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, está caracterizado um empate técnico entre os candidatos tucano e petista.

No cenário sem Ciro, Serra soma 38%, Dilma, 33%, e Marina, 7%. Foram ouvidas 2 mil pessoas entre 30 e 31 de março. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), segunda-feira, 29 de março, com o número 7337/2010, encomendada pela Rádio e Televisão Bandeirantes.
Na sondagem eleitoral anterior do mesmo instituto, realizada entre 14 e 17 de janeiro, Serra registrava 34%, contra 27% de Dilma. Ciro tinha 11%, e Marina, 6%.
Terra Magazine

A mídia, os jornalõs de SP estão escondendo a pesquisa Vox Populi. Nem uma palavra na Folha de São Paulo, nem uma palavra no O Globo. O Estadão mostra a pesquisa e faz criticas a métodologia da pesquisa. Está transparente como água que pesquisas para serem divulgadas só as que fizeram acordo com o tal Instituto Milleniun. Tanto isso é verdade que o Bonner do JN disse que só divulga pesquisa do IBOPE e do Datafolha. O melhor é que o povo assiste o jornal da Band, ontem a senhora que trabalha aqui em casa, me ligou para dizer que a Dilma está coladinha no Serra. Ela sabia que eu não estava assistindo a TV porque estava recebendo uns amigos para jantar, mas sabia que eu iria gostar de saber. Alias ela e família estão apavorados com a mínima possibilidade de Serra se eleger. Ontem também me ligou o meu primo que é Tenente da PM SP, disse cobras e lagartos do Serra, disse que não vota no Serra de jeito nenhum, que no PSDB não vota nunca mais, que vai votar na Dilma. Me disse ele que o nome do Serra nas associações dos militares da PM é motivo de xingamento,chacota ,e repulsa. Que eles comemoram a saída do Serra do governo de SP.

03 Abril 2010

QUANDO O PASSADO NÃO VALE A PENA

Todos sabem que o DEM é o partido mais corrupto do Brasil. O DEM abriga os piores nomes da política brasileira, inclusive os remanescente da ditadura militar: políticos escolhidos a dedo pelos militares para ocupar os cargos de prefeitos e governadores biônicos. Gente que colaborou com a ditadura, com a tortura, com as atrocidades do governo militar. Diariamente os jornais, o site do TSE e o site do STF trazem mais uma
notícia de algum integrante do DEM que está sendo processado, cassado, ou foi preso por corrupção, como o ex-governador Arruda e outros, e até por assassinato, como o Hidebrando Pascoal. Para recordar: Em 1995, o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH) do Ministério da Justiça brasileiro teve seu primeiro contato com os problemas no estado do Acre, causados pelo coronel Hildebrando. De acordo com as denúncias que chegaram ao Conselho, ele esquartejava suas vítimas com motosserra antes de matá-las. No âmbito do CDDPH, as investigações avançaram, ganhando força nos anos seguintes, e chamaram a atenção do Brasil para a ação do crime organizado, grupos de extermínio e a situação do narcotráfico no Estado do Acre .
O CDDPH criou uma Comissão Especial para investigar as denúncias, e, em seguida, uma subcomissão que deveria atuar no próprio Estado. Algumas testemunhas que prestaram ou iam prestar depoimento ao Conselho foram assassinadas e as investigações passaram para a responsabilidade da Polícia Federal, o que possibilitou que os crimes saíssem da alçada das comprometidas autoridades acreanas e fossem elucidados.
Entre as pessoas previstas para depor na Comissão e que foram mortas encontrava-se um antigo cúmplice de Hildebrando, Sebastião Crispim. Ele passaria informações acerca dos crimes cometidos pelo Esquadrão da Morte, em específico sobre o assassinato de Agilson Firmino dos Santos, o Baiano, que foi retalhado por serra elétrica, e de Wilder Firmino, seu filho adolescente, barbaramente torturado e assassinado por Hildebrando Pascoal. Este último teve seu corpo dissolvido com uso de ácido. Ainda em 1997, outra testemunha de acusação, o policial civil Valter José Ayala, foi assassinada por ordem do coronel, em Rio Branco.
As investigações revelaram ainda o envolvimento de policiais acreanos nos assassinatos, formando um grupo de extermínio comandado por Hildebrando. O próprio governo estadual teria cedido policiais à campanha dele para a Câmara dos Deputados - os mesmos acusados pela Justiça de formar o "esquadrão da morte". (Texto tirado da Wikipédia)
No site do TSE há um ranking de políticos cassados: o DEM está em primeiríssimo lugar. Todos foram cassados por corrupção, abuso de poder, improbidade administrativa, compra de votos. O Brasil todo ficou indignado ao assistir aos vídeos mostrando a corrupção do DEM no DF, patrocinada pelo ex-governador Arruda e seus aliados. Antes de ser denunciado, antes de ser pego com a mão grande na cumbuca, antes de ser preso, o Arruda havia sido escolhido para ser o vice do Serra na candidatura de 2010. Mesmo depois do imenso escândalo, mesmo com tantos do DEM envolvidos na roubalheira, na corrupção do DF, Serra mantém laços fraternos com o DEM , e o seu vice será do DEM. Serra apóia o DEM que apóia o Serra. Tanto um quanto o outro são corruptos, truculentos, mentirosos, autoritários. Mas um necessita do outro para a sobrevivência política. Eleger o Serra significa eleger toda essa corja do DEM, significa ter toda essa corja do DEM nos ministérios, como fez o FHC do PSDB. Essa mesma corja que apoiou FHC, que quebrou o país três vezes, que foi responsável pelo desemprego recorde, pelo apagão e pelas privatizações escusas, pelos juros estratosféricos e pela total falta de crédito. Pense bem, caro leitor: dá para imaginar essa gentalha novamente no poder? Vale a pena correr o risco de o país retroceder aos anos 90? Vale a pena correr o risco de termos o FMI mandando e desmandando na nossa economia? Vale a pena arriscar seu emprego, seu futuro e o bem estar de sua família?
Jussara Seixas

MAIS UM CORRUPTO DO DEM NA CADEIA:Vereador do DEM é preso pela Polícia Federal em Jaraguá do Sul


O vereador José Osório de Ávila (DEM), de Jaraguá do Sul, foi preso na quinta-feira em uma operação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Vigilância Sanitária Estadual e Polícia Federal. Outras duas pessoas foram presas.


Conhecido como "Zé da Farmácia", Ávila é proprietário de estabelecimentos farmacêuticos. Uma das acusações da operação "Conexão 344" é de que Ávila contrabandeava remédios de países vizinhos, vários deles proibidos no Brasil. Ávila também é acusado de vender remédios controlados (tarja preta) sem receita.

Segundo o site do jornal A Notícia, foram encontradas 132 caixas do medicamento para disfunção erétil Vimax 50, proibido no país. O produto foi importado clandestinamente do Uruguai.

Trabalhei um ano em Jaraguá do Sul e conheci o vereador Ávila. Ele era famoso por tentar emplacar - sem sucesso - projetos de lei que beneficiavam suas próprias empresas. Quando do boom das farmácias populares, Ávila tentou aprovar um projeto que limitasse os descontos em produtos farmacêuticos a no máximo 30%. Ele temia a concorrência das grandes redes, como a "Farmácia Popular", de propriedade da Drogaria Catarinense.
Blog do Camasão
DEM O PARTIDO MAIS CORRUPTO DO BRASIL

CHARGE DO BESSINHA


DOMINGO: LULA NO "CANAL LIVRE" DA BAND

Não perca! Nesse domingo, o melhor presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva será entrevistado pelo programa Canal Livre da Rede Bandeirantes. Audiência vai explodir. Assista.

A decadência da imprensa brasileira

Por Emir Sader
Blog do Emir
A imprensa brasileira teve momentos da historia do país em que desempenhou papel determinante. Basta recordar o peso que teve nas mobilizações de desestabilização que levaram ao golpe de 1964, em que jornais como O Estado de Sao Paulo, a Tribuna da Imprensa, o Correio da Manhã, entre outros, tiveram o papel, pela primeira vez, de condutores ideológicos e políticos das forcas opositoras.

Setores da imprensa tiveram também um papel positivo, na campanha das diretas, quando outros tentavam esconder a amplitude do movimento e seu verdadeiro significado.

Assistimos hoje à decadência generalizada dessa mesma imprensa, que martela, cotidianamente, praticamente de forma total e monótona, ataques contra o governo Lula, logrando, no entanto, que apenas 5% da população rejeite o governo, enquanto mais de 80% o apóie. Nunca a imprensa brasileira esteve tão distante e contraposta à opinião do povo brasileiro. Daí seu isolamento e decadência, pelo menos sob sua forma atual.

As organizações Globo, que só possuiam um jornal, sem nenhuma importância, no Rio, antes do golpe, tiveram na ditadura sua grande alavanca, mas, ao mesmo tempo, o golpe insuperável de falta de credibilidade. Ficaram com a marca da ditadura, por mais que tentassem se reciclar, importando colunistas, usando a audiência da televisão para tentar conseguir mais público.

Atualmente dispõe de um trio que atenta contra qualquer credibilidade, que dá a tônica do jornal: Merval Pereira, Ali Kamel e Miriam Leitão. Todos os três se caracterizam por serem as vozes do dono, por sua postura propagandística, sem nenhum interesse no que dizem, nem brilho ou criatividade no que escrevem. São funcionários burocráticos da empresa, que exercem, da maneira que conseguem, seu burocrático papel de opositres, buscando catar supostas fraquezas do governo, que é seu único objetivo.

Nenhum tipo de análise, nenhuma nuance, nenhuma idéia. Para um jornal que precisaría desesperadamente de credibilidade, eles são um tiro no pé, uma confirmação da falta de credibilidade do jornal. O resto do jornal – das manchetes de primeira página às colunas de notícias – padece desse freio da rígida linha editorial, fazendo um jornal sem graça, sem interesse, sem repercussão.

No Rio de Janeiro, o conjunto dos órgãos da empresa, mesmo atuando fortemente a favor de algum candidato, perdem sempre. Lula ganhou nas duas últimas eleições no Rio; os Garotinhos, Sergio Cabral, Paes, mesmo Cesar Maia, se elegeram sem o apoio do jornal, que os atacava. Hoje, contra a vontade majoritária da grande maioria dos brasileiros, ficam de novo, acintosamente, na contramão da opinião do povo e do país, incluído claramente o povo do Rio de Janeiro, que sabe separar programas de diversão que lhe gosta ver, das inverdades que diz o jornal e os noticiários de rádio e televisão da Globo.

Diminuem sua tiragem, perdem público abertamente para a internet, para os jornais gratuitos, para os jornais populares vendidos. Melancolicamente, se arrasta o jornal, na fúria antilulista, sem repercussão política alguma.

O Estadão sempre foi o jornal conservador por excelência, com certa discrição, boa cobertura internacional, posições claramente direitistas. Conforme foi perdendo público para a FSP, que aparecia mais atraente para os jovens, mais ligada à oposicao à ditadura, tratou de rejuvenescer. Como jornal mais organicamente ligado às entidades empresariais, tem uma avaliação mais equilibrada da política econômica, valorizando seus avanços, no marco das críticas tradicionais do liberalismo dos “gastos excessivos do Estado”.

Além do papel do Estado na economia, suas maiores preocupações e críticas ao governo são na política internacional. Sua predileção, em tudo e por tudo, com os EUA, fica ferida com as alianças com os países do Sul do mundo e com os da América Latina em particular. A política externa soberana do Brasil os incomoda profundamente, transformando-se num dos temas mais usuais e violentos dos editorais.

O outro são os movimentos sociais, em particular o MST, que causa ojeriza ao Estadão, pela defesa intransigente do direito à propriedade privada, pilar do sistema capitalista. (O jornal foi praticamente o órgão oficial das passeatas de preparação do golpe de 64, na defesa da “liberdade, da família e da propriedade”, valores aos quais continua fiel.) A liberdade, que inclui centralmente a de “imprensa” (privada, diga-se), protagonizada pela SIP – Sociedade Interamericana de Prensa -, órgão da Guerra Fria, cenário a que o jornal, rançoso, ainda se sente apegado. Os editoriais, sempre, e atualmente Dora Kramer, são os momentos mais patéticos do jornal, saudoso da Guerra Fria.

A FSP é o jornal que mais teve oscilações de imagem. Era um jornal sem nenhum peso até o golpe e mesmo durante boa parte da ditadura militar. O Estadão era o grande jornal de São Paulo. A FSP apoiou ativamente a preparação do golpe militar, sua realização e a instauração da ditadura, cumpriu tudo o que a ditadura determinava, com noticiários que escondiam os sequestros, desaparecimentos, execuções, publicando as versões oficiais, emprestando carros da empresa para a Oban.

Foi ao longo dos anos 80, quando levou Claudio Abramo do Estadão, que a FSP, pela primeira vez, ganhou prestígio, buscando espaço próprio na oposição liberal à ditadura. Pretendeu ser o órgão da “sociedade civil” contra o “Estado autoritário”, conforme a ideología hegemônica na oposição, advinda da teoria do autoritarismo de FHC. (A FSP tirava, todo ano, uma foto no teto do seu prédio na Barão de Limeira, com os que ela consderava os representantes da “sociedade civil”, de empresários a líderes sindicais, como que para expresar físicamente esse vínculo organizado com os setores que se opunham, em graus distintos, à ditadura.)

Consolidou essa imagen emprestando suas páginas para uma certo pluralismo, com um cronista semanal – Florestan Fernandes, Marilena Chaui, entre os mais conhecidos – do PT, e distintos políticos, intelectuais e líderes sociais escrevendo na sua página de opinião.

Desde a eleição de FHC, entrou em decadência, perdendo totalmente a credibilidade que o diferenciava. Colunistas com vínculos pessoais com os tucanos, como Clovis Rossi, Eliane Catanhede, outros, decadentes, como Jânio de Freitas, se arrastam melancolicamente na decadência geral do jornal, o que mais despencou na tiragem e o que mais se transformou nas duas últimas décadas. O filho do Frias pai conduz o jornal pelo abismo da intranscendência e do rancor, se parecendo cada vez mais com a Tribuna da Imprensa da época de Carlos Lacerda.

A Veja se assume, grotescamente, como o Diario Oficial da extrema direita, com paquidermes como colunistas, sensacionlismo de capa, projetando-se como má espécie de bushismo brasileiro. Com dificuldade para conciliar sua imagem de revista de generalidades com esse papel de brucutu da imprensa nacional, foi perdendo aceleradamente tiragem, o que aumenta a crise financeira que levou a empresa a pendurar-se em capitais externos.

Poderia ser menos afetada pela crise generalizada da imprensa, por ser uma revista semanal. Mas a brutalidade da sua orientação política a fez incorporar-se de cheio nessa queda. Terá papel ainda mais truculento na campanha eleitoral, jogando tudo para tentar barra a vitória do governo, esperando-se os golpes mais sujos da campanha da empresa dos Civita.

No conjunto, o cenário da imprensa brasileira – com a única exceção da Carta Capital, entre as publicações diárias e semanais – é deprimente e decadente. Uma vitória de Dilma – que os apavora, seria ficar mais quatro ou oito anos nessa posição de dirigentes opositores -, trará dilemas difíceis para essas empresas. É possível que uma ou outra busque reciclar-se para adaptar-se a novos tempos, em que inclusive tem que contar com o fim de toda uma geração de políticos estreitamente associados a ela, como FHC, Serra, Jereissatti, etc. Isso, associado a uma intensificação da crise econômica das empresas, deve colocar dilemas cruciais para órgãos que assumiram atitudes suicidas, contra a vontade expressa da maioria do povo brasileiro e pagam preço caro por isso.