21 novembro 2009

LULA O FILHO DO BRASIL, FAZ SUCESSO COM O POVO
A mídia está histérica com o sucesso do filme sobre a vida do presidente Lula. Os blogs da oposição não falam em outra assunto. Do mesmo modo os jornalões, revistas, abestalhados e afins. A Veja deste fim de semana tem uma longa matéria sobre o filme, matéria de capa, com críticas ácidas, ironia, compara o presidente Lula a Cristo. Os tais 6% que não votam no presidente Lula, estão desesperado com o sucesso do presidente Lula, e do governo Lula. Já estão falando que é muito perigoso ter um presidente tão querido e admirado pelo povo, e com admiração e reconhecimento internacional de que ele é o "cara". Estão temendo que de fato o presidente Lula faça sua sucessora, a ministra Dilma, escolhida por ele para ser a candidata do PT a presidência. Mas quanto mais eu leio o que escreve a oposição, mais eu me divirto do desespero e despreparo deles. Eles não tem candidato, não defendem nenhuma bandeira, os ataques ao governo Lula, a ministra Dilma são fraquinhos, mentirosos não se sustentam. Esta semana que passou, a senhora que trabalha aqui em casa me fez um pedido, quer que eu de para ela de presente de Natal o filme "Lula, o filho do Brasil", quer assistir em casa com a família. Imediatamente a faxineira que está de malas prontas para viajar para PB, também me pediu o filme de presente, diz que vai reunir a família, e amigos lá cidade de Araras, interior da PB, e assistir o filme. Diz ela que a irmã que mora lá já telefonou para ela pedindo que comprasse e levasse o filme do Lula. Com essa pequena amostra a gente entende o desespero e o histerismo da oposição, dos abestalhados e afins. O filme Lula, filho do Brasil já é um grande sucesso de público.
Calma meus amigos, eu não comprei a Veja. Li no site da Veja matéria da capa, afinal é de graça, vale a diversão.

Jussara Seixas
Charge do Bessinha
Corpo de travesti brasileira Brenda é encontrado na Itália

O corpo da transexual brasileira Brenda foi encontrado em seu apartamento nesta sexta-feira, 20, em Roma, na Itália.

Brenda seria ouvida no processo que investiga a tentativa de extorsão do governador da região de Lázio, Piero Marrazzo.
O governador foi filmado por policiais enquanto mantinha relações sexuais com Natália, outra travesti brasileira. No local do flagrante, a polícia encontrou grande quantidade de cocaína.
Além disso, Brenda era acusada de fornecer drogas para o governador, que renunciou ao cargo após o escândalo envolvendo seu nome.
O apartamento de Brenda foi incendiado; além disso, o computador da transexual foi encontrado na água da máquina de lavar. A polícia suspeita de queima de arquivo.
Em depoimento, o namorado de Brenda atribuiu a preferência de Marrazzo por Brenda à honestidade. "Pagava muito bem porque ela não roubava nada do cliente", disse.
TERRA MAGAZINE
Justiça italiana é assim, agem como mafiosos. Matam seus desafetos para esconder os seus podres, as sujeiras de seus governantes.
Em gravações de TV, Dilma explora feitos do governo nos estados
O Globo; Agência Brasil
BRASÍLIA - Candidata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sucedê-lo na Presidência da República, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, fez dezenas de gravações que serão usadas em inserções e nos programas em rede regional do PT. Foi uma verdadeira maratona. Elas vão ser veiculadas até o fim do ano e em cada uma delas a ministra fala das realizações do governo Lula em cada estado. Todo o trabalho foi coordenado por João Santana, marqueteiro que cuidou da campanha de Lula nas eleições de 2006. Segundo o colunista Ilimar Franco, as pesquisas qualitativas, com grupos de eleitores, aprovaram o desempenho da ministra na telinha.

Nesta sexta-feira, em entrevista a rádios na Bahia, Lula reafirmou que quer Dilma como candidata do PT à Presidência. Segundo ele, a ministra tem uma "perspectiva enorme de vencer".

É importante todo mundo saber que quero a Dilma como candidata
- É importante todo mundo saber que quero a Dilma como candidata. Estou trabalhando para isso, porque trabalho com a Dilma há oito anos e sei da competência gerencial e política dela. Ela iria apenas colocar o estilo dela no governo e fazer as coisas novas que não conseguimos fazer - afirmou o presidente.

Lula acredita na vitória de sua candidata e já ensaia, segundo o colunista Jorge Bastos Moreno, o discurso avassalador. Durante um voo entre Brasília e Natal, Lula contou a um grupo seleto de ministros e parlamentares.

- Vocês acham que eu fiz um bom governo? Está fraco! Quero ouvir mais forte! Vocês acham que eu fiz um bom governo? Pois então saibam que a Dilma, pela sua experiência e competência de ter me ajudado a governar este país, vai fazer um governo muito, mas muito melhor do que o meu!

Para Lula, a ministra vence até no duelo de simpatia
O presidente disse ainda na sua visita a Bahia que se a simpatia for importante para ganhar as eleições, a ministra não sai perdendo.

- Tem adversário dela que é muito menos simpático do que ela, então, se for por simpatia, ela já está eleita - declarou após afirmar que muitos alegam que Dilma não tem a simpatia e a desenvoltura necessárias para enfrentar uma campanha eleitoral.

Lula também avaliou o potencial que ele tem de transferir votos para os candidatos que apoia. Para ele, é mais difícil transferir votos para cargos como os de vereador e prefeito, por se tratar de políticos que estão mais próximos das pessoas em seus bairros e cidades. Já no caso de presidente da República, Lula avalia que seu apoio teria mais peso.

- Acho que o governo tem possibilidade de repassar muito voto, claro que tudo isso é relativo, por que vai depender muito da performance da nossa candidata, do desempenho dela durante a campanha, nos debates - disse.

Ministra vem tentando costurar alianças nos últimos meses
Enquanto a oposição ainda se divide entre as pré-candidaturas do governador de São Paulo, José Serra, e do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, ambos do PSDB, a ministra e o presidente Lula vêm tentando costurar alianças com os partidos da base para fortalecer a candidatura petista e ampliar o seu tempo de TV.
FHC e Jarbas são vaiados na sessão do filme "Perdão, Mister Fiel"

“O documentário "Perdão, Mister Fiel", de Jorge de Oliveira e co-direção de Pedro Zoca, causou polêmica na noite de quinta-feira (19), no 42o. Festival de Brasília. O longa-metragem brasiliense que concorre na mostra competitiva reconstitui, por meio de encenações dramáticas e depoimentos, a morte do operário Manoel Fiel Filho em setembro de 1976, nos porões do DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna), em São Paulo.
Vermelho.org / UOL
O assassinato de Fiel Filho pelos agentes da repressão deflagrou a mudança de comando do Segundo Exército pelo presidente Geisel e iniciou o processo, lento e gradual, que levaria à redemocratização do país. Por várias vezes, alguns dos personagens que dão depoimento no filme foram vaiados, como os ex-presidentes José sarney e Fernando Henrique Cardoso, além do ex-ministro Jarbas Passarinho.

O filme foi exibido na segunda noite da mostra competitiva do festival, com a presença da viúva de Fiel, Tereza Fiel, e do neto dela, Tadeu, além do presidente do PPS, Roberto Freire. E, embora muito comentado e aplaudido, não teve a repercussão positiva que se esperava. As porções ficcionais, que cuidavam de reconstituir a rotina de Fiel Filho, a prisão por agentes do DOI-Codi, a tortura e a morte acidental do operário, são mal concebidas, pessimamente encenadas e não cumprem a função de aliviar o espectador do vai-e-vem de uma enxurrada de entrevistas.

Falam no filme os ex-presidentes José Sarney e Fernando Henrique Cardoso, o presidente Lula, o ex-ministro Jarbas Passarinho e vários políticos e ex-militantes de esquerda que foram presos e torturados, como o prório Roberto Freire, o jornalista Paulo Markun e vários outros. Sarney, Fernando Henrique e Passarinho foram vaiados logo que apareceram na tela.”

Governo avalia licitar rede de banda larga
Proposta da Casa Civil para universalizar serviço prevê uso da rede pública de fibras óticas, mas operação a cargo de um consórcio privado

Projeto é meio-termo entre a posição das empresas do setor e a do Ministério do Planejamento, que defende intervenção estatal direta

HUMBERTO MEDINA
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

A versão final do projeto da Casa Civil para a universalização da banda larga no país prevê um modelo híbrido: será usada a rede pública de fibras óticas, administrada por uma estatal, mas a sua operação será entregue a um consórcio privado por meio de licitação.
Hoje o Estado tem fibras óticas, mas elas não interferem no mercado de banda larga. São usadas pelas estatais (Petrobras e Eletrobrás) ou estão praticamente ociosas, como no caso da Eletronet (empresa em processo de falência).
O projeto é que essa rede, que já existe, passe a servir como instrumento de regulação de mercado, fomento à competição e massificação do serviço. A proposta fará parte do Plano Nacional da Banda Larga, que será apresentado na terça-feira ao presidente Lula.
Na ponta, na exploração da chamada última milha (provedor que faz chegar o serviço ao cliente final), haveria um sistema estimulando a competição entre empresas do setor privado. A regulação desse serviço, com a definição da política de preços, ficaria com a estatal dona da rede pública, que deve ser a Telebrás, empresa hoje praticamente desativada.
O presidente Lula deseja vender a universalização do acesso à internet e o barateamento da banda larga como uma das obras de seu governo, que em 2010 tentará eleger a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) como sua sucessora.
Crime e perdão
BRASÍLIA - Um bando de celerados sequestrou o empresário Abílio Diniz em 1989. Pediram US$ 32 milhões para libertar o dono do Pão de Açúcar. Presos, alegaram estar praticando uma ação política. Alguns haviam recebido treinamento de guerrilha em países da América Central. O dinheiro seria para fazer revolução mundo afora.
Mas o Brasil estava em festa com a sua primeira eleição presidencial direta pós-ditadura militar. Era um despautério praticar sequestros de cunho político num país em plena democracia. O delito foi considerado crime comum.
Chamou a atenção entre os dez sequestradores um casal de canadenses. Caucasianos e ingênuos, encarnavam a teoria do bom burguês -riquinhos fazendo revolução num país pobre. Foram parar no Carandiru, condenados a 28 anos.
As famílias do casal contrataram lobistas. Torraram US$ 500 mil. Induziram o Brasil a assinar um tratado internacional com o Canadá: condenados dessas duas nacionalidades poderiam cumprir pena em seus países de origem.
Em 1998, o então presidente Fernando Henrique Cardoso, patrocinador do acordo, concedeu o benefício ao casal de canadenses. Os dois foram expulsos do Brasil para obrigatoriamente (sic) cumprir o restante da pena no Canadá. Meses depois, já estavam soltos.
A memória desse episódio é útil agora por causa da agitação sobre o caso do italiano Cesare Battisti, condenado em seu país pela participação em quatro assassinatos. Ele quer ficar no Brasil, dizendo ser perseguido político. O Supremo Tribunal Federal rebarbou a tese e determinou a sua extradição.
Mas o STF deu a Lula o poder final de extraditar o italiano. Se mantiver Battisti no Brasil, não será o primeiro presidente a perdoar um criminoso comum que alega ser preso de consciência. Afinal, o tucano FHC já concedeu liberdade a sequestradores canadenses.
frodriguesbsb@uol.com.br

20 novembro 2009

Charge do Bessinha
ENTREVISTA DO PRESIDENTE LULA A TV ARGENTINA


Presidentes de Latinoamérica..." Lula da Silva"- canal 7 y Encuentro (video 1)
BLOG DO JOSIAS DE SOUZA MENTE
São por estas e outras que a mídia está desacreditada. Uma das razões para queda na venda dos jornalões. Escreveu o jornalista Josias de Souza em seu blog que :

Lula foi ao Rio Grande do Norte, com Dilma, para visitar uma obra da Petrobras, a Refinaria Potiguar Clara Camarão. Lá no alto você assiste a um pedaço do discurso.
Escrito por Josias de Souza às 03h33

A ministra Dilma não foi ao RN na visita a obra da Petrobras, como consta na informação até da própria Folha de São Paulo, e na agenda da ministra. Seria desinformação do jornalista Josias, maldade, má fé?

FSP
"Mesmo ausente, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) foi citada por Edson Lobão (Minas e Energia), José Sérgio Gabrielli (presidente da Petrobras) e pela governadora do RN, Wilma Faria (PSB). Os três chamaram a candidata de Lula à sucessão de "guerreira" e disseram que ela deveria ter participado do evento porque a refinaria só está sendo construída por sua persistência. "



Agenda da Ministra Dilma
Presidência da República
CASA CIVIL

Quinta-Feira
19 de Novembro de 2009

09:30 -
Reunião com o Sr.Presidente da República
11:30 -
Fernando Haddad, Ministro da Educação
16:00 -
Carlos Roberto Lupi, Ministro do Trabalho e Emprego
Economia brasileira está em fase de "boom", diz pesquisa
DA FOLHA ONLINE

A economia brasileira passou "para a fase de "boom" e se destacou entre as demais da América Latina, com um ICE (Índice de Clima Econômico) de 7,4 pontos em outubro, segundo pesquisa da FGV (Fundação Getulio Vargas) elaborada em parceria com o instituto alemão Ifo. Em julho, o indicador estava em 5,5 pontos.
O Brasil também lidera entre os Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China). A Índia ficou com 7 pontos; a China chegou a 6,5 pontos e a Rússia foi para 4,7 pontos. O ICE mundial foi de 5,1 pontos.
O ICE é composto pelo Índice da Situação Atual (ISA), que trata do desempenho econômico do país no momento da pesquisa, e pelo Índice de Expectativas (IE), que aborda as previsões para os próximos seis meses.
O ISA no Brasil aumentou de 4,3 para 6,4 pontos e o IE passou de 6,6 para 8,4 pontos. "O Brasil se destaca por apresentar os maiores índices da região, seja o de clima econômico, situação atual ou de expectativas", informou a FGV em comunicado.
A sondagem é feita trimestralmente com especialistas de cada país. Em outubro foram consultados 142 técnicos em 16 países.

Moody's
A Moody's Economy.com, uma divisão da agência de "rating" Moody's, projeta um crescimento ""em torno de 4,5%" para a economia brasileira em 2010.
A previsão faz parte de relatório divulgado ontem, onde consta também a expectativa de que a taxa básica de juros não sofra ajustes "antes do final do ano que vem".
Para 2009, o economista-chefe Alfredo Coutino calcula um crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) entre 0,5% e 1%.
Em outro relatório, também divulgado hoje, a OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) reportou que vê um país ainda estagnado, mas se recuperando com força em 2010 (crescimento de 4,8%) e 2011 (4,5%).

19 novembro 2009

Se eleger sucessor, Lula diz que não vai interferir em governo
Do UOL Notícias
Em São Paulo
Em entrevista nesta quinta-feira (19) à rádio Clube FM de Natal (RN), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que, caso eleja seu sucessor à Presidência da República, não irá interferir em seu governo.

"Eu acho que ex-presidente não tem que interferir na gestão de quem é presidente. Se eu eleger quem eu penso que vou eleger, eu quero que ela crie seu modelo, a sua cara como presidente da República", disse Lula.

O presidente também defendeu as viagens realizadas pelo país por sua pré-candidata em 2010, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). "Depois, ela não vai nem poder chegar perto de uma obra que a Justiça Eleitoral vai impugná-la. Uma ministra tem que fiscalizar as obras que ela coordenou."

Lula também disse que ainda não assistiu ao filme "Lula, o filho do Brasil", que teve sua primeira apresentação pública no país na noite desta terça-feira (17), no Teatro Nacional, em Brasília.

"Não quis assistir porque tenho o compromisso de assistir dia 28 junto com os metalúrgicos em São Bernardo [Grande ABC paulista]. A Marisa foi ver. O pessoal que foi gostou. Mas não é o filme do Lula, o filme é sobre minha mãe. Eu apareço porque sou presidente e contei a história. Mas ela é a 'bam bam bam' do filme", disse o presidente.

Sobre sua viagem ao Nordeste, Lula finalizou afirmando que pretende retornar muitas vezes. "Espero voltar muitas vezes no ano que vem porque temos muitas obras pra inaugurar."

A OPOSIÇÃO SURTOU
A oposição está totalmente despirocada, sem rumo, sem prumo, sem candidato, sem ação coerente. O sucesso do governo Lula, o fato de Lula ser o melhor presidente do Brasil em todos os tempos, o fato de a crise econômica mundial ter atingido o Brasil conforme disse o presidente Lula, como "uma marolinha", o fato de a desigualdade social, a fome, a miséria, terem diminuído muito no governo Lula, fato esse reconhecido pelo povo brasileiro e também mundialmente, surtou a oposição. O PSDB e seu rabo, o DEM, estão se atacando mutuamente, o Serra e o Aécio estão chegando às vias de fato pela disputa da candidatura. Surtaram de forma tão avassaladora que já estão apelando para os espíritos, para a magia, esoterismo, videntes. Parece piada, mas é a realidade. O Arthur Virgílio, PSDB (AM), disse que convidou a vidente da Fundação Cobra Coral, Adelaide Scritori, para participar dos debate sobre as causas do apagão como um protesto contra a blindagem da ministra Dilma Rousseff. Talvez O PSDB queira entregar a essa senhora, vidente da Fundação Cacique Cobra Coral, o Ministério de Minas e Energia. Seu poder espiritual garantiria que raios não caíssem nunca mais nas linhas de transmissão, que os ventos, chuvas, tempestade passariam longe das linhas de transmissão de energia. O PSDB nunca teve e não tem propostas, projetos, planos de governo para o Brasil. Eles não tiveram competência quando foram governo e não têm competência para serem oposição. Então apelam para o sobrenatural, para espíritos, videntes, cartomantes. É puro desespero, estão vendo a viola em cacos, sentem que não vão eleger seu candidato, o Serra. Vão chamar também o Juscelino Luz, que garantiu, afirmou, registrou em cartório que o Alckmin seria eleito presidente em 2006? Incoerência, irresponsabilidade, falta de bom senso, falta de discernimento, falta de vergonha na cara. Não tem limite o ridículo a que a oposição se expõe.
É inacreditável pensar que eles querem voltar ao poder!
Jussara Seixas

Pichadores protestam contra desabamento de vigas no Rodoanel
Karina Gomes
cidades@eband.com.br

Quatro pichadores protestaram na noite desta terça-feira contra o desabamento de três vigas do Rodoanel Mário Covas sobre a rodovia Régis Bittencourt no último dia 13. "Baratear custos pode custar vidas. Mais Respeito" é a mensagem deixada pelos pichadores na única viga que não desabou.

Tumulos, Os Bicho Vivo, Brair e Mundano picharam com spray preto que "uma vida vale muito mais que uma obra malfeita". As três vigas caíram sobre dois carros e uma carreta e deixaram três feridos.

Uma placa do Rodoanel foi pichada com o aviso: "Obra Superfaturada". A mensagem de protesto "Descaso" está abaixo das palavras "Rodoanel em Obras", da placa da concessionária da rodovia. Outra pichação critica a gestão do governador de São Paulo, José Serra (PSDB).

“A pichação é um meio de participação política novo”, afirmou o antropólogo da USP (Universidade de São Paulo), Alexandre Pereira. “Não acredito que só haja política na disputa partidária ou de governo - as pessoas criam e inventam diferentes formas de participação ou de manifestação política.”

Susto
O acidente aconteceu por volta das 21h15 da última sexta-feira, no km 270 da rodovia, na região de Itapecerica da Serra, a 33 quilômetros da capital paulista. Uma das vigas trincou e, segundo técnicos, houve um efeito dominó que fez as outras duas vigas caírem sobre dois carros e uma carreta. “A viga caiu bem na frente do caminhão, que capotou na hora e na sequência as outras duas vigas caíram de uma vez”, contou uma testemunha.
Câmara aprova texto-base que cria Petro-sal
Apesar da obstrução do DEM, primeiro projeto relacionado com a exploração da jazida de petróleo obteve 250 votos

Mário Coelho

Os deputados aprovaram na tarde desta quarta-feira (18) o texto-base do Projeto de Lei 5939/09, que prevê a criação da Petro-sal, empresa 100% estatal que vai gerenciar os contratos de exploração de petróleo na camada do pré-sal. A votação, com 250 votos a favor e 67 contra, ocorreu com a bancada do DEM em obstrução. Esse é o primeiro projeto envolvendo o pré-sal a ser analisado em plenário.

O relatório do deputado Luiz Fernando Faria (PP-MG) estabelece mandato fixo para os conselheiros da nova estatal e quarentena para os diretores da empresa. Os deputados ainda votarão dois destaques nominalmente, que podem mudar o texto final. Para a votação ocorrer, foi necessário costurar um acordo entre base e oposição. Pelo acordo, serão realizadas quatro votações nominais e outras simbólicas.

"Desde o início o DEM tem colocado com clareza nossa posição: 100% contra a criação da Petro-sal", afirmou o líder do DEM, Ronaldo Caiado (GO). Para o democrata, bastaria criar uma diretoria na Agência Nacional de Petróleo (ANP). "O projeto não define o número de funcionários, o estatuto que vai definir. Essa é a maneira do governo da ministra Dilma de completar o salário de militantes", atacou Caiado.

O líder do PSDB, José Aníbal (SP), vai orientar sua bancada para votar contra o projeto. "Vamos votar contra porque a Petro-Sal é inútil", disse o tucano. "Isso vai ser um cabide de empregos, uma diretoria da ANP (Agência Nacional do Petróleo) resolveria isso", acrescentou, repetindo o argumento dado por Caiado para votar contra a criação da Petro-sal.

Já o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), disse que a criação da nova estatal terá uma "importância estratégica" para as futuras gerações brasileiras. "Nós estamos falando de acompanhar a exploração pelo interesse nacional", afirmou Fontana. O líder do PSB, Rodrigo Rollemberg (DF), disse que a Petro-sal "é uma necessidade, empresa 100% nacional para representar a União nos contratos de partilha quanto na utilização dos campos de exploração".

Exame do Estado para 2,5 milhões de alunos tem falhas
Em parte das provas do Saresp, adiado por uma semana, folha de respostas não condizia com caderno de questões

DO "AGORA"
DA REPORTAGEM LOCAL
DA FOLHA RIBEIRÃO

Depois de ser adiado em uma semana, o Saresp, exame do governo paulista que avalia os alunos da rede, foi marcado por novos problemas ontem, quando foram realizadas as provas de português e matemática.
Parte dos alunos recebeu provas em que a folha de respostas não era compatível com o caderno de perguntas, e em uma questão faltou uma figura.
Os problemas foram identificados pela reportagem em Mairiporã, Caieiras, Francisco Morato e Cajamar, na Grande SP, e em Atibaia (64 km da capital).
O Saresp avalia a situação das escolas e da rede e é o principal fator considerado para pagamento de bônus por desempenho aos professores. Participam 2,5 milhões de estudantes.
A avaliação inclui 26 tipos de prova, com 24 questões de múltipla escolha cada uma. As questões são as mesmas, mas a ordem delas é alterada para dificultar a cola entre os alunos.
Com o erro nas provas, estudantes se confundiram na hora de passar a resposta para o gabarito e chegaram a rasurar a folha. Eles dizem temer que haja distorções na correção e que ela seja feita à mão, e não por meio digital, como previsto.
O aluno Vinícius Timm de Alencar, 19 anos, contou que, após 30 minutos de prova, a diretora da escola apareceu na sala, quando foi detectado o erro. "Ninguém sabia o que fazer. Aí, mandaram a gente riscar o número da folha de respostas e colocar igual ao da prova."
"Essa confusão gera um estresse para os alunos, o que prejudica os resultados", diz Ocimar Alavarse, professor da Faculdade de Educação da USP.
A Apeoesp (sindicato dos professores da rede estadual) disse que deve entrar com medidas judiciais contra o Saresp.
Uma pergunta do teste de matemática do 3º ano pedia a observação de um polígono, que não aparecia na prova.
Em outro erro, uma escola de Araraquara (273 km a noroeste de SP) recebeu as provas de geografia misturadas com as de português. As questões de geografia deveriam ser abertas apenas hoje, quando também acontece a prova de história.
O Saresp, que deveria ter sido aplicado na semana passada, foi adiado porque o Caed (Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação), empresa contratada para aplicar o exame, não conseguiu entregar todas as provas a tempo.

Outro lado
A Secretaria da Educação classificou os problemas como "normais" para um exame do tamanho do Saresp e afirmou que não haverá distorções. Em relação ao caso de Araraquara, disse que o erro de empacotamento das provas foi isolado e não comprometeu a avaliação.
O Caed disse que a correção poderá ser feita digitalmente.

INCOMPETENTES
Impressiona a incapacidade do governo Serra. Pior, eles acham tudo normal. Cratera do Metrô que matou 7 pessoas, é normal, acontece, queda do Fura Fila , é normal , acontece. Queda das vigas do Rodoanel que feriu três pessoas, é normal , acontece. Erros grosseiros em livros de geografia, história, é normal acontece. Erros grosseiros nas provas do Saresp, é normal, acontece. Bando de incompetentes!

Venda avulsa de jornalões brasileiros cai a índices surpreendentes
Carlos Castilho, Observatório da Imprensa
“Fala-se muito na crise das publicações impressas, como jornais e revistas, mas quando se analisa os dados reais percebe-se que a situação é muito mais grave do que imaginamos e que a busca por novos modelos de negócios é ainda mais urgente do que se previa.
Quando você descobre que a Folha de S.Paulo, considerada um dos três mais influentes jornais do país, vendeu em média 21.849 exemplares diários em bancas em todo o território nacional entre janeiro e setembro de 2009, é possível constatar a abissal queda de circulação na chamada grande imprensa brasileira. Em outubro de 1996, a venda avulsa de uma edição dominical da Folha chegava a 489 mil exemplares.
Segundo o Instituto Verificador de Circulação (IVC) a Folha é o vigésimo quarto jornal em venda avulsa na lista dos 97 jornais auditados pelo instituto, atrás do Estado de S.Paulo, em 19o lugar e O Globo, em 15o lugar. Somados os três mais influentes jornais brasileiros têm uma venda avulsa de quase 96 mil exemplares diários, o que corresponde a magros 4,45% dos 2.153.891 jornais vendidos diariamente em banca nos primeiros nove meses de 2009.
São números muito pequenos comparados ao prestígio dos três jornalões, responsáveis por boa parte da agenda pública nacional.
Globo, Folha e Estado compensam sua baixa venda avulsa com um considerável número de assinantes, o que configura a seguinte situação: os três jornais dependem mais do que nunca das classes A e B, que são maioria absoluta entre os assinantes, já que a população de menor renda é a principal cliente nas compras avulsas em bancas.
Esta constatação não é nova, mas ela aponta um dilema crucial: as classes A e B são aquelas onde a penetração informativa da internet é mais intensa. Nesta conjuntura, o futuro de O Globo, Estado e Folha depende umbilicalmente das classes média e alta, o que levou a uma disputa acirrada para saber qual deles interpreta melhor a ideologia destes segmentos sociais.”
Matéria Completa, ::Aqui::
http://nogueirajr.blogspot.com/

Eleição interna mostra PT todo voltado a eleger Dilma em 2010
Política
Eleição interna mostra PT todo voltado a eleger Dilma em 2010
Com menos tensões entre candidatos do que em edições anteriores, primeiro turno do Processo de Eleições Diretas (PED) começa definição de novas direções em todo país

Por: Anselmo Massad
Detalhe da urna do PED de 2007. Menos divergências neste ano do que em edições anteriores (Recorte em foto de José Cruz/Agência Brasil)
O Partido dos Trabalhadores (PT) se prepara para o quarto Processo de Eleições Diretas (PED), cujo primeiro turno de votação acontece neste domingo (22) em todo o Brasil. Serão eleitos os presidentes e diretórios de todos os níveis. Depois de três edições, os militantes encontram um partido com bem menos rachas e divergências do que em edições anteriores.
Em 2005, por exemplo, além de grupos, como o do atual ministro da Justiça Tarso Genro, defendendo a "refundação" do PT, a chapa encabeçada por Plínio de Arruda Sampaio se retirou em bloco após a derrota para o PSOL, então em formação. Atualmente, o cenário parece distante. Antes disso, na eleição do ex-ministro José Dirceu em 2001, a corrente Campo Majoritário tinha amplo domínio, mas também contestação de outros setores.
O principal consenso gira em torno da pré-candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência da República. A necessidade de alianças com os partidos que compõem a base do governo de Luiz Inácio Lula da Silva também é ponto pacífico, embora a importância dada ao modelo de acordo seja motivo de ressalvas e críticas. A relação com movimentos sociais e a priorização da implantação do código de ética aprovado pelo partido são alvos de algumas das candidaturas.
http://www.redebrasilatual.com.br/
Filme sobre Lula emociona, suscita debate e provoca ira da oposição
Vasconcelo Quadros, Leandro Mazzini , André Balocco , Jornal do Brasil
BRASÍLIA, RIO
- A direção e o elenco juram que é uma obra sobre a trajetória pouco conhecida do retirante miserável que virou presidente da República e um fenômeno de popularidade. Mas o filme Lula, o filho do Brasil estreou na terça-feira à noite na abertura do 42º Festival de Cinema de Brasília provocando uma discussão que promete esquentar até que o longa entre no grande circuito: trata-se de uma obra de arte ou apenas uma das peças destinadas a influenciar a cabeça do eleitor nas eleições do ano que vem? O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo – filho de um retirante pernambucano que também migrou, em 1949, num pau-de-arara para São Paulo – avaliou os efeitos da produção de forma irônica, mas precisa:
– O filme vai deixar a oposição nervosa. Mas ela não deveria ficar nervosa. É só escolher alguém e também fazer um filme. Poderia ser a história dos Maia, do Cesar e do Rodrigo – cutucou o ministro, citando o ex-prefeito do Rio Cesar Maia e seu filho, o deputado Rodrigo Maia (DEM). Sugeriu, inclusive, o nome da obra: Os Maia, disse Bernardo, logo depois de assistir ao filme. A cena que mais chamou sua atenção, naturalmente pela familiaridade, foi a da viagem de 13 dias no caminhão pau-de-arara.
Bernardo admite que o filme, que estreia em janeiro em circuito nacional, em cerca de 400 salas, vai causar um impacto positivo na imagem do presidente.

A popularidade deve aumentar uns 10 pontos e a oposição vai propor mais uma CPI – prevê o ministro, em mais uma tirada de ironia.
Ele fez questão de ressaltar a ausência total de dinheiro público ou de recursos de estatais no patrocínio de uma produção estimada em cerca de R$ 16 milhões.

Na lista de patrocinadores privados é difícil encontrar quem não tenha alguma relação de negócio com o governo federal: Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa, Oi, EBX, Volkswagen, Hyundai, Senai, Estre Ambiental, Grupo JBS-Friboi, Grandene, GDF Suez e Ambev.

– O Lula pertence ao Brasil, não ao PT. Ninguém vai fazer campanha com o filme – jura o deputado Cândido Vaccarezza, líder do partido na Câmara.

Paulo Bernardo acha que, mais que a popularidade de Lula, o que vai pesar mais no desempenho eleitoral da candidata a candidata do PT, ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, serão os programas que vêm sendo desenvolvidos pelo governo.

– O filme mostra quem foi Lula até 1979. Não há na obra nada de disputa política e não será explorado na eleição – afirmou o presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP).

Essa, aliás, é uma grande sacada do diretor Fábio Barreto e de seu pai, Luiz Carlos Barreto, o Barretão. A última de uma série de cenas emocionantes mostra Lula voltando do enterro da mãe, dona Lindu, para a cela, em 1979. A autorização para participar do enterro foi uma concessão do então chefe da polícia política paulista, o hoje senador Romeu Tuma (PTB-SP) (pai do atual secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior), que aparece entre os policiais que à época prenderam Lula. O filme expõe um presidente cuja trajetória, da infância miserável à fundação de um novo sindicalismo, é uma história de superação. Emotivo e batalhador, o Lula retratado pelos Barreto é incompleto, mas real e autêntico.

– Ele é um dirigente sindical de esquerda, que queria comida na mesa do trabalhador. O Lula nunca foi comunista – resumiu Vaccarezza.

O Lula de hoje, segundo o líder do PT na Câmara, “é mais consistente”. Ou seja, não é mais o Luiz Inácio de dona Lindu.

– Tive receio de aceitar o papel com medo que fosse um filme político. Fui ver a história e achei fantástica – disse a atriz Glória Pires, que fez o papel da mãe de Lula.

De fato, O filho do Brasil, de Luiz Inácio a Lula, a biografia autorizada, da jornalista Denise Paraná, não permite dúvidas: Lula é conservador. Só entrou para o sindicalismo e mais tarde no confronto com o regime militar, “para ocupar a cabeça”, empurrado pelo irmão José Ferreira da Silva, o Frei Chico. E não foi porque teve um despertar de consciência política. Foi porque viu o irmão, este sim, um comunista, todo machucado, jogado numa cela dos porões da ditadura.

Lula não foi à estreia. Sua mulher, Marisa, o representou. Na plateia, entre os 750 lugares reservados ao governo, havia meio ministério e pelo menos um terço da base.
– É a história de êxito de um brasileiro. Lula é emotivo, um sobrevivente e reflete o povo – ressaltou o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE).

É difícil não se emocionar com as cenas em que a primeira mulher, Lurdes, morre junto com o filho ao dar a luz; ou com o enterro da mãe. Mas o filme não foca no “animal político”, toca de passagem no sindicalista aguerrido e exagera no Lula emotivo. (V.Q.)

Oposição vê campanha. Mas sem base jurídica, só lamenta
Os partidos da oposição veem clara tentativa de o presidente Lula, com o filme de sua biografia, comover o cidadão justamente no ano eleitoral e fazer com que – não explicam como, no entanto – a candidata à Presidência Dilma Rousseff se beneficiar nas urnas com a história do aliado.

Os líderes do DEM, PPS e PSDB focam os ataques em Lula e nos governistas, mas, embora estranhem que os financiadores do longa sejam grandes empresas que têm contratos com o governo federal, evitam polemizar a questão (essas mesmas empresas são doadoras de campanhas dos partidos da oposição a Lula).
– Ainda avaliamos como podemos proceder (na Justiça) – disse Sérgio Guerra, presidente do PSDB. – Sem a menor dúvida o filme vai ter influência eleitoral. Mas o filme só mostra o lado positivo.


Para o presidente do DEM, Rodrigo Maia, o filme não muda em nada o projeto do partido.
– Lula tem o direito de mostrar a sua história, e não sei se isso vai influenciar na campanha – avalia Maia. – O eleitor vai assistir à trajetória passada de um presidente, mas vai escolher um presidente olhando para o futuro.

Roberto Freire, do PPS, foi o mais duro nas críticas:
– O filme pode ajudar, mas pode ter efeito bumerangue, porque o filme é muito bajulatório, e o povo não é bobo. Esconde uma série de coisas. Este governo é completamente destituído de parâmetros éticos. Mas não vamos fazer nada. (L.M.)

Para procurador, filme não tem propaganda eleitoral
Se a oposição acredita que pode realmente ganhar a batalha contra Lula, o filho do Brasil alegando que o filme narrando a vida do presidente é propaganda eleitoral antecipada, melhor mudar de estratégia. Segundo o procurador eleitoral do Ministério Público do Rio de Janeiro Marcos Ramayane, de 48 anos, é muito difícil fazer com que esta tese seja considerada pelo pleno do Tribunal Superior Eleitoral, órgão onde a queixa teria de ser impetrada. Acostumado a representar contra este tipo de problema, Ramayane não vê qualquer irregularidade no filme, que se resume a narrar a trajetória do presidente até o início dos anos 80, ou seja, antes da fundação do Partido dos Trabalhadores, que tem a ministra Dilma Roussef como uma de suas pré-candidatas.

– Ela (a película) teria de ter um pedido explícito de votos à sua candidata, pois só assim se caracterizaria a violação do artigo 36 da Lei 9504 de 1997 – defende Ramayane, que acumula as funções no MP com as de professor de legislação eleitoral.

Ramayane explica que a propaganda extemporânea, para ser definida juridicamente como tal, tem de começar antes de julho do ano em que o pleito se realizará. Mas, no caso de Lula, o filme não beneficia o presidente, já que ele não é candidato, apesar de provocar polêmica.

– Talvez ela esteja acontecendo porque seja uma propaganda subliminar. É muito difícil caracterizar a propaganda extemporânea neste caso.

Para que o eventual pedido da oposição encorpe no plenário do TSE, seria necessária ao menos uma cena em que o presidente aparecesse pedindo votos para a ministra Dilma Roussef ou outro candidato às eleições do ano que vem. Mesmo assim, segundo o procurador, apenas este trecho da fita seria questionado.

– Não vi o filme, mas pelo o que sei não há nada parecido com isso nele. O presidente está em seu direito de se manifestar, com liberdade de expressão, como está nos preceitos de nossa Constituição. É como se fosse uma peça de teatro, um livro. Não há crime, ele está dentro do direito da livre manifestação.

Mensagem
Se ao menos servir de consolo à oposição, o procurador reconhece que a vida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, retratada na telona, emociona e por isso mesmo serve como uma forma de divulgação de sua imagem, podendo beneficiar indiretamente sua candidata.

– Mas nem toda divulgação pode ser compreendida neste enquadramento da propaganda antecipada.

O apelo da fita que ainda não viu, mas aguarda com ansiedade, é tanto, que ele próprio aguarda ansioso a estreia do filme, dia primeiro de janeiro, para ir ao cinema.

– Vou porque me parece um filme interessante.

Para o senhor, procurador, e para muitos brasileiros. Os produtores de Lula, o flho do Brasil – e os políticos que o cercam – sabem muito bem disso. (A.B.)

Na pré-estreia sem Lula, vaias e confusão

Daniel Schenker *, especial para o JB
Todos sabiam que seria uma noite concorrida. E até tumultuada. Mas a confusão que tomou conta do Teatro Nacional Claudio Santoro, anteintem à noite, antes da exibição de Lula, o filho do Brasil, novo filme de Fábio Barreto que abriu, numa sessão não competitiva, a 42ª edição do Festival de Cinema de Brasília, surpreendeu. Os problemas começaram no momento em que a plateia de convidados se avolumou na porta de entrada do auditório e precisou esperar alguns minutos até ser liberada para passar por um espaço estreito. Em pouco tempo, o teatro ficou superlotado, com espectadores sentados nas escadas.

Quando os apresentadores deram início à cerimônia de abertura, a primeira saia justa da noite: um pequeno grupo de manifestantes subiu ao palco e estendeu uma faixa com a frase “Lula, liberte Cesare!”, em referência ao ex-ativista italiano Cesare Battisti, que teve sua extradição liberada quarta-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e agora depende apenas da decisão do presidente. Em seguida, Luiz Carlos e Fábio Barreto foram chamados para apresentar o longa, que tem estreia comercial marcada para o dia 1º de janeiro.
Ao pegar o microfone, Luiz Carlos Barreto pediu que os espectadores sentados nas escadas se retirassem.
– Quero fazer um aviso. Do jeito que estamos dispostos nessa sala, com pessoas acomodadas nas escadas e nos corredores e sem a presença de bombeiros, qualquer coisa que aconteça representará perigo de vida – disse o produtor, vaiado pela maior parte do público.
Na sequência, Fábio causou mais mal estar.
– A equipe do filme está sem ter onde sentar porque a organização do festival não guardou lugar. Quero pedir que pelo menos 30 pessoas se levantem – sugeriu Fabio, que recebeu mais vaias.
Diante da reação contundente do público, a produtora Paula Barreto procurou acalmar os ânimos gerais e fazer com que a projeção começasse logo.
Na manhã de quarta-feira, durante a coletiva de imprensa, pai e filho voltaram atrás em suas críticas à organização do festival.
– Gostei da sessão. Os problemas não foram tão relevantes. A força do filme se impôs – destacou Fábio, que na véspera reclamou do fato de sua equipe não ter onde sentar e pedir para que pelo menos 30 pessoas cedessem seus lugares.
Luiz Carlos reiterou a fala do filho.
– O que aconteceu foi um acidente de percurso normal. Enfrentamos a mesma situação quando exibimos O quatrilho (1994), em Gramado – lembrou, mencionando outro filme de seu filho. – Quero agradecer à direção do festival, ponto de resistência do cinema brasileiro.

O presidente e a primeira-dama Marisa Letícia receberam a equipe do filme, logo após a exibição, no Palácio do Planalto. Lula preferiu não comparecer à sessão (assistirá na pré-estreia em São Bernardo do Campo, no próximo dia 28). O filme acompanha a trajetória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, desde a infância paupérrima no sertão pernambucano até o momento em que se torna líder sindical no ABC paulista na passagem da década de 70 para a de 80. Abertamente favorável a Lula, a produção termina fazendo menção ao momento em que tomou posse, em 2003.

Escorado no livro homônimo de Denise Paraná, o diretor mescla a apropriação da trajetória do presidente com registros documentais de marcos da história brasileira, como o golpe de 1964 e a decretação do AI-5. Evoca o clima de euforia mesclado à tortura nos porões da ditadura durante a Copa de 70. E procura reeditar a atmosfera das greves do ABC em 1979/1980, contexto que também influenciou Leon Hirszman na transposição cinematográfica de Eles não usam black-tie (1980), de Gianfrancesco Guarnieri. Com boas interpretações do protagonista Rui Ricardo Diaz e de Glória Pires, o filme evita excessos melodramáticos e golpes de grandiloquência.

Glória Pires volta a trabalhar com Fabio Barreto depois de Índia, a filha do sol (1982) e O quatrilho.

– Gostei muito do modo como o público se manifestou. É a primeira vez que venho ao Festival de Brasília e representando dois filmes bastante diferentes – ressaltou, referindo-se também a É proibido fumar, de Anna Muylaert.

Rui Ricardo Diaz, por sua vez, acumulou experiência em grupos de teatro de São Paulo, como a Casa Laboratório, filial conduzida por Cacá Carvalho do Centro per la Sperimentazione e la Ricerca Teatrale, dirigido por Roberto Bacci, na cidade italiana de Pontedera.

– Foram dois meses de preparação para viver Lula. Fábio me disse que eu deveria encontrar a pegada forte do personagem – conta Diaz.


Fábio Barrero também procurou se defender das críticas em relação ao tratamento excessivamente positivo dado ao presonagem principal.

– Nós procuramos humanizar Lula. Ele tem forças e fraquezas. Não quis mostrá-lo como alguém infalível ou perfeito. Minha intenção foi a de investir num melodrama e não num filme de cunho político – garantiu.

Ao final da coletiva de imprensa, Luiz Carlos Barreto anunciou sua aposentadoria como produtor.

– Quero dizer que, depois de 46 anos de trabalho, eu e Lucy seremos consultores da LC Barreto.

Lucy, porém, falou sobre projetos futuros como produtora: Flores raras e banalíssimas, centrado na figura da paisagista Lota de Macedo Soares, também protagonizado por Glória Pires; Madame Lynch, projeto com argumento de Manoel Carlos, e o documentário Entre rios e córregos, que traça um panorama de São Paulo, de sua criação até os dias de hoje.
* Daniel Schenker viajou a convite da organização do festival

18 novembro 2009

Charge do Bessinha
Petrobras tem 2º maior lucro entre empresas dos EUA e América Latina
da Folha Online

A Petrobras registrou o segundo maior lucro líquido entre as 25 maiores empresas de capital aberto do continente americano (sem considerar as companhias canadenses). O resultado do terceiro trimestre ficou em US$ 4,107 bilhões.

A estatal perde somente para a americana Exxon Mobil (US$ 4,730 bilhões), também do ramo petrolífero, de acordo com levantamento foi feito pela consultoria Economática.

Balanços apontam retração na receita das empresas no terceiro trimestre
Lucro da Petrobras soma R$ 7,303 bi no 3º trimestre, com queda de 26%
Lucro líquido da Vale cai a menos da metade, para R$ 3 bi

A pesquisa considera os balanços com os resultados do terceiro trimestre deste ano e leva em conta empresas de todos os setores.

A outra empresa brasileira melhor colocada nesse ranking é a Vale, com lucro de US$ 1,689 bilhão, ocupando o 22º lugar da lista, acima de Apple Computer (US$ 1,665 bilhão), Hewlett-Packard (US$ 1,642 bi) e Google (US$ 1,639 bi).

Em uma amostra restrita às empresas latino-americanas, Petrobras e Vale lideram o ranking dos 25 maiores lucros, dominado pelas companhias brasileiras, que tiveram 15 dos 25 melhores resultados registrados no subcontinente neste terceiro trimestre.

Empresas mexicanas ocupam cinco posições nesse ranking, enquanto duas empresas argentinas (Ypf e Tenaris) conseguiram lugar na amostra dos maiores ganhos.

Valor de mercado

A Petrobras é a terceira maior empresa de capital aberto entre Brasil e Estados Unidos, também segundo levantamento da Economática, que não considera o Canadá. A Petrobras subiu 118 posições no ranking durante o governo Lula.

De acordo com a consultoria, a Vale é a 14ª na mesma comparação, tendo subido 139 posições durante o governo Lula.

No final do 2002, a Petrobras tinha um valor de mercado de US$ 15,4 bilhões o que a colocava na 121ª colocação. No último dia 9, a empresa seria a terceira maior por valor de mercado com US$ 207,9 bilhões. No período do governo Lula a Petrobras subiu 118 posições e teve um crescimento de US$ 192,5 bilhões.

No final de 2002, a Vale fechou com US$ 11 bilhões em valor de mercado, o que a colocava na posição numero 153ª entre as empresas dos EUA. No último dia 9, o valor ficou em US$ 141,9 bilhões, colocando-a na 14ª colocação entre as norte-americanas (sem considerar a Petrobras). No período do governo Lula, a Vale subiu 139 posições, com crescimento de US$ 130 bilhões.

Atualmente, a empresa com maior valor de mercado nos EUA é a Exxon, com US$ 345,8 bilhões, seguida pela Microsoft, com US$ 257,4 bilhões.

PT acionará PF para apurar e-mail apócrifo contra Dilma
Agência Estado

Um e-mail apócrifo, com ampla circulação, atribui erradamente à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, participação em cinco homicídios cometidos na ditadura militar (1964-1985) por grupos guerrilheiros aos quais ela nunca pertenceu. Um deles ocorreu quando ela já estava presa.

A mensagem reproduz suposta ficha de Dilma nos órgãos de repressão, já publicada na imprensa, que a ministra, após submeter à perícia, disse ser uma montagem. O original não foi encontrado. O PT quer levar o caso à Polícia Federal (PF).

Curiosamente, o e-mail reproduz foto de um dos chefes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), o ex-capitão Carlos Lamarca, aos 17 anos, como sendo do tenente Alberto Mendes Júnior, morto pelo ex-militar e seu grupo a coronhadas em 1970. Também há exortações contra o "comunismo".

"Acho que guerra de argumentos é legítima, mas, quando entra nesse grau de calúnia, a providência é a mesma das outras calúnias", disse o presidente do PT, Ricardo Berzoini, afirmando ter pedido a especialistas do partido que identifiquem a origem da mensagem. Seu objetivo é denunciar o caso à PF por crimes de injúria, calúnia e difamação, e processar os responsáveis. "Tem o agravante do anonimato."

Berzoini recebeu o e-mail na quinta-feira e comunicou o fato a Dilma. "A gente sabe que isso tem alcance limitado, a maioria da pessoas identifica como tentativa de jogo baixo. Mas é nossa obrigação localizar." O e-mail tem descrições e fotos dos homicídios, com os dizeres: "Assassinado pelo grupo terrorista de Dilma". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
SURTARAM DE VEZ!!

Senador mais inútil do Senado, Arthur Virgílio, quer que Fundação Cacique Cobra Coral explique no Senado causas do blecaute


A Cobra Coral é uma fundação esotérica conhecida por fazer uma série de previsões, inclusive sobre a política nacional. A estratégia do líder do governo é aprovar a matéria em todas as comissões.

Marcos Chagas
Repórter da Agência Brasil

Brasília - A oposição adotou a estratégia de expor ao máximo a articulação do governo para tentar impedir o comparecimento da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, ao Senado com o objetivo de explicar as causas do blecaute da semana passada. A pedido do líder do PSDB, Arthur Virgílio Neto (AM), a Fundação Cacique Cobra Coral foi incluída no requerimento do líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), para que 20 pessoas, a maioria técnicos, estejam no Senado para explicar o blecaute.

O requerimento oral foi posto em votação pelo senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), que presidia a reunião da Comissão de Ciência e Tecnologia e o deu como aprovado sob protesto dos senadores governistas presentes. De acordo com os parlamentares, não se pode apresentar requerimento de forma verbal e, sob o ponto de vista do mérito, não cabe esse tipo de convite. A votação está suspensa e o assunto será retomado logo após a conclusão de uma audiência pública em andamento.

Senadores da própria base aliada se irritaram com a disputa política em torno do blecaute. Para eles, isso se transformou em mais um desgaste para o Senado. “Não vejo meu tempo bem gasto com coisas desse tipo. Não entendo qual é a estratégia de não se querer fazer nada”, reagiu o peemedebista Wellington Salgado (MG).

Valdir Raupp (PMDB-RO) foi mais direto em suas críticas. Segundo ele, essa disputa “está virando uma brincadeira”. Raupp ressaltou que o Senado contribui para o desgaste da sua imagem pública “ao se prestar a esse tipo de coisa”.

O senador Renato Casagrande (PSB-ES) concordou com o colega peemedebista. Ele disse ainda que o assunto poderia ser bem esclarecido com o comparecimento ao Senado do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e de representantes do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

“Partimos para a disputa eleitoral e isso é muito ruim porque o Senado não colabora em nada para esclarecer o assunto. A ministra Dilma não é ministra da área e o que se está discutindo aqui é tática de disputa eleitoral”, disse Casagrande.

Arthur Virgílio rebateu as afirmações de Casagrande. Segundo ele, da parte da oposição não há qualquer tipo de disputa eleitoral. O líder do PSDB acrescentou que Dilma Rousseff foi quem elaborou o atual marco regulatório do setor de energia e, por isso, tem que que explicar no Senado o funcionamento do sistema.

http://dilma13.blogspot.com/


OPOSIÇÃO E O TIRO NO PÉ
Mônica Bergamo

bergamo@folhasp.com.br

CHOQUE ELÉTRICO
O oposicionista PPS, do pernambucano Roberto Freire, colocou em seu site uma enquete perguntando se os internautas acreditam "na versão oficial do governo para o apagão".

Até o início da tarde de ontem, a opção que vencia com folga, com 46% dos votos dos internautas, era: "Sim, porque eu acredito em tudo que o governo diz".
AS OBRAS DO GOVERNO SERRA
O desabamento de vigas do Rodoanel na semana passada deixou três pessoas feridas



Em janeiro de 2007, a "cratera" do Metrô deixou sete pessoas mortas na zona oeste da capital

No dia 21 de março de 2008, parte do Expresso Tiradentes caiu na zona sul da cidade
Em janeiro de 2007, foi a "cratera" do Metrô: as obras da futura estação Pinheiros da Linha-4 Amarela cederam, matando sete pessoas. No dia 21 de março de 2008, chegou a vez do Expresso Tiradentes. Parte da construção caiu no final da noite na zona sul de São Paulo. Já na última sexta-feira (13), as vigas de um viaduto do trecho sul do Rodoanel desabaram, destruindo veículos e ferino três pessoas.

Rodoanel e “Choque de Gestão”: fiscalização terceirizada

“Estado paga R$ 25 mi para empresas fiscalizarem Rodoanel. Acompanhamento e supervisão do trecho da obra onde houve desabamento de vigas foram terceirizados pelo governo paulista. Ex-presidente da Dersa diz que houve falha de fiscalização; diretor de estatal paulista de transportes admitiu possibilidade

Folha de São Paulo

“O governo de São Paulo contratou um grupo de empresas por R$ 24,5 milhões para apoiar a fiscalização e a supervisão das obras do trecho sul do Rodoanel onde vigas de um viaduto desabaram na sexta-feira.

A contratação foi firmada pela Dersa, estatal paulista, há mais de três anos com um consórcio formado por Ecoenge, Figueiredo Ferraz, Maubertec, Coplaenge e Encibra, com a finalidade de monitorar os trabalhos no lote 5 da obra, que abrange a região do acidente.
O diretor de engenharia da Dersa, Paulo Vieira de Souza, admitiu, em entrevista logo depois da queda das vigas, que pode ter havido falha na fiscalização. Mas, questionada sobre como ela era feita, a estatal não havia revelado a presença dos serviços terceirizados.

O valor inicial dos contratos "para apoio à fiscalização, supervisão e acompanhamento" da obra foi fixado em R$ 19,6 milhões, por 50 meses. Alterações contratuais provocaram reajuste de mais R$ 5 milhões.

No total, a quantia equivale a três vezes os gastos da Prefeitura de São Paulo para construir um viaduto entregue neste ano no Jaraguá, na zona norte.

Nos demais quatro lotes do trecho sul do Rodoanel também há contratações para a fiscalização pela iniciativa privada. A do lote 5 é a mais cara de todas -a mais barata, de R$ 22,2 milhões, é a do lote 2.”


O FILME DE FHC
"Se a oposição reclama do filme sobre Lula por que não faz um sobre Fernando Henrique Cardoso? "

Ricardo Berzoini, presidente do PT, na estreia em Brasília do filme "Lula, o filho do Brasil"

Qual seria o nome do filme de FHC diante dos segredos revelados?
-O garanhão do Senado

-Se o apartamento do Serra falasse

- FHC, e os filhos bastardos
Apareceu mais um filho de FHC
Agora danou-se!
Depois de aparecer um filho de 18 anos na vida do ex-presidente FHC (ver nas postagens abaixo), agora surge um novo herdeiro, esse tem 20 anos de idade.

A informação foi colhida na coluna de Cláudio Humberto na Tribuna do Norte.

Abaixo, acompanhe a nota, na íntegra!
"O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso teve outro filho fora do casamento, em Brasília. Chama-se Leonardo dos Santos Pereira, hoje aos 20 anos, que trabalha como carregador (ou “auxiliar de serviços gerais”) em um órgão público. Ele nasceu da relação do então senador FHC com sua empregada Maria Helena, uma negra que o impressionava pela formosura. Leonardo é muito parecido com o pai.

Indenização
Demitida com o filho nos braços, Maria Helena só recebeu R$ 130 mil dos R$ 250 mil prometidos. E uma pequena casa em Santa Maria (DF).

Sem retorno
Esta coluna tentou contato com o ex-presidente FHC, através de seu instituto, em São Paulo. Ele não retornou as ligações.

Segredo guardado
Quem administrava o segredo e os pagamentos a Maria Helena, diz ela, era o ex-senador Ney Suassuna (PB), que depois virou ministro


RELEMBRE O APAGÃO DE FHC DO PSDB
Alguns abestalhados perguntam: Qual é a diferença de um blecaute, e do apagão do FHC do PSDB?
O blecaute é a falta de energia elétrica que dura minutos, ou no máximo algumas horas, tempo para que o problema técnico seja sanado. Problema técnico, queda de linha de transmissão,curto-circuito, problemas atmosféricos como a queda de raios nas linhas de transmissão. Não há falta de energia, as hidroelétricas estão a todo vapor, com energia de sobra para atender a demanda do país.



O apagão de FHC do PSDB , durou de 2001 a 2002, foi causado por pura ingerência política e falta de planejamento do governo tucano, que deixou a população no escuro e pagando tarifas altíssimas.
Causou um imenso prejuízo a população e ao país. Segundo o TCU o prejuízo foi de 45 bilhões. Omissão, descaso, irresponsabilidade do Ministério de Minas e Energia, na época nas mão do ministro José Jorge do DEM. Do apagão de FHC resultou o racionamento, não havia energia para atender a demanda do país. Assista o vídeo, para relembrar como foi o apagão de FHC do PSDB/DEM.

17 novembro 2009

Bovespa fecha acima de 67 mil pontos e bate recorde do ano

GOVERNO LULA
Da Redação, em São Paulo
Depois de um dia instável, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) subiu mais de 1%, fechou acima de 67 mil pontos e bateu o recorde do ano.O Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) encerrou esta terça-feira com valorização de 1,17%, aos 67.405,98 pontos. Foi o maior pontuação do ano, desde 19 de outubro, quando foram marcados 67.239,45 pontos.

Charge do Bessinha

Serra e 11 deputados receberam doações de 'consórcio' do Rodoanel, diz TSE

Governador recebeu R$ 1 milhão da OAS e R$ 100 mil da Carioca.

O governador José Serra (PSDB) diz que o consórcio responsável pelas obras do viaduto do Rodoanel onde vigas caíram ferindo três pessoas na sexta (13) terá de indenizar as vítimas se for comprovada falha. Já os deputados dizem que vão pedir explicações e prometem dar início a uma CPI na Assembleia para apurar a responsabilidade das empreiteiras.

Pois essas empresas que estão agora na mira dos políticos foram há pouco tempo grandes colaboradoras deles. A OAS Engenharia e a Carioca, que compõem com a Mendes Jr. o consórcio responsável pelo lote onde houve o acidente, ajudaram a eleger em 2006 tanto o governador José Serra como outros dez deputados estaduais, quatro deles do PSDB e quatro do PT (partido que hoje patrocina a ideia de uma comissão parlamentar de inquérito na Casa).

Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o governador José Serra recebeu R$ 1 milhão da construtora OAS e outros R$ 100 mil da Carioca.
http://g1.globo.com/

Dilma e Lula acreditam em acordo climático
Um dia depois de EUA e China dizerem que não haverá tratado em Copenhague, Lula e Dilma mostram otimismo

Andrei Netto, ROMA;

Afra Balazina
O governo brasileiro demonstrou ontem que ainda acredita em um possível acordo global na Conferência do Clima das Nações Unidas (COP-15), que será em Copenhague no mês que vem. A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse ao Estado ainda ter esperanças. E o presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu que participará do evento, já que "nesse momento só a presença dos líderes pode mudar alguma coisa".




As declarações foram uma reação à posição anunciada anteontem pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e por chefes de Estado asiáticos, de que não será possível chegar a um acordo final sobre redução de emissões em Copenhague. "Mas ter esperança não significa deitar em berço esplêndido", disse Dilma, por telefone, de Copenhague, onde apresentou em uma reunião de ministros do meio ambiente as metas brasileiras para controlar emissões de gases do efeito estufa.

Para ela, ainda existe "a possibilidade de acordo". Além de Lula, do presidente francês Nicolas Sarkozy e do primeiro-ministro britânico Gordon Brown, Dilma acredita que diversos líderes devem ir a Copenhague. "Com a presença deles, é mais fácil um acordo. O grau de liberdade de embaixadores e ministros é mais estreito."

De forma exaltada, falando com o dedo em riste - tom não usual para questões diplomáticas -, Lula disse, em Roma, que o tratado climático pode até ser adiado para 2010, mas que os EUA e a China não vão escapar de apresentar metas de redução das emissões de CO2 na atmosfera. "O dado concreto é que não têm como escapar. Todos terão de apresentar números, inclusive o presidente (Barack) Obama, o presidente Hu Jintao e todos os outros."

Para Lula, EUA e China têm estratégia comum para solapar o acordo na COP-15. "Estamos percebendo há meses que a China joga a culpa nos EUA, os EUA jogam a culpa na China. E a nossa preocupação é de que um possa utilizar o outro como escudo para justificar a não apresentação de números."

Apesar de mostrar irritação, Lula deu a entender que um "acordo político", como o defendido por Obama e Jintao, pode ser aceito. "Se todos não conseguirem colocar números e não estabelecer metas, nós poderemos pelo menos assinar um documento político que se comprometa com um calendário para resolver a questão." Para Dilma, é difícil ter um acordo "em cima de princípios", sem definições mais concretas. "É possível que não se complete o acordo em Copenhague, mas é preciso saber a direção, o rumo da estrada", disse a ministra - que até recentemente era contra a adoção de metas pelo Brasil.

Lula disse que telefonará hoje para Obama e Jintao para convocá-los a participar das negociações. Em Brasília, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, lembrou que China e os EUA juntos "são responsáveis por 50% das emissões de gases do planeta". "Sem eles, não há acordo consistente, mas vamos forçar até o último minuto."

A ministra dinamarquesa do Clima e da Energia, Connie Hedegaard, disse que pode levar um ano para se concluir os detalhes do acordo. Mas afirma que um prazo precisa ser colocado no tratado político que deverá ser fechado em Copenhague.

Dilma apresentou ontem em Copenhague o compromisso do País de reduzir entre 36,1% a 38,9% as emissões de gases-estufa até 2020, em relação ao que seria emitido se nada fosse feito. Segundo ela, Noruega, países europeus, asiáticos e africanos elogiaram a iniciativa. E Índia e China ficaram especialmente interessadas nos detalhes da proposta. "Não somos obrigados a ter compromissos, mas vivemos no mesmo planeta", disse Dilma.

Kassab vai aumentar o IPTU
em até 60%
Percentual vale para imóveis comerciais, industriais e de serviços; residências terão um reajuste de no máximo 40%

"Infelizmente, temos que mostrar que a atualização da planta genérica é uma necessidade, é uma questão de justiça", disse o prefeito

EVANDRO SPINELLI
DA REPORTAGEM LOCAL

O prefeito Gilberto Kassab (DEM) anunciou ontem que o IPTU em São Paulo terá um aumento de até 60% em 2010 para imóveis comerciais, industriais e de serviços. No caso dos imóveis residenciais, o reajuste será de no máximo 40%.
O projeto será enviado hoje à Câmara Municipal e terá de ser aprovado até o fim de dezembro para valer no ano que vem.
Como Kassab tem a maioria dos votos no Legislativo paulistano, a aprovação do projeto não deve ser complicada, mesmo com a campanha eleitoral de 2010 na qual muitos vereadores pretendem concorrer.
A Folha revelou no mês passado que a prefeitura pretendia fazer a revisão geral do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) de acordo com a valorização imobiliária de cada região nos últimos oito anos.
Pelos estudos preliminares que a Folha obteve, o maior reajuste seria de 357%, na rua Barão de Ladário, no Brás. A região foi valorizada, segundo os estudos, pela revitalização do largo da Concórdia e pelo combate aos camelôs.
Serra lembra os "piores caudilhos", diz Cesar Maia
Democrata endossa discurso de seu filho de apoio a Aécio

DA REPORTAGEM LOCAL

A relação entre PSDB e DEM sofreu novo abalo ontem. A exemplo do filho, o presidente nacional do DEM, Rodrigo Maia (RJ), o ex-prefeito do Rio Cesar Maia disse que o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), "lembra os piores caudilhos" ao avocar para si a decisão sobre a candidatura do PSDB à Presidência.
Hoje, Serra lidera as pesquisas para presidente. Mas, assim como o filho, Cesar Maia elogia o governador de Minas, Aécio Neves. Em entrevista ao portal iG, Maia chamou Serra de personalista. Procurado pela Folha, reiterou as críticas.
"O Serra diz que quer ser candidato, que será candidato, que pode ser candidato, e o partido parece não ter nada a ver com isso. É um populismo descarado. Lembra os piores caudilhos. Um caudilho do passado apontava o dedo para o candidato. Agora o próprio candidato aponta o dedo para si", disse, queixando-se da disposição de Serra de só se manifestar sobre a eleição em março.
Contrariado, Serra não quis comentar a declaração. O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), cobrou um discurso mais construtivo. "O esforço agora é juntar todas as energias. A contribuição de Maia é fundamental. E isso implica um discurso de maior colaboração e mais construtivo."
Em Alagoas, Aécio defendeu que a escolha aconteça até janeiro e disse que "gostaria muito" de ter Ciro Gomes (PSB-CE) -desafeto de Serra- como aliado. Afirmou ser "concreta" a possibilidade de Serra não concorrer à Presidência.
(CATIA SEABRA)


16 novembro 2009




Charge do Bessinha
Emprego formal tem resultado recorde em outubro
estadao.com.br
SÃO PAULO - O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de outubro registrou a criação de 230.956 empregos formais. Segundo o Ministério do Trabalho, esse é o melhor saldo de toda a série para meses de outubro.
De janeiro a outubro deste ano, o Caged registra a criação de 1.163.607 empregos formais, confirmando a marca estabelecida anteriormente pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Na semana passada, ele adiantou que a criação de vagas ultrapassaria 1 milhão
Lula: É preciso aguardar com cautela anúncio de causa do blecaute

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (16) que é preciso aguardar “com cautela” as investigações para que seja anunciada a causa do blecaute da última terça-feira (10). “Sabemos que tem a turma do 'eu acho'. Todo mundo agora quer encontrar um culpado”, disse.

Em seu programa semanal Café com o Presidente, Lula avaliou que o blecaute que deixou 60 milhões de brasileiros sem luz não foi “nos moldes” do registrado em 2001. Na época, segundo ele, o país apresentava dois problemas distintos: dificuldade na geração de energia elétrica e ausência de linhas de transmissão.

“Nós, agora, temos muita geração e muita linha de transmissão. O blecaute que aconteceu, na verdade, foi um incidente que, até agora, as informações que temos são de um curto-circuito em uma torre em Itaberá, São Paulo.”

Ao final do programa, Lula garantiu que o governo brasileiro vai trabalhar de forma intensa na tentativa de evitar que um novo blecaute volte a ocorrer.

O Ministério de Minas e Energia, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) têm até hoje para entregar ao Ministério Público Federal toda a documentação solicitada sobre o blecaute. Os órgãos têm até o dia 26 para indicar os responsáveis pelo local da falha inicial.

ABr
Em Roma, Lula diz que fome parece invisível para Governos
Roma, 16 nov (EFE).
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje durante a reunião sobre segurança alimentar de Roma que a fome parece ser invisível para muitos Governos, que, com menos da metade do que usaram contra a crise financeira, poderiam solucionar esse problema.

"Perante a ameaça de um colapso financeiro internacional, causado pela especulação irresponsável e pela omissão dos Estados na regulação e na fiscalização do sistema, os líderes mundiais não duvidaram em gastar centenas e centenas de trilhões de dólares para salvar a queda dos bancos", disse Lula.

"Com menos da metade desses recursos, seria possível erradicar a fome do mundo. A luta contra a fome segue, no entanto, praticamente à margem da ação dos Governos. É por assim dizer invisível", completou.

Nesse sentido, o presidente pediu "vontade e determinação política" durante um discurso na sede da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), que recebe a cúpula até a próxima quarta-feira.

"Muitos parecem ter perdido a capacidade de se indignar com um sofrimento tão distante de sua realidade e experiência de vida. Mas os que ignoram ou negam esse direito, acabam perdendo sua própria humanidade", destacou.

Lula falou da recente redução dos níveis de pobreza no Brasil através de uma "forte rede de proteção social articulada com políticas de estímulo para a agricultura familiar" e pediu medidas que funcionem em situações de emergência.

"O mais importante, no entanto, são as soluções a longo prazo, ou seja, as capazes de prevenir as catástrofes", afirmou o presidente.

"É fundamental que os países desenvolvidos cumpram os compromissos assumidos e aumentem os níveis de ajuda ao desenvolvimento. O sistema multilateral de comércio tem que se libertar dos vergonhosos subsídios agrícolas dos países ricos", completou.

Lula, que disse acreditar que não existe uma verdadeira carência mundial de alimentos, definiu a fome como "a mais terrível arma de destruição em massa do planeta" e pediu que se vença esse problema para abrir caminho a um mundo "justo, livre e democrático".

Postado por Jussara Seixas às Segunda-feira, Novembro 16, 2009 0 comentários Links para esta postagem


E se eles fossem do PT?
Em 1991 um senador da República eleito por SP, FHC, casado com uma renomada antropóloga, Ruth Cardoso, pai de três filhos, teve um caso extraconjugal com uma jornalista da rede Globo, Miriam Dutra. Desse relacionamento extraconjugal nasceu um filho. O apartamento para os encontros amorosos entre o senador FHC e a jornalista global Miriam Dutra, segundo o jornalista Ricardo Noblat, era cedido pelo então deputado federal na época, José Serra, também eleito por SP em 1990. José Serra, hoje governador de SP, foi o alcoviteiro do caso. Desde 1990 José Serra e FHC eram unha e carne. Serra não só ajudava o amigo a trair a esposa, mas compartilhava as idéias políticas do atraso, do entreguismo, de governar sempre para os ricos. José Serra foi eleito deputado federal nessa eleição com apoio preferencial da Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN). Em 1994 foi eleito senador por SP, e de imediato declarou-se a favor da privatização da Companhia Vale do Rio Doce. A mídia escondeu por 18 anos os fatos. Hoje, após FHC ter revelado que vai reconhecer a paternidade do filho, os jornalões tratam do assunto muito discretamente. A jornalista teve o filho no Brasil, registrou-o apenas em seu nome e a Globo imediatamente a transferiu para fora do país. Miriam Dutra criou o seu filho na Europa durante 18 anos. Hoje os abestalhados da Veja e afins dizem que ninguém tem nada a ver com vida particular, íntima, de FHC e, pasmem, louvam o fato de ele reconhecer a paternidade do rebento – após 18 anos! Por isso, foi até chamado de ‘grande homem’ por muitos abestalhados.

Aqueles que pregam diariamente a moral, a ética, os bons costumes, a família, a fidelidade conjugal tão querida da Igreja, enfiaram o rabinho nos meios das pernas. Sumiram. Transformar esse fato em grande escândalo, com críticas ácidas da imprensa, de políticos, com condenação da Igreja, só se FHC e José Serra fossem do PT, ou da base aliada do governo Lula, como Renan Calheiros. A mídia tão investigativa, tão sedenta por descobrir e publicar a verdade, não vai procurar saber de onde vieram os recursos de FHC para o sustento do filho e da outra na Europa? Não vai apurar se o apartamento emprestado pelo José Serra, na época deputado federal, era o apartamento funcional, pago com o dinheiro do contribuinte? Cadê os juristas de plantão para opinar se houve quebra de decoro parlamentar? Se houve falta de ética?

No caso Renan Calheiros, justificaram o escândalo com o argumento de que era um homem público, um senador, e devia respostas e satisfação à sociedade. Foi massacrado pela mídia, só faltou ser enforcado em praça pública. FHC e Serra não são homens públicos? Não devem satisfações à sociedade? Por que? Porque são oposição ao governo Lula, porque mantêm grandes acordos e negócios com os jornalãos e com a mídia, que sempre os favoreceu financeira e politicamente. Os donos da mídia fazem parte da elite, e é para essa elite que FHC e Serra sempre governaram. Se FHC e Serra fossem do PT ou da base aliada do governo Lula, eles estariam perdidos, seriam manchetes nos jornais, na telinha da Globo, nas páginas da Veja. Seriam objeto de CPI, que convocaria até Miriam Dutra e o filho. Seriam massacrados sem dó nem piedade. Mas são do PSDB, então abafe-se o caso, afinal o nome do candidato deles, o Serra, está no rolo e tem que ser preservado.
Jussara Seixas