27 junho 2009


Charge do Bessinha
JÁ VAI TARDE!
DIOGO MAINARDI É DEMITIDO DA VEJA
O Colunista Diogo Mainardi, da Revista Veja, foi demitido nessa semana do Grupo Abril. Diogo era o responsável pelo PODCAST VEJA, uma coluna eletrônica no site da revista. Apesar dos editores não publicarem, todo mundo sabia dos baixos índices de audiência do tal PODCAST. Essa rejeição à Mainardi advém de sua própria característica como narrador na coluna: voz nasalada, tom enfadonho. e sua falta de educação no trato com os fatos em pauta, sobretudo ao Presidente Lula.
Mainardi sofria de uma antipatia enorme do público da Veja, o que afastou diversos patrocinadores, os que garantiriam em tese, ao público da Revista, sua permanência . E olhe que esse público não é tão seletivo assim, haja vista a coluna de outra figurinha difícil se manter até hoje no site da revista: Reinaldo Azevedo
Blog do Nassif
Alguns desdobramentos inevitáveis do Blog da Petrobras - que, aliás, ocorreriam mesmo sem o Blog:
1. Os jornais terão que reaprender a fazer jornalismo, sob pena de terem suas matérias permanentemente questionadas por um circuito cada vez mais amplo de Blogs e sites.
2. Rompe-se o corporativismo e o fechamento da Petrobras. A partir do Blog, não poderá mais haver pergunta sem resposta. E essa tendência se espraiará por outras empresas e organizações.
3. A imprensa não poderá mais recorrer impunemente a dossiês, quebras de sigilo fiscal e outras práticas do submundo político e policial. A iniciativa da Petrobras de cobrar judicialmente explicações sobre a quebra de sigilo fiscal de seus diretores rompe definitivamente com o medo que paralisava empresas e pessoas alvos dessas operações. Os jornais serão cada vez mais questionados sobre a origem de suas informações. Como contrapartida à maior transparência das empresas, terão que ser cada vez mais transparentes. A questão do sigilo de fonte terá que ser revista para aquilo que se aplica mesmo: informações relevantes para o país.
4. Acaba definitivamente o monopólio do jornalista na intermediação da notícia. Hoje em dia tem-se a hipocrisia de assessorias de imprensa cada vez maiores, enviando releases que são publicados como se fosse apuração do veículo. Daqui para frente, cada vez mais empresas, associações, ONGs etc serão geradoras de notícia, que terão tanta (ou maior) credibilidade quanto as notícias jornalísticas. Essa nova modalidade exigirá de todos esses grupos a capacidade de gerar notícias tecnicamente bem feitas - o que abrirá um novo mercado de trabalho para os jornalistas.
Charge do Bessinha

Betogate: servidora diz que Beto Richa sabia de fantasmas na prefeitura





http://nogueirajr.blogspot.com/

Lula diz que objetivo da Lei Azeredo é fazer censura
Agência Brasil
“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou, nesta sexta-feira, de censura o projeto de lei que endurece as penas para crimes cometidos na internet. Ele visitou o 10º Fórum Internacional de Software Livre, em Porto Alegre.O texto prevê que quem obtiver ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado sem autorização do legítimo titular poderá ser preso.Para professores de comunicação e organizações ligadas à internet, atividades corriqueiras no mundo virtual, como baixar uma música ou um filme, poderão ser interpretadas como crime."Essa lei que está aí não visa corrigir abuso de internet. Na verdade, quer fazer censura. Precisamos responsabilizar as pessoas que trabalham com internet, mas não proibir ou condenar", disse Lula, após ouvir apelos da plateia para vetar a lei. "É interesse policialesco fazer uma lei que permite que as pessoas adentrem a casa de outras para saber o que estão fazendo, até sequestrando os computadores. Não é possível." O projeto ainda tramita no Congresso Nacional.Em ocasiões anteriores, o relator do texto na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado e apoiador do projeto, Eduardo Azeredo (PSDB-MG), alegou que o objetivo não é controlar o uso da web, mas punir crimes via rede mundial de computadores, como cópia de cartões de crédito e senhas.”O texto obriga os provedores online a guardar, por três anos, os registros de acesso e encaminhar os dados à Justiça, quando solicitados para investigação. Com essas informações, a ideia é chegar ao endereço de um criminoso.”
10 homens e 1 mulher
Onze pessoas estavam penduradas numa corda num helicóptero.
Eram dez homens e uma mulher.
Como a corda não era forte o suficiente para segurar todos, decidiram que um deles teria que se soltar da corda.
Eles não conseguiram decidir quem, até que, finalmente, a mulher disse que se soltaria da corda, pois as mulheres estão acostumadas a largar tudo pelos seus filhos e marido, dando tudo aos homens e recebendo nada de volta e que os homens, como a criação primeira de Deus, mereceriam sobreviver, pois eram também mais fortes, mais sábios e capazes de grandes façanhas...
Quando ela terminou de falar, todos os homens começaram a bater palmas..
Nunca subestime o poder e a inteligência de uma mulher.....

Homenagem as mulheres enviada pelo amigo Julio Cesar Silva.

26 junho 2009

Lula: interesses pessoais não devem se sobrepor ao projeto nacional em 2010
Leia abaixo entrevista com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicada pelo jornal Zero Hora nesta sexta-feira (26):

O que é melhor para a campanha da ministra Dilma Rousseff nos Estados em 2010? Chapa puro-sangue com PT na cabeça ou alianças com o PMDB?


Luiz Inácio Lula da Silva – Trabalho com a hipótese de construir uma aliança entre PT e PMDB, PDT e PTB. Uma parte importante da base do governo precisa compor nos Estados para que a gente possa ganhar e governar. O problema não é ganhar, é governar. É você ter um grupo de pessoas dispostas a trabalhar para destravar um País, um Estado, para que a gente possa apresentar à sociedade uma perspectiva. A Dilma tem de trabalhar com a possibilidade de um grande leque de alianças para ganhar bem e governar bem.
O PT está disposto a fazer sacrifícios?
Não temos o direito de não fazer sacrifício e permitir que o desejo pessoal de alguém prevaleça sobre os interesses coletivos de um partido, seja estadual ou nacional. É preciso um debate para saber o seguinte: o que nos interessa neste momento? Quais os Estados que temos de disputar, em quais temos chances? Que tipo de aliança poderemos fazer e o que queremos construir? Se fizermos essa discussão corretamente, fica fácil construir as alianças. É preciso construir um time que vá do goleiro ao ponta-esquerda para trabalhar junto nessa campanha. Essa minha concepção vale do Oiapoque ao Chuí. Mas quem decide isso são os partidos. Só espero que as pessoas tenham aprendido.
Como o senhor vê a ideia de o PT abrir mão da candidatura ao governo de SP em favor do deputado Ciro Gomes (PSB)?

O Ciro tem todas as condições de ser candidato em qualquer lugar do Brasil. Por enquanto, só vejo especulação, nada sério. Mas acho que o Ciro daria trabalho em São Paulo.
Esta semana o senhor criticou a imprensa por dar tanto espaço à crise no Senado. O senhor segue apoiando o senador José Sarney ou defende o afastamento dele da presidência da Casa?

Não critico a imprensa por conta do Senado. É pelo denuncismo desvairado que, às vezes, não tem retorno. Há uma prevalência da desgraça sobre as coisas boas. Talvez venda mais jornal. Citei um jornal quando fiz a crítica. Você tinha a volta do crescimento do emprego, cento e poucas mil vagas criadas. E a manchete era desse tamanho (faz um gesto com as duas mãos para indicar altura) sobre um emprego equivocado no Senado. Os milhares de empregos criados estavam numa notícia secundária. A nação precisa de boas notícias, de autoestima, para poder vencer esse embate com a crise internacional. Sobre as denúncias no Senado, que se faça investigação. Quem estiver errado deve ser punido. Todos os senadores têm mais de 35 anos de idade, estão na idade adulta. O Sarney já anunciou que vai investigar.
A defesa que o senhor faz de Sarney tem a ver com a eleição de 2010?

A crise do Senado pode agravar a relação com o PMDB, que já não anda boa?

Não acho que algum senador vá renunciar ao mandato. Eles vão se acertar e prestar contas. A minha cabeça não trabalha pensando em 2010. Agora, tenho clareza de que nós saíremos bem em 2010 se a gente estiver bem em 2009.
O vice ideal para Dilma seria do PMDB?

Vamos discutir isso. Veja a importância do PMDB no Brasil, um partido que tem mais vereadores, mais deputados, mais senadores, mais governadores. Tem um potencial muito grande. Mas não é apenas isso que credencia alguém para ser vice. Primeiro, o vice tem que ser da concordância de quem vai ser candidato a presidente. Você não pode ter um vice que não tenha uma afinidade política, ideológica e visão de Brasil.
O senhor tem acompanhado o tratamento da ministra Dilma. Como ela está? Há riscos de prejuízo à campanha dela?

Por tudo que tenho conversado com os médicos, não acredito (em prejuízos). Mas doença é doença. No momento certo, o médico vai dizer se parou ou não o tratamento. A Dilma tem trabalhado a mesma coisa. Ela tem um ou dois dias por semana que se sente mais cansada, depois da quimioterapia, e diminui um pouquinho o ritmo. Todo mundo que já teve esse tipo de câncer diz que é curável. A Dilma vai ficar extraordinária e a hora que tiver que anunciar estará pronta para o embate. Se for candidata mesmo – depende ainda dos partidos e dela própria –, a partir de março se afasta e começa a campanha.


Quem vai para o lugar dela? O ex-ministro Antonio Palocci?

Não, não. Não posso discutir agora o que vou fazer. Mas não pretendo colocar nenhum ministro novo no governo.
Pelo menos 14 ministros devem sair até abril para concorrer nas eleições. Como o senhor pretende conduzir as substituições: com indicações políticas ou recorrendo a técnicos?

Não vou trazer uma pessoa para chegar sem conhecer o histórico do próprio ministério, das obras, dos projetos. Desse jeito, irei paralisar o governo por dez meses. Na hora que o ministro for saindo, o secretário executivo assume e vai tocando. Não quero mexer no andamento das coisas que estamos fazendo.
Na oposição, o senhor e o PT criticavam muito o antecessor, Fernando Henrique por viajar demais. Nenhum presidente colocou o Brasil tão em evidência como o senhor nessas missões internacionais. O que mudou e qual a utilidade desse trabalho?
Mas se você pegar o meu discurso verá que eu dizia: “Ele (Fernando Henrique) tem o direito de viajar pra fora, o que é lamentável é que ele não viaje aqui dentro”. E viajo muito lá fora e viajo muito aqui dentro. É inexorável. O número de aliados que o Brasil estabeleceu nesses seis anos é muito grande. As pessoas querem ouvir o Brasil.
Qual é a utilidade desse seu trabalho no exterior?

O momento histórico me deu essa projeção. Nós levamos cinco anos para poder consolidar o Bric (grupo formado pelos grandes países emergentes – Brasil, Rússsia, Índia e China) como uma instituição. Vamos ter a segunda reunião no Brasil no final do ano que vem. O Brasil está muito importante. Lembro quantas críticas recebi quando fiz a primeira viagem à África. “Mas por que na África? Não tem nada para vender na África.” Pergunta ao ministro (da Indústria e Comércio) Miguel Jorge, que voltou com uma caravana empresarial da África agora. A gente não tem o que vender é para a Alemanha, Suécia, EUA, porque precisa mais valor agregado, competitividade tecnológica. Mas para a África, América Latina, parte do mundo asiático e para o mundo árabe, o Brasil só tem é que vender.
O senhor vai encerrar o seu governo sem a reforma política e sem a reforma tributária?

Mandei as duas para o Congresso. Não sei quantos anos tenho de vida, mas quero estar perto para ver o dia em que alguns empresários disserem que é preciso fazer reforma tributária. O DEM fez da reforma tributária a bandeira dele. Mas eles não querem. Mandei duas propostas. Em abril de 2003 e outra no ano passado. Quando fazemos as reuniões com governadores, prefeitos e empresários, todo mundo concorda. Quando chega no Congresso, ninguém concorda mais.
O senhor tem dito que quer ser um cidadão do mundo depois de 2010. O presidente Barack Obama disse que o senhor é ‘o cara’. Ele seria o seu cabo eleitoral para o senhor ocupar um espaço na ONU, Banco Mundial? Qual é o seu desejo pessoal?

Quando falei cidadão do mundo, me perguntaram o que queria fazer. Não tenho pretensões. A minha maior pretensão agora é ver se eu pago a promessa que eu fiz para Dona Marisa em 1978. Ela queria que eu deixasse o sindicato e prometi que era o último mandato e que, depois, ia me dedicar à família. Já são 31 anos e não consegui. Pretendo me voltar um pouco para a família. Também não quer dizer que vá deixar de fazer política. Gostaria de trabalhar muito essa questão de integração da América Latina, da África. Acho que precisamos cuidar com muito carinho da África. Por isso, estou indo pra lá no dia 1º, na Cúpula Africana, na Líbia.
Mas com essa popularidade que o senhor tem, será que na eleição de 2014 a dona Marisa resiste?
Pesa mais do que uma pressão para que o senhor volte a disputar a Presidência?

Tenho que recusar discutir 2014, porque não seria benéfico para mim e para quem quero eleger. Vamos supor que eu eleja a companheira Dilma a candidata do PT e o povo brasileiro eleja a Dilma presidente do País. Ora, qual é o meu papel? Trabalhar para que ela faça o máximo possível e ela tem o direito de querer ser candidata à reeleição. Senão, o que acontece? Se eu não tiver essa consciência de que ela tem de fazer mais e fazer melhor, fazer o governo dela sem tutela e patrulhamento de ninguém, sem saudosismos, você tira a possibilidade de uma grande mulher fazer um grande governo. Mas ela ficar no governo vendo que eu sou sombra, “ah, em 2014 ele vai voltar”... Vou torcer para que ela possa fazer o melhor e ser candidata à reeleição. Se for um adversário que ganhe, aí sim pode estar previsto em 2014 eu voltar. Depende.
Há uma posição de que as pessoas beneficiadas com o Bolsa-Família não saem do sistema. Estaria faltando um segundo passo, para as pessoas recuperem a cidadania?Essa visão elitista dos brasileiros é responsável por mais de um século de empobrecimento generalizado. Com o Programa Luz para Todos, 83% das pessoas que receberam energia compraram televisão, 79% geladeira, 44% aparelho de som, 44% voltaram a estudar à noite. Alguém que nasceu na avenida Copacabana, que nunca teve problema, acha que R$ 80 é pouco, mas para um pobre é muito. À medida que a economia vai crescendo, as pessoas vão deixando o Bolsa-Família e deixam outros entrarem. 600 mil já deixaram o programa.
O senhor vai ampliar o prazo de redução do IPI?

Não posso falar porque as empresas estão falando por aí: “Compre seu carro logo”. Falando em política tributária, imposto e política social, quero dar uma explicação lógica. Todos queremos que o Brasil tenha uma política tributária muito mais simplificada. O ideal é que a gente aumente o número de contribuintes. A carga tributária brasileira não é algo a ser comparado com os países desenvolvidos. Num País que tem 10% de carga tributária, não há Estado. Pode mapear quais são os países. A política social é extremamente importante porque por mais de 20 anos se discutiu no Brasil se a gente deveria distribuir para crescer ou crescer para distribuir. Começamos a fazer os dois juntos e o resultado foi extraordinário. A ascensão dessa molecada por conta do ProUni: são 545 mil jovens da periferia na universidade, 40% deles negros. A política social é uma coisa barata, ela perpassa a ignorância, a violência. Na hora em que o pobre tem uma ajuda, todo mundo vai melhor, vai ter menos bandido, menos violência.
A oposição ganharia se usasse esse discurso?
Não sei, porque não é só o discurso, é preciso olhar nos olhos das pessoas.
O senhor acha que a oposição torceu para que a crise afetasse o Brasil?

Torceu e muito. Teve gente que até acendeu vela.
Houve gente que queimou os dedos?

Uns queimaram a língua, outros queimaram os dedos. Quando deixar o governo, vou montar um grupo para pesquisar as análises econômicas que fizeram sobre o meu governo, para saber quem errou e acertou. Sobre a crise, ninguém precisou explicar porque ela era internacional. Tivemos dois momentos da crise. Em setembro do ano passado eu estava no Panamá quando surgiram os primeiros sinais. Voltei, fiz várias reuniões com economistas, analisamos e percebemos que a crise chegaria muito pequena no Brasil. Até que desapareceu o crédito no mundo inteiro. Tomamos todas as medidas necessárias e somos reconhecidos no mundo inteiro.
É por essa questão de orgulho que o senhor não quer que a Petrobras sofra uma CPI?

Se tem um fato determinado, diga e faça a CPI. O que não pode é, de forma irresponsável, pegar a mais importante empresa do País e tentar, um ano antes das eleições, achincalhar. Numa CPI sem fato determinado, vale tudo. Se tiver de fazer, o que queremos é uma coisa séria. O que se propôs não tem nada de seriedade.
O que incomoda o senhor na CPI são os investimentos da Petrobras, que podem ser prejudicados, ou é o caráter eleitoral?

Acho que CPI não pode ser feita para fins apenas de disputa eleitorais. É não respeitar o País. Agora, a CPI é um instrumento da oposição em qualquer lugar do mundo. Estamos em uma crise econômica profunda, em que a Petrobras teve dificuldades para pegar dinheiro emprestado lá fora. Se uma empresa como a Petrobras encontra dificuldades em arrumar dinheiro, fico imaginando se começar um processo de achincalhamento. O denuncismo é isso. Acho que a Petrobras deveria ser investigada pelo Tribunal de Contas da União e pelo Ministério Público.
O ministro Tarso Genro tem defendido a punição dos torturadores do regime militar. Ele faz isso com o aval do senhor ou é uma posição pessoal dele?É uma tese do Tarso. No governo, temos pessoas que pensam diferente.
E o senhor?

Não sou jurista (risos).
O que o senhor diria para o cidadão brasileiro. Deve gastar ou esperar mais um pouco?

Deve gastar. As pessoas podem acreditar que o País está mais sólido do que já esteve. É importante o povo comprar. Não quero que faça dívidas. Mas se tiver uma economia, compre.
Indústria cria 1,4 milhão de empregos e 25 mil empresas em 4 anos no Brasil

GOVERNO LULA
Rio de Janeiro, 26 jun (EFE).
- O setor industrial brasileiro gerou cerca de 1,4 milhão de novos empregos e inaugurou 25 mil empresas entre 2003 e 2007, revelou um relatório divulgado hoje pelo Governo.O número de trabalhadores na indústria no Brasil saltou de 5,9 milhões em 2003, para 7,3 milhões no final de 2007, segundo a Pesquisa Industrial Anual, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).O número de empresas registradas no país subiu de 139 mil para 164 mil no mesmo período, de acordo com o estudo, baseado nos últimos dados sobre a indústria.Estes dados indicam que a indústria brasileira tem, em média, 44 empregados por empresa e que o salário de cada um deles, em 2007, era de R$ 1.410, valor superior em 8,8% ao de 2003 em termos reais, descontada a inflação.Segundo o Instituto, as 164 mil companhias do setor geraram R$ 1,5 trilhão em 2007 e realizaram investimentos de R$ 118 bilhões.O setor que empregava mais trabalhadores era o da indústria alimentícia (18,6% do total), seguido pelo de confecções e acessórios (7,8%), máquinas e equipamentos (6,9%), metalúrgico (6,1%) e automobilístico (5,6%).O que melhor remunerava seus funcionários era o de refino de petróleo, com uma média de salário mensal de US$ 1.837, seguido pelo de tabaco (US$ 1.315), químico (US$1.309) e automotivo (US$1.205).

Charge do Bessinha
Investimento estrangeiro no Brasil cresce 89% em maio
Mesmo com a crise econômica mundial e a queda na lucratividade da economia, as empresas estrangeiras têm mantido elevado o volume de recursos destinados aos projetos das subsidiárias no País. Em maio, o ingresso de dólares para a ampliação de fábricas e construção de novas unidades, o chamado Investimento Estrangeiro Direto (IED), saltou 89% na comparação com o mesmo mês do ano passado e somou US$ 2,48 bilhões, o melhor resultado para maio desde o início da coleta dos dados, em 1947. Em abril, o ingresso havia sido ainda maior: US$ 3,4 bilhões.
Esses dados , divulgados na edição de hoje (26) do jornal O Estado de S. Paulo, coincidem com prognósticos otimistas de organismos internacionais de acompanhamento da economia mundial, que estão prevendo uma recuperação mais rápida e mais consistente da crise em pelo menos três economias emergentes: China, Índia e Brasil. Na quarta-feira (24), a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) apontou os três países como puxadores do crescimento econômico mundial. A China deverá crescer 7,7% neste ano e 9,3% no próximo; a Índia, 5,9% e 7,2%, respectivamente; e o Brasil, embora com crescimento limitado neste ano, deverá expandir-se 4,0% no ano que vem. Discurso vazio da oposição
“Esses prognósticos, além de desmontarem o discurso vazio da oposição brasileiro, mostram que o governo Lula está no rumo certo com suas políticas de enfrentamento da crise”, comentou o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) . O fato de as empresas estrangeiras estarem investindo maciçamente no Brasil, na análise do deputado, é a confirmação dos levantamento doSs organismos de acompanhamento da economia brasileira. “A verdade não vem do discurso da oposição, mas dos números e das estatísticas quer mostram que o Brasil atravessa a crise mundial de uma forma como nunca aconteceu na história brasileira. A confiança estrangeira no Brasil dirigido pelo presidente Lula é a maior prova”, afirmou. Para o deputado Carlos Zarattini (PT-SP), a decisão dos investidores estrangeiros mostra a eficácia da estratégia do governo Lula de ampliar os investimentos públicos como ferramenta de enfrentamento da crise. “Graças a um conjunto de medidas tomadas desde a eclosão da crise, em outubro passado, o governo Lula conseguiu mitigar os efeitos dela em nosso país e, mais ainda, levar à projeção de que o Brasil crescerá 4% no ano que vem, saindo à frente de países como os Estados Unidos e os da Europa”.Multinacionais
O aumento da entrada de investimentos produtivos em maio foi diretamente influenciada pelo setor químico, responsável pelo ingresso de US$ 811 milhões. Em seguida, o segmento de transportes trouxe US$ 192 milhões em novos recursos e as metalúrgicas, mais US$ 163 milhões. O chefe do Departamento Econômico do Banco Central (Depec), Altamir Lopes, também comemorou esses dados. De acordo com ele, o ingresso de IED ocorre porque há confiança das multinacionais nas perspectivas de crescimento do Brasil.
Enquanto a OCDE faz prognósticos positivos em relação ao Brasil, China e Índia, prevê que os países ricos sofrerão o peso de forte recessão. Os Estados Unidos, por exemplo, recuarão 2,8% neste ano e crescerão apenas 0,9% em 2010; a zona do euro afundará 4,8% em 2009 e o Japão, 6,8%.
Se os emergentes não terão força suficiente para resgatar toda a economia mundial, ao menos, com seu crescimento, não contribuirão para piorar as estatísticas, como ocorreu em crises anteriores. Pelo contrário, apontam analistas, com seu crescimento, Brasil, Índia e China ajudarão no aumento de encomendas ao resto do mundo, como matérias -primas (especialmente China e Índia) e máquinas.
www.informes.org.br
Programas sociais retiraram 14 milhões da extrema pobreza desde 2003
A ampliação do Bolsa Família para mais 1,3 milhão de beneficiários até outubro e a contribuição dos programas sociais para a redução da pobreza no Brasil foi um dos temas abordados pelo ministro Patrus Ananias, do Ministério do Desenvolvimentos Social (MDS) durante entrevista ao Bom Dia Ministro, na manhã desta quinta-feira (25). O programa é produzido e coordenado pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República e transmitido ao vivo, via satélite, para emissoras de todo o País. Leia na íntegra aqui:
http://www.pt.org.br/portalpt/index.php
Eleições 2010: Internet pode aproximar eleitor das campanhas, diz especialista
RIO - Mesmo com regras pouco claras, o uso da internet na campanha presidencial em 2010 promete se transformar em uma das principais estratégias para ganhar o eleitor. A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), ambos possíveis pré-candidatos, lançaram seus perfis no microblog Twitter. A Câmara também já discute um pacote de medidas para regular a utilização da rede. ( Leia mais: Obama distribuiu sua marca pela internet e envolveu eleitores, diz publicitário )
Na entrevista a seguir, Juliano Borges, cientista político da Uerj com especialização em novas tecnologias e estratégias de campanha, mostra que a internet pode atrair mais colaboradores para as campanhas do próximo pleito. Ferramentas como Twitter, Orkut, YouTube, Flickr e blogs devem ser cada vez mais usadas para que eleitores caiam na rede dos candidatos.
O GLOBO: Que vantagem o uso da internet traz para uma campanha eleitoral?
" O primeiro passo é conquistar o eleitor e depois integrar esse internauta, que estava apenas curioso, à própria campanha e fazer dele um militante "
JULIANO BORGES : Primeiro a possibilidade de aproximar de forma mais direta o eleitor. Uma coisa é ter o eleitor assistindo à propaganda de um candidato, outra é convencer o eleitor a abrir o site do candidato. Se você consegue isso, já vai ter metade do sucesso que se consegue em uma campanha tradicional. O primeiro passo é conquistar o eleitor e depois integrar esse internauta, que estava apenas curioso, à própria campanha e fazer dele um militante. É esse o ponto que está se esperando para o ano que vem ser mais utilizado. Tentar trazer as pessoas, apoiadores para as campanhas. Se isso for feito pode ser uma ação bem interessante, porque tem se visto um afastamento do eleitor do processo eleitoral.
O GLOBO: A campanha na internet do Obama nos EUA foi muito bem sucedida. Você acha que a campanha presidencial no Brasil vai seguir o mesmo caminho?
BORGES: O Obama soube lançar mão da internet como arma estratégica, porque em grande medida o estilo de campanha dele estava adequado à internet. Foi um casamento feliz das características da candidatura e do meio. No Brasil, você tem menos estímulo que nos Estados Unidos, porque lá não existe horário gratuito garantido para a exibição das candidaturas. Isso faz com que seja muito conveniente a internet, que tem um custo ínfimo. Na verdade, a internet acabou servindo como forma de angariar recursos para a campanha "oficial".
O GLOBO: A grande novidade da internet esse ano foi o Twitter. Por outro lado, o Orkut continua sendo mais popular no país. Como você acha que eles serão usados na campanha? O Twitter se adapta muito bem às campanhas eleitorais

BORGES: O Twitter tem como característica o dinamismo, o que se adapta muito bem às campanhas eleitorais. Por ter uma interface gráfica extremamente simples ele torna a força das atualizações muito maior. Essa característica ajuda a despertar a curiosidade do usuário. No Orkut as atualizações ficam dentro dos fóruns e, alguns, ainda têm a figura do moderador. Mas pelo custo muito barato das ferramentas não há por que uma candidatura não ter pelo menos um núcleo de sua equipe de campanha voltada para a internet. Os efeitos potenciais dessa mídia são muito maiores do que os investimentos necessários. Isso deve fazer com que todos os candidatos tenham pelo menos uma comunidade oficial no Orkut.
O GLOBO: Na sua opinião, qual deve ser a principal ferramenta da internet usada nas campanhas no Brasil?
BORGES: Os blogs, pela possibilidade de manifestação, são um atrativo interessante. Eles tiveram um crescimento de popularidade, e a participação nos fóruns de discussão tem muita afinidade com a dinâmica do processo eleitoral. Mesmo aquele eleitor que não tem a iniciativa de participar com as suas opiniões, tem um interesse de saber as opiniões dos demais. A internet também opera muito com a polêmica, por isso os blogs tendem a ter um papel importante.
O GLOBO: Num cenário com a ministra Dilma Rousseff e o governador José Serra na disputa presidencial, como fica o uso da internet na campanha?
" Diante do poder da máquina, a internet se torna mais atraente para a oposição BORGES: É difícil fazer algum tipo de previsão para o ano que vem porque o próprio quadro eleitoral está bem indefinido. Até aqui, com o crescimento da Dilma nas pesquisas, o quadro aponta para uma eleição bastante polarizada entre situação e oposição. A tendência é que, se houver a polarização, os candidatos utilizem todas as ferramentas disponíveis para a atração do eleitorado. E aí a internet se torna um diferencial. No caso do Serra, a campanha pode avaliar que a internet pode ser uma estratégia interessante justamente para quebrar o perfil conservador, para aproximar uma candidatura de um outro segmento mais jovem ou atingir o público de uma outra forma. Uma candidatura de governo, de situação tem menos motivos para lançar mão de estratégias de uso da internet. A própria máquina do governo permite que os candidatos tenham uma política de comunicação. O governo leva vantagem por já ter seu aparato, não só a mídia oficial, do governo, mas também o poder de barganha que as verbas publicitárias têm. Diante deste poder da máquina, a internet se torna mais atraente para a oposição.
O GLOBO: Existe a chance de as campanhas usarem a internet para o ataque a adversários?
BORGES: O ataque sempre teve espaço na internet, principalmente pela possibilidade de anonimato e envio de mensagens apócrifas em listas de discussão. Acho que os ataques vão continuar tendo a mesma dinâmica. Mas vai ser interessante olhar nas próximas eleições para as táticas construtivas, porque essa foi justamente a inovação que a campanha do Obama trouxe. Lançar mão da internet não só como uma ferramenta de ataque, mas justamente o oposto. Permitir, através da interatividade, uma característica da internet também, a oportunidade de atrair o receptor e não deixá-lo apenas num papel passivo, fazer com que ele participe com sua opinião ou até a participação efetiva na campanha, em um segundo passo.
O GLOBO: No Brasil, com boa parte da população excluída digitalmente, o que é preciso ser adaptado na campanha?
BORGES: De cara, esse é um fator que tira um pouco da força do meio pelo fato do público sujeito à mídia internet ser menor. Mas por outro lado, o usuário da internet tem um perfil muito próximo do que chamamos dos formadores de opinião, que atuam como eventuais replicadores da informação. Eles poderiam ter o papel de influenciar outros segmentos que não têm acesso à internet ou têm um uso muito restrito, em lan houses, bibliotecas, escolas, etc.
http://oglobo.globo.com/pais/
PERERECA AMAZÔNICA INJURIADA
O Senado está desmoralizado. Os trens da alegria, as contratações fantasmas, os abusos de privilégios, os gastos indevidos e o mau uso do dinheiro público transformaram o Senado em um antro de corrupção. Mas isso não é de agora, isso é assim desde sempre. Mas só foi possível comprovar isso depois que o governo Lula implantou sistemas de controle e transparência da movimentação de verbas públicas. A maioria dos senadores cometeu atos ilegais, meteu a mão no dinheiro público. O senador Efraim de Morais manteve 52 funcionários-fantasmas em seu gabinete nos últimos quatro anos. Eles seriam oficialmente contratados para trabalhar no Congresso, mas trabalhavam como cabos eleitorais. Em salários, os fantasmas teriam custado R$ 6,7 milhões ao longo do tempo que o senador ocupou o cargo de primeiro-secretário (abrangendo os anos de 2005 a 2009). Agora o portal transparência do senado mostra que Efraim de Morais mantém 57 pessoas em seu gabinete. O senador Heráclito Fortes, do DEM, mantinha a filha de FHC como funcionária fantasma. O senador mineiro Eduardo Azeredo (do PSDB de José Serra e Aécio Neves), pai do mensalão, aparece no mês de maio de 2009 com gastos de R$ 554,10 em um free-shop (Brasif é a empresa dona de free-shops em vários aeroportos brasileiros, que já teve como vice-presidente e conselheiro Jorge Bornhausen). São apenas alguns exemplos dos gastos e contratações fantasmas de alguns senadores. Assisti o Arthur Virgilio na tribuna do Senado, pulando mais que perereca amazônica injuriada, tudo para não ser investigado pelas contratações espúrias, pelos gastos secretos, para posar de paladino da ética. Mas esses senadores fazem parte da oposição feroz e virulenta ao governo Lula, então não interessa à mídia investigar, publicar, cobrar. A mídia quer atingir aqueles senadores que fazem parte da base de apoio ao governo Lula: Sarney, Renan Calheiros. Não que eles sejam anjos, que não tenham, como todos os outros, cometido atos indevidos ao longo de seus anos de senado, mas a mídia, que já derrubou o Renan um vez, agora quer derrubar o Sarney. Os outros podem fazer maracutaias à vontade, a mídia vai poupá-los. Álvaro Dias entregou documentos sigilosos do governo para a mídia, deveria ter sido cassado, mas nada aconteceu, e a mídia fez de conta que esse episódio não existiu. Que moral têm esses senadores para pedir CPI, para investigar seja lá o que for? Nenhuma moral, nenhuma credibilidade, enquanto não for feita uma investigação dos atos espúrios dos senadores pela PF, MPF, todos continuam suspeitos de serem corruptos, de praticarem nepotismo, de meterem a mão grande no dinheiro público. De uma forma ou de outra, todos têm o rabo preso até prova em contrário. Derrubar o Sarney, que foi eleito pela maioria, conforme a regra, é promover um golpe apoiado pela mídia na tentativa de assumirem eles – o DEM, o PSDB e alguns dissidentes invejosos e rancorosos do PMDB, PDT, PTB – o comando do senado, para não aprovar mais nada que seja de interesse do governo Lula, de interesse do povo. Eles contavam com a crise econômica mundial para detonar o governo, mas Lula está superando com muito sucesso a crise daí partirem para nova investida. Só o que não querem é que o presidente Lula chegue a 2010 com sua popularidade astronômica. É o medo de o presidente Lula fazer seu sucessor em 2010.
Jussara Seixas


VIXE!!!!! AGORA VAI, SUJOU PARA O PSDB
Satiagraha: PF investiga e-mails de consultor de Dantas
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - A Polícia Federal (PF) abriu investigação sobre a vasta coleção de e-mails encontrados em poder do executivo Roberto Amaral, que caiu na malha da Operação Satiagraha. São milhares de mensagens em cerca de 10 CDs recolhidos na casa de Amaral durante blitz realizada em 16 de dezembro por ordem judicial. A troca de correspondência aponta para ex-ministros, empresários, lobistas e políticos intensamente empenhados no processo de privatização das teles. Entre 2000 e 2005 Amaral trabalhou como consultor do banqueiro Daniel Dantas, do Grupo Opportunity.A PF abriu os arquivos de Amaral e identificou o que suspeita ser a pista para casos de tráfico de influência em diferentes níveis de governo. Há citação a um deputado que teria exigido dinheiro do banqueiro. A investigação corre sob sigilo. O criminalista José Luiz de Oliveira Lima, que defende o executivo, confirmou a apreensão dos CDs, mas disse desconhecer a apuração da PF. Asseguro que tudo o que foi apreendido não tipifica nenhuma conduta ilícita, apenas troca de consultoria empresarial.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Lula receberá prêmio da Unesco por sua contribuição para a paz
Da France Presse
PARIS, França, 25 Jun 2009 (AFP) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, receberá, no dia 7 de julho, na sede da Unesco, em Paris, o Prêmio Incentivo da Paz, Félix Houphouët-Boigny, informou nesta quinta-feira a organização internacional.
O prêmio concedido ao presidente brasileiro é um reconhecimento por "seu trabalho em prol da paz, o diálogo, a democracia, a justiça social e a igualdade de direitos, assim como por sua inestimável contribuição para a erradicação da pobreza e a proteção dos direitos das minorias", explica um comunicado da Unesco.
O prêmio, que leva o nome do ex-deputado marfinense na França e depois presidente da Costa do Marfim, foi criado em 1989 e é concedido todos os anos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura.
Tem por objetivo prestar homenagem às pessoas, instituições e organismos que contribuíram significativamente para incentivar, buscar, salvaguardar ou manter a paz, tendo presentes os princípios da Carta das Nações Unidas e a Constituição da Unesco.
Entre os que já receberam este prêmio figuram Nelson Mandela e Frederik W. De Klerk; Yitzhak Rabin, Shimon Peres e Yasser Arafat; o Rei da Espanha, Juan Carlos I, e o ex-presidente dos Estados Unidos, Jimmy Carter; o Presidente do Senegal, Abdoulaye Wade; e o ex-presidente da Finlândia, Martti Ahtisaari.

G1

Ontem o mundo ficou mais pobre, ficou sem graça, ficou triste. Morre o ídolo da música pop Michael Jackson. Ontem todas as emissoras de TV davam a notícia, fizeram um especial sobre a carreira do ídolo. As mesmas emissoras que tentaram por anos denegrir a pessoa Michael Jackson, com mentiras, acusações falsas, invencionises, fofocas. Criticas ácidas não faltaram. Mas ele não perdeu a majestade é o ídolo de milhões de pessoas em todo o mundo.

Senador Tucano gastou em free-shop dinheiro do Senado
Entre as notas apresentadas para justificar verbas indenizatórias do senador mineiro Eduardo Azeredo (do PSDB de José Serra e Aécio Neves), aparece, no mês de maio de 2009, R$ 554,10 gastos em um free-shop (Brasif é a empresa dona de free-shops em vários aeroportos brasileiros, que já teve como vice-presidente e conselheiro Jorge Bornhausen).Pelo mesmo motivo, no ano passado, a ex-ministra da igualdade racial, Matilde Ribeiro, recebeu uma perseguição implacável da imprensa, e acabou renunciando ao ministério, num gesto de dignidade para não causar maiores constrangimentos nem ao governo, nem que pudessem prejudicar as próprias políticas afirmativas do ministério.Agora a imprensa tratará o pai do mensalão com o mesmo rigor, pedindo sua renúncia, ou o tratará como tucano da elite branca?
http://www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

“O Presidente Responde”
Tribuna do Norte
A partir do dia 7 de julho (uma terça-feira), a TRIBUNA DO NORTE publicará uma coluna assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que responderá perguntas enviadas por leitores de jornais impressos. A coluna será semanal e terá o título “O Presidente Responde”. Os leitores que tiverem perguntas ao presidente poderão enviá-las ao e-mail
colunanotas@tribunadonorte.com.br, com nome completo, idade, profissão e cidade onde residem. A TN encaminhará as questões dos leitores à Presidência da República, que semanalmente irá selecionar três, entre as enviadas pelos jornais cadastrados, para responder. Prestação de contas
Conforme comunicado da Secretaria de Imprensa, as perguntas para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva responder na coluna devem tratar de temas relacionados às políticas do governo federal, “considerando que o objetivo é ser um instrumento de prestação de contas à sociedade”.

CASO ALSTOM E OS TUCANOS

Governo reclama de falta de dados sobre bloqueio de conta

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

O governo brasileiro vai encaminhar ofício às autoridades da Suíça reclamando de não ter sido comunicado sobre o bloqueio do Ministério Público daquele país de conta atribuída a Robson Marinho, conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado) de São Paulo. Segundo promotores suíços, há indícios de que a conta recebeu dinheiro proveniente de propina da empresa francesa Alstom. O DRCI, ligado ao Ministério da Justiça e responsável pela repatriação de ativos, ficou sabendo do congelamento de pouco menos de US$ 1 milhão pela Folha.
Leia mais aqui
http://tucanoalstom.blogspot.com/

25 junho 2009

Para Dilma, fim de quimioterapia é desafio superado
Agencia Estado
SÃO PAULO - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, deixou feliz o Hospital Sírio Libanês, na capital paulista, após a última sessão de quimioterapia para tratamento de um câncer linfático. "É mais um percurso e um desafio que se supera", disse ela, em rápida entrevista coletiva concedida no fim desta tarde. "Estou satisfeita e feliz, este momento abre uma perspectiva muito boa, deixo de ter as limitações que toda quimioterapia faz com as pessoas", reiterou. Indagada sobre o que pretende fazer a partir de agora, a virtual candidata do PT à Presidência da República nas eleições de 2010 respondeu, sorrindo: "Pretendo fazer tudo, tudo, tudo."Ao falar do estado clínico da ministra, o oncologista Paulo Hoff disse que Dilma "teve uma ótima resposta à quimioterapia e é considerada curada." E reiterou: "Ela está curada agora." Segundo a oncohematologista Yana Novis, que também integra a equipe que trata a ministra, a decisão de suspender as três sessões de quimioterapia que ainda restavam (no total estavam previstas sete sessões) considerou o bom estado de saúde de Dilma. "Existe uma variabilidade no tratamento de cada paciente, consideramos quatro sessões o adequado, pois a ministra está com excelente estado geral de saúde." A quarta e última sessão de quimioterapia representa, no entanto, apenas o fim da primeira fase do tratamento contra o câncer. Segundo Hoff, ela começa em um mês a fazer radioterapia. O tratamento terá cinco sessões semanais, de meia hora por dia, durante um mês, no Hospital Sírio Libanês e consiste em submeter a área em que havia o linfoma à radiação para esterilizar e evitar a formação de um novo tumor. Durante a radioterapia, a ministra não terá restrições e poderá trabalhar, afirmaram os médicos.
Dilma anuncia fim do tratamento de quimioterapia
REUTERS
SÃO PAULO - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, anunciou nesta quinta-feira que encerrou o tratamento de quimioterapia contra o câncer linfático, após passar pela quarta sessão de quimioterapia no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A ministra, pré-candidata à sucessão presidencial em 2010 pelo PT, divulgou em 25 de abril deste ano que estava se submetendo a um tratamento de quimioterapia depois da retirada de um tumor num gânglio da axila esquerda, diagnosticado como linfoma.
Petrobras acusa O Globo de requentar matéria sobre a estatal
A Petrobras publicou em seu blog que o jornal O Globo requentou uma matéria de 2006 sobre a suposta ligação de Wilson Santarosa, gerente de comunicação institucional da estatal, com o “dossiê dos aloprados”, caso em que petistas foram indiciados por tentar comprar um dossiê contra os tucanos. A matéria foi publicada na edição de O Globo desta quarta-feira (24).
A reportagem “Investigada ligação de Santarosa com aloprados” cita que o procurador da República Mario Lucio Avelar pediu à Justiça Federal de Cuiabá a quebra do sigilo telefônico do executivo da Petrobras. A informação sobre o pedido de quebra do sigilo telefônico já havia sido noticiada em 2006 pela Folha de S. Paulo.
“O relatório final da CPI, encerrada na quinta, destaca que a PF pediu a quebra do sigilo telefônico de Wilson Santarosa (...) e do empresário Paulo Eduardo Nave Maramaldo, sócio da empresa NM Engenharia e Anti-Corrosão Ltda., contratada da estatal”, explica a matéria de 16 de dezembro de 2006.
Petrobras contesta

A Petrobras afirma que, além de O Globo, outros jornais como Folha de S. Paulo e Correio Braziliense publicaram neste mês matérias sobre a investigação de Santarosa. A matéria publicada pela Folha no dia oito de junho cita que a oposição planejava retomar a investigação dos “aloprados” na CPI da Petrobras.
Em seu post “Jornal O Globo requenta factóide de 2006”, a estatal afirma que o jornal “procura dar sobrevida ao episódio”, mesmo sem ter fatos novos. “O Globo tenta, assim, manter a Petrobras no foco do noticiário denuncista”, diz o texto, que ressalta que a publicação da matéria coincide com o editorial do jornal, do mesmo dia, que volta a criticar o blog da Petrobras.
Quebra de sigilo ou “barriga”

De acordo com o repórter Ancelmo Carvalho Pinto, que escreveu a matéria com Tatiana Farah, a notícia do pedido do procurador é recente. “Tive acesso a um documento, assinado no dia 19 de junho de 2009, em que o procurador pede que a justiça aprofunde a investigação do caso e quebre o sigilo telefônico de Santarosa. A menos que o procurador tenha feito o pedido duas vezes”, explica Ancelmo, que é editor executivo do Diário de Cuiabá.
O jornalista Luiz Nassif faz uma crítica à matéria publicada pelo O Globo. “Se a informação for correta, houve quebra do sigilo do inquérito, o que comprometeria o procurador. Se a informação for incorreta, houve uma falsa acusação ou, no mínimo, (mais) uma barriga”, afirma o jornalista em sua coluna no IG.
Fonte: Comunique-se
Anistia a camponeses resgata o Brasil escondido pela ditadura
Nos anos 1970, aviões da Força Aérea Brasileira realizaram uma verdadeira operação de guerra na região do Bico do Papagaio, entre o Sudeste do Pará e Norte de Goiás (hoje Norte do Tocantins). Mais de 30 anos depois, em 18 de junho de 2009, uma aeronave da mesma FAB pousava no aeroporto de Marabá (PA) – outrora base militar da ditadura – levando o ministro da Justiça, Tarso Genro, cuja missão era pedir perdão em nome de Estado braisleiro a camponeses perseguidos. Um fato histórico e inédito num país que ainda se divide entre a necessidade de conhecer seu passado e punir seus algozes e os interesses daqueles que trabalham para manter na obscuridade algumas das páginas mais cruéis de nossa história.Por Priscila Lobregatte*
Leia
na íntegra aqui:
http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=58577
Heloísa Helena vai responder a processo de cassação na Câmara de Maceió
Carlos MadeiroEspecial para o UOL Notícias
Em Maceió
A presidente nacional do PSOL e vereadora Heloísa Helena vai responder a um processo por quebra de decoro parlamentar na Câmara de Maceió (AL). O motivo foram os ataques da ex-senadora à atual companheira de legislatura, Tereza Nelma (PSB), no último 17. Após ser acusada por Nelma de copiar um projeto de lei, Helena usou o plenário da Casa e chamou a colega de "porca trapaceira", insinuando que ela rouba "próteses de crianças deficientes". O processo foi protocolado nesta quinta-feira (25) no Conselho de Ética da Câmara da capital alagoana.

Tereza Nelma (PSB) acusa Heloísa Helena de copiar um projeto de lei da Câmara de Pelotas, no Rio Grande do Sul
Além do processo parlamentar, Nelma afirma que vai ingressar também com duas ações na Justiça - uma por danos morais e outra por calúnia e difamação. "Vamos esperar o dia 2, quando acaba o recesso, para acionarmos a Justiça também", informou.

Charge do Bessinha
Obama pede liberdade de presos políticos cubanos
Presidente americano parabeniza dissidentes por "ativismo e resistência" na luta pelo futuro da ilha
Associated Press e Efe
WASHINGTON

- O presidente americano, Barack Obama, elogiou cinco dissidentes cubanos - dos quais três estão presos - e pediu a liberdade de todos os presos políticos de Cuba para que "possam participar plenamente de um futuro democrático da ilha", anunciou a Casa Branca nesta quinta-feira, 25. Os cinco ativistas receberam a maior condecoração da Fundação Nacional para a Democracia, organismo não oficial, mas que recebe fundos do Congresso.

A cerimônia aconteceu na quarta-feira à noite no Parlamento americano e serviu para destacar a "resistência e ativismo pacíficos" de Jorge Luis García Pérez, conheido como 'Antúnez', José Daniel Ferrer García, Librado Linares García, Iván Hernández Carrillo e Iris Tamara Pérez Aguilera. Por comunicado, Obama elogiou a atitude desses "homens e mulheres valentes que se alçaram na luta pelo direito do povo cubano de determinar livremente o futuro de seu país". "Como acontece com muitos de seus compatriotas, quatro destes indivíduos foram injustamente presos por defender as liberdades fundamentais que nós desfrutamos nas Américas", diz o presidente

Carl Gershman, presidenta da fundação, disse que pediram uma entrevista há duas semanas, mas não receberam resposta. "Estou desapontado e também surpreso, já que o presidente disse que 'liberdade' seria o principal ponto em sua política em relação a Cuba", declarou.

Obama, que empreende uma política de abertura com Cuba com menos restrições de viagens e remessas e diálogo sobre imigração, disse em sua mensagem que quatro dos cinco cubanos condecorados foram "injustamente presos por defender liberdades básicas".

"Espero sinceramente que todos os prisioneiros políticos sejam libertados incondicionalmente e sejam autorizados a participar totalmente do futuro democrático em Cuba", acrescentou Obama.

O diário Washington Post, entretanto, criticou o presidente nesta quinta por não prestar atenção à oposição democrática cubana. Em seu principal editorial, o jornal pergunta "por que o presidente Obama não tem tempo para a oposição pró-democracia em Cuba?".

Segundo o Post, não é porque a administração esteja muito atarefada em outras atividades para descuidar de seus interesses na América Latina, já que na terça-feira a Casa Branca selecionou um jornalista hispânico para perguntar ao presidente sobre a região em uma entrevista coletiva.
Instituto Vladimir Herzog será lançado hoje na Cinemateca
DA REDAÇÃO
Familiares e amigos de Vladimir Herzog, que completaria 72 anos no próximo sábado, lançam hoje em São Paulo um instituto em homenagem ao jornalista assassinado em 25 de outubro de 1975 pelo regime militar.O Instituto Vladimir Herzog vai recolher e organizar todas as informações (fotos, reportagens) sobre a vida e os trabalhos do jornalista e vai disponibilizar os dados a pesquisadores e estudantes.Além disso, o instituto pretende promover debates sobre a questão do papel do jornalista e das mudanças ocorridas na profissão com o advento de novas mídias.O instituto também ficará responsável, em conjunto com o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, pelo Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos -hoje será lançado o regulamento da 31ª edição do prêmio. Também será lançado o Prêmio Jovem Repórter Fernando Pacheco Jordão, voltado aos estudantes de comunicação.A cerimônia será às 19h30 na Cinemateca Brasileira (largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino). No evento será feita uma homenagem ao cardeal d. Paulo Evaristo Arns, ao rabino Henry Sobel e ao reverendo James Wright (1927-1999), que promoveram um culto em memória de Herzog em 31 de outubro de 1975 -logo após a sua morte sob tortura no DOI-Codi de São Paulo- que se tornou um marco na luta pelo fim da ditadura.
PF investigará denúncia de propina para apoiar Beto Richa
Roger Pereira, Portal Terra
“A Polícia Federal entrará, em no máximo dois dias, na investigação sobre o suposto esquema de compra de apoio e falsificação de notas fiscais ocorrido no comitê de dissidentes do PRTB, que apoiou a candidatura à reeleição do prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB). A informação é do procurador regional eleitoral no Paraná, Néviton Guedes de Oliveira, que afirmou, nesta quarta-feira, que determinará abertura de inquérito policial para investigar o caso.O procurador informou que há investigação no âmbito do Ministério Público Eleitoral desde o final da semana passada, mas que somente ontem o autor do vídeo e da denúncia, Rodrigo Oriente, concluiu a sua representação."Esteve aqui uma pessoa que fez declarações de fatos que, caso se confirmem, são graves", declarou. "Agora vou concluir a análise dos documentos e espero, em no máximo dois dias, determinar a abertura do inquérito", disse Oliveira, que já solicitou à PF perícia nas duas fitas que recebeu, uma com as cenas do pagamento a ex-candidatos do PRTB e a outra produzida pela equipe da prefeitura, que tenta provar uma armação contra o prefeito.”
Matéria Completa, ::Aqui::
Contas paralelas do Senado são legítimas, suspensa a sindicância
Folha Online, em Brasília
Técnicos da consultoria de Orçamento do Senado entregaram nesta quarta-feira ao senador
Heráclito Fortes (DEM-PI), primeiro-secretário da Casa, estudo revelando que as duas supostas contas paralelas da Casa na Caixa Econômica Federal, separadas da conta única do Tesouro Nacional, seriam legais. Os recursos de R$ 3,7 milhões depositados nas contas estariam vinculados ao Prodasen (Sistema de Processamento de Dados do Senado), provenientes de um fundo criado em 1985 pelo órgão.
Os consultores do Senado disseram a Heráclito que os lançamentos nas contas estariam registrados no Siafi, acessíveis para consulta pública, ao contrário do que anunciou nesta quarta-feira o senador
Renato Casagrande (PSB-ES).
As contas separadas do Tesouro para gerir fundos do Senado também estariam previstas pela Constituição Federal, de acordo com os técnicos da Casa.
Senado diz que contas são contabilizadas e uma é usada para arrecadação e outra para poupança
Com base no estudo, o Senado deve cancelar a instalação de comissão de sindicância para investigar as duas supostas contas paralelas. "O parecer mostra que é legal. Tivemos esse esclarecimento. Portanto, acredito que não será necessário trabalho de nenhuma comissão de sindicância", disse o primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI) à Folha Online.
Segundo os responsáveis pelo parecer, o Executivo também tem contas separadas da conta única do Tesouro que somam R$ 98 milhões --o que demonstraria que não há irregularidades nas movimentações do Senado.
Com base em relatório da FGV (Fundação Getúlio Vargas) que fez uma espécie de "raio-x" da estrutura do Senado, Casagrande identificou os recursos depositados nas contas que não seriam localizados pelo Siafi. As duas contas teriam o objetivo, segundo o senador, de movimentar recursos de fundos vinculados à instituição. As duas contas foram criadas na Caixa Econômica Federal, em agência localizada na sede do Congresso Nacional.
Ofício
Casagrande chegou a encaminhar ofício ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), com pedido de explicações sobre a irregularidade. Casagrande afirmou que o depósito de fundos em contas paralelas à do Tesouro é um procedimento que "coloca a gestão da instituição em extremo risco de controle, pois contorna todos os meios disponíveis no Siafi para assegurar que o desempenho financeiro só ocorra após o cumprimento das etapas de empenho e liquidação".
No ofício encaminhado a Sarney, Casagrande criticou a prática adotada pelo Senado em relação aos gastos da Casa. "A persistência de tal ocorrência representa, com total desnecessidade, risco de mais um agrave abalo à imagem da Casa, já tão prejudicada no momento presente", afirma o senador.
Serra com gripe? Será a suina?
Ex-presidente da Alstom no Brasil, José Luiz Alquéres disse ontem, na posse como novo presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro, que a investigação na Suíça envolvendo conta atribuída ao conselheiro do Tribunal de Contas de São Paulo Robson Marinho apura supostas irregularidades cometidas pela Cegelec, empresa comprada posteriormente pela Alstom, e não da Alstom.O governador José Serra (PSDB-SP), que deveria ter comparecido à posse de Alquéres, cancelou a viagem ao Rio alegando forte gripe.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2506200911.htm
Serra está com gripe, ou com medo que descubram a ligação dele com a Alstom?

24 junho 2009

Pesquisa: PT é quem mais defende, pobres, trabalhador e classe média
Pesquisa realizada pelo Instituto GPP e divulgada no blog do ex-prefeito César Maia mostra o PT bem avaliado pelos eleitores em várias áreas.
Segundo dados replicados pela coluna Panorama Político, do jornal O Globo, o levantamento mostra que, na percepção dos entrevistados, o PT é o partido que mais defende a redução de impostos (31,6%), que mais defende os trabalhadores (67,7%), que mais defende os pobres (66,1%), que mais defende a classe média (27%) e o mais indicado para dirigir o Brasil? PT (43,3%).
A pesquisa, de acordo com o ex-prefeito do DEM, ouviu 2 mil pessoas entre os dias 11e 14 de junho.
Fonte: PT

Charge do Bessinha
Investimento estrangeiro é o maior em 62 anos para o mês de maio
GOVERNO LULA
BRASÍLIA - Os investimentos estrangeiros diretos (IED) que ingressaram no Brasil totalizaram US$ 2,483 bilhões em maio. Foi o melhor resultado para esse mês desde o início da série histórica, em 1947.Em junho até hoje os investimentos externos totalizam US$ 1,2 bilhão. Os dados levam em conta a posição do câmbio liquidado. O chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Altamir Lopes, informou que a estimativa para junho completo é de um fluxo de US$ 1,5 bilhão.
Balanço de Pagamentos tem superávit de US$ 3,745 bi em maio
BC melhora previsão para saldo comercial
Balanço de transaçõesSegundo o Banco Central, as contas externas brasileiras voltaram ao vermelho depois que o páis registrou em maio déficit em transações correntes de US$ 1,738 bilhão. Em abril, o resultado havia ficado positivo em US$ 146 milhões depois de 18 meses de queda.Em igual período do ano passado, a conta corrente havia sido deficitária em US$ 786 milhões.Analistas de mercado projetavam déficit de US$ 1,35 bilhão em maio, de acordo com a mediana das estimativas ouvidas pela Reuters.
(Azelma Rodrigues Valor Online)
PF já recuperou US$ 10 bilhões do caso Banestado
Polícia investiga total de US$ 124 bilhões em evasões para o exterior há pouco mais de dez anos
Agência Brasil
BRASÍLIA - Em pouco mais de dez anos de investigações, a Polícia Federal (PF) já contabiliza US$ 124 bilhões em evasões para o exterior, relativas ao caso
Banestado. Desses, cerca de US$ 10 bilhões retornaram aos cofres públicos. Com mais apoio e verbas, os valores recuperados poderiam chegar a 40% do total, cerca de US$ 49,6 bilhões, afirma o chefe do Serviço de Perícias Contábeis e Econômicas da PF e diretor da Associação Nacional de Peritos Criminais Federais (APCF), Eurico Monteiro.

"Em termos de recursos investigados, o Banestado foi o maior rastreamento já realizado na história mundial. Dos US$ 124 bilhões investigados pode-se dizer que 90% são de operações ilegais", explica Monteiro, que participa hoje (23) do III Seminário Internacional de Perícias em Crimes Financeiros (IC Financial Crimes 2009), no Instituto Nacional de Criminalística (INC), em Brasília.

"Apenas com ações fiscais foi possível recuperar US$ 10 bilhões. Certamente poderíamos chegar a cerca de 40% do total, caso houvesse mais apoio e verbas e condições de trabalhar de forma mais simultânea aos acontecimentos", disse. "A publicidade do caso acabou afugentando os envolvidos, que tiveram tempo hábil para retirar o dinheiro que estava para ser bloqueado no exterior", completou.

Ao todo, 10 bancos e 1.300 contas foram investigados. Entre os quais, o Banco Opportunity, o Banco Pontual, empresas de grande porte e personalidades que vão de jogadores de futebol a cantores populares.

O caso Banestado foi uma megainvestigação iniciada na Tríplice Fronteira, onde foi identificada uma movimentação suspeita de grande quantidade de dólares transportados por carros fortes. Como havia, na região, uma movimentação constante de sacoleiros brasileiros que iam comprar no Paraguai, o Banco Central abriu uma concessão para que diversas instituições financeiras recebessem os reais dos lojistas paraguaios e os trocassem por dólares, que poderiam ser depositados em contas do exterior.

"Isso abriu uma brecha para que doleiros vislumbrassem uma porta de saída para o envio da moeda a outros países", explica Eurico Monteiro, perito que desde 1999 participa das investigações.

Dossiê do caso Banestado traz nomes de políticos
Diário de S.Paulo
27/06/2003 - 13:06 Edição nº 266 da revista Época
Políticos como José Serra (PSDB) e Jorge Bornhausen (PFL) constam de relatórios da Polícia Federal que mostram a existência de ordens de pagamento e registros de movimentações financeiras do esquema de lavagem de US$ 30 bilhões por meio da agência bancárias do Banestado de Foz do Iguaçu (PR).
Um dos principais documentos é o dossiê AIJ 000/03, de 11 de abril de 2003, assinado pelo perito criminal da Polícia Federal Renato Rodrigues Barbosa – que chegou ao ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, com um carimbo de “confidencial”. O perito e o delegado José Francisco Castilho Neto identificaram pessoas físicas e jurídicas que estariam usando o esquema de remessa de dinheiro do Brasil para o exterior.
O dossiê AIJ000/03 traz a indicação de José Serra, o mesmo nome do ex-ministro da Saúde e ex-presidenciável tucano. O AIJ004 aponta apenas S. Motta, que os policiais suspeitam ser o ex-ministro das Comunicações Sérgio Motta, que já morreu. O dossiê AIJ001 mostra transações financeiras do senador Jorge Konder Bornhausen, presidente nacional do PFL, e do seu irmão Paulo Konder Bornhausen. Já o dossiê AIJ002 aponta o nome do empreiteiro Wigberto Tartuce, ex-deputado federal por Brasília.
No caso de José Serra, há extratos fornecidos pelo banco americano JP Morgan Chase. O nome do ex-ministro, que segundo relatório dos policiais pode ser um homônimo, surge em uma ordem de pagamento internacional de US$ 15.688. O dinheiro teria saído de uma conta denominada “Tucano” e sido transferido para a conta 1050140210, da empresa Rabagi Limited, no Helm Bank de Miami, nos EUA. Serra é apontado como o remetente dos recursos. Isto seria uma indicação de que ele teria poderes para movimentar diretamente a conta Tucano. Entre 1996 e 2000, essa conta recebeu US$ 176,8 milhões, segundo a PF.
Polícia acha pista de dinheiro de Collor
A Polícia Federal acredita ter descoberto uma pista para rastrear dinheiro que o ex-presidente Fernando Collor manteria em paraísos fiscais. O indício surgiu durante as investigações sobre o Dossiê Cayman, um conjunto de papéis que forjaram a existência de uma conta nas Ilhas Cayman atribuída ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e a outros tucanos. O inquérito sobre o Dossiê Cayman foi entregue ontem à Justiça Federal, incluindo Collor e o irmão dele, Leopoldo, entre os 16 indiciados pela fraude.
Ao final do relatório, os delegados Paulo de Tarso Teixeira e Jorge Ponte sugerem que novas investigações sejam abertas para comprovar o envolvimento de outras pessoas na tentativa de explorar politicamente o dossiê.
A nova linha de investigação que a PF poderá seguir, se a Justiça Federal autorizar, passa pelo rastreamento da empresa Eagle International, com sede no Uruguai. Essa empresa, segundo a PF, foi usado por Collor e Leopoldo para pagar pela compra do dossiê forjado.
Lula: ''Prefiro dar dinheiro a pobre a cortar imposto''
Presidente reclama dos empresários e da falta de repasse das isenções fiscais aos preços dos produtos
Estadão
Em vez de desonerar a atividade produtiva - caso das isenções do IPI sobre automóveis e eletrodomésticos - o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que prefere distribuir dinheiro aos pobres para aquecer a economia. Insatisfeito com o reflexo das isenções fiscais nos preços dos produtos, Lula defendeu as políticas de transferência de renda e disse que é preciso rever o discurso de redução de carga tributária, que ouve dos empresários. No lançamento das obras de revitalização do Porto do Rio, o presidente disse ter dado o recado em reunião recente com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e um grupo de empresários. "Eu falei para eles: em vez de a gente ficar desonerando o tanto que está desonerando, é melhor pegar esse dinheiro e dar para os pobres. Se os pobres tiverem dinheiro e forem comprar, vocês têm de produzir. Agora, a gente desonera e vocês não repassam para o custo do produto. Nós já desoneramos nesse meu mandato R$ 100 bilhões. Imagina R$ 100 bilhões na mão do povo brasileiro!" As declarações de Lula arrancaram aplausos dos trabalhadores das obras do porto que assistiam à cerimônia. O discurso do presidente foi todo centrado nesse princípio e na defesa do Estado forte e com capacidade financeira para influenciar a economia. "Cada real que você dá a uma pessoa pobre volta automaticamente para o comércio, para o consumo. Voltando ao consumo, vai reativar a economia. Às vezes você dá R$ 1 milhão a uma pessoa e fica lá no banco. Ele não faz nada, só ele vai ganhar dinheiro. Na hora em que você dá R$ 1 a cada pobre, dando para mil pessoas são R$ 1 mil que voltam para o comércio meia hora depois. Nem que for para um boteco, para tomar uma canjebrina (cachaça). Ele não vai para derivativos. Vai para o comércio, e é isso que nós precisamos para fazer a economia deste País crescer." Lula indicou que não está mais disposto a ceder aos apelos de empresários por novas desonerações tributárias. E voltou a se queixar da derrubada da CPMF no Congresso, em 2007, que contou com o apoio de entidades empresariais, como a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). "Acho que essa conversa eu vou ter daqui para frente com muitos empresários. Perdemos R$ 40 bilhões do orçamento da União para cuidar da saúde deste País e eu não vi ninguém reduzir os preços nos 0,38% da CPMF. E quem perdeu foi essa gente aqui", disse Lula, apontando mais uma vez para os operários da plateia. "Disseram: se a gente deixar R$ 40 bilhões por ano na mão do Lula, ele vai ganhar as eleições. Ganhei. E vamos ganhar outra vez. O povo não aceita mais mesquinharia, não aceita mais baixaria", disse, alfinetando a oposição.
A oposição não entende porque o presidente Lula tem mais de 80% de aprovação, porque ele é amado pelo povo. Não entende porque Obama diz que Lula é 'muito prático' e realizou 'reformas inteligentes'
Juiz anula proibição a fumódromo em SP
Sentença atendeu a pedido de entidade de hotéis e restaurantes, que via "excessos" na lei antifumo que entra em vigor em agostoÉ a primeira derrota da gestão Serra na série de ações judiciais contra a nova lei; secretário da Justiça diz que governo vai recorrer
O governo de São Paulo sofreu ontem a primeira derrota na série de ações encaminhadas à Justiça contra a lei antifumo, que começa a vigorar em agosto. O juiz Valter Alexandre Mena, da 3ª Vara da Fazenda Pública, anulou o dispositivo da lei que baniu os fumódromos, o que havia sido considerado o principal avanço legal na lei antitabaco criada pelo governador José Serra (PSDB).O juiz expediu um mandado de segurança a pedido da Abresi (Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo), que se insurgiu contra o que considerou "excessos" na nova lei.Além de permitir os fumódromos, a sentença de Mena desobriga donos de bares e restaurantes de chamar a polícia quando alguém estiver fumando e também suspende a aplicação das multas. Os demais itens da lei foram mantidos.Para a Abresi, o Estado extrapolou sua competência constitucional ao proibir os fumódromos, que são permitidos por lei federal de 1996. Com a lei, diz a entidade, São Paulo invade a competência da União."A decisão está dentro dos termos constitucionais. O Estado de São Paulo avançou em sua competência ao legislar sobre um assunto que é restrito à União. Os empresários não podiam ter poder de polícia para reprimir e fiscalizar seus estabelecimentos. A lei é inconstitucional", diz o advogado Marcus Vinícius Rosa, um dos diretores da Abresi e autor da ação.O secretário de Estado da Justiça, Luiz Antonio Guimarães Marrey, disse à noite, ao saber da sentença, que o governo vai recorrer e que está convencido de que a decisão será modificada. "Já temos decisão do Supremo [Tribunal Federal] no sentido de que o Estado pode legislar [sobre o fumo]."Mais açõesO Estado enfrenta outras ações judiciais contra a lei. A estratégia das associações do setor de bares e restaurantes foi pulverizar os pedidos. Até ontem, eram ao menos seis processos, boa parte deles aberta pelo mesmo advogado.Na semana passada, a Confederação Nacional do Turismo foi ao STF pedir a suspensão da lei pelos mesmos motivos.O médico oncologista Drauzio Varella, que fez propaganda da lei antifumo na TV, lamentou a decisão."É uma coisa melancólica. Não tenho nível para julgar a exatidão da decisão. Imagino que deva haver uma base para isso. Nos países desenvolvidos isso é resolvido em nível municipal. Nós vamos ter muita dificuldade para aprovar isso numa esfera federal", disse.Segundo ele, o tabagismo é uma questão de saúde pública "gravíssima". "Não é justo estar com a família num restaurante e jogarem fumaça na sua cabeça. Com tudo o que se sabe sobre o fumo passivo não é possível o Estado ficar amarrado, não poder fazer nada", disse.Para o diretor jurídico da Abrasel (associação de bares e restaurantes), Percival Maricato, a proibição fere a Constituição. "Não entendo o que acontece nesse país. Essa lei fere diversos princípios constitucionais. Como é que o governo do Estado consegue aprovar e diz que uma lei dessas tem fundamento jurídico? Imagina cada Estado fazer uma lei que desse na telha? O país viraria uma colcha de retalhos", disse.Para Maricato, a decisão "estava mais do que cantada". "Eram favas contadas. A lei era muito invasiva, fere a privacidade do cidadão e culpa o empresário por alguém que infringe a lei", afirmou.