23 novembro 2009

Brasil, o gigante acorda
JESUS RODRIGUEZ
El País.com
Vote Resultados 447 votosFeedback -- 130 Em 8000 metros de profundidade, a partir de sua costa, um vasto oceano de petróleo pode transformar o Brasil em uma potência mundial novo e influente. Uma ocasião histórica que o presidente Lula quer levar ao fim da pobreza e do atraso do seu país e para financiar a Copa do Mundo de 2014, Jogos Olímpicos de 2016 eo trem de alta velocidade. E mostrar ao mundo que o Brasil ainda é diferente.

O futuro do Brasil está nas profundezas do Atlântico.
Offshore, a 8.000 metros de profundidade, comparada à costa tropical ligando Rio e São Paulo, aguarde por 50 milhões de anos atrás um oceano de petróleo que pode mudar o destino deste país vinte vezes maior do que em Espanha. A tsunami ouro negro pode acabar com a pobreza e transformá-lo para o poder sexto do mundo, representando todos os países emergentes, líder latino-americano, membro do Conselho de Segurança, para financiar a sua educação, saúde e pesquisa. A construção de uma forte indústria nacional. E provar que ele pode escapar da maldição eterna de repressão, corrupção e desigualdade que chamar a grandes produtores de petróleo do mundo, das monarquias do Golfo Pérsico para a Nigéria, o Irão ou a Venezuela. "O petróleo é o excremento do diabo, uma maldição que priva a vontade do paciente de se curar", teoriza o cientista político e ex-ministro da Indústria venezuelano Moisés Naim. Contra esse modelo de absoluta dependência das exportações de petróleo, os líderes brasileiros exercem seu segunda maneira: "Ao contrário do óleo tradicional, os estados produtores, com muitas reservas, de baixa tecnologia e da indústria, um mercado doméstico pequeno e muita instabilidade, contamos com grandes reservas, mas têm alta tecnologia, uma base industrial diversificada, um grande mercado interno e nos todos estabilidade ".


O Brasil é diferente.

Isto é, no mínimo, conforme delineado no projeto velho metal mate Sindicalismo brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, 64, durante seus dois mandatos como presidente. O segredo do seu sucesso político foi o equilíbrio. Cuidado na ousadia económica e social no avião. E estabilidade ", muito estável", um adjetivo repetido com orgulho na Homens do Presidente. O Brasil é um fiável e influente. Tem 40 milhões de pobres, mas são proporcionalmente a metade de 15 anos atrás. E o número está em declínio. E a classe média, levantando-se. "Nós queremos ser um país rico e pária. Nós não queremos diamantes de sangue, mas a democracia e progresso ", descreve um carioca político do Partido dos Trabalhadores, a educação política de Lula:" Temos de aproveitar esta oportunidade única que nos oferece a óleo, criar riqueza e alcançar cada habitante. Encaminhar. Participar em tecnologia e pesquisa. Não queremos exportar petróleo de importação e tudo mais para agitar-nos cada vez que o preço do barril cair.

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