
Assembleia Geral da ONU pede fim do embargo americano à Cuba
Do UOL Notícias*
Em São PauloA Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) votou nesta quarta-feira (28) contra o embargo comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba.
Dos 192 países que integram a ONU, 187 votaram contra o embargo. Apenas três votaram pela permanência do embargo, entre eles, Estados Unidos e Israel.
A reunião é a 18ª ocasião consecutiva na qual o governo cubano apresenta no organismo multilateral um projeto de resolução para pedir o fim das sanções americanas contra a ilha.
Está é a primeira ocasião em que as Nações Unidas tratarão do embargo imposto pelos EUA desde que Barack Obama assumiu a Presidência do país.
No ano passado, uma resolução similar foi aprovada com os votos favoráveis de 185 países, três contra (EUA, Israel e Palau) e as abstenções de Ilhas Marshall e Micronésia.
O ministro das Relações Exteriores do país, Bruno Rodríguez, lembrou que Obama, mesmo que quisesse, não poderia suspender o embargo imediatamente devido a empecilhos legais, mas poderia emitir normas que o flexibilizem, "algo que não parece estar disposto a fazer".
Além disso, segundo Rodríguez, 80% dos americanos é contra o embargo, assim como a maioria dos exilados cubanos nos EUA.
O embargo americano sobre Cuba começou oficialmente em 7 de fevereiro de 1962 sob o Governo de John F. Kennedy, mas Washington já tinha imposto certas sanções a partir de 1959.
As restrições comerciais e financeiras representaram perdas à economia cubana estimadas em US$ 242,4 milhões no último ano e de US$ 96 bilhões desde quando entraram em vigor, segundo o Governo de Havana.
Com informações das agências internacionais
Do UOL Notícias*
Em São PauloA Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) votou nesta quarta-feira (28) contra o embargo comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba.
Dos 192 países que integram a ONU, 187 votaram contra o embargo. Apenas três votaram pela permanência do embargo, entre eles, Estados Unidos e Israel.
A reunião é a 18ª ocasião consecutiva na qual o governo cubano apresenta no organismo multilateral um projeto de resolução para pedir o fim das sanções americanas contra a ilha.
Está é a primeira ocasião em que as Nações Unidas tratarão do embargo imposto pelos EUA desde que Barack Obama assumiu a Presidência do país.
No ano passado, uma resolução similar foi aprovada com os votos favoráveis de 185 países, três contra (EUA, Israel e Palau) e as abstenções de Ilhas Marshall e Micronésia.
O ministro das Relações Exteriores do país, Bruno Rodríguez, lembrou que Obama, mesmo que quisesse, não poderia suspender o embargo imediatamente devido a empecilhos legais, mas poderia emitir normas que o flexibilizem, "algo que não parece estar disposto a fazer".
Além disso, segundo Rodríguez, 80% dos americanos é contra o embargo, assim como a maioria dos exilados cubanos nos EUA.
O embargo americano sobre Cuba começou oficialmente em 7 de fevereiro de 1962 sob o Governo de John F. Kennedy, mas Washington já tinha imposto certas sanções a partir de 1959.
As restrições comerciais e financeiras representaram perdas à economia cubana estimadas em US$ 242,4 milhões no último ano e de US$ 96 bilhões desde quando entraram em vigor, segundo o Governo de Havana.
Com informações das agências internacionais