O Petróleo é vosso (II)
Mário Augusto Jakobskind, Direto da Redação
“Incrível a cobertura da mídia hegemônica sobre o anúncio do Presidente Lula das regras do pré-sal. O ex-genro de Fernando Henrique Cardoso, David Zilberstein, também conhecido como “o petróleo é vosso”, é o mais requisitado para criticar os projetos enviados ao Congresso que vão alterar o marco regulatório do petróleo. O Globo, O Estado de S. Paulo e a Folha de S. Paulo, entre outros, usam os mesmos argumentos de quando a Petrobras foi criada, ou seja, que o petróleo só poderia ser extraído por empresas multinacionais.
Zilberstein e os colunistas de sempre não se conformam com uma tomada de posição nacionalista do governo Lula. Eles querem que o Brasil volte ao tempo em que o PSDB e o PFL (hoje Democratas) entregavam as riquezas do país ao bel prazer. Foi a partir daí que cunharam o termo jurássico para os que denunciam o caráter subserviente dos defensores de uma política de favorecimento às multinacionais.
O tempo demonstrou que os editoriais de Roberto Marinho contra a política nacionalista de Getúlio Vargas não estavam com nada e eram escritos para favorecer os mesmos setores econômicos que hoje reclamam da “volta ao passado nacionalista” do governo Lula em relação ao pré-sal.
Não é à toa que, quando dirigia a Agência Nacional do Petróleo (ANP), em uma reunião com empresários estrangeiros do setor energético, Zilberstein virou-se para eles e disse: “o petróleo é vosso”. Não adianta desmentir porque há testemunhas e alguns jornais, como a Tribuna da Imprensa, chegaram a dar chamada de primeira página.
Atualmente, inconformados com o envio ao Congresso para num prazo de três meses, possivelmente prorrogáveis, discutir a matéria, o PSDB e o Demo já se posicionaram para obstruir a votação. É um exemplo típico de política menor, sem grandeza. Os políticos dos referidos partidos querem adiar por prazo indefinido a aprovação da matéria contando com a vitória de um candidato entreguista, possivelmente José Serra, para que as regras do pré-sal privilegiem os gigantes multinacionais do setor.”
Artigo Completo, ::Aqui::
Mário Augusto Jakobskind, Direto da Redação
“Incrível a cobertura da mídia hegemônica sobre o anúncio do Presidente Lula das regras do pré-sal. O ex-genro de Fernando Henrique Cardoso, David Zilberstein, também conhecido como “o petróleo é vosso”, é o mais requisitado para criticar os projetos enviados ao Congresso que vão alterar o marco regulatório do petróleo. O Globo, O Estado de S. Paulo e a Folha de S. Paulo, entre outros, usam os mesmos argumentos de quando a Petrobras foi criada, ou seja, que o petróleo só poderia ser extraído por empresas multinacionais.
Zilberstein e os colunistas de sempre não se conformam com uma tomada de posição nacionalista do governo Lula. Eles querem que o Brasil volte ao tempo em que o PSDB e o PFL (hoje Democratas) entregavam as riquezas do país ao bel prazer. Foi a partir daí que cunharam o termo jurássico para os que denunciam o caráter subserviente dos defensores de uma política de favorecimento às multinacionais.
O tempo demonstrou que os editoriais de Roberto Marinho contra a política nacionalista de Getúlio Vargas não estavam com nada e eram escritos para favorecer os mesmos setores econômicos que hoje reclamam da “volta ao passado nacionalista” do governo Lula em relação ao pré-sal.
Não é à toa que, quando dirigia a Agência Nacional do Petróleo (ANP), em uma reunião com empresários estrangeiros do setor energético, Zilberstein virou-se para eles e disse: “o petróleo é vosso”. Não adianta desmentir porque há testemunhas e alguns jornais, como a Tribuna da Imprensa, chegaram a dar chamada de primeira página.
Atualmente, inconformados com o envio ao Congresso para num prazo de três meses, possivelmente prorrogáveis, discutir a matéria, o PSDB e o Demo já se posicionaram para obstruir a votação. É um exemplo típico de política menor, sem grandeza. Os políticos dos referidos partidos querem adiar por prazo indefinido a aprovação da matéria contando com a vitória de um candidato entreguista, possivelmente José Serra, para que as regras do pré-sal privilegiem os gigantes multinacionais do setor.”
Artigo Completo, ::Aqui::