O presidente da Bolívia, Evo Morales, promulgou nesta terça-feira, em ato público em La Paz, a nova lei eleitoral que vai reger as eleições gerais de 6 de dezembro próximo, para as quais é favorito à reeleição.
A sanção veio horas após Morales suspender sua greve de fome, iniciada na quinta-feira passada (9), com a vitória sobre a oposição e a aprovação do Congresso Nacional à lei.Morales sancionou a lei durante um ato grande e festivo organizado em frente ao Palácio do Governo de La Paz.Presidente da Bolívia, Evo Morales, cumprimenta apoiadores em evento no qual promulgou lei eleitoral pela qual fez greve de fomeO Congresso da Bolívia aprovou na madrugada desta terça-feira a polêmica lei de transição constitucional, chave para a revolução indigenista e socialista impulsionada por Morales.A lei, que regulará as eleições gerais de dezembro, foi sancionada após um debate final de nove horas, disse a Câmara dos Deputados em um boletim divulgado à imprensa.A lei aprovada baseou-se em um projeto negociado, no qual a oposição conservadora deixou de lado a maior parte de suas objeções em troca da elaboração de um novo registro de eleitores. O pleito marcará a tentativa de reeleição de Morales, que pode ficar no poder até 2015, e a formação de uma Assembleia Plurinacional no lugar do Congresso.A lei inclui, entre outras coisas, disposições sobre o novo padrão eleitoral, assentos reservados aos povos indígenas minoritários no parlamento, votos pela primeira vez de bolivianos no exterior
A sanção veio horas após Morales suspender sua greve de fome, iniciada na quinta-feira passada (9), com a vitória sobre a oposição e a aprovação do Congresso Nacional à lei.Morales sancionou a lei durante um ato grande e festivo organizado em frente ao Palácio do Governo de La Paz.Presidente da Bolívia, Evo Morales, cumprimenta apoiadores em evento no qual promulgou lei eleitoral pela qual fez greve de fomeO Congresso da Bolívia aprovou na madrugada desta terça-feira a polêmica lei de transição constitucional, chave para a revolução indigenista e socialista impulsionada por Morales.A lei, que regulará as eleições gerais de dezembro, foi sancionada após um debate final de nove horas, disse a Câmara dos Deputados em um boletim divulgado à imprensa.A lei aprovada baseou-se em um projeto negociado, no qual a oposição conservadora deixou de lado a maior parte de suas objeções em troca da elaboração de um novo registro de eleitores. O pleito marcará a tentativa de reeleição de Morales, que pode ficar no poder até 2015, e a formação de uma Assembleia Plurinacional no lugar do Congresso.A lei inclui, entre outras coisas, disposições sobre o novo padrão eleitoral, assentos reservados aos povos indígenas minoritários no parlamento, votos pela primeira vez de bolivianos no exterior