05 março 2009

Onze parlamentares investigados no STF presidirão comissões do Congresso
da Folha Online
Reportagem publicada na edição de hoje da
Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL) informa que 31 comissões permanentes do Congresso serão comandadas por 11 parlamentares investigados ou processados no Supremo Tribunal Federal. Os presidentes das 20 comissões permanentes da Câmara e 11 do Senado foram eleitos ontem.
Entre os 11 presidentes de comissões do Congresso sob investigação está o tucano Eduardo Azeredo (MG), enunciado pela Procuradoria Geral da República por envolvimento no mensalão mineiro --esquema de desvio de verba supostamente ocorrido no período em que ele tentava se reeleger ao governo de Minas, em 1998. Ele preside a Comissão de Relações Exteriores do Senado.
A reportagem diz que alguns presidentes de comissões estão envolvidos em novas denúncias. E cita o caso de Silas Câmara (PSC-AM), presidente da Comissão da Amazônia. Depois de ter sido acusado por ex-funcionários de gabinete de embolsar parte de seus salários, ele é suspeito agora de falsificar a certidão de nascimento da filha adotiva para inscrevê-la no plano de saúde de funcionários da Casa.
Também são investigados os deputados Roberto Rocha (PSDB-MA), Sabino Castelo Branco (PTB-AM), Eduardo Sciarra (DEM-PR), Elcione Barbalho (PMDB-PA), Eduardo Gomes (PSDB-TO); e os senadores Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Leomar Quintanilha (PMDB-TO), Rosalba Ciarlini (DEM-RN) e Fernando Collor (PTB-AL).
A reportagem informa ainda que poucos dos novos presidentes têm relação biográfica com a área de atuação da comissão: só 8 dos 20 eleitos na Câmara. O presidente da comissão de Minas e Energia, o deputado Bernardo Ariston (PMDB-RJ), por exemplo, é radialista.
Cadê o Gilmar Mendes pra acelerar os processos, ou mandar acelerar os processos?? Entendi não tem ninguém do PT, a maioria é o DEM/PSDB, então isso deixa de ser importante.