11 fevereiro 2009

A DUPLA INCOMPETENTE
Entenda porque a cidade e o estado de SP, tem um índice alto de violência, crimes, assassinatos, assaltos, chacinas, sequestros, roubos a bancos. Leia abaixo essas duas notícias. Você votou no Serra/Kassab, é isso que se apresenta com essa dupla de incompetentes, corruptos, e mentirosos.



Governo do Estado de SP


Ex-secretário é acusado de vender cargos
Policial suspeito de extorsão acusa o advogado Malheiros Neto, ex-adjunto da Segurança Pública, de cobrar por cargos na Polícia CivilAugusto Peña depôs ao Ministério Público; ele diz que interessados pagavam de R$ 100 mil a R$ 300 mil por nomeações em delegacias



O policial civil Augusto Peña, preso desde maio de 2008 sob suspeita de extorsão de dinheiro, acusou o ex-secretário-adjunto estadual da Segurança Lauro Malheiros Neto de vender cargos de chefia dentro da Polícia Civil. Malheiros nega as acusações (leia texto abaixo).Peña prestou depoimento ao Ministério Público no último dia 4. Ele afirmou que havia um esquema de corrupção que funcionava na sede da Secretaria da Segurança, na rua Líbero Badaró (centro de SP).No depoimento aos promotores, Peña citou o nome de seis delegados que, segundo ele, teriam pago propina a Malheiros Neto para conseguir escolher cargos. Os depoimentos estão sendo mantidos em sigilo. Dois dos envolvidos já deixaram as funções após a saída de Malheiros Neto da secretaria.Para obter a vaga, os interessados pagariam de R$ 100 mil a R$ 300 mil, além de pagamentos mensais ao ex-secretário. Uma das hipóteses é que os policiais pagavam para ficar em delegacias onde depois poderiam praticar algum crime, como extorsão, e obter lucros.Foi a primeira vez que Peña, acusado de vários crimes, admitiu manter uma relação próxima com o ex-secretário.Nomeado para o cargo em janeiro de 2007, Malheiros Neto pediu exoneração em maio de 2008, logo após a prisão de Peña, que, à época, sempre negara ser ligado ao ex-secretário.A existência de um vínculo entre os dois já havia sido denunciada por Regina Célia de Carvalho, ex-mulher de Peña.Peña também admitiu ao Ministério Público ter exigido dinheiro para não prender, em março de 2005, Rodrigo Olivatto de Morais, 28, enteado de Marco Willians Camacho, o Marcola, tido pela polícia e pelo Ministério Público como chefe da facção criminosa PCC.Até o dia 4, Peña sempre negara o crime. Peña também é réu em processo no qual é acusado de exigir R$ 150 mil de um empresário para não forjar uma investigação contra ele.Ao assumir parte dos crimes imputados a ele pelo Ministério Público, Peña tenta obter o benefício da delação premiada.




Prefeitura de SP
Falta de combustível deixa guardas a pé em São Paulo
Agora
Carros da Guarda Civil Metropolitana e de setores administrativos da Prefeitura de São Paulo estão parados por falta de combustível. Há uma semana, as bombas do posto de abastecimento da Mooca, que atende a frota da área central, estão sem gasolina. Desde sábado, também falta diesel e, segundo funcionários, o álcool acaba hoje.
Com o racionamento, muitos guardas-civis têm de fazer o patrulhamento a pé. A fiscalização dos camelôs do centro também não tem sido feita. Hoje, com a volta às aulas na rede municipal, a ronda escolar pode ser prejudicada.
O governo Gilberto Kassab (DEM) diz que houve um problema na gestão das cotas de combustível, mas não detalhou qual é a falha.
Ontem, na região central, não havia carros na praça do Patriarca, no viaduto do Chá nem na praça da Sé. O único veículo visto pela reportagem na área estava em frente à prefeitura. O guarda que trabalhava no local afirmou que estava sem retaguarda e que o tanque só estava cheio porque o carro fica parado.
A prefeitura não disse exatamente quantos carros são afetados. O Sindicato dos Guardas Civis Metropolitanos de São Paulo calcula que sejam 120 veículos e 300 guardas atingidos -a grande maioria no centro.
O restante atua na Mooca e na Vila Prudente, onde o posto de abastecimento reduziu a cota para economizar. São liberados 20 litros diários por carro. Antes, eram 30.
"Não temos falta de gasolina desde 1999, quando o prefeito era o [Celso] Pitta. O problema afeta diretamente a população, que fica sem atendimento completo, e também os guardas, que ficam sem segurança nas ruas", disse o presidente do sindicato, Carlos Augusto Souza.
A diretoria da entidade diz ter avisado a gestão Kassab no final do ano passado, quando a cota foi alterada. "Eles não fizeram nada. No setor de fiscalização do comércio irregular [na Sé], contei mais de 40 carros sem uso", diz uma guarda-civil que não quis se identificar por temer represálias. Os veículos só podem rodar até atingirem 1/4 do tanque; aí seguem para a Mooca, para o reabastecimento.
O Agora esteve ontem no setor de fiscalização e flagrou o pátio lotado, às 16h. Até os ônibus de transporte de guardas estavam parados, além de uma base móvel da GCM.
Cerca de três horas depois, parte dos carros seguiu, em comboio, para o posto da Barra Funda (zona oeste de SP), que emprestou 4.000 litros para amenizar o problema.
No final da tarde, um aviso passado pelo rádio avisava que o patrulhamento de hoje poderia enfrentar novas dificuldades. A notícia era de que o álcool acabaria até o meio-dia no posto da Mooca, deixando a frota flex -que representa 30% do total- também sem função.
Leia Mais