A barriga
Fim de tarde na quarta, dia 11, e "em primeira mão" o blog do Globo Online em Brasília postou que "Brasileira torturada na Suíça aborta gêmeos", com fotos de "Álbum de família" e as denúncias do pai da jovem, "Paulo Oliveira, secretário parlamentar do deputado Roberto Magalhães (DEM-PE)". Início da noite e o "Jornal Nacional" deu a manchete "Barbárie na Suíça: Brasileira é torturada por uma gangue e tem a gravidez de gêmeos interrompida".Sexta e a manchete do "JN" já era "A polícia suíça afirma que a brasileira não estava grávida e os ferimentos podem ter sido provocados por ela mesma. As autoridades brasileiras trocam as declarações indignadas por um discurso cauteloso".Mas os suíços não esquecem e no fim de semana, na versão da BBC Brasil, o "Neue Zürcher Zeitung" publicou que a mídia brasileira "passou dos limites", ela que traz regularmente "notícias inventadas". Para o "Tages-Anzeiger", foi "lição de manipulação da mídia", num "caso evidente de mulher que usa o corpo como chamariz para a mídia".Mídia que precisa de audiência. A cobertura do caso e de outros coincide, de acordo com a coluna "Outro Canal", com a marca de 24,8 pontos do "JN", ele "que já atingiu 52,8 pontos em 2006".
Fim de tarde na quarta, dia 11, e "em primeira mão" o blog do Globo Online em Brasília postou que "Brasileira torturada na Suíça aborta gêmeos", com fotos de "Álbum de família" e as denúncias do pai da jovem, "Paulo Oliveira, secretário parlamentar do deputado Roberto Magalhães (DEM-PE)". Início da noite e o "Jornal Nacional" deu a manchete "Barbárie na Suíça: Brasileira é torturada por uma gangue e tem a gravidez de gêmeos interrompida".Sexta e a manchete do "JN" já era "A polícia suíça afirma que a brasileira não estava grávida e os ferimentos podem ter sido provocados por ela mesma. As autoridades brasileiras trocam as declarações indignadas por um discurso cauteloso".Mas os suíços não esquecem e no fim de semana, na versão da BBC Brasil, o "Neue Zürcher Zeitung" publicou que a mídia brasileira "passou dos limites", ela que traz regularmente "notícias inventadas". Para o "Tages-Anzeiger", foi "lição de manipulação da mídia", num "caso evidente de mulher que usa o corpo como chamariz para a mídia".Mídia que precisa de audiência. A cobertura do caso e de outros coincide, de acordo com a coluna "Outro Canal", com a marca de 24,8 pontos do "JN", ele "que já atingiu 52,8 pontos em 2006".
NELSON DE SÁ -