06 dezembro 2008


Crise faz despencar popularidade de Lula
“A manchete do Diário Oficial Tucano (DOT), a FSP (Força Serra Presidente) estava pronta. O editor chefe encomendou nova pesquisa de opinião, menos de 2 meses antes da anterior, para constatar os evidentes desgastes na imagem do presidente, com a crise e, principalmente, com o clima de pânico e de pessimismo que a mídia privada – e em especial, o DOT – tinham disseminado. Como toda pesquisa fabricada, não se pesquisava a popularidade de Lula, mas a eficácia da campanha de desgaste que a mídia oligárquica tinha desatado. Propagandeia-se todo o tempo OMO LAVA MAIS BRANCO e se contrata pesquisa para conferir a efetividade da lavagem de cérebro.

Tudo pronto, convocados os zelosos funcionários tucanos da página 2, os chamados “especialistas” – disfarce da tucana fernandohenriquista - para comentar, tudo pronto para explorar a queda irreversível do apoio a Lula.

CRISE FAZ DESPENCAR POPULARIDADE DE LULA. Ou: LUA DE MEL DE LULA TERMINA DEFINITIVAMENTE. Sub-título: Serra se diz pronto para enfrentar a crise.
Economistas tucanos: Só volta das privatizações pode salvar o Brasil.Faltava combinar com o povo brasileiro. Mais uma vez “o povo derrotou a opinião pública” fabricada pela mídia privada. 70% de apoio, 6% a mais que na ultima pesquisa, depois da intensa campanha propagandística contra o governo. Crescimento em todos os setores – nível de renda, nível de escolaridade, região do país, tudo, tudo, pior não poderia ser para a FSP e a direita brasileira.Conseguiram apoio de apenas 7% de rejeição a Lula, com tudo o que gastaram na campanha. Contra eles, 93%. O resultado os surpreendeu tanto, que no dia mesmo da publicação da pesquisa, ninguém tinha nada a dizer, nenhum comentário, luto fechado.”Emir Sader, Carta Maior / Blog do Emir

CPI DO "SIFU" ou da DERCY GONÇALVES
Sobre a postagem ai debaixo, o Terronews ficou sabendo agora há pouco que o PSDB e o DEMO vão protocolizar na Câmara e no Senado um pedido de CPI para investigar supostas palavras de baixo calão ditas pelo presidente mais popular da História do Brasil.Segundo fonte segura, a CPI já tem nome: CPI DERCY GONÇALVES.Segundo esta mesma fonte, a CPI será mista, e que já foram escolhidos seus membros(Ops! sou já chamado para depor).No Senado, o articulador da CPI, o senador Arthur Tarado Virgílio, já indicou como representantes do PSDB e do DEMO os seguintes senadores:Heráclito Fortes, líder da Bancada de Dantas, Marco Maciel, Sérgio Anão do Orçamento Guerra, Efraim de Morais e o ilibado senador Eduardo Azereduto. Na Câmara, a CPI terá como integrante os seguintes parlamentares: ACM Grampinho, José Carlos Aleluia, Raul Jungmann, líder da Bancada de Dantas na Câmara, Chico Alencar, Luciana Nora, Clodovil, Corujinha. Segundo uma outra fonte, a CPI já tem os nomes de algumas pessoas que irão depor, a dizer: Lula, Faustão, Costinha, Juca Chaves.Segundo esta mesma fonte, com a CPI visa a oposição que o presidente Lula fique desgastado e que, com isso, caia seu alto índice de popularidade nas próximas pesquisas.O comentário em Brasília é que o líder do PT na Câmara vai impetrar um Habeas Corpus no Supremo Tribunal Federal com o fim de que Lula possa permanecer calado no dia do seu depoimento.Corre, ainda, o comentário em Brasília que o líder do PT está rezando para tudo que é santo para que o HC não seja distribuído para o ministro-empresário.Por fim, a minha terceira fonte disse que quem gostou dessa idéia da CPI Dercy Gonçalves foi o PIG, pois só assim terá uma pauta jornalística, já que a da enchente de SC encheu o saco do telespectador-leitor. A Globo já tem, inclusive, um jornalista para cobrir a CPI, trata-se de William Bonner, que, diga-se de passagem, já montou uma barraca na Câmara dos Deputados.
Hilário! Gilvan está de parabéns. A oposição está mais desmoralizada do que sorvete derretido. Ela agiu como freezer frost free,que auto se degela, ela se auto - desmoralizou.

Charge do Bessinha
De Sanctis põe probidade do STF sob suspeita, diz Mendes
Presidente do Supremo pede investigação de "informações oblíquas" divulgadas pelo juiz

Em sentença que condenou Dantas a prisão e multa, magistrado relata suposta tentativa do banqueiro de colocar um aliado na Corte
Sergio Lima - 2.dez.08/Folha Imagem
O presidente do Supremo, ministro Gilmar Mendes, durante abertura de evento no Senado

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes, voltou a atacar o juiz federal Fausto Martin De Sanctis, responsável pelo inquérito da Operação Satiagraha, em representação enviada ao Ministério Público Federal.Mendes afirma, ao pedir investigação de suposta tentativa do grupo do banqueiro Daniel Dantas de infiltrar um espião no Supremo, que, por mais de uma vez, o magistrado paulista divulgou "informações oblíquas" com o objetivo de "sugerir comprometimento da probidade" do STF."Registro não ser a primeira vez em que, no curso desse processo, divulgam-se informações oblíquas, a sugerir comprometimento da probidade desta Corte", diz o texto da representação. Como exemplo, o ministro cita uma entrevista concedida por De Sanctis à revista "Época", na qual ele se recusou a responder se, nas investigações da Satiagraha, havia "alguma citação ao ministro Gilmar Mendes", deixando tal questão em aberto.O presidente do STF diz, no despacho, que, naquela entrevista, De Sanctis "limitou-se a responder: "Minha convicção pessoal é no sentido de que essas informações, por sua natureza, não podem ser reveladas, pois configurariam uma quebra do sigilo do processo'". Procurado pela Folha, o juiz preferiu não se manifestar sobre o fato.A representação será analisada pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, que deverá enviá-la à Procuradoria da República do Distrito Federal. Caberá aos procuradores tomar as medidas que julgarem necessárias.Além de pedir a investigação do suposto espião, Mendes solicita ainda esclarecimento de "eventuais tentativas dos réus [ou outros interessados] de envolver infundadamente o nome da Corte em atos ilícitos, como sugerido subliminarmente nos textos referidos".Por fim, Mendes diz que "é imprescindível para que sejam elucidados de forma peremptória fatos de extrema gravidade, a demandarem a pertinente responsabilização legal".Na última terça-feira, De Sanctis condenou Dantas a dez anos de prisão e a pagar "multa e reparação" de R$ 13,42 milhões pela tentativa de subornar policiais. Também foram condenados o ex-presidente da Brasil Telecom Humberto Braz e o professor Hugo Chicaroni, apontados como os interlocutores na tentativa do suborno.Na decisão, De Sanctis diz que o grupo de Dantas não media esforços para "destruir" a Satiagraha e relata uma suposta tentativa de colocar um aliado no STF. O nome apontado foi o do coronel da reserva Sérgio de Souza Cirillo, nomeado em 30 de julho deste ano para a Secretaria de Segurança do STF. A relação entre Cirillo e Dantas se daria por meio de Chicaroni, já que ambos integravam o Instituto Sagres, sediado em Brasília e composto por civis e militares da reserva. Cirillo, no entanto, afirma não ter vínculo com Dantas.A assessoria do STF diz que, ao tomar posse em abril, Mendes criou a Secretaria de Segurança e procurou o general Alberto Cardoso, responsável pela segurança do ex-presidente Fernando Henrique (1995-2002), pedindo uma indicação.Foi sugerido o nome do coronel Joaquim Gabriel Alonso Gonçalves, que tomou posse em abril de 2008. Em julho, Cirillo foi indicado seu substituto. Ambos foram demitidos no início de outubro, o que, segundo o STF, não teve relação com a suposta espionagem.
O presidente da mais alta Corte de Justiça do país está sob suspeita. Ele deveria ser afastado do cargo até a mais completa e séria elucidação dos fatos. Gilmar Mendes fica fazendo discursos, e mais discursos, adora os holofotes da mídia, mas não elucida as suspeitas que estão pairando sobre seus ajudantes, e sobre ele. O silêncio dos ministros do supremo é ensurdecedor. Não é De Sanctis que põe probidade do STF sob suspeita, é ele mesmo Gilmar Mendes.
Pesquisa Folha - Taxa de aprovação do governo Lula bate recorde
Por Max Altman - de São Paulo
Segundo a pesquisa Datafolha, o governo Lula tem 93% de aprovação (incluimos os 23% de regular, e por que não incluí-los?). Só 7% o rejeita. (estranhamente, o Datafolha desta vez não avaliou Lula pessoalmente. Deve ter ultrapassado os 80%). Isto depois de dois meses de ininterrupto bombardeio catastrofista da mídia inculpando Lula e seu governo - "marola", "marolinha", "país blindado", bolsa cai, dólar sobe, etc. - de incúria, imprevidência, desidia em proteger o Brasil da crise, buscando criar um vasto ambiente de pessimismo e muitas outras 'cositas' mais. E depois dos conhecidos analistas políticos terem decretado com enorme estardalhaço a derrota de Lula nas eleições municipais das principais capitais. E não é que com tudo isto o prestígio não tivesse caído, ou sequer mantido os mesmos níveis anteriores. Deu um enorme salto de 6 pontos percentuais. E aí vem a pergunta. Por que o povo não pode decidir se Lula deve continuar ou não? Nada mais democrático. O campo progressista, de centro-esquerda pode escolher a melhor candidata ou o melhor candidato para disputar com a direita as eleições presidenciais de 2010. Mas como dotá-la/o do carisma e da liderança de Lula e de que hoje desfruta. Lula é uma liderança universal. O Brasil deve a ele o prestígio que goza no concerto das nações. Compare-se com o que o Brasil era há sete anos atrás: Política externa totalmente submissa e dependente dos principais centros, especialmente de Washington. Por outro lado, o povo brasileiro deve ao governo Lula um pouco mais de esperança no futuro, menos pobreza, mais justiça social, mais dignidade, mais empregos, salários melhores, melhor condição de vida, ainda que sabendo que longo é o caminho a percorrer. E lhe deve a presença forte do Estado a criar os alicerces e conduzir um desenvolvimento sustentado e veloz. Temos o direito de pôr tudo isto a perder? Da volta ao poder da oligarquia, dos reacionários carregados de ódio contra o povo e os movimentos sociais, das privatizações, da submissão internacional, da perversa concentração de renda, do desemprego? Que o povo, de onde emana todo o poder, decida se quer que Lula continue ou não. O caminho pode ser:
1. plebiscito (caso positivo)
2. emenda constitucional
3. Lula pode concorrer em 2010 ou
1. emenda constitucional
2. referendo (caso positivo)
3. Lula pode concorrer em 2010
A tese da alternância no poder não é em si democrática. Na ditadura militar tivemos a alternância de 5 generais e continuou ditadura. A tese da continuidade no poder não é em si antidemocrática. Roosevelt foi eleito em 1932, reeleito em 1936, 1940 e 1944. Morreu em 1945 com 63 anos. Teria idade suficiente para concorrer em 1948, 1952, 1956 ...
Max Altman é jornalista.
@-Parte da mídia corporativa “indignada” pelo "sifu" do Presidente Lula! AHAHAHAH

@-Colunistas e blogueiros da mídia corporativa fazem coro por pedido de desculpas do Presidente sobre o “sifo”! Ora, nobres jornalistas: vão dar uma voltinha na pracinha, chupem prego ou ânus de passarinho prenhe, comam sagu ou tomem uma aspirina com guaraná!

@-A pesquisa Datafolha deixou um rastro desalentador para a mídia corporativa, o desanimo foi literalmente: físico! A crise econômica pode anular qualquer pretensão do PSDB/DEM/PPS, como diz o filosofo-cozinheiro: “é uma faca de dois legumes.”
http://nogueirajr.blogspot.com/

05 dezembro 2008


Betancourt: "Lula sempre agiu discretamente"
A franco-colombiana Ingrid Betancourt está em viagem pela América Latina. Nesta sexta-feira, em São Paulo, a ex-refém das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), declarou:
- Vim ao Brasil agradecer o presidente Lula por um só motivo: por haver me mantido em seu coração.
Ela disse que agradece ao presidente brasileiro porque falou dos seqüestrados quando isso era "politicamente incorreto", em um momento em que se acreditava "que isso estava dando publicidade às Farc". Ingrid disse ainda que o presidente Lula sempre atuou pelos seqüestrados "de uma maneira discreta".
- Esses atos de humanismo criam vínculos afetivos muito fortes (...) Agradeço a ele, mais que como amiga, como irmã.
Leia mais aqui:

Terra Magazine

PT fará mobilização em defesa da Terra Indígena Raposa Serra do Sol
As secretarias nacionais de Cultura, Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento e Secretaria Nacional de Movimentos Populares e Políticas Setoriais do PT vão promover na segunda-feira (8), em Brasília, duas atividades de mobilização em defesa da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, cujo julgamento sobre a demarcação das terras será retomado na quarta-feira (10) pelo Supremo Tribunal Federal.
As atividades acontecem na parte da tarde, a partir das 15h, no Salão Negro do Ministério da Justiça e à noite, a partir das 19h, na sede nacional do Partido dos Trabalhadores ( SCS – Quadra 02, Bloco C, Nº 256, Edifício Toufic ).
Mais informações podem ser obtidas com Maristella Matos, assessora da SNMP (61) 3213.1370 / (61) 8165.5649,e-mail:

Brasil será o menos afetado pela crise entre as grandes economias, diz OCDE
BBC Brasil, em Paris
O Brasil é a única grande economia analisada no CLI (Indicador Composto Avançado, na sigla em inglês), divulgado nesta sexta-feira pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que, segundo uma previsão da organização, não terá uma forte desaceleração de sua atividade econômica nos próximos seis meses.
Para o Brasil, a OCDE prevê uma "leve desaceleração". Já em relação à China, Índia e Rússia, as perspectivas de crescimento econômico para os próximos seis meses "se deterioraram consideravelmente" e esses países agora "devem enfrentar uma forte desaceleração", segundo a organização.

Ou seja, a economia desses países continuará crescendo, mas terá uma frenagem acentuada, de acordo com as conclusões do Indicador Composto Avançado, elaborado para detectar viradas no ciclo econômico.
Para o economista brasileiro Marcos Poplawski Ribeiro, professor de finanças internacionais do Instituto de Estudos Políticos de Paris e pesquisador do Cepii (Centro de Estudos, Perspectivas e Informações Internacionais, na sigla em francês), o cenário econômico mais otimista em relação ao Brasil pode ser explicado pelo fato de que a demanda interna continua forte no país.

BISCAIA solta o verbo contra GILMAR MENDES.
http://saraiva13.blogspot.com/
Blog do Oni
BOATOS DA INTERNET
A fazenda que Lulinha (não) comprou
Na internet, circula o boato de que o filho do presidente Lula comprou uma megafazenda. Verdade? Confira a seguir e saiba tudo
Leia aqui:
http://www.blogdoonipresente.blogspot.com/

ATO PÚBLICO EM JUNDIAÍ/SP
Estamos convidando a todos para irem ao Centro da Cidade de Jundiaí, às 9:00 horas do dia 6 de dezembro, em ato suprapartidário, pedir pela Legalidade nas Eleições Municipais, diante dos 6 processos de cassação e pedidos de novas eleições em Jundiaí, contra o candidato do PSDB Miguel Haddad - Jundiaí.
Para tristeza da oposição.....
Inflação cai em novembro e se mantém dentro da margem de tolerância
A inflação no país caiu em novembro e, nos últimos 12 meses, se manteve dentro da margem de tolerância estabelecida pelo governo. O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou alta de 0,36% nos preços em novembro, número inferior ao 0,45% verificado em outubro.

No acumulado do ano, o indicador atingiu 5,61%, acima dos 3,69% registrados de janeiro a novembro de 2007. Nos últimos 12 meses, alcançou 6,39%. A meta do governo é que o índice fique em 4,5% ao ano em 2008 e 2009, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos, podendo chegar, portanto, a 6,5%.Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
http://economia.uol.com.br/ultnot/2008/12/05/ult4294u1981.jhtm

Oportunista Dantas caiu, diz reportagem da 'Economist'
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - A revista britânica The Economist deu destaque na edição desta semana à condenação do banqueiro Daniel Dantas. Em reportagem intitulada A queda de um oportunista, o controlador do Opportunity é tratado como banqueiro talentoso ?que lucrou operando no espaço obscuro em que negócios e política se misturam no Brasil?.A revista lembra o caso Kroll, relata a Operação Satiagraha e traz uma explicação do esquema que, segundo a Polícia Federal (PF), Dantas usava para lavar dinheiro. ?É a suposta influência de Dantas no âmbito do governo que criou sua notoriedade?, consta no texto. ?
Desfrutou de fácil acesso ao governo Fernando Henrique Cardoso, incluindo encontros com o presidente. Influência que migrou para o governo Luiz Inácio Lula da Silva.? As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Será que revista The Economist sabe que foi o presidente do STF Gilmar Mendes que foi indicado por FHC, que livrou Daniel Dantas da cadeia?

Mello: ligação coronel-Dantas é "chifre em cavalo"
"A suposição de que o ex-assessor de segurança do Supremo Tribunal Federal, o coronel Sérgio de Souza Cirillo, tenha vínculos com Hugo Chicaroni - condenado por corrupção praticada a mando de Daniel Dantas, segundo a sentença - é "chifre na cabeça de cavalo". A frase é do ministro Marco Aurélio Mello, ex-presidente do STF, e que diz conhecer muito bem o militar.
- Eu conheço esse rapaz há algum tempo e posso afiançar que não houve qualquer elo, considerada a atuação dele no Supremo. Eu o conheço, é um militar muito disciplinado - diz o ministro.
Na sentença em que condenou o banqueiro Daniel Dantas a 10 anos de prisão por corrupção, o juiz federal Fausto Martin De Sanctis, da 6.ª Vara Criminal, relatou a troca de ligações telefônicas entre o coronel e Hugo Chicaroni - condenado a 7 anos de cadeia - 9 vezes entre 04 de junho de 2008 e 07 de julho de 2008. Cirillo foi nomeado integrante da Secretaria de Segurança do STF em 30 de julho. Sobre os telefonemas, De Sanctis afirma:
"Tal fato revela, pois, que os acusados, para alcançar seus objetivos espúrios, dias antes de oferecer e pagar vantagem às autoridades policiais, atuavam sem medir esforços em suas ações na tentativa de obstrução do procedimento criminal, tentando espraiar suas ações em outras instituições."
Chicaroni e Cirillo fazem parte do Instituto Sagres, uma organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP), que funciona, segundo definição do próprio site da entidade, como "centro de estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos". De acordo com o coronel Cirillo, os contatos telefônicos entre ambos tratavam de assuntos relativos ao Sagres.”Raphael Prado, Terra Magazine

Matéria Completa, ::Aqui::


Pois é, então né, fica assim. Eles fazem CPI, finge que investigam, acusam inocentes, lógico todos os que fazem parte do governo Lula, e os supostos envolvidos com provas robustas, gravações ligados ao mafioso Daniel Dantas, deixa pra lá é "chifre em cabeça de cavalo". Não respinga no governo Lula,não atinge gente do PT, não interessa. Eles pensam que somos idiotas.
A MÍDIA SIFU
A imprensa está histérica, os abestalhados em polvorosa: o Presidente Lula, em discurso, falou "sifu", de se fodeu. "Imagine se um de vocês fosse médico e atendesse um paciente doente. O que você falaria para ele? "Você tem um problema, mas a medicina já avançou demais. Vamos dar tal remédio e você vai se recuperar". Ou você diria: "Meu, sifu. Se você chega dizendo a gravidade da doença, você acaba matando o paciente.”

Quantas vezes todo mundo, eu disse todo mundo, já falou e ouviu essa expressão? Centenas de milhares de vezes. Mas o Partido da Imprensa Golpista, empregador de jornalistas educados, que não se vendem, não manipulam informações, não inventam, mentem, está indignado. O desejo PIG e do resto da oposição é que o Presidente Lula diga para o Brasil, para todos os brasileiros, em rede de TV no horário nobre, que estamos todos fodidos. Que a crise promovida pela ganância e irresponsabilidade dos banqueiros e do governo dos EUA fodeu o Brasil. O desejo da imprensa, das oposições, é que o Brasil se foda, pois essa seria a única maneira de dizer que a economia do governo Lula foi um fracasso, e que por isso o Brasil sifu. E que eles, oposição, que quebraram o Brasil três vezes, têm a solução para a crise, e por isso têm que voltar ao poder. Quem é imoral, sem ética: o Presidente Lula, que fez este país muito melhor para todos, que construiu uma economia sólida, capaz de passar por essa crise mundial só com alguns arranhões, ou o PIG e seus jornalistas abestalhados, que torcem pelo pior, desejam o pior, inventam crises diárias desde 2003? O Presidente Lula é um estadista, o mundo todo reconhece isso. O Presidente Lula fala a linguagem do povo, que o povo entende. E o povo ficou sabido. Mesmo em meio ao cenário econômico sinistro desenhado pela mídia, o Presidente Lula está com a popularidade e aprovação do seu governo nas alturas. O Datafolha divulgou hoje a pesquisa: "A avaliação positiva do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a bater novo recorde e agora 70% dos brasileiros consideram seu governo ótimo ou bom. Nenhum presidente no Brasil, desde a redemocratização, atingiu esse patamar. O recorde anterior já pertencia ao próprio Lula: 64% o avaliavam positivamente em setembro. Pesquisa Datafolha realizada entre os dias 25 e 28 de novembro mostra que o Presidente conta com a avaliação positiva da maioria da população em todos os segmentos socioeconômicos e regiões do país." Os jornalões do PIG e a oposição abestalhada sifu...

Jussara Seixas

Mercado age como adolescente após ter diarréia, afirma Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que o mercado financeiro, ao pedir ajuda ao "Estado que eles negaram durante 20 anos", age como um "adolescente" após sofrer uma "diarréia". Ele se comparou a dom Quixote, o sonhador personagem de Miguel de Cervantes, por pregar o consumo durante a crise.Em um discurso de 45 minutos repleto de metáforas, Lula ilustrou sua "campanha" pelo consumo com a história de um paciente."Imagine se um de vocês fosse médico e atendesse um paciente doente. O que você falaria para ele? "Você tem um problema, mas a medicina já avançou demais. Vamos dar tal remédio e você vai se recuperar". Ou você diria: "Meu, sifu" [corruptela da expressão vulgar "se fodeu']".
Lula falou da crise no lançamento do Fundo Setorial do Audiovisual, no Palácio Gustavo Capanema, no Rio. Em tom ora irônico, ora revoltado, o presidente comparou a relação entre Estado e mercado à de pai e filho."Era preciso vender todas as empresas do Estado, mandar muito funcionário embora, aumentar tempo do trabalhador no trabalho, porque se aposenta com pouco tempo, e daí afora. O Estado não vale nada, só gasta. (...) Filho de 16 a 21 anos não precisa de pai nem mãe. Eles são onipotentes. Querem sair quando quiserem. Querem todo o dinheiro da gente e, por mais que a gente dê, acha que é pouco. Ou seja, o Estado é careta, não sabe de nada, não é moderno, não gosta de funk, rap... Filho, quando tem dor de barriga, gripe, não tem dinheiro, volta para casa. O que aconteceu com o famoso mercado onipotente? Quando o mercado tem uma diarréia, quem eles chamaram para salvá-lo? O Estado que eles negaram durante 20 anos."Ao incentivar o consumo na crise, Lula disse que trabalhadores serão demitidos se pararem de comprar. "Você tem o trabalhador da fábrica, que está ouvindo falar em crise. Ele fala: "Não vou comprar um carro porque posso perder meu emprego. Se eu perder o emprego, eu estou ferrado". Precisa alguém dizer que ele vai perder o emprego exatamente por não comprar. (...) Às vezes eu me sinto como o dom Quixote, sozinho tentando pregar um otimismo de uma coisa muito prática, que é fazer a economia girar."
País vai melhorar em 2009, diz brasileiro
Segundo Datafolha, 78% crêem que sua vida será melhor no ano que vem; 65% têm a mesma opinião positiva sobre situação do Brasil
72% afirmam ter tomado conhecimento da crise econômica mundial, mas apenas 14% responderam que estão bem informados


Apesar da gravidade da crise mundial e do prenúncio de seus reflexos no país, o brasileiro está otimista quanto a 2009, revela o Datafolha. Segundo pesquisa realizada entre os dias 25 e 28 de novembro, 78% declaram que sua vida vai melhorar, enquanto apenas 3% afirmam que vai piorar, no ano que vem. Para 14%, a vida pessoal permanecerá como está.A aposta em um ano novo melhor em comparação a 2008 chega a 82% nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Essa expectativa é de 75% na região Sul e de 74% no Sudeste.Ainda segundo o Datafolha, 65% dos entrevistados declaram que a situação do Brasil vai melhorar, enquanto 22% afirmam que vai "ficar igual" em 2009. Só para 8% a situação do país vai piorar no ano que vem.Para o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, "a crise não chegou à população"."A maioria dos brasileiros não está preocupada com a crise e se mantém otimista, com intenção de consumir neste Natal", afirmou Paulino.A confiança em um 2009 melhor na vida pessoal atinge 79% dos entrevistados com renda familiar mensal de até dois salários mínimos. Mas o grau de otimismo é dez pontos menor entre os com renda superior a dez mínimos por mês: 69%.A pesquisa revela ainda que 78% dos entrevistados com renda de dois a cinco salários mínimos mensais acreditam que sua vida vai melhorar em 2009. Essa taxa é de 77% entre aqueles com faixa mensal de cinco a dez mínimos.O otimismo é maior - 83% - entre os entrevistados de 16 a 24 anos e cai a 62% entre aqueles com mais de 60 anos.Segundo o Datafolha, a vida do Brasil vai melhorar na opinião de 66% dos entrevistados com nível de escolaridade fundamental. Essa expectativa é de 65% entre aqueles com nível médio de ensino. Mas cai 11 pontos -para 54%- entre os brasileiros com nível superior."É a correlação direta com o acesso à informação. As pessoas mais bem informadas estão mais preocupadas", avaliou Mauro Paulino.A pesquisa mostra ainda que 60% dos brasileiros acreditam que sua situação econômica vai melhorar nos próximos meses. Há um ano, no fim de novembro de 2007, esse índice era de 54%. No fim de março deste ano, era 53%. Em oito meses, a taxa dos que acreditam numa situação econômica melhor subiu sete pontos.ConhecimentoQuestionados, 72% dos entrevistados afirmam ter tomado conhecimento da crise econômica mundial. Mas apenas 14% responderam estar bem informados, enquanto 18% se declararam mal informados. Quase a metade - 41% - disse que está "mais ou menos" informada sobre a crise.Segundo o Datafolha, 42% dos entrevistados com renda mensal de até dois mínimos não tomaram conhecimento da crise. Esse índice é de somente 4% entre aqueles com mais de dez mínimos mensais e de 19% entre os entrevistados com renda familiar de dois a cinco mínimos por mês.Ainda segundo o Datafolha, 48% dos brasileiros afirmam que sua vida melhorou desde a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 43% afirmam que ficou igual. Somente 6% disseram que a vida piorou após a eleição de Lula.Para 67% dos entrevistados o Brasil está melhor desde a eleição de Lula. Esse índice chega a 78% no Nordeste e a 71% nas regiões Norte e Centro-Oeste. No Sudeste, é de 62%, sendo de 57% no Sul.Segundo a pesquisa, o país está igual para 24% e piorou na opinião de 6% dos brasileiros.Para 56% dos moradores de São Paulo, o Brasil está melhor, enquanto 10% afirmam que piorou e 32% disseram que permanece como estava.Ao fazerem um balanço de 2008, 59% dos entrevistados disseram que a vida melhorou em comparação ao ano passado. A vida ficou igual para 29% e piorou para 12%. O Datafolha ouviu 3.488 brasileiros.
42% acham que crise no Brasil é só "marolinha"
Sem ser informados sobre o autor da frase, 42% dos brasileiros concordaram, total ou parcialmente, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva: "Lá fora, a crise é um tsunami. Aqui, se chegar, vai ser uma marolinha".Confrontados com a declaração -que foi alvo de críticas- 17% dos entrevistados disseram concordar totalmente com ela, enquanto 25% disseram que concordam em parte.Já 39% discordam. Segundo o Datafolha, 22% dos entrevistados manifestaram total discordância e 17% afirmaram discordar em parte da avaliação do presidente.Nove por cento disseram que não concordam nem discordam e 11% não souberam responder.Além dessa, o Datafolha submeteu aos entrevistados três declarações do presidente sobre a crise sem identificar o autor.Segundo a pesquisa, 53% dos brasileiros concordam, sendo que 32% em parte, com a tese de que "o Brasil, se tiver que passar por um aperto, será muito pequeno".Outros 32% discordam -16% parcialmente- enquanto 7% não concordam nem discordam.Ainda segundo a pesquisa, 68% dos entrevistados concordam que "nenhum país está a salvo e todos serão atingidos pela crise". Apenas 17% discordaram. Os entrevistados comentaram outra frase de Lula: "a melhor solução para evitar que a crise se alastre é os países ricos resolverem seus problemas".Dos entrevistados, 73% concordaram, sendo 48% totalmente. Seis por cento discordaram em parte e 5% totalmente.
Taxa de aprovação a Lula bate novo recorde e alcança 70%
Datafolha revela que 27% dos brasileiros ainda não tomaram conhecimento da crise


Avaliação positiva cresceu entre mais escolarizados, mais jovens e moradores do Sudeste; no Nordeste, taxa de ótimo/bom chega a 81%




A avaliação positiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a bater novo recorde e agora 70% dos brasileiros consideram seu governo ótimo ou bom. Nenhum presidente no Brasil desde a redemocratização atingiu esse patamar. O recorde anterior já pertencia ao próprio Lula: 64% o avaliavam positivamente em setembro.Pesquisa Datafolha realizada entre os dias 25 e 28 de novembro mostra que o presidente conta com a avaliação positiva da maioria da população em todos os segmentos socioeconômicos e regiões do país. Isso já ocorria no levantamento de setembro, mas agora Lula teve reforçado o apoio sobretudo entre os mais jovens (mais nove pontos), os mais escolarizados (mais nove) e no Sudeste (também mais nove pontos).Em termos regionais, o Nordeste segue como principal área de apoio a Lula: 81% o avaliam como ótimo ou bom.São nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste, que concentram alguns dos Estados mais pobres do país, que Lula tem as avaliações positivas mais altas tanto do ponto de vista econômico como social.A avaliação positiva se estende também entre a maioria dos simpatizantes de todos os grandes partidos políticos do país. Quem menos o apóia são os simpatizantes do PSDB -mesmo assim, Lula tem a aprovação de 56% deles. Entre os petistas, o percentual sobe a 88%.A melhora na avaliação se deu, principalmente, pela redução do percentual de brasileiros que consideram seu governo regular: eles caíram de 28% em setembro para 23% hoje.De 0 a 10, a nota média atribuída ao governo Lula também atingiu um recorde, chegando a 7,6, contra 7 em setembro.A pesquisa revela também que 27% dos brasileiros ainda não tomaram conhecimento da atual crise financeira internacional, que já começa a afetar o Brasil. E que apenas 14% dos entrevistados afirmam estar bem informados sobre ela.Questionados se concordavam com a frase dita há algumas semanas por Lula (sem serem informados que a frase era dele) de que a crise seria uma "marolinha" no Brasil, 42% dos pesquisados disseram que sim."A crise econômica ainda não atingiu a população a ponto de criar uma grande preocupação. Como conseqüência, a avaliação do presidente Lula continua em alta mesmo após o fim da campanha eleitoral, que expôs mais a sua imagem, e em meio ao atual noticiário econômico desfavorável", afirma Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha.Para a realização da pesquisa, o Datafolha ouviu 3.486 brasileiros com mais de 16 anos em todo o país. A margem de erro máxima para os resultados é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.O levantamento mostra também que, sob Lula, é a área econômica a mais bem avaliada: 17% dos brasileiros apontaram espontaneamente o desempenho nesse setor como o melhor em seu governo. A seguir vêm a educação, com 12%, e o combate à fome e à miséria, com 11%.Quando estimulados a opinar sobre o desempenho de Lula na economia, 61% dos entrevistados disseram avaliá-lo como ótimo ou bom. O percentual representa um salto de 23 pontos sobre a última vez em que a mesma pergunta foi colocada, em fevereiro de 2006.Naquele ano, a economia brasileira cresceu 3,8%. Em 2007, o crescimento saltou para 5,4%, e até julho deste ano mantinha um ritmo forte, de 6% em termos anualizados.Salto positivo semelhante, de 22 pontos, ocorreu na evolução da avaliação do governo Lula na área social. Ela saltou de 36% em fevereiro de 2006 para 58% no final de novembro.Ao longo de 2007, Lula contou apenas com a metade da avaliação positiva dos brasileiros: era aprovado por 48% em março, taxa que se repetiu em agosto, e oscilou para 50% em novembro. Em março de 2008 chegou a 55%, passou a 64% em setembro e agora atinge 70%.

Para assinantes:

Já imaginaram a cara da oposição. Eles já sabiam, estão falado e fazendo bobagens desesperadamente. Chora oposição, chora, bate o cabeção na parede, enfia o dedo no nariz e rasga. Oposição sifu...

04 dezembro 2008



Charge do Bessinha
Dilma: Investimentos do PAC, Pré-Sal e programas sociais serão mantidos
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou nesta quarta-feira (3) que serão mantidos os investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do Pré-Sal e dos programas sociais que, juntos, formam um tripé que permite ao país manter o ciclo de crescimento, ter posição estratégica na área de energia e gerar emprego e renda.Em audiência pública promovida por seis comissões da Câmara, Dilma Roussef fez um diagnóstico da crise financeira mundial e afirmou que o PAC ajudará o País a reposicionar sua economia. "O PAC, o Pré-Sal e os gastos sociais são condição para a superação dos desequilíbrios regionais e das desigualdades sociais e para o fortalecimento do mercado interno, com continuidade do desenvolvimento. O PAC não tem obras desnecessárias", disse.
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“Mischlings”
Por Glória Leite

O Vinicius Torres é um cara esperto. Ele sabe das coisas. Ele sabe que quem defende o Lula é fanático. Só pode ser fanático. Ninguém em sã consciência defende o Lula. Só os fanáticos.De acordo com o Vinícius Torres eu, tanto quanto minha amiga Jussara e o Daniel também somos fanáticos. O Oni e o Nogueira igualmente. Ah, o Adauto, o Chicão, o Guina e mais o Saraiva e muitos outros.Nós somos fanáticos porque defendemos o Lula na internet.O Vinicius Torres faz essa afirmação num texto recheado de palavras tais como ‘portais do inferno, pestilentas, nazistas, pedófilos’, etc e tal. É, ele compara os defensores do Lula a toda essa gama de psicopatas.O Vinicius Torres é muito equilibrado. ‘Revela’ que os defensores do Lula estariam inclinados a se engajar às SA.Menciona que procuramos um líder. É, procuramos alguém que nos mostre o caminho. Não falo de Deus, nem de Jesus. Falo de um líder. Terrestre. Carne e osso.Evidentemente, como somos fanáticos, não buscamos um guia do padrão do Fernando Henrique Cardoso – o pior presidente do Brasil. Aquele que quebrou o país três vezes.Gente como ele, FHC, não serve como guia - pelo menos não para fanáticos como nós, mesmo o Fernando achando que tem o poder de decidir quem será o próximo presidente da República.Para encontrar uma personalidade à altura de uma liderança sem fanatismo, alguém da estirpe do Bornhausen, por exemplo, precisaríamos ser seres racionais. Como os alemães.Azar nosso que somos ‘Mischlings’. Não somos puros, como os senhores admirados pelo Vinicius Torres.Mas espera aí... Nós admiramos o Lula que é um ‘Mischling’ como nós. O Vinícius nos acusa de sermos orientados pelos valores nazistas, seguimos a linha do fanatismo da SA. Humm. Não necessitar de um Líder e de todo o simbolismo do nazismo nos elevaria à categoria de um Vinícius Torres, que não precisa de um Líder. Mas ser racional implica não ser ‘Mischling’. Só um ‘puro’ alcança este nível. Não seria o caso de seguirmos a racionalidade alemã que nos deu – à humanidade – um Hitler e um Bornhausen?Prezado senhor Vinícius Torres, mil vezes um Mischling, como o Lula, do que um FHC ou um Bornhausen, sangue puro ( ??? ).Sobre sermos binários: “Funcionam mentalmente, digamos, num registro de pretos e brancos, zero e um, sim e não, Lula e não-Lula, amigos e inimigos”, tema que trata da chamada desordem da personalidade ‘borderline’ eu teria que dedicar um outro texto.
http://brasilmostraatuacara.blogspot.com/
Vendas disparam até 40% nos shoppings e animam lojistas
“Com as vendas até 40% maiores em alguns shopping centers da capital paulista, no último fim de semana, os lojistas demonstram otimismo com relação ao comércio para o Natal. Outro termômetro que indica fôlego para o varejo neste período é o nível de inadimplência de novembro, que, segundo a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), esteve controlado.
Os shoppings registraram aumento de vendas e público em novembro, principalmente depois do pagamento do 13º salário, com grande procura por itens como roupas e acessórios, e eletrônicos e celulares. No Central Plaza Shopping, na capital paulista, foi registrado incremento de vendas de 12,5% e aumento de fluxo de público de 10% neste último final de semana. As expectativas iniciais para o Natal eram aumento de vendas de 11%, índice superado antes mesmo de dezembro.”Camila Abud, Fernando Teixeira / DCI
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EUA vêm ao país para analisar US$ 400 mi em fundo de Dantas
Análise de documentos da Operação Satiagraha pode resultar no bloqueio dos recursos depositados em banco americanoReino Unido já determinou o congelamento de US$ 46 mi que estavam em duas contas ligadas a Daniel Dantas
A investigação em torno do banqueiro Daniel Dantas começa a ganhar contornos internacionais. Autoridades dos Estados Unidos, do Reino Unido e da Suíça estão no Brasil, em uma missão sigilosa, para analisar os documentos apreendidos na Operação Satiagraha. O objetivo é verificar se os papéis apontam para algum ato ilícito realizado naqueles países e, em caso positivo, iniciar a apuração do eventual crime.Os Estados Unidos são o país que têm em seu território o maior volume conhecido dos recursos de Dantas. Os cerca de US$ 400 milhões que compõem o Opportunity Fund estão depositados no banco Brown Brothers Harriman, cuja sede fica em Nova York.O fundo funciona nas Ilhas Cayman, um paraíso fiscal no Caribe, mas não há nenhum centavo por lá. O dinheiro fica guardado nos Estados Unidos.Procuradores dos Estados Unidos que combatem a lavagem de dinheiro querem saber se há recursos no fundo que tenham origem em algum crime. Se isso ficar comprovado, o plano dos americanos é pedir o bloqueio dos US$ 400 milhões que estão em Nova York.O Reino Unido determinou em setembro último o congelamento de US$ 46 milhões que estavam em uma conta do próprio Dantas e em outra de um familiar dele. O serviço de inteligência financeira britânico notou movimentações atípicas dos recursos de Dantas e avisou o Ministério da Justiça brasileiro. Os valores foram bloqueados a pedido do procurador Rodrigo de Grandis.Também em setembro o juiz federal Fausto Martin De Sanctis determinou o bloqueio de um fundo brasileiro do banco Opportunity que tinha R$ 535,8 milhões por causa dos indícios de que ele recebeu recursos ilícitos.Os representantes da Suíça participam de reuniões com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal porque encontraram indícios de que Dantas tem contas naquele país.É a primeira vez que autoridades internacionais buscam documentos em um inquérito de crime financeiro no Brasil. Elas vieram ao Brasil por causa da atuação do DRCI (Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional), órgão do Ministério da Justiça que atua no combate à lavagem de dinheiro.
E Gilmar Mendes presidente do STF, livrou o mafioso Daniel Dantas da prisão duas vezes!
CASO ALSTOM E OS TUCANOS
CPTM pagou R$ 34,6 mi a mais para Alstom, diz TCE
Tribunal confirma rejeição de contrato de R$ 200 mi firmado pela CPTM em 2005No governo Alckmin, estatal paulista comprou 12 trens para a linha que liga Osasco a Grajaú usando contrato de 1995, que já havia expirado
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http://tucanoalstom.blogspot.com/

03 dezembro 2008

VIXE!!!
STF pede apuração sobre ligação de ex-funcionário com Dantas
Na sentença que condenou banqueiro, juiz relata telefonemas do grupo de Dantas a secretaria de segurança
Agência Brasil

SÃO PAULO - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro
Gilmar Mendes, enviou nesta quarta-feira, 3, uma representação à Procuradoria Geral da República em que solicita a apuração de uma eventual ligação entre um ex-funcionário do STF e o grupo do banqueiro Daniel Dantas, condenado na última terça a dez anos de prisão pelo juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo.

Em sua sentença, De Sanctis citou uma série de telefonemas de Hugo Chicaroni, intermediário de uma oferta de propina de Dantas para um delegado da Polícia Federal, para Sérgio de Souza Cirillo, coronel da reserva do Exército, que ocupou cargo comissionado na secretaria de segurança do STF, entre os dias 30 de julho e 6 de outubro deste ano, quando foi exonerado.

Os contatos telefônicos ocorreram entre os dias 4 de junho e 7 de julho deste ano, véspera da deflagração da Operação Satiagraha, da Polícia Federal. "Tal fato revela, pois, que os acusados, para alcançar seus objetivos espúrios, dias antes de oferecer e pagar vantagem às autoridades policiais atuavam, sem medir esforços, em suas tentativas de obstrução de procedimento criminal, tentando espraiar suas ações em outras instituições", diz, em sua sentença, o juiz De Sanctis.

Segundo a assessoria do STF, Cirillo foi desligado dos quadros do tribunal por questões administrativas, sem ligação com qualquer desdobramento da operação da PF.
Coronel do exército aposentado, fazendo bico para o Daniel Dantas, dentro do STF? Isso vai ficar bom!
Criticar Petrobras é "dar tiro no próprio pé", afirma Dilma Rousseff
UOL Notícias
Em Brasília
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, criticou nesta quarta-feira (03) as críticas à operação de crédito realizada pela Petrobras com a Caixa Econômica Federal. Para a ministra, a operação é "normal", daí sua "surpresa" diante das críticas. "É um caso estarrecedor", afirmou. O empréstimo foi de R$ 2 bilhões.

"A Caixa emprestar para a Petrobras e a Petrobras buscar melhores taxas de juros no mercado é normal. Uma inversão de papéis, com a Petrobras emprestando para a Caixa é que não seria normal. Mas ela (a Petrobras) dá garantias, é solvente, em 180 dias ela paga. Então, qual é o problema?", afirmou aos deputados, em audiência pública na Câmara.A ministra ressaltou que a Petrobras é "a maior empresa brasileira, tem um dos maiores caixas do Brasil, fornece petróleo e gás para o país e é reconhecida internacionalmente como modelo de governança." Por isso, as críticas ao empréstimo realizado "não têm fundamento técnico." "Por que submeter uma empresa da categoria da Petrobras a um estresse desse?", questionou. "Não é correto expor a Petrobras a uma situação dessas. Isso é dar um tiro no próprio pé". "Aí, internacionalmente, começam a olhar e a se perguntar: 'Mas o que está acontecendo? Por que estão falando isso?' Isso é lamentável", acrescentou a ministra.
Dilma estranhou a "surpresa" do mercado pelo fato de a Petrobras recorrer a capital de giro de curto prazo. "Por que ela não recorreu aos bancos privados? Porque agiu como uma empresa que preserva seus interesses e buscou a melhor taxa de juros", afirmou. Segundo a ministra, a queda no preço do barril do petróleo não afeta a empresa, porque a Petrobras não trabalha com o barril a US$ 140. "Os processos da empresa só passam no comitê de negócios a US$ 35. E antes disso tem processos com barril a US$ 18", destacou.

PT Paraná continua arrecadação para desabrigados de Santa Catarina
Acompanhando a iniciativa de diversos setores da sociedade, o Diretório Estadual do PT Paraná informa que continua recebendo doações para serem encaminhadas para os desabrigados de Santa Catarina. As doações recebidas até o dia 28 de novembro já foram encaminhadas para a cidade de Blumenau. Agora, os esforços estão em arrecadar alimentos para consumo imediato (bolachas, salgadinhos, pães fatiados em pacote), material de limpeza e higiene pessoal, brinquedos, além de utensílios domésticos (colchões, cobertores, roupas de cama, toalhas).Segundo a Defesa Civil do Estado de Santa Catarina, mais de 80 mil pessoas estão desabrigadas e a tragédia afetou mais de 1,5 milhão de pessoas. A sede do PT Estadual está à disposição para receber as doações na Alameda Princesa Izabel, 160, no bairro São Francisco, em Curitiba. Maiores informações pelo fone: (41) 2103-1313 com Dayane.
PT/PR
Dilma destaca gravidade da crise financeira e elogia Palocci
Para ministra, deputado foi responsável pela construção sólida da economia quando ocupou a pasta da Fazenda
Agência Estado


SÃO PAULO - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou nesta quarta-feira, 3, que no momento atual é difícil prever a duração e profundidade da crise financeira internacional e aproveitou para elogiar o desempenho do deputado Antonio Palocci (PT-SP), na época em que foi ministro da Fazenda. Ela ressaltou que a situação é mais grave do que o crash de 1929 e também do que as crise dos anos 90. "Na década passada, as crises foram gestadas em países emergentes e eram de bilhões de dólares. Essa se dá no centro da economia internacional e é uma crise de trilhões".



Durante audiência pública na Câmara dos Deputados, a ministra fez referência a Palocci, que participa da audiência, e disse: "está aqui o ministro Palocci, que foi o responsável por essa construção mais sólida da economia". O elogio foi feito no momento em que a ministra explicava que a situação do Brasil hoje é mais tranqüila do que em crises anteriores, pelo fato de agora o Brasil ser credor líquido, o que faz com que a alta do dólar acabe reduzindo a relação dívida/PIB.

A ministra reforçou o discurso de autoridades do governo durante a audiência pública na Câmara dos Deputados, reiterando que o Brasil encontra a crise em uma situação diferente. "Estamos em uma posição diferenciada. Estamos em uma situação de crescimento. A tese do governo é que temos condições de enfrentar a crise e aproveitar as oportunidades dela recorrentes." Dilma disse ainda que o choque no crédito e as turbulências "provocaram uma crise no receituário neoliberal de Estado mínimo."
Com Luz para todos, Pernambuco universaliza enegia elétrica

Dilma Rousseff divide homenagens durante solenidade para marcar anúncio da universalização da oferta de energia elétrica no estado.

Diário de Pernambuco
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, acabou roubando a cena ontem à noite, durante a primeira agenda do presidente Lula em sua mais nova visita a Pernambuco. Cotada como futura candidata à sucessão de Lula em 2010, a presidenciável recebeu diversos afagos públicos durante uma rápida solenidade no Palácio do Campo das Princesas para anunciar a superação de metas de eletrificação no estado através do programa federal Luz Para Todos. O governo federal considera que alcançou a universalização da energia elétrica em Pernambuco porque ultrapassou a meta fixada dentro do Luz para Todos, de 79,8 mil ligações. Até outubro foram atendidas 85 mil propriedades. Outras 8,5 mil ligações já estão contratadas e devem ser finalizadas até março de 2009, restando apenas o crescimento vegetativo da demanda por novas ligações. Foram investidos ao todo R$ 377 milhões desde 2004. Trata-se do primeiro estado do Norte/Nordeste a ser universalizado. Além de Pernambuco, outros 11 estados cumpriram as metas do programa. No Brasil, estão sendo injetados R$ 13,3 bilhões, gerando aproximadamente 300 mil empregos diretos e indiretos. "São 790 mil quilômetros de fios, suficiente para enrolar o planeta Terra 30 vezes", comparou o presidente Lula, na solenidade.
Ao lado de Eduardo, Dilma recebeu fartos elogios do presidente.Dilma Rousseff foi a que recebeu mais foco dos holofotes ao ser elogiada à exaustão pelo presidente Lula e pelo governador Eduardo Campos (PSB) por sua atuação à frente do programa quando ainda era titular da pasta de Minas e Energia. Apesar de estar presente no evento não ter discursado, um depoimento gravado da ministra abriu um vídeo institucional sobre eletrificação rural em Pernambuco que foi projetado no início da cerimônia. Inicialmente esperava-se que o anúncio no Palácio fosse pontuado, sobretudo, por homenagens ao ex-governador Miguel Arraes (PSB), cuja gestão foi notabilizada pelo programa de eletrificação no interior do estado. "Eu lembro que teve gente que não gostou em 2003, quando a Dilma tava fazendo aquele discurso lá e ela citou o nome do governador Miguel Arraes como o governador que mais tinha feito eletrificação rural aqui no estado", disse. O presidente se referiu ao discurso de Dilma Rousseff há quatro anos, quando ela citou o nome do socialista durante o lançamento do 'Luz para Todos' em Pernambuco e gerou mal-estar na cúpula jarbista que acompanhava a cerimônia.
Presidente da Petrobras desmente Miriam Leitão
“Em carta direcionada a Miriam Leitão, colunista de O Globo, o presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli recomendou a ela que faça “comentários baseados em fatos e dados e não em informações inverídicas.” Ao comentar o empréstimo de R$ 2 bilhões feito pela estatal do petróleo junto à Caixa Econômica Federal (CEF), a jornalista diz que se a revelação do mesmo veio de um senador da oposição, as críticas feitas pelos jornalistas especializados são técnicas.
“Não é verdade que a revelação do empréstimo da CEF veio de um senador da oposição. Os dados deste empréstimo foram publicados, de forma absolutamente normal, nas informações regulares que prestamos às autoridades e a todo o mercado financeiro quando da divulgação do nosso balanço trimestral”, diz Sérgio Gabrielli.
Segundo ele, os dados poderiam se acessados no site da empresa na seção de relatórios financeiros. “Ele está reportado nas Informações Trimestrais - ITR do terceiro trimestre de 2008, nas páginas 84 e 85, que foram arquivados na Comissão de Valores Mobiliários e amplamente divulgados pela Petrobras em 11 de novembro de 2008”, explicou.
Diz a jornalista, depois de ressaltar a robustez da empresa e uma extraordinária história de crescimento, que por ter como acionista o controlador do Tesouro e milhões de acionistas, teria que prestar contas, “ter accountability e transparência”.
O presidente da empresa afirma que também não é correta a “insinuação de que a empresa não possui critérios contábeis transparentes.” “Adotamos práticas e procedimentos de forma amplamente reconhecida pelo mercado e analistas como dos mais transparentes da indústria. Atendemos a todos os requisitos contábeis da legislação brasileira e dos Estados Unidos da América”, refuta.”
Iram Alfaia, Vermelho.org /
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Os portais do inferno
Alô alô, amigos blogueiros! Daniel, Glória, Oni, Nogueira, Adauto, Chicão, Guina, Saraiva, Miguel do Rosário, Mello, Gilvan e tantos outros da blogosfera lulista. Vocês sabiam que nossos blogs, que defendem o presidente Lula e o governo Lula porque somos pessoas conscientes e não nos pautamos pela mídia safada, comprada, preconceituosa, estão sendo visto como "portais do inferno"? E nós, blogueiros, como fanáticos?
É assim que nos descreve em seu blog o colunista Vinicius T., da FSP. Ficou nervozinho porque escreveu uma porcaria de texto cheio se ódio e preconceito contra o presidente Lula, "O racismo de Lula", e recebeu várias criticas de leitores. O que o sujeito esperava? Ele acha que pode atacar e ofender o melhor presidente que o Brasil já teve e ficar sem resposta? Ele se julga detentor da verdade por ser um sociologozinho, como o FHC, e um jornalistazinho funcionário do PIG. Não aceitou ser contestado.
Vale lembrar que o sociólogozinho da Sorbonne que pensava como ele quebrou o país três vezes, e hoje é tido pelo povo como um dos piores presidentes que o Brasil já teve. O V. Torres pensa que liberdade de expressão é uma prerrogativa exclusiva de jornalista. Não é não. Quem fala e escreve o que quer ouve e lê o que não quer. O rapaz ficou nervoso com as criticas e escreveu outro texto preconceituoso e safado, "O fanatismo lulista e os portais do inferno", atacando os que defendem o presidente Lula e o governo Lula.
Pois é, meus amigos, a campanha para a sucessão do presidente Lula já está no ar. Os cretinos do PSDB estão desesperados para eleger Serra, desesperados para retomar o poder, e cumprem à risca o que determinou FHC: atacar o presidente Lula, atacar o PT. Como já disse o presidente em 2006, "Nós vamos ter um enfrentamento grave. Vocês se preparem.” Mais do que em 2006, em 2009/2010 os ataques serão infames, as mentiras e invencionices serão constantes e o terrorismo econômico vai pautar as manchetes dos jornalões, os verdadeiros portais do inferno. Vocês se preparem.
Jussara Seixas

PT cearense defende a Lei do Piso Nacional para os professores estaduais
A discussão acerca da implantação da Lei do Piso Nacional (11.738) para os professores da rede pública de ensino do Estado vem gerando polêmica. Na Assembléia Legislativa, os deputados estaduais Rachel Marques e Artur Bruno vêm defendendo fortemente o posicionamento petista a favor do piso aprovado pelo presidente Lula no dia 11 de julho deste ano.
Nos últimos dias, parte da imprensa cearense chegou a questionar o posicionamento da deputada petista Rachel Marques, que vai contra a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) proposta no Supremo Tribunal Federal por alguns governadores brasileiros, entre eles, o governador do Ceará Cid Gomes.
A Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) questiona alguns pontos da lei que cria o piso dos professores da rede estadual. A lei estabelece 950 reais como mínimo e a destinação das 40 horas semanais de trabalho para as atividades extraclasses, como pesquisas.
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Caixa bate recorde em financiamento habitacional
A crise no mercado financeiro internacional ainda não teve reflexos no financiamento habitacional da Caixa Econômica Federal, que bateu recorde ao emprestar R$ 20,4 bilhões neste ano até novembro, 60% acima do mesmo período de 2007, em 446 mil contratos. Para todo o ano, a projeção é chegar a R$ 22,8 bilhões, com crescimento de 50% no confronto com o ano anterior.Para 2009, o orçamento ainda não está fechado, mas o vice-presidente do banco, Jorge Hereda, prevê aumento de até 20% no valor a ser emprestado."Queremos manter as condições de contratação [de juros e prazos] e sempre tentar aumentar a participação da Caixa nesse setor", afirmou. O banco detém 36% dos contratos em valor e 68% em quantidade dos financiamentos com recursos da poupança.Neste ano, até o final de outubro, a inadimplência acima de 90 dias atingiu 0,3% dos contratos, considerando valor ou quantidade, contra 1,7%, nas duas análises, no ano passado.Para a superintendente nacional de habitação da Caixa, Bernadete Maria Pinheiro, essa queda se deve ao aprimoramento do sistema de análise dos clientes e à alienação fiduciária, que permite a retomada do imóvel em caso de inadimplência em um curto espaço de tempo. Além disso, a Caixa financia, na média, 49,8% do valor do imóvel, sendo 69,2% do total nos empréstimos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e 46% nos com dinheiro da poupança. Para não perder o que já foi investido, avalia a superintendente do banco, o cliente prioriza o pagamento das prestações, mesmo em tempos de dificuldades.

Porque Eles Odeiam os Petistas
Por Guina
“Mas com certeza eles não vão conseguir acabar com a gente. O PT não é uma sigla; é um jeito de ser. O jeito de ser petista permanece no nosso coração e na nossa alma. É essa prática, esse movimento que nós consolidamos. Com isso eles não vão acabar” (João Felício)
A onda de agressões contra o PT e os petistas em geral, veiculada quase que diariamente em blogs como o do
Reinaldo Azevedo e outros blogueiros direitistas continua de forma espantosa.E uma dúvida surge em nossas mentes:de onde vem tanto ódio?
Com certeza, são duas fontes diferentes.
Há os que odeiam os petistas por puro preconceito.São aqueles que não conseguem "engolir" que ex sindicalistas, que sempre lutaram pela massa trabalhadora deste páis e ex guerrilheiros, que lutaram contra a ditadura militar, continuem fazendo parte do poder máximo da nação.A outra fonte do ódio é ideológica e comercial. Aí é onde se encontra Reinaldo Azevedo, Diogo Mianardi, FHC, ACM Neto, César Maia dentre tantos outros, pelo simples fato do PT ser de esquerda e estar ao lado das classes menos favorecidas.
Eles querem preservar a sociedade brasileira do jeito que ela é e não aceitam as mudanças que o governo petista de Lula visa: redistribuição de renda com o Bolsa Família e outros programas sociais, PROUNI, renda mínima, impostos diretos redistributivos, orçamento participativo etc.
São pessoas como o ex senador PFL/DEM, J
orge Bornhausen, que certa vez disse:“A gente vai se ver livre desta raça, por, pelo menos, 30 anos” São pessoas insignificantes e pequenas, que por terem muita inveja do sucesso do Presidente Lula, vivem atacando o PT e os petistas.
Nutrem um ódio cego, como se fôssemos culpados do grupo político a qual fazem parte, nada terem feito pelo povo brasileiro quando eram governo.
Lançam livros como "
O País dos Petralhas" de Reinaldo Azevedo, o ex editor da revista Primeira Leitura, que faliu depois de envolver-se no escândalo Nossa Caixa, no governo Alckmin.
Enfim, são pobres criaturas, que usam ora o preconceito, ora a ideologia e os interesses comerciais para destilarem o ódio a nós, petistas, esquerdistas e apoiadores do melhor presidente da história do país.
Mas repetindo trecho da frase de João Felício, no início do post:"O jeito de ser petista permanece no nosso coração e na nossa alma. (...) isso eles não vão acabar."
Com certeza nunca nos derrotarão.
FIQUE BEM INFORMADO
Território de Paz promove cidadania em áreas vulneráveis O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta terça-feira (2), ao lado do ministro da Justiça, Tarso Genro, no bairro de Santo Amaro em Recife (PE), o lançamento do Território de Paz do Pronasci, que será implantado em várias localidades do país. São mais de 20 projetos em cada comunidade, além de ações integradas de cidadania para combater a violência, com recursos de R$ 1,4 bilhão em investimentos
(leia a íntegra)
Luz para Todos supera metas estaduais de ligações O programa Luz para Todos superou neste mês a meta de levar energia elétrica a todos os pernambucanos com base nos números da exclusão elétrica do censo do IBGE do ano 2000. Em solenidade realizada na segunda-feira (1°), em Recife, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, anunciaram o atendimento a 85,4 mil residências entre 2004 e 2008 - 7% superior à meta original do programa de 79,8 mil ligações - o que equivale a um universo de 427,3 mil pessoas beneficiadas no estado
(leia a íntegra)
Medidas priorizam setores que empregam mais mão-de-obra Para fechar a série "Enfrentando a crise global", o Em Questão de hoje trata das medidas adotadas pelo governo para apoiar o investimento produtivo e o consumo. O apoio tornou-se necessário pois boa parte das empresas financia seus investimentos com créditos captados no mercado financeiro, que sofreu com o enxugamento da liquidez mundial. No Brasil, algumas ações relativas ao crédito e à tributação foram executadas pelo governo para evitar o adiamento de investimentos e para permitir que as empresas continuem a produzir e a empregar. As medidas são voltadas para setores intensivos em mão-de-obra, como a indústria automobilística, o setor de construção civil, as micro e pequenas empresas e a atividade agropecuária (esta última foi tema da edição de ontem do Em Questão)
(leia a íntegra)
Juros no país estão "acima do bom senso", afirma Lula
Presidente diz que ações para fomentar o crédito ainda não tiveram efeito e pede a governadores mais investimentos públicos


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ontem a 11 governadores reunidos em Recife que gastem o máximo que puderem em investimentos públicos para combater a crise. Ele disse que as ações do governo de fomento ao crédito ainda não tiveram efeito e que o país tem uma taxa de juros "acima daquilo que o bom senso indica que deveríamos ter"."Neste momento em que temos bases de garantia de estabilização [...], temos que dizer o seguinte: precisamos economizar o máximo que a gente puder em custeio e gastar o máximo que a gente puder em investimentos públicos, em obras públicas", disse aos governadores.Segundo ele, Estados, prefeituras e governo federal "podem ser os indutores" para que o país "saia dessa crise sem nenhum arranhão ou com alguma coisa muito pequena que não vai doer". "Vai depender muito de nossa capacidade e ousadia."Ao comparar as ações contra a crise do governo às dos países desenvolvidos, Lula criticou os juros nacionais. Ele disse que, enquanto países como os EUA disponibilizaram dinheiro para salvar instituições financeiras, o Brasil optou pela compra de carteiras de bancos pequenos e pelo fomento ao crédito."Só que esse crédito ainda não tem chegado à ponta do jeito que a gente gostaria", afirmou o presidente. "Depois, obviamente, todo mundo sabe que temos uma taxa de juros acima daquilo que o bom senso indica que deveríamos ter."Em Pernambuco desde anteontem, Lula disse que os governadores precisam fazer uma "operação pente-fino" para identificar os problemas que estariam emperrando o andamento das obras nos Estados."Agora é a hora de trabalhar com todo o vigor e com toda a ousadia para que a gente não permita que o dinheiro que já está disponibilizado para os Estados e os municípios deixe de ser aplicado nas obras para gerar emprego e renda e fique guardado num banco por ineficiência nossa", declarou.Lula lembrou aos governadores que a maioria dos Estados aumentou sua capacidade de endividamento e que pode tomar dinheiro emprestado. Ele recomendou ainda aos governantes que viajem e busquem novos investimentos.Lula também disse aos governadores que não haverá cortes nas obras da Petrobras. "Vocês todos conhecem a disponibilidade de investimento que tem a Petrobras, e eu quero dizer para vocês: não haverá diminuição nas obras da Petrobras em nenhum dólar por conta da crise. Não haverá.""A refinaria do Maranhão, a do Ceará, a de Natal, a de Pernambuco, todas elas serão mantidas", afirmou. "Os contratos que vamos ter do pré-sal para a compra de navios e sondas, vamos continuar fazendo."


Novidade na política brasileira
Rui Falcão
Fosse outro o momento, seriam caricaturais os movimentos miméticos dos governos da oposição, em especial do PSDB, a copiar iniciativas do governo Lula, na área econômica, tomadas em resposta aos reflexos da crise mundial, que põem em risco o crescimento da economia e o avanço do bem-estar social. Cada decisão do governo federal nessa direção é seguida, ou mesmo atropelada, por gesto correspondente da oposição nos governos estaduais, numa aparente disputa em que os contendores buscariam demonstrar à opinião pública quem faz mais e melhor. Tanto melhor para a nação, pois o que importa é o empenho comum no mesmo propósito. Aqui vou deter-me em analisar outras motivações, igualmente reais.
Assim, no dia seguinte à decisão do governo Lula de destinar ao setor automotivo créditos do Banco do Brasil de R$ 4 bilhões, para financiar a comercialização de veículos e, dessa forma, estancar o risco de desaceleração, o governador José Serra anunciava a aprovação de pacote de crédito do banco estadual Nossa Caixa, com a mesma finalidade e no mesmo montante. Da mesma forma, enquanto o governo federal discutia com os governos estaduais a prorrogação do Supersimples por 60 dias – a ação coordenada é necessária, porque os tributos envolvem recolhimento por parte da União, Estados e Municípios -, o governo Serra atropelava a iniciativa federal, na pressa em sair à frente com o anúncio da prorrogação por 50 dias do recolhimento do ICMS. Ainda, enquanto o governo Lula reiterava a importância de se manter o cronograma do PAC, como forma de sustentar o ritmo da atividade econômica, o governo Serra anunciava que investirá no Estado de São Paulo quantia ainda maior do que o previsto no PAC para o Brasil como um todo – na verdade, uma trapaça contábil, para iludir os incautos, ao comparar termos incomparáveis, como recursos previstos, do lado paulista, e recursos efetivos, do lado federal.
Mas o que há de relevante a registrar nas manobras miméticas da oposição não é a sua tentativa de tirar proveito da aprovação do público, que aplaude as ações do governo Lula em resposta aos sintomas da crise. Em se tratando dos primeiros movimentos de pré-candidatos oposicionistas à sucessão de Lula, mais importante é registrar a ocorrência de algo absolutamente novo no espaço político brasileiro.
Depois de anos da bem-sucedida estratégia do governo Lula, de restabelecer o papel do Estado na recondução do País ao leito do crescimento com justiça social, à oposição não restou outra saída senão se deslocar de seu descaminho, para jogar o jogo no terreno do adversário, lançando mão do último recurso lhe resta, para se fazer ouvir pela opinião pública. Todos agora se põem de acordo com Lula e o Partido dos Trabalhadores no reconhecimento de que, sem se devolver ao Estado o papel que lhe é próprio, de indutor e promotor do desenvolvimento, não há como fazer frente à ameaça de crise. Para as hostes tucanas e demistas, aferradas a um liberalismo oportunista, um tal reconhecimento é tanto mais impositivo quanto mais as vozes do mundo todo se põem em uníssono a dizer a mesma coisa.
É disso, precisamente, que se trata. A oposição, desmoralizada em seu próprio terreno - o fundamentalismo do mercado -, faz agora profissão de fé nas virtudes do planejamento estatal. Quão longe estão os tucanos dos tempos do governo FHC, quando temas como Estado-nação, interesse nacional, regulamentação ou investimento público soavam como a mais retrógrada e bolorenta das ideologias!
A oposição deslocou-se para o terreno da pauta nacional, que é própria do PT, a razão de sua existência. Eis a novidade política da atualidade, que a grande imprensa e os falcões do colunismo se recusam a reconhecer, para não dar a mão à palmatória: a disputa pela sucessão do presidente Lula vai dar-se no espaço político, doutrinário e ideológico delimitado pela situação, em especial o PT, assim como consta de seu programa e de sua prática de governo. Esse espaço é o da defesa do papel do Estado como instrumento de defesa e promoção do desenvolvimento. Não há, pois, como os candidatos legitimarem suas pretensões ao governo de Brasília sem deixar de recitar páginas da cartilha petista – na realidade, apenas uma reafirmação de caráter universal de que o mercado, deixado a si mesmo, conduz necessariamente ao caos.
O que faz agora os governos da oposição correrem atrás das diretrizes e políticas do governo Lula é o reconhecimento, embora a contragosto, de que a estabilidade monetária – dogma central e único do fundamentalismo de mercado – está longe de ser a panacéia para todos os problemas. Assim como ocorreu com Portugal de Salazar nos 40 anos em que esteve à frente da ditadura, a estabilidade monetária, ainda que necessária, é insuficiente como recurso único, por ser incapaz de estimular os investimentos, conter a desindustrialização, o endividamento, a concentração da renda, a desigualdade e a pauperização. Estes são desafios de natureza política, que cabem ao Estado democrático resolver, de modo inalienável.
Se ao capital e ao mercado competem operar o crescimento econômico, ao Estado compete planejá-lo, induzi-lo e promovê-lo, juntamente com a promoção da eqüidade, sem a qual não se legitima a democracia. Eis a confissão envergonhada e muda que se entrevê por detrás do mimetismo dos governos de oposição. Todos, situação e oposição, sairão em campanha eleitoral a reafirmar, com o PT, que o mercado contribui para a realização da eqüidade somente quando conduzido pelas mãos do Estado. Desde já é nítida a voz dos governos de oposição, a dizer, com Lula, que a diminuição da pobreza depende não somente do mercado, mas também da capacidade do Estado de submetê-lo, em defesa da paz social, aos objetivos do desenvolvimento endógeno, do interesse nacional, somente possível, como mostrou o Prêmio Nobel Amartya Sen, mediante a promoção da eqüidade, ou a realização dos direitos sociais.
O deslocamento da oposição para o terreno da situação, em que se dá também o debate internacional, veio em boa hora: a oposição já não tinha o que oferecer, ante o descrédito de seu próprio programa, mais do que nunca desmoralizado pela responsabilidade dos fundamentalistas do mercado na eclosão da crise norte-americana e mundial.
Lembre-se de que, em contraste com o momento vivido pela sociedade brasileira sob o governo Lula, o que o governo tucano de FHC ofereceu ao povo nos anos 1990 foi o desmantelamento da capacidade de planejamento e de intervenção do Estado, a desnacionalização, a renúncia à defesa da soberania nacional, a passividade frente às investidas da especulação financeira internacional, a estagnação e, como premissa e arremate, a desinstitucionalização da política, em favor da soberania do mercado. Ou, como se pode ler num documento da Comissão Econômica para América Latina (Cepal), de 2002, que sintetiza o desempenho econômico e social da América Latina, ao término do governo FHC, os anos 90, anunciados pelos neoliberais como a “década da esperança”, converteram-se na década da desesperança.
Hoje, estamos todos, graças ao governo Lula, de volta a uma nova década da esperança. É dizer que, rendida previamente, a oposição pretende apresentar-se ao eleitorado travestida de contrafações do programa petista, como condição para se fazer reconhecer.
Nada mal, para começar.
Ainda assim, as diferenças são substanciais. Mas isso será tema de outro artigo.
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Rui Falcão, 65 anos, advogado e jornalista, é deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores. Foi deputado federal, presidente do PT e secretário de governo na gestão Marta Suplicy.

02 dezembro 2008


Charge do Bessinha
Divagações sobre a mídia
Cláudio Lembo
De São Paulo
Todas as profissões produzem desgastes emocionais. Os níveis podem ser diversos. Mas, a inevitabilidade do cansaço pelo diuturno dos atos profissionais é uma constante.
A previsão bíblica contém carga absoluta de certeza, quando aponta para o suor advindo do trabalho. Este não é apenas físico. Acima de tudo, ele se apresenta como psicológico.
Entre as profissões, como uma das mais desgastantes, coloca-se o jornalismo. A busca diária de notícias ou a elaboração cotidiana de opinião leva o profissional à excessiva sensibilidade.
Não pode errar. Deve sempre oferecer seu produto com clareza, perfeição e conteúdo veraz. O jornalista, em sua intermediação entre as fontes e a sociedade, torna-se fundamental agente de formação da opinião pública.
Sem jornalismo deixa de existir a possibilidade de a sociedade conhecer os atos de seus governantes e assim avaliá-los para decidir nos momentos eleitorais.
Sem jornalismo é inviável a possibilidade da existência de uma efetiva democracia. Jornalismo e democracia são partes inseparáveis de uma mesma visão do mundo: a democrática.
Esta cosmo visão possui como principal elemento a garantia da plena liberdade. Só a liberdade permite um jornalismo isento. A liberdade é, pois, a condição indispensável para uma verdadeira democracia.
As ponderações contêm verdades axiomáticas. Ou, em linguagem mais direta, verdades acacianas. Apontam o óbvio. No entanto, coisas conhecidas merecem sempre ser lembradas.
Particularmente, em momento em que os meios de comunicação se ampliam - especialmente pelo surgimento da internet - e formam-se conglomerados empresariais na área da informação.
As exigências econômicas levaram ao aparecimento das grandes grupos de mídia. Já não se cobre a aldeia natal. Agora, a cobertura estende-se à aldeia planetária. Os acontecimentos, em toda a parte, merecem cobertura.
Surge o primeiro risco. A concentração dos meios de comunicação já não permite pensamentos plurais. Ingressa-se no perigoso cenário do pensamento único.
Este pensamento único não possui os mesmos elementos do existente nos regimes totalitários. Nestes últimos desejava-se endeusar o líder. Transformar mero mortal em deus vivo.
Agora, deforma a toda a realidade. Apresenta apenas uma única versão do acontecido. A mais pragmática e de acordo com as vontades dos núcleos centrais do poder político ou econômico.
Aqui um paradoxismo. Chocam-se, por vezes, a opinião pública com as fontes jornalísticas. Ou seja, os formadores da opinião pública - os jornalistas - ficam em posição antagônica aos destinatários de suas mensagens.
A constatação não se suporta em meras reflexões subjetivas. É também obtida em determinadas amostras de opinião colhidas junto à sociedade. As respostas levam a perplexidade.
Em determinadas situações, ocorre relação de amor e ódio entre a sociedade e os formadores de sua opinião. Uma rejeição racionalmente inexplicável.
Apresenta-se como episódio freudiano. O destinatário sente fragilidade em sua condição de destinatário da informação. Considera-se diminuído perante quem parece tudo saber.
O jornal La Repubblica publicou em seu site o resultado de pesquisa de opinião realizada na Itália. Surpreendente o resultado. Os números geram inúmeras reflexões e maior número de ponderações.
A pesquisa foi produzida pela Universidade Estatal de Milão. Aponta: 68% dos italianos consideram seus jornalistas mentirosos. Outros 60% acham-nos incompetentes e para 52% dos mesmos italianos os seus jornalistas não são independentes.
Prosseguem os números colhidos: 64% dos entrevistados consideram os jornalistas italianos aéticos. Ainda 52% acham que os seus jornalistas não têm respeito pelos outros.
Paradoxalmente, há grande desejo de mais informações por parte da sociedade italiana, o que levará ao maior crescimento dos meios de comunicação não tradicionais, segundo o mesmo levantamento de opinião.
Cláudio Lembo é advogado e professor universitário. Foi vice-governador do Estado de São Paulo de 2003 a março de 2006, quando assumiu como governador.