
26 abril 2008
Pesquisa CNT/Sensus avalia governo Lula na semana que vem
REUTERS
RIO DE JANEIRO - Em uma semana encurtada pelo feriado de 1o de maio, a pesquisa CNT/Sensus a ser divulgada na segunda-feira avalia a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na sondagem anterior, o governo de Lula e seu desempenho pessoal tiveram a melhor avaliação desde a sua primeira posse, em 2003. A pesquisa volta a avaliar a preferência dos eleitores para a sucessão presidencial em 2010 e pergunta de quem é a responsabilidade pela elaboração do suposto dossiê sobre gastos sigilosos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Na segunda-feira, Lula visita início de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nos municípios paulistas de Guarulhos e Osasco. Na quarta-feira, o presidente participa em Brasília da cerimônia de entrega do prêmio nacional de gestão pública. À tarde, ele viaja para Maceió, onde participa do fórum dos governadores do Nordeste. No Congresso, a partir de segunda-feira, a Câmara vota medidas provisórias, a mais polêmica delas a que aumenta a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL). O governo enviou essa MP, elevando a CSLL de 9 por cento para 15 por cento, para compensar a perda da CPMF. A Câmara define nessa semana o roteiro das audiências públicas na comissão especial da reforma tributária, presidida pelo deputado Antonio Palocci (PT-SP). No Senado também estão previstas votações de MPs que trancam a pauta. (Texto de Mair Pena Neto)
RS URGENTE: DELEGADO DIZ QUE GOVERNADORA COMPROU MANSÃO COM "SOBRA" DE CAMPANHA
WASHINGTON - A coisa está pegando no Rio Grande do Sul, informa o RS Urgente. A Assembléia Legislativa do estado faz a CPI do Detran, que nasceu a partir de uma investigação da Polícia Federal:
WASHINGTON - A coisa está pegando no Rio Grande do Sul, informa o RS Urgente. A Assembléia Legislativa do estado faz a CPI do Detran, que nasceu a partir de uma investigação da Polícia Federal:
A madrugada desta sexta-feira foi marcada por dois acontecimentos explosivos envolvendo as investigações sobre a ação de uma quadrilha no Detran gaúcho. O delegado de polícia Luiz Fernando Tubino afirmou, na CPI do Detran, que tem informações da Operação Rodin dando conta que o lobista tucano Lair Ferst (um dos principais acusados de pertencer à quadrilha) pagou R$ 400 mil da casa comprada pela governadora Yeda Crusius (PSDB) no final de 2006, logo após o segundo turno da campanha eleitoral. Segundo Tubino, a casa foi comprada do consultor Eduardo Laranja, dono da Self Engenharia, empresa que seria uma das maiores devedoras do Banrisul.
Leia mais aqui:
Alckmin diz que não será "cabo eleitoral de luxo" para Serra
Ex-governador receia ter futuro político atrelado ao do colega, dizem interlocutores
Em 2010, Alckmin só poderá concorrer ao governo de São Paulo caso Serra abra mão da reeleição para se lançar candidato à Presidência
Ex-governador receia ter futuro político atrelado ao do colega, dizem interlocutores
Em 2010, Alckmin só poderá concorrer ao governo de São Paulo caso Serra abra mão da reeleição para se lançar candidato à Presidência
CATIA SEABRA JOSÉ ALBERTO BOMBIG
Sob pressão para que desista da corrida municipal, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) já não esconde, em conversas, sua insatisfação com o governador de São Paulo, José Serra, a quem é atribuído o patrocínio da aliança PMDB-DEM na capital. Ao relatar a reunião que tivera na véspera com o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), Alckmin alegou, segundo interlocutores, que não concorda com a idéia de esperar para concorrer ao governo em 2010 por dois motivos: ainda falta muito tempo até lá e porque não será "cabo eleitoral de luxo" da campanha de Serra à Presidência.Seu medo, dizem tucanos, é ter o futuro político atrelado ao de Serra. Em 2010, Alckmin só poderá concorrer caso Serra abra mão da reeleição para disputar a Presidência.Também ontem, Alckmin falou de Serra numa conversa com o presidente municipal do PSDB, José Henrique Reis Lobo, e o vice-presidente, deputado Júlio Semeghini.Aos dois, disse que Serra é beneficiário da aliança entre DEM e PMDB. Por isso parece lógico que o acordo seja debitado na conta do governador. Ainda assim, disse que não acreditava na sua participação. Lobo é secretário de Serra.Na tentativa de se livrar da asfixia imposta pelos kassabistas, Alckmin intensificou a pressão sobre o Diretório Municipal e obteve o compromisso de que, na próxima segunda, avalize a candidatura própria.Na ofensiva, alckmistas reivindicam a presença do candidato no programa estadual do PSDB. Alckmin avalia a hipótese de participar de ato pela candidatura própria na segunda.Sem a oficialização da pré-campanha, o grupo de Alckmin encontra dificuldades para definir alianças, montar a equipe e arrecadar recursos. Em reunião ontem, obteve de Lobo a promessa de que uma decisão final sairá no dia 5.Pelo acordo, o diretório se reunirá para referendar a decisão da Executiva -a candidatura própria. Pelo roteiro idealizado, Alckmin será aclamado candidato antes de 12 de maio, em convenção do partido.Nos últimos dias, com a iminência do acordo DEM-PMDB, que acabou se concretizando anteontem, Alckmin e seu grupo passaram a correr atrás de apoio. Mas, segundo a Folha apurou, o ex-governador ouviu de eventuais aliados o argumento de que não há condições de fechar alianças sem ter uma certeza da candidatura.Caixa vazio Com a ruptura da parceria DEM-PSDB, emissários de Alckmin têm enfrentado dificuldades para convencer o empresariado de que ele irá concorrer -com chances de vitória e boa estrutura- a prefeito.Entre alckmistas, a função de "sondar" os empresários acabou sendo delegada em especial ao ex-secretário de Planejamento Fernando Braga.Segundo colocado na disputa presidencial de 2006, ele até agora não conseguiu assinar contrato com um marqueteiro de ponta. Marta Suplicy (PT) terá João Santana e Kassab fechou com José Maria Braga.Até agora, o publicitário mais próximo de Alckmin é Oswaldo Martins, levado até o ex-governador pelo ex-secretário João Carlos Meirelles. Nos últimos dias, porém, o QG alckmista tem se ocupado apenas em discutir como furar o bloqueio de Kassab, deixando em segundo plano a montagem da equipe.Sem dinheiro, Alckmin procura se escorar na sua popularidade -divide com Marta a liderança da última pesquisa Datafolha. Nesse campo, segundo a Folha apurou, ele tem a ajuda do padre Marcelo Rossi, fenômeno multimidiático da Igreja Católica, e de seu ex-secretário de Justiça, Édio Silva Júnior, ligado ao movimento negro.
Sob pressão para que desista da corrida municipal, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) já não esconde, em conversas, sua insatisfação com o governador de São Paulo, José Serra, a quem é atribuído o patrocínio da aliança PMDB-DEM na capital. Ao relatar a reunião que tivera na véspera com o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), Alckmin alegou, segundo interlocutores, que não concorda com a idéia de esperar para concorrer ao governo em 2010 por dois motivos: ainda falta muito tempo até lá e porque não será "cabo eleitoral de luxo" da campanha de Serra à Presidência.Seu medo, dizem tucanos, é ter o futuro político atrelado ao de Serra. Em 2010, Alckmin só poderá concorrer caso Serra abra mão da reeleição para disputar a Presidência.Também ontem, Alckmin falou de Serra numa conversa com o presidente municipal do PSDB, José Henrique Reis Lobo, e o vice-presidente, deputado Júlio Semeghini.Aos dois, disse que Serra é beneficiário da aliança entre DEM e PMDB. Por isso parece lógico que o acordo seja debitado na conta do governador. Ainda assim, disse que não acreditava na sua participação. Lobo é secretário de Serra.Na tentativa de se livrar da asfixia imposta pelos kassabistas, Alckmin intensificou a pressão sobre o Diretório Municipal e obteve o compromisso de que, na próxima segunda, avalize a candidatura própria.Na ofensiva, alckmistas reivindicam a presença do candidato no programa estadual do PSDB. Alckmin avalia a hipótese de participar de ato pela candidatura própria na segunda.Sem a oficialização da pré-campanha, o grupo de Alckmin encontra dificuldades para definir alianças, montar a equipe e arrecadar recursos. Em reunião ontem, obteve de Lobo a promessa de que uma decisão final sairá no dia 5.Pelo acordo, o diretório se reunirá para referendar a decisão da Executiva -a candidatura própria. Pelo roteiro idealizado, Alckmin será aclamado candidato antes de 12 de maio, em convenção do partido.Nos últimos dias, com a iminência do acordo DEM-PMDB, que acabou se concretizando anteontem, Alckmin e seu grupo passaram a correr atrás de apoio. Mas, segundo a Folha apurou, o ex-governador ouviu de eventuais aliados o argumento de que não há condições de fechar alianças sem ter uma certeza da candidatura.Caixa vazio Com a ruptura da parceria DEM-PSDB, emissários de Alckmin têm enfrentado dificuldades para convencer o empresariado de que ele irá concorrer -com chances de vitória e boa estrutura- a prefeito.Entre alckmistas, a função de "sondar" os empresários acabou sendo delegada em especial ao ex-secretário de Planejamento Fernando Braga.Segundo colocado na disputa presidencial de 2006, ele até agora não conseguiu assinar contrato com um marqueteiro de ponta. Marta Suplicy (PT) terá João Santana e Kassab fechou com José Maria Braga.Até agora, o publicitário mais próximo de Alckmin é Oswaldo Martins, levado até o ex-governador pelo ex-secretário João Carlos Meirelles. Nos últimos dias, porém, o QG alckmista tem se ocupado apenas em discutir como furar o bloqueio de Kassab, deixando em segundo plano a montagem da equipe.Sem dinheiro, Alckmin procura se escorar na sua popularidade -divide com Marta a liderança da última pesquisa Datafolha. Nesse campo, segundo a Folha apurou, ele tem a ajuda do padre Marcelo Rossi, fenômeno multimidiático da Igreja Católica, e de seu ex-secretário de Justiça, Édio Silva Júnior, ligado ao movimento negro.
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Dilma é tratada como chefe de Estado no Japão
Representante do presidente Lula na cerimônia que marcou os cem anos da imigração japonesa ao Brasil, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) teve agenda e tratamento dignos de chefe de Estado em Tóquio.Em cerimônia realizada ontem, Dilma foi a única brasileira a discursar diante do imperador Akihito, da imperatriz Michiko e do príncipe herdeiro, Naruhito.Até a chancelaria japonesa a chamou, em nota, de "número 2" do presidente e de "mais promissora candidata do Partido dos Trabalhadores para a próxima eleição".Dilma falou sobre investimentos da Petrobras e também disse que a escolha do sistema japonês para TV digital do Brasil é uma "demonstração de confiança".Em dois dias, Dilma jantou com o chanceler, reuniu-se com o premiê e foi recebida por ministros. Encontrou-se com empresários de gigantes japonesas como Mitsui, Mitsubishi e Toshiba.Depois do Japão, a ministra vai aos EUA participar de uma reunião de empresários, mas disse que irá à Comissão de Infra-Estrutura do Senado no dia 30 "se os senadores assim marcarem".A Casa Imperial do Japão fez deferências especiais à ministra. No coquetel após a cerimônia oficial, a imperatriz Michiko perguntou diretamente a Dilma se ela falava inglês. Com a resposta afirmativa, a imperatriz dispensou intérprete e conversou com a ministra. Perguntou se Dilma ficaria mais dias no Japão para "poder visitar mais lugares".
Representante do presidente Lula na cerimônia que marcou os cem anos da imigração japonesa ao Brasil, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) teve agenda e tratamento dignos de chefe de Estado em Tóquio.Em cerimônia realizada ontem, Dilma foi a única brasileira a discursar diante do imperador Akihito, da imperatriz Michiko e do príncipe herdeiro, Naruhito.Até a chancelaria japonesa a chamou, em nota, de "número 2" do presidente e de "mais promissora candidata do Partido dos Trabalhadores para a próxima eleição".Dilma falou sobre investimentos da Petrobras e também disse que a escolha do sistema japonês para TV digital do Brasil é uma "demonstração de confiança".Em dois dias, Dilma jantou com o chanceler, reuniu-se com o premiê e foi recebida por ministros. Encontrou-se com empresários de gigantes japonesas como Mitsui, Mitsubishi e Toshiba.Depois do Japão, a ministra vai aos EUA participar de uma reunião de empresários, mas disse que irá à Comissão de Infra-Estrutura do Senado no dia 30 "se os senadores assim marcarem".A Casa Imperial do Japão fez deferências especiais à ministra. No coquetel após a cerimônia oficial, a imperatriz Michiko perguntou diretamente a Dilma se ela falava inglês. Com a resposta afirmativa, a imperatriz dispensou intérprete e conversou com a ministra. Perguntou se Dilma ficaria mais dias no Japão para "poder visitar mais lugares".
25 abril 2008
PAULO RENATO (PSDB) EX MINISTRO DE EDUCAÇÃO DE FHC, E A FARRA COM O CARTÃO CORPORATIVO
- Agencia Estado
BRASÍLIA - Levantamento feito pelo senador João Pedro (PT-AM), integrante da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Cartões Corporativos, detectou indícios de irregularidades na prestação de contas do ex-ministro da Educação e hoje deputado, Paulo Renato (PSDB-SP), nos anos de 2001 e 2002. Segundo o levantamento, o ex-ministro pagou hospedagem de Carla Grasso em pelo menos duas ocasiões: uma em São Paulo e outra em Minas Gerais. A legislação proíbe o pagamento de hospedagem de terceiros com recursos públicos.O senador João Pedro detectou ainda que o tucano viajou 37 vezes para o Rio, entre janeiro e dezembro de 2001, com recursos da chamada conta tipo B. Nessas viagens foram gastos do suprimento de fundos cerca de R$ 25 mil apenas com a empresa locadora LCM Transportes. Entre as irregularidades o senador citou ainda a ausência de notas fiscais e a falta de discriminação de mercadorias em notas fiscais. "Se tudo isso não ficar esclarecido, não descarto a possibilidade de convocar o ex-ministro para esclarecer", disse João Pedro. "Esse levantamento é uma resposta para mostrar que o governo do PSDB utilizou principalmente as contas do tipo B, sem nenhum critério e sem observar as regras estabelecidas", acrescentou. Esta é a primeira vez que o governo federal contra-ataca oficialmente o governo passado, exibindo gastos supostamente irregulares de integrantes do governo Fernando Henrique Cardoso
Lula afirma que licitação para trem-bala deve sair em outubro
Em evento em Campinas, Lula diz que Dilma está em viagem ao Japão e Coréia tratando justamente deste projeto
Agência Estado
CAMPINAS - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta sexta-feira, 25, que a licitação para a construção do trem-bala que fará a ligação entre Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas deverá ser anunciada em outubro. A afirmação foi feita em discurso na cerimônia de liberação de recursos de mais de R$ 200 milhões para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em Campinas e região. No evento, Lula fez questão de citar a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, batizada por ele de mãe do PAC. Segundo Lula, Dilma está em viagem ao Japão e Coréia tratando justamente do projeto do trem-bala. "Ela está mostrando o projeto a esses países e podemos fechar consórcio para a construção do trem-bala", afirmou. O presidente citou que a obra está orçada em quase US$ 9 bilhões. "Se Deus quiser, tudo está muito bem encaminhado", reiterou, destacando o empenho da ministra Dilma em conseguir parceiros para o projeto. Lula informou que o governo pretende construir mais duas pistas e um terminal de passageiros no Aeroporto de Viracopos (Campinas). "O aeroporto de Campinas será um dos grandes aeroportos internacionais de São Paulo, ao lado do de Cumbica", concluiu.
Lula diz que está corrigindo erros dos últimos 40 anos
Agencia Estado
CAMPINAS, SP - Numa resposta à oposição que classifica o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) de "eleitoreiro" e plataforma para um eventual terceiro mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou: "Não estou pleiteando a Presidência, pois já sou presidente." A declaração foi feita hoje em discurso de mais de meia hora, durante liberação de recursos do PAC para obras de habitação e saneamento na região de Campinas. Lula aproveitou para criticar seus antecessores e disse que seu governo está reparando os erros que se acumularam ao longo dos últimos 40 anos. "Pobre neste País só é levado em conta em época de eleição", destacou, complementando: "Doa a quem doer, mas tenho que dizer que em época de eleição pobre tem mais valor do que o banqueiro. Depois de eleitos, muitos almoçam com os banqueiros e se esquecem dos pobres. Eu estou mudando essa lógica perversa da política."No evento, Lula voltou a defender o PAC dizendo que atualmente todos os municípios do Brasil estão sendo contemplados com obras do programa. Na defesa do PAC, Lula disse que o programa é apartidário e o maior exemplo disso é o Estado de São Paulo que tem um governador do PSDB (José Serra) e já recebeu mais de R$ 8 bilhões. "Para um presidente republicano, não interessa a legenda; meu acordo é com o povo", disse, sob aplausos de uma platéia formada basicamente por beneficiários desse programa.Ainda nas críticas às gestões anteriores, Lula disse que muitos governantes não tinham interesse em tirar os prefeitos da chamada "fila burra" da liberação de verbas. Segundo ele, isso era um pretexto para a não liberação de recursos para os que estavam aptos a recebê-los, pois muitas vezes era de partidos opostos. "Quando o PAC começou, tinha muita gente descrente e que falava que era pirotecnia, mas ele é uma realidade em todo o País", ressaltou.
Bairros mais ricos de SP têm até quatro vezes mais investimento que os mais pobres, diz estudo
Da Redação Folha
Da Redação Folha
Em São Paulo
Uma pesquisa realizada pela ONG Movimento Nossa São Paulo e divulgada nesta quinta-feira (24) traduz em números a desigualdade econômica e social entre as diferentes regiões da capital paulista. O estudo, feito com dados oficiais, fornecidos pela Prefeitura de São Paulo, revela que enquanto bairros de classe média como os de Pinheiros e Jardins têm serviços de saúde, educação e cultura semelhantes aos de países desenvolvidos, bairros da periferia da capital apresentam total carência de serviços essenciais.O estudo revela quanto a Prefeitura efetivamente investe em cada uma das 31 subprefeituras da cidade. Ao analisar o orçamento de cada subprefeitura em 2006 e dividi-lo pelo número de habitantes atendidos, a ONG conseguiu detectar que o volume de recursos que chega aos bairros ricos é em média 4 vezes maior que chega aos bairros pobres.
A Rua Oscar Freire (foto), pertence a uma subprefeitura cujo orçamento per capta é 4 vezes maior que o de Cidade Ademar
No período analisado, as três subprefeituras com maior orçamento per capita foram Pinheiros (R$ 126,59), Sé (R$ 123,22) e Santo Amaro (R$ 120,87). No outro extremo, as de menor investimento foram as de Capela do Socorro (R$ 31,43), M'Boi Mirim (R$ 35,60) e Cidade Ademar (R$ 44,66) De acordo com Maurício Broinizi Pereira, coordenador-executivo do Movimento Nossa São Paulo, o volume de recursos repassados pela Prefeitura às subprefeituras é desproporcional ao tamanho dos bairros e de sua população. "A maior parte dos investimentos se concentra em bairros de classe média alta, que concentram uma elite com capacidade de pressão política", afirma.Um exemplo: a verba destinada à região da subprefeitura de Pinheiros (Pinheiros, Jardim Paulista, Alto de Pinheiros e Itaim Bibi), com 245 mil habitantes divididos por 32 km2, foi quatro vezes maior do que o total destinado à Capela do Socorro (Socorro, Cidade Dutra e Grajaú), que tem 645 mil habitantes em uma área de 134 km2. Além da desigualdade de investimentos, a pesquisa revelou a desvantagem dos bairros de periferia com relação a acesso a saúde, educação, esporte, cultura e lazer. Comparando o número de hospitais existentes em toda São Paulo, o estudo constatou que a cidade tem em média 2,84 leitos hospitalares para cada 100 mil habitantes. Os bairros melhor assistidos são os da região da Sé (18,64 leitos para cada 100 mil habitantes), da Vila Mariana (16) e de Pinheiros (12,53). Os pior assistidos são os de Campo Limpo (0,02 leitos para cada 100 mil habitantes) e Aricanduva e Freguesia do Ó/Brasilândia (0,47 cada). E há regiões que não contam com um leito sequer: Cidade Ademar, Cidade Tiradentes, Parelheiros e Perus.Quanto acesso à educação, a desigualdade mais evidente está no número no número de horas de aula oferecidas a estudantes de bairros pobres e ricos. Na periferia, para atender a um número maior de alunos, as escolas municipais de Ensino Fundamental têm aulas divididas em três turnos de quatro horas - o intermediário, das 11h às 15h, é conhecido como 'o turno da fome'. Em Cidade Tiradentes, por exemplo, 69% das escolas seguem esse sistema. Em Campo Limpo, 51%. Já em Pinheiros e na Sé, todas as escolas têm apenas dois turnos, de seis horas cada.Segundo os organizadores do estudo, a falta de serviços públicos essenciais é determinante para o agravamento de problemas sociais na periferia. "As subprefeituras com menor grau de investimento público são as que têm os piores indicadores de criminalidade juvenil", diz Pereira.A partir de dados do Pro-Aim (Programa de Aprimoramento de Dados sobre a Mortalidade no Município de São Paulo), o Movimento Nossa São Paulo fez uma análise do número de homicídios de jovens do sexo masculino de 15 a 29 anos em toda a cidade de São Paulo. Segundo essa análise, as regiões com menor número de mortes violentas são as das subprefeituras de Vila Mariana (10,19 para cada 100 mil habitantes), Pinheiros (12,85) e Lapa (18,12). As regiões com maior número são: Casa Verde/Cachoeirinha (174,92), Freguesia do Ó/Brasilândia (143,44) e M'Boi Mirim (129,69). "Ou seja, enquanto os bairros mais ricos de São Paulo apresentam índices de mortes violentas semelhantes ao de países desenvolvidos, os mais pobres da periferia apresentam taxas semelhantes às de países em guerra", diz Pereira. De posse desses dados, a ONG espera convencer a população a pressionar a Prefeitura para que ela atenda de forma mais equânime os 96 distritos da cidade. De acordo com os organizadores, o estudo poderia servir para nortear os postulantes ao cargo de prefeito e às 55 vagas na Câmara Municipal a montarem programas que atendam às reais necessidades de cada bairro. A íntegra da pesquisa pode ser acessada no site do Movimento Nossa São Paulo.
Uma pesquisa realizada pela ONG Movimento Nossa São Paulo e divulgada nesta quinta-feira (24) traduz em números a desigualdade econômica e social entre as diferentes regiões da capital paulista. O estudo, feito com dados oficiais, fornecidos pela Prefeitura de São Paulo, revela que enquanto bairros de classe média como os de Pinheiros e Jardins têm serviços de saúde, educação e cultura semelhantes aos de países desenvolvidos, bairros da periferia da capital apresentam total carência de serviços essenciais.O estudo revela quanto a Prefeitura efetivamente investe em cada uma das 31 subprefeituras da cidade. Ao analisar o orçamento de cada subprefeitura em 2006 e dividi-lo pelo número de habitantes atendidos, a ONG conseguiu detectar que o volume de recursos que chega aos bairros ricos é em média 4 vezes maior que chega aos bairros pobres.
A Rua Oscar Freire (foto), pertence a uma subprefeitura cujo orçamento per capta é 4 vezes maior que o de Cidade Ademar
No período analisado, as três subprefeituras com maior orçamento per capita foram Pinheiros (R$ 126,59), Sé (R$ 123,22) e Santo Amaro (R$ 120,87). No outro extremo, as de menor investimento foram as de Capela do Socorro (R$ 31,43), M'Boi Mirim (R$ 35,60) e Cidade Ademar (R$ 44,66) De acordo com Maurício Broinizi Pereira, coordenador-executivo do Movimento Nossa São Paulo, o volume de recursos repassados pela Prefeitura às subprefeituras é desproporcional ao tamanho dos bairros e de sua população. "A maior parte dos investimentos se concentra em bairros de classe média alta, que concentram uma elite com capacidade de pressão política", afirma.Um exemplo: a verba destinada à região da subprefeitura de Pinheiros (Pinheiros, Jardim Paulista, Alto de Pinheiros e Itaim Bibi), com 245 mil habitantes divididos por 32 km2, foi quatro vezes maior do que o total destinado à Capela do Socorro (Socorro, Cidade Dutra e Grajaú), que tem 645 mil habitantes em uma área de 134 km2. Além da desigualdade de investimentos, a pesquisa revelou a desvantagem dos bairros de periferia com relação a acesso a saúde, educação, esporte, cultura e lazer. Comparando o número de hospitais existentes em toda São Paulo, o estudo constatou que a cidade tem em média 2,84 leitos hospitalares para cada 100 mil habitantes. Os bairros melhor assistidos são os da região da Sé (18,64 leitos para cada 100 mil habitantes), da Vila Mariana (16) e de Pinheiros (12,53). Os pior assistidos são os de Campo Limpo (0,02 leitos para cada 100 mil habitantes) e Aricanduva e Freguesia do Ó/Brasilândia (0,47 cada). E há regiões que não contam com um leito sequer: Cidade Ademar, Cidade Tiradentes, Parelheiros e Perus.Quanto acesso à educação, a desigualdade mais evidente está no número no número de horas de aula oferecidas a estudantes de bairros pobres e ricos. Na periferia, para atender a um número maior de alunos, as escolas municipais de Ensino Fundamental têm aulas divididas em três turnos de quatro horas - o intermediário, das 11h às 15h, é conhecido como 'o turno da fome'. Em Cidade Tiradentes, por exemplo, 69% das escolas seguem esse sistema. Em Campo Limpo, 51%. Já em Pinheiros e na Sé, todas as escolas têm apenas dois turnos, de seis horas cada.Segundo os organizadores do estudo, a falta de serviços públicos essenciais é determinante para o agravamento de problemas sociais na periferia. "As subprefeituras com menor grau de investimento público são as que têm os piores indicadores de criminalidade juvenil", diz Pereira.A partir de dados do Pro-Aim (Programa de Aprimoramento de Dados sobre a Mortalidade no Município de São Paulo), o Movimento Nossa São Paulo fez uma análise do número de homicídios de jovens do sexo masculino de 15 a 29 anos em toda a cidade de São Paulo. Segundo essa análise, as regiões com menor número de mortes violentas são as das subprefeituras de Vila Mariana (10,19 para cada 100 mil habitantes), Pinheiros (12,85) e Lapa (18,12). As regiões com maior número são: Casa Verde/Cachoeirinha (174,92), Freguesia do Ó/Brasilândia (143,44) e M'Boi Mirim (129,69). "Ou seja, enquanto os bairros mais ricos de São Paulo apresentam índices de mortes violentas semelhantes ao de países desenvolvidos, os mais pobres da periferia apresentam taxas semelhantes às de países em guerra", diz Pereira. De posse desses dados, a ONG espera convencer a população a pressionar a Prefeitura para que ela atenda de forma mais equânime os 96 distritos da cidade. De acordo com os organizadores, o estudo poderia servir para nortear os postulantes ao cargo de prefeito e às 55 vagas na Câmara Municipal a montarem programas que atendam às reais necessidades de cada bairro. A íntegra da pesquisa pode ser acessada no site do Movimento Nossa São Paulo.
Para diretor do FMI, o mundo acredita mais no Brasil que os brasileiros
da Agência Brasil, em Brasília
O diretor executivo do FMI (Fundo Monetário Internacional), o economista Paulo Nogueira Batista, disse nesta quinta-feira que o Brasil é um país de sorte e o mundo acredita mais no país que os próprios brasileiros.
Em declaração no seminário Perspectivas para o Brasil no Cenário Internacional, promovido pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Batista prevê que os países emergentes vão ocupar o lugar das nações mais importantes do mundo nos próximos anos
Nesse cenário, segundo ele, o Brasil deve se destacar, em razão do enfraquecimento das principais economias, como a americana.
De acordo com Batista, o governo Bush trouxe "sorte" para o Brasil. Isso porque, avalia o economista, o presidente americano "geriu mal a política econômica e a política externa do seu país".
O economista diz que o Brasil "é um país de sorte, pois tem muito mais credibilidade no exterior que na cabeça dos próprios brasileiros".
Ele atesta que constatou isso ao assumir o cargo no FMI e afirma que o mundo vê melhor o Brasil que os próprios brasileiros. "O peso natural do nosso país vem crescendo há muito tempo, independentemente da competência ou não dos nossos representantes."
Emergentes
Segundo o diretor do FMI, o Brasil tem tudo para ser um grande pólo da América do Sul no cenário mundial. Ressalva, porém, que o país ainda é subdesenvolvido, o que persistirá por algum tempo.
E lembra que países emergentes, como a China e a Índia, vêm desempenhando um papel estabilizador na economia mundial e, por isso, "também podemos ter vez".
O conceito de outros governos em relação ao Brasil, afirma Batista, é dado pelo conteúdo estrutural do país, e não em razão de um governo em particular.
"A queda no peso das grandes potências, como a antiga União Soviética e a Europa Ocidental, deu lugar a emergentes como a China e a Índia, e o Brasil poderá ter espaço também nessa corrida no mercado internacional."
da Agência Brasil, em Brasília
O diretor executivo do FMI (Fundo Monetário Internacional), o economista Paulo Nogueira Batista, disse nesta quinta-feira que o Brasil é um país de sorte e o mundo acredita mais no país que os próprios brasileiros.
Em declaração no seminário Perspectivas para o Brasil no Cenário Internacional, promovido pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Batista prevê que os países emergentes vão ocupar o lugar das nações mais importantes do mundo nos próximos anos
Nesse cenário, segundo ele, o Brasil deve se destacar, em razão do enfraquecimento das principais economias, como a americana.
De acordo com Batista, o governo Bush trouxe "sorte" para o Brasil. Isso porque, avalia o economista, o presidente americano "geriu mal a política econômica e a política externa do seu país".
O economista diz que o Brasil "é um país de sorte, pois tem muito mais credibilidade no exterior que na cabeça dos próprios brasileiros".
Ele atesta que constatou isso ao assumir o cargo no FMI e afirma que o mundo vê melhor o Brasil que os próprios brasileiros. "O peso natural do nosso país vem crescendo há muito tempo, independentemente da competência ou não dos nossos representantes."
Emergentes
Segundo o diretor do FMI, o Brasil tem tudo para ser um grande pólo da América do Sul no cenário mundial. Ressalva, porém, que o país ainda é subdesenvolvido, o que persistirá por algum tempo.
E lembra que países emergentes, como a China e a Índia, vêm desempenhando um papel estabilizador na economia mundial e, por isso, "também podemos ter vez".
O conceito de outros governos em relação ao Brasil, afirma Batista, é dado pelo conteúdo estrutural do país, e não em razão de um governo em particular.
"A queda no peso das grandes potências, como a antiga União Soviética e a Europa Ocidental, deu lugar a emergentes como a China e a Índia, e o Brasil poderá ter espaço também nessa corrida no mercado internacional."
@-O PSDB foi criado por “p-eme-d-bistas” de São Paulo insatisfeitos com a principal figura da época: Orestes Quércia. O PSDB gestou de uma felpuda e emplumada ala do PMDB paulistano, indignada e revoltada com Orestes Quércia e sua trupe. José Serra, Franco Montoro, Mario Covas e Fernando Henrique Cardoso criaram o PSDB. A história nietzscheniana do PSDB volta para o seu útero geminiano! É o fim do PSDB?
@-Extra! Extra!” ou “Escândalo Escândalo! O ex-Ministro da Casa Civil do GOVERNO LULA tomava (ou comia) danoninho e adorava uma pêra amanteigada, a Casa Civil era regiamente abastecida!
@-A crise no PSDB paulista (e tem outro?) agrava-se! Geraldo Alckmin não vai desistir de sua candidatura e o ranger de bicos no PSDB instala-se de forma dramática. O PSDB de Alckmin já esta em campo a procura de aliados. A conferir
24 abril 2008
'Dilma é uma ótima candidata à sucessão de Lula', diz Alencar
Vice incluiu ministra no rol de mineiros que poderiam suprir 'saudade' de ver de novo o Estado na Presidência
O Estado de S.Paulo
BELO HORIZONTE - O vice-presidente da República, José Alencar, disse nesta quinta-feira, 24, em Belo Horizonte, que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, é uma "ótima candidata" à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Alencar incluiu a ministra no rol de mineiros que poderiam suprir sua "saudade" de ver de novo o Estado na Presidência da República. Na última segunda-feira, em Ouro Preto (MG), ao lado do governador Aécio Neves (PSDB), o vice-presidente disse que Minas tem saudade da época em que conduzia "os destinos da pátria".
Apontada como primeira opção de Lula para a eleição presidencial em 2010, Dilma nasceu em Belo Horizonte, mas fez carreira política no Rio Grande do Sul.
"Ela é muito dedicada, trabalhadora, competente, séria, intransigente. E muito mais do que isso, ela é mineira. Então, aquela saudade que se tem de Minas no poder pode ser contemplada com ela, por que não?", disse Alencar, ao ser questionado se a suspeita de que um dossiê com despesas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tenha sido elaborado na Casa Civil poderá atrapalhar futuras pretensões políticas da ministra.
Em seguida, o vice foi perguntado se Dilma seria uma "boa candidata". Respondeu de pronto: "É ótima candidata, ela tem todos os títulos para isso."
Na capital mineira, Alencar participou pela manhã da inauguração de um novo terminal do metrô. Segundo a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), foram investidos R$ 33,3 milhões para a construção do terminal de Integração Vilarinho, que atenderá diretamente a pelo menos 18 bairros de Belo Horizonte.
Blog do Duda Mendonça
O que todo candidato precisa saber - I
Leia mais no blog:
http://blogdoduda.com.br/index.php
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PF prende 48 acusados de fraudes contra a Previdência no ES
da Folha Online
A PF (Polícia Federal) já prendeu 48 pessoas nesta quinta-feira, pela Operação Auxílio-Sufrágio, acusadas de integrar uma organização criminosa voltada para fraudes contra a Previdência Social. Segundo a PF, a quadrilha atuava desde 2003 e apenas nos últimos seis meses, o prejuízo aos cofres públicos foi de R$ 5 milhões.
da Folha Online
A PF (Polícia Federal) já prendeu 48 pessoas nesta quinta-feira, pela Operação Auxílio-Sufrágio, acusadas de integrar uma organização criminosa voltada para fraudes contra a Previdência Social. Segundo a PF, a quadrilha atuava desde 2003 e apenas nos últimos seis meses, o prejuízo aos cofres públicos foi de R$ 5 milhões.
A Justiça Federal determinou a prisão temporária de 50 pessoas envolvidas nas fraudes, além de autorizar 59 mandados de busca e apreensão no Espírito Santo.
O objetivo da quadrilha, segundo a PF, era receber benefícios previdenciários de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez. As investigações revelaram que o grupo tem a participação de um deputado estadual e perito médico licenciado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), que já ocupou por mais de uma vez a cadeira de vereador de Cariacica, região metropolitana da Grande Vitória (ES).
A PF informa há indícios de aproveitamento político-eleitoral por parte de alguns integrantes da quadrilha.
Também integram a quadrilha servidores e médicos peritos do INSS, assessores parlamentares do deputado (cujo nome não foi divulgado), despachantes previdenciários, além de médicos e funcionários de clínicas médicas particulares.
No processo da fraude, a quadrilha usava laudos falsos conseguidos através de médicos particulares e posteriormente homologados por médicos peritos do INSS.
Os nomes dos presos ainda são mantidos sob sigilo, mas os delegados do caso darão uma entrevista coletiva à imprensa às 14h, no Espírito Santo.
O trabalho foi realizado pela Delegacia de Repressão a Crimes Previdenciários da Polícia Federal no Espírito Santo, pelo Ministério da Previdência Social, por meio de servidores que compõem a Força-Tarefa Previdenciária no Espírito Santo, Procuradoria Regional da República.
PF prende advogado e executivo em operação contra prostituição e desvio de verba em SP
da Folha Online
Policiais federais realizam nesta quinta-feira uma operação para desarticular um grupo acusado de envolvimento com tráfico local e internacional de mulheres, exploração de atividade de prostituição e em fraudes em concessão de empréstimo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Nove pessoas haviam sido detidas até o começo da tarde. Entre elas estão o advogado Ricardo Tosto --um dos mais famosos de São Paulo-- e o executivo Boris Timoner.
De acordo com a PF (Polícia Federal), as investigações que resultaram na chamada Operação Santa Teresa começaram em dezembro de 2007 para apurar denúncias sobre tráfico de mulheres e exploração de prostituição. Em nota, a polícia informou que desde o início da apuração, os policiais constataram que alguns dos investigados mantêm uma casa de prostituição em São Paulo, com faturamento elevado.
da Folha Online
Policiais federais realizam nesta quinta-feira uma operação para desarticular um grupo acusado de envolvimento com tráfico local e internacional de mulheres, exploração de atividade de prostituição e em fraudes em concessão de empréstimo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Nove pessoas haviam sido detidas até o começo da tarde. Entre elas estão o advogado Ricardo Tosto --um dos mais famosos de São Paulo-- e o executivo Boris Timoner.
De acordo com a PF (Polícia Federal), as investigações que resultaram na chamada Operação Santa Teresa começaram em dezembro de 2007 para apurar denúncias sobre tráfico de mulheres e exploração de prostituição. Em nota, a polícia informou que desde o início da apuração, os policiais constataram que alguns dos investigados mantêm uma casa de prostituição em São Paulo, com faturamento elevado.
Desvio de verbas
As investigações identificaram um esquema de desvio de verbas de financiamentos do BNDES.
Segundo os policiais, empresários, empreiteiros, advogados e servidores públicos conseguiam empréstimos do banco e desviavam parte dos valores em benefício próprio --aproximadamente 5% do valor. A PF afirma que "há vasto conteúdo probatório" que indica que ao menos dois financiamentos concedidos pelo BNDES neste ano são objeto de fraude --um no valor de R$ 130 milhões, concedido a uma prefeitura no Estado, e outro de cerca de R$ 220 milhões, concedido a uma empresa do ramo varejista.
A PF também afirma que, conforme as investigações, há evidências de fraudes em licitações em ao menos duas prefeituras paulistas
As investigações identificaram um esquema de desvio de verbas de financiamentos do BNDES.
Segundo os policiais, empresários, empreiteiros, advogados e servidores públicos conseguiam empréstimos do banco e desviavam parte dos valores em benefício próprio --aproximadamente 5% do valor. A PF afirma que "há vasto conteúdo probatório" que indica que ao menos dois financiamentos concedidos pelo BNDES neste ano são objeto de fraude --um no valor de R$ 130 milhões, concedido a uma prefeitura no Estado, e outro de cerca de R$ 220 milhões, concedido a uma empresa do ramo varejista.
A PF também afirma que, conforme as investigações, há evidências de fraudes em licitações em ao menos duas prefeituras paulistas
Ricardo Tosto do Escritório: Leite, Tosto e Barros
Principais clientes: BankBoston, Grupo Alusa, Grupo Schahin, Grupo Eucatex, Alcatel, Avon Cosméticos e Votorantim Metais
Ficou conhecido por atuar em defesa de políticos. O mais famoso deles é Paulo Maluf. Seu escritório promove seminários de feng shui, do-in e numerologia para os funcionários. É apaixonado por vinhos franceses e charutos cubanos. "Sou um bon-vivant", define-se
Ficou conhecido por atuar em defesa de políticos. O mais famoso deles é Paulo Maluf. Seu escritório promove seminários de feng shui, do-in e numerologia para os funcionários. É apaixonado por vinhos franceses e charutos cubanos. "Sou um bon-vivant", define-se
Boris Timoner, diretor de expansão das Lojas Marisa

GOVERNO LULA
IBGE: emprego com carteira assinada é recorde
Agencia Estado
RIO - O gerente da pesquisa mensal de emprego do IBGE, Cimar Azeredo, destacou hoje que o porcentual de trabalhadores com carteira assinada no total de ocupados nas seis principais regiões metropolitanas do País chegou a 43,9% em março de 2008, porcentual bem superior a março do ano passado (41,8%), e ainda maior do que no início da série, em março de 2002 (40,8%).Segundo Azeredo, somando também os militares e os funcionários públicos ao contingente de trabalhadores com carteira, ou seja, reunindo todos os trabalhadores considerados formais entre os ocupados nas seis regiões, o porcentual chegou a 51,6% em março de 2008, o maior porcentual da série histórica. "Em termos de trabalho registrado, formal, é o maior porcentual até hoje", disse. Em março de 2002, esse porcentual era de 48,1%.De acordo com Azeredo, a formalidade maior no mercado de trabalho responde a um processo gradativo de recuperação. "É uma evolução, uma recuperação sustentada do mercado de trabalho, que vem ocorrendo gradativamente. Ainda que o Brasil tenha taxas de desemprego ainda elevadas, há um processo de recuperação que vem se sustentando desde 2005, com uma mudança na estrutura do mercado, resultando da queda no número de desocupados, aumento da ocupação, maior fiscalização", disse.Em março, na comparação com fevereiro, o número de trabalhadores com carteira assinada aumentou 0,4%. Na comparação com março do ano passado, houve expansão de 8,7%.
IBGE: emprego com carteira assinada é recorde
Agencia Estado
RIO - O gerente da pesquisa mensal de emprego do IBGE, Cimar Azeredo, destacou hoje que o porcentual de trabalhadores com carteira assinada no total de ocupados nas seis principais regiões metropolitanas do País chegou a 43,9% em março de 2008, porcentual bem superior a março do ano passado (41,8%), e ainda maior do que no início da série, em março de 2002 (40,8%).Segundo Azeredo, somando também os militares e os funcionários públicos ao contingente de trabalhadores com carteira, ou seja, reunindo todos os trabalhadores considerados formais entre os ocupados nas seis regiões, o porcentual chegou a 51,6% em março de 2008, o maior porcentual da série histórica. "Em termos de trabalho registrado, formal, é o maior porcentual até hoje", disse. Em março de 2002, esse porcentual era de 48,1%.De acordo com Azeredo, a formalidade maior no mercado de trabalho responde a um processo gradativo de recuperação. "É uma evolução, uma recuperação sustentada do mercado de trabalho, que vem ocorrendo gradativamente. Ainda que o Brasil tenha taxas de desemprego ainda elevadas, há um processo de recuperação que vem se sustentando desde 2005, com uma mudança na estrutura do mercado, resultando da queda no número de desocupados, aumento da ocupação, maior fiscalização", disse.Em março, na comparação com fevereiro, o número de trabalhadores com carteira assinada aumentou 0,4%. Na comparação com março do ano passado, houve expansão de 8,7%.
Senhores inimigos
Não percam tempo me enviando e-mail com vírus, tipo exe. Eu não abro e deleto na mesma hora. Mesmo o IP sendo conhecido, original,como por exemplo do Gov. de MG. Vão perder tempo enviando esses e-mail, fora isso tenho sistemas de anti- vírus ligados 24 hs por dia.
Atenciosamente
Jussara Seixas
Não percam tempo me enviando e-mail com vírus, tipo exe. Eu não abro e deleto na mesma hora. Mesmo o IP sendo conhecido, original,como por exemplo do Gov. de MG. Vão perder tempo enviando esses e-mail, fora isso tenho sistemas de anti- vírus ligados 24 hs por dia.
Atenciosamente
Jussara Seixas
DESEMPREGO CAI EM MARÇO
Informa IBGE
RIO - A taxa de desemprego nacional marcou 8,6% da população economicamente ativa (PEA) em março, com ligeira queda em relação a fevereiro (8,7%) e inferior aos 10,1% registrados no terceiro mês de 2007. Os números são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Este é o menor nível para o mês de março desde o início da nova metodologia usada pelo IBGE, que iniciou-se em 2002.
ONGs só atuarão na Amazônia com autorização expressa da Defesa
Governo também vai criar um estatuto específico para regulamentar o trabalho dessas entidades em todo o País
O Planalto vai fechar o cerco às organizações não-governamentais (ONGs), na tentativa de coibir a biopirataria, a influência internacional sobre os índios e a venda de terras na floresta amazônica. A primeira ação de controle consta do projeto da nova Lei do Estrangeiro, que está na Casa Civil e será enviado ao Congresso até junho. Se a proposta for aprovada, estrangeiros, ONGs e instituições similares internacionais, mesmo com vínculos religiosos, precisarão de autorização expressa do Ministério da Defesa, além da licença do Ministério da Justiça, para atuar na Amazônia Legal. Sem esse procedimento, o “visitante” do exterior terá seu visto ou residência cancelados e será retirado do País.Preparado pela Secretaria Nacional de Justiça, o projeto prevê multas que vão de R$ 5 mil a R$ 100 mil para os infratores. A ofensiva não pára aí: além dessa iniciativa, o governo alinhava estatuto específico para regulamentar a atuação das ONGs em todo o País. O alvo são organizações que atuam em terras indígenas, reservas ecológicas e faixas de fronteira. Trata-se de instituições que, apesar do endereço doméstico, são patrocinadas por dólares, euros, libras e outras moedas fortes.SOBERANIA“Grande parte dessas ONGs não está a serviço de suas finalidades estatutárias”, diz o ministro da Justiça, Tarso Genro. “Muitas delas escondem interesses relacionados à biopirataria e à tentativa de influência na cultura indígena, para apropriação velada de determinadas regiões, que podem ameaçar, sim, a soberania nacional.”O estatuto vai revisar o licenciamento de um grupo de ONGs que cuidam de questões ambientais, mas não apenas na Amazônia. Sua confecção está a cargo de um grupo de trabalho formado por integrantes do Ministério da Justiça, que há quatro meses estuda o assunto ao lado de técnicos da Advocacia-Geral da União (AGU), da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e da Controladoria-Geral da União (CGU).“Ninguém aqui quer espionar ONGs”, afirma o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior. “Mas também não queremos que organizações de fachada, disfarçadas de ONGs, espionem o território brasileiro e prejudiquem nossa soberania. Não vamos aceitar testa-de-ferro de ação internacional.”Pelos cálculos dos militares, existem no Brasil 250 mil ONGs e, desse total, 100 mil atuam na Amazônia. Outras 29 mil engordam o caixa com recursos federais, que somente em 2007 atingiram a cifra de R$ 3 bilhões.O governo admite não ter controle de quem compra terras na região. Pior: como a floresta amazônica é uma exuberante reserva de carbono, há estrangeiros de olho nesse tesouro, que, segundo estudo publicado na revista científica Environmental Research Letters, está na casa de 80 bilhões de toneladas e corresponde a quase um terço do estoque mundial.Na semana passada, ao escancarar o descontentamento com a demarcação da reserva Raposa Serra do Sol, o general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, comandante militar da Amazônia, fez um alerta: contou que ONGs internacionais estimulam índios a lutar pela divisão do território. Heleno definiu a política indigenista do governo de Luiz Inácio Lula da Silva como “lamentável, para não dizer caótica”, mas foi logo enquadrado pelo Planalto.Tuma Júnior disse que o governo faz um “mapeamento” da Amazônia para impedir, por exemplo, a venda de terras da União, a bioprospecção e a apropriação de conhecimentos indígenas por indústrias estrangeiras de cosméticos. Nessa tarefa, o Ministério da Justiça tem entrado em contato com governadores, prefeitos e cartórios.“Não temos interesse em criminalizar as ONGs”, insistiu o secretário nacional de Justiça. “O que queremos é reconhecer as organizações sérias, separar o joio do trigo e dar mais condições de trabalho para aquelas instituições que agem dentro da lei.”
Governo também vai criar um estatuto específico para regulamentar o trabalho dessas entidades em todo o País
O Planalto vai fechar o cerco às organizações não-governamentais (ONGs), na tentativa de coibir a biopirataria, a influência internacional sobre os índios e a venda de terras na floresta amazônica. A primeira ação de controle consta do projeto da nova Lei do Estrangeiro, que está na Casa Civil e será enviado ao Congresso até junho. Se a proposta for aprovada, estrangeiros, ONGs e instituições similares internacionais, mesmo com vínculos religiosos, precisarão de autorização expressa do Ministério da Defesa, além da licença do Ministério da Justiça, para atuar na Amazônia Legal. Sem esse procedimento, o “visitante” do exterior terá seu visto ou residência cancelados e será retirado do País.Preparado pela Secretaria Nacional de Justiça, o projeto prevê multas que vão de R$ 5 mil a R$ 100 mil para os infratores. A ofensiva não pára aí: além dessa iniciativa, o governo alinhava estatuto específico para regulamentar a atuação das ONGs em todo o País. O alvo são organizações que atuam em terras indígenas, reservas ecológicas e faixas de fronteira. Trata-se de instituições que, apesar do endereço doméstico, são patrocinadas por dólares, euros, libras e outras moedas fortes.SOBERANIA“Grande parte dessas ONGs não está a serviço de suas finalidades estatutárias”, diz o ministro da Justiça, Tarso Genro. “Muitas delas escondem interesses relacionados à biopirataria e à tentativa de influência na cultura indígena, para apropriação velada de determinadas regiões, que podem ameaçar, sim, a soberania nacional.”O estatuto vai revisar o licenciamento de um grupo de ONGs que cuidam de questões ambientais, mas não apenas na Amazônia. Sua confecção está a cargo de um grupo de trabalho formado por integrantes do Ministério da Justiça, que há quatro meses estuda o assunto ao lado de técnicos da Advocacia-Geral da União (AGU), da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e da Controladoria-Geral da União (CGU).“Ninguém aqui quer espionar ONGs”, afirma o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior. “Mas também não queremos que organizações de fachada, disfarçadas de ONGs, espionem o território brasileiro e prejudiquem nossa soberania. Não vamos aceitar testa-de-ferro de ação internacional.”Pelos cálculos dos militares, existem no Brasil 250 mil ONGs e, desse total, 100 mil atuam na Amazônia. Outras 29 mil engordam o caixa com recursos federais, que somente em 2007 atingiram a cifra de R$ 3 bilhões.O governo admite não ter controle de quem compra terras na região. Pior: como a floresta amazônica é uma exuberante reserva de carbono, há estrangeiros de olho nesse tesouro, que, segundo estudo publicado na revista científica Environmental Research Letters, está na casa de 80 bilhões de toneladas e corresponde a quase um terço do estoque mundial.Na semana passada, ao escancarar o descontentamento com a demarcação da reserva Raposa Serra do Sol, o general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, comandante militar da Amazônia, fez um alerta: contou que ONGs internacionais estimulam índios a lutar pela divisão do território. Heleno definiu a política indigenista do governo de Luiz Inácio Lula da Silva como “lamentável, para não dizer caótica”, mas foi logo enquadrado pelo Planalto.Tuma Júnior disse que o governo faz um “mapeamento” da Amazônia para impedir, por exemplo, a venda de terras da União, a bioprospecção e a apropriação de conhecimentos indígenas por indústrias estrangeiras de cosméticos. Nessa tarefa, o Ministério da Justiça tem entrado em contato com governadores, prefeitos e cartórios.“Não temos interesse em criminalizar as ONGs”, insistiu o secretário nacional de Justiça. “O que queremos é reconhecer as organizações sérias, separar o joio do trigo e dar mais condições de trabalho para aquelas instituições que agem dentro da lei.”
KASSAB, QUÉRCIA, SERRA
Serra é mesmo maquiavélico, matreiro, não perdoa seus desafetos, deu o troco, uma rasteira no Alckmin tal qual levou em 2006. Serra está atuante nos bastidores do acordo DEM/PMDB. Quércia fecha acordo com Kassab, para a eleição municipal de olho em 2010. O cenário é o seguinte: Se Kassab se eleger prefeito em 2008, o vice que será do PMDB do Quércia, em 2009 vira prefeito de SP, Kassab não vai abrir mão de concorrer ao governo do Estado em 2010. Serra sai candidato a presidente, com apoio do PMDB do Quércia e com a promessa de muitos cargos para os pmdebistas, inclusive o de vice. Quércia sai candidato ao senado com apoio do DEM e de parte do PSDB. Alckmin, Aécio ficam fora do páreo, e Serra domina o cenário. Tudo muito bom, tudo bem planejado, basta combinar com povo.
TRIO DE VAMPIROS BRASILEIROS NA PENSILVÂNIA
O trio do bato, arrebento e prendo, que baba na gravata, foi passear no Estados Unidos, tudo pago com dinheiro do contribuinte é lógico. A Pensilvânia é conhecida por suas histórias de vampiros. Eles foram no lugar certo. Dizem que foram conhecer a eleição americana e levar apoio a Hillary Clinton. Arthur Virgílio junto com Heráclito Fortes (DEM-PI), Adelmir Santana (DEM-DF) e Carvalho (PSC-SE), acompanhando a disputa entre os democratas Hillary Clinton e Barack Obama na Pensilvânia. Segundo Heráclito Fortes, a viagem é paga pelo Senado. Ele não quis especificar o custo da viagem. Existem centenas de sites na Internet, governamentais ou não que explica direitinho como são feitas as eleições nos EUA. Será que eles não conhecem a Internet? De verdade o que será que eles foram fazer lá? Se bem que eles já foram, poderiam ficar por lá para sempre, não fazem falta alguma no Brasil, muito pelo contrário.
O banquete da menina morta
A morte, a tragédia, serviu novamente de palco. Os mesmos que se valeram das mortes do acidente da TAM por motivos eleitoreiros, para ficarem em foco na mídia, para não serem esquecidos, para serem vistos por milhões de pessoas,manipularam a morte da menina Isabella. Novamente se locupletaram os abutres com penas de pavão na frente das câmeras, no calor dos holofotes e sob quilos de maquiagem. O padre Marcelo Rossi, Serra, Xuxa, Ivete Sangalo,Alckmin, Kassab, Zezé de Camargo & Luciano, entre outros, participaram do megashow promovido para aproveitar e incentivar a comoção, para que esta ficasse ainda mais brilhante, mais em evidência. Um circo de horror nojento,no qual a menina morta foi servida em banquete. E tudo foi feito com apoio da Globo, que vendeu o banquete a patrocinadores e recebeu uma grana farta. Muitos encheram os bolsos, outros buscavam votos. Essa gente não tem sentimentos, não tem compostura, não tem senso do ridículo, não tem senso nenhum, não respeita as pessoas. Eles só não querem desperdiçar a oportunidade de dar entrevistas a revistas e jornais, de aparecer na telinhada Globo. Nojento, simplesmente nojento.
A morte, a tragédia, serviu novamente de palco. Os mesmos que se valeram das mortes do acidente da TAM por motivos eleitoreiros, para ficarem em foco na mídia, para não serem esquecidos, para serem vistos por milhões de pessoas,manipularam a morte da menina Isabella. Novamente se locupletaram os abutres com penas de pavão na frente das câmeras, no calor dos holofotes e sob quilos de maquiagem. O padre Marcelo Rossi, Serra, Xuxa, Ivete Sangalo,Alckmin, Kassab, Zezé de Camargo & Luciano, entre outros, participaram do megashow promovido para aproveitar e incentivar a comoção, para que esta ficasse ainda mais brilhante, mais em evidência. Um circo de horror nojento,no qual a menina morta foi servida em banquete. E tudo foi feito com apoio da Globo, que vendeu o banquete a patrocinadores e recebeu uma grana farta. Muitos encheram os bolsos, outros buscavam votos. Essa gente não tem sentimentos, não tem compostura, não tem senso do ridículo, não tem senso nenhum, não respeita as pessoas. Eles só não querem desperdiçar a oportunidade de dar entrevistas a revistas e jornais, de aparecer na telinhada Globo. Nojento, simplesmente nojento.
Jussara Seixas
Quase 15 milhões de idosos serão vacinados contra gripe
A partir do próximo sábado (26), começa em todo o Brasil a campanha de vacinação contra a gripe em idosos. Neste ano, estados e municípios irão contar com mais de 65,6 mil postos de vacinação para atender a todas as pessoas com 60 anos ou mais. A mobilização se encerra em 9 de maio. Para o atendimento aos idosos, 240 mil pessoas, servidores ou voluntários, estarão mobilizadas em todo o País. O transporte destas pessoas será garantido por 27 mil veículos, como carros, embarcações e aeronaves, usadas em área de difícil acesso, comuns na região Amazônica.
(leia a íntegra)
(leia a íntegra)
A turba do "pega e lincha"
CONTARDO CALLIGARIS
Querem linchar para esquecer que ontem voltaram bêbados e não sabem em quem bateram
NA ÚLTIMA sexta-feira, passei duas horas em frente à televisão. Não adiantava zapear: quase todos os canais estavam, ao vivo, diante da delegacia do Carandiru, enquanto o pai da pequena Isabella estava sendo interrogado.O pano de fundo era uma turba de 200 ou 300 pessoas. Permaneceriam lá, noite adentro, na esperança de jogar uma pedra nos indiciados ou de gritar "assassinos" quando eles aparecessem, pedindo "justiça" e linchamento. Mais cedo, outros sitiaram a moradia do avô de Isabella, onde estavam o pai e a madrasta da menina. Manifestavam sua raiva a gritos e chutes, a ponto de ser necessário garantir a segurança da casa. Vindos do bairro ou de longe (horas de estrada, para alguns), interrompendo o trabalho ou o descanso, deixando a família, os amigos ou, talvez, a solidão -quem eram? Por que estavam ali? A qual necessidade interna obedeciam sua presença e a truculência de suas vozes? Os repórteres de televisão sabem que os membros dessas estranhas turbas respondem à câmera de televisão como se fossem atores. Quando nenhum canal está transmitindo, ficam tranqüilos, descansam a voz, o corpo e a alma. Na hora em que, numa câmera, acende-se a luz da gravação, eles pegam fogo. Há os que querem ser vistos por parentes e amigos do bar, e fazem sinais ou erguem cartazes. Mas, em sua maioria, os membros da turba se animam na hora do "ao vivo" como se fossem "extras", pagos por uma produção de cinema. Qual é o script? Eles realizam uma cena da qual eles supõem que seja o que nós, em casa, estamos querendo ver. Parecem se sentir investidos na função de carpideiras oficiais: quando a gente olha, eles devem dar evasão às emoções (raiva, desespero, ódio) que nós, mais comedidos, nas salas e nos botecos do país, reprimiríamos comportadamente. Pelo que sinto e pelo que ouço ao redor de mim, eles estão errados. O espetáculo que eles nos oferecem inspira um horror que rivaliza com o que é produzido pela morte de Isabella. Resta que eles supõem nossa cumplicidade, contam com ela. Gritam seu ódio na nossa frente para que, todos juntos, constituamos um grande sujeito coletivo que eles representariam: "nós", que não matamos Isabella; "nós", que amamos e respeitamos as crianças -em suma: "nós", que somos diferentes dos assassinos; "nós", que, portanto, vamos linchar os "culpados". Em parte, a irritação que sinto ao contemplar a turma do "pega e lincha" tem a ver com isto: eles se agitam para me levar na dança com eles, e eu não quero ir. As turbas servem sempre para a mesma coisa. Os americanos de pequena classe média que, no Sul dos Estados Unidos, no século 19 e no começo do século 20, saíam para linchar negros procuravam só uma certeza: a de eles mesmos não serem negros, ou seja, a certeza de sua diferença social. O mesmo vale para os alemães que saíram para saquear os comércios dos judeus na Noite de Cristal, ou para os russos ou poloneses que faziam isso pela Europa Oriental afora, cada vez que desse: queriam sobretudo afirmar sua diferença. Regra sem exceções conhecidas: a vontade exasperada de afirmar sua diferença é própria de quem se sente ameaçado pela similaridade do outro. No caso, os membros da turba gritam sua indignação porque precisam muito proclamar que aquilo não é com eles. Querem linchar porque é o melhor jeito de esquecer que ontem sacudiram seu bebê para que parasse de chorar, até que ele ficou branco. Ou que, na outra noite, voltaram bêbados para casa e não se lembram em quem bateram e quanto. Nos primeiros cinco dias depois do assassinato de Isabella, um adolescente morreu pela quebra de um toboágua, uma criança de quatro anos foi esmagada por um poste derrubado por um ônibus, uma menina pulou do quarto andar apavorada pelo pai bêbado, um menino de nove anos foi queimado com um ferro de marcar boi. Sem contar as crianças que morreram de dengue. Se não bastar, leia a coluna de Gilberto Dimenstein na Folha de domingo passado. A turba do "pega e lincha" representa, sim, alguma coisa que está em todos nós, mas que não é um anseio de justiça. A própria necessidade enlouquecida de se diferenciar dos assassinos presumidos aponta essa turma como representante legítima da brutalidade com a qual, apesar de estatutos e leis, as crianças podem ser e continuam sendo vítimas dos adultos.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2404200826.htm
Querem linchar para esquecer que ontem voltaram bêbados e não sabem em quem bateram
NA ÚLTIMA sexta-feira, passei duas horas em frente à televisão. Não adiantava zapear: quase todos os canais estavam, ao vivo, diante da delegacia do Carandiru, enquanto o pai da pequena Isabella estava sendo interrogado.O pano de fundo era uma turba de 200 ou 300 pessoas. Permaneceriam lá, noite adentro, na esperança de jogar uma pedra nos indiciados ou de gritar "assassinos" quando eles aparecessem, pedindo "justiça" e linchamento. Mais cedo, outros sitiaram a moradia do avô de Isabella, onde estavam o pai e a madrasta da menina. Manifestavam sua raiva a gritos e chutes, a ponto de ser necessário garantir a segurança da casa. Vindos do bairro ou de longe (horas de estrada, para alguns), interrompendo o trabalho ou o descanso, deixando a família, os amigos ou, talvez, a solidão -quem eram? Por que estavam ali? A qual necessidade interna obedeciam sua presença e a truculência de suas vozes? Os repórteres de televisão sabem que os membros dessas estranhas turbas respondem à câmera de televisão como se fossem atores. Quando nenhum canal está transmitindo, ficam tranqüilos, descansam a voz, o corpo e a alma. Na hora em que, numa câmera, acende-se a luz da gravação, eles pegam fogo. Há os que querem ser vistos por parentes e amigos do bar, e fazem sinais ou erguem cartazes. Mas, em sua maioria, os membros da turba se animam na hora do "ao vivo" como se fossem "extras", pagos por uma produção de cinema. Qual é o script? Eles realizam uma cena da qual eles supõem que seja o que nós, em casa, estamos querendo ver. Parecem se sentir investidos na função de carpideiras oficiais: quando a gente olha, eles devem dar evasão às emoções (raiva, desespero, ódio) que nós, mais comedidos, nas salas e nos botecos do país, reprimiríamos comportadamente. Pelo que sinto e pelo que ouço ao redor de mim, eles estão errados. O espetáculo que eles nos oferecem inspira um horror que rivaliza com o que é produzido pela morte de Isabella. Resta que eles supõem nossa cumplicidade, contam com ela. Gritam seu ódio na nossa frente para que, todos juntos, constituamos um grande sujeito coletivo que eles representariam: "nós", que não matamos Isabella; "nós", que amamos e respeitamos as crianças -em suma: "nós", que somos diferentes dos assassinos; "nós", que, portanto, vamos linchar os "culpados". Em parte, a irritação que sinto ao contemplar a turma do "pega e lincha" tem a ver com isto: eles se agitam para me levar na dança com eles, e eu não quero ir. As turbas servem sempre para a mesma coisa. Os americanos de pequena classe média que, no Sul dos Estados Unidos, no século 19 e no começo do século 20, saíam para linchar negros procuravam só uma certeza: a de eles mesmos não serem negros, ou seja, a certeza de sua diferença social. O mesmo vale para os alemães que saíram para saquear os comércios dos judeus na Noite de Cristal, ou para os russos ou poloneses que faziam isso pela Europa Oriental afora, cada vez que desse: queriam sobretudo afirmar sua diferença. Regra sem exceções conhecidas: a vontade exasperada de afirmar sua diferença é própria de quem se sente ameaçado pela similaridade do outro. No caso, os membros da turba gritam sua indignação porque precisam muito proclamar que aquilo não é com eles. Querem linchar porque é o melhor jeito de esquecer que ontem sacudiram seu bebê para que parasse de chorar, até que ele ficou branco. Ou que, na outra noite, voltaram bêbados para casa e não se lembram em quem bateram e quanto. Nos primeiros cinco dias depois do assassinato de Isabella, um adolescente morreu pela quebra de um toboágua, uma criança de quatro anos foi esmagada por um poste derrubado por um ônibus, uma menina pulou do quarto andar apavorada pelo pai bêbado, um menino de nove anos foi queimado com um ferro de marcar boi. Sem contar as crianças que morreram de dengue. Se não bastar, leia a coluna de Gilberto Dimenstein na Folha de domingo passado. A turba do "pega e lincha" representa, sim, alguma coisa que está em todos nós, mas que não é um anseio de justiça. A própria necessidade enlouquecida de se diferenciar dos assassinos presumidos aponta essa turma como representante legítima da brutalidade com a qual, apesar de estatutos e leis, as crianças podem ser e continuam sendo vítimas dos adultos.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2404200826.htm
23 abril 2008
COMBATE A PEDOFILIA
Google entrega dados do Orkut à CPI da Pedofilia
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - Os senadores que integram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia recebem hoje os dados e fotos veiculados pelo Orkut, o site de relacionamentos da Google. As informações são de 3.261 usuários suspeitos de veicularem material pornográfico no Orkut. A autorização para a abertura dos sigilos destes usuários foi aprovada pela CPI, segundo informações da Agência Senado. A empresa Google no Brasil era acusada pelo Ministério Público de dificultar a investigação sobre pedofilia na internet. Os dirigentes da Google também entregam à CPI os "logs", onde ficam registrados o histórico de operações feitas por usuários suspeitos.
http://www.estadao.com.br/nacional/not_nac161442,0.htm
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - Os senadores que integram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia recebem hoje os dados e fotos veiculados pelo Orkut, o site de relacionamentos da Google. As informações são de 3.261 usuários suspeitos de veicularem material pornográfico no Orkut. A autorização para a abertura dos sigilos destes usuários foi aprovada pela CPI, segundo informações da Agência Senado. A empresa Google no Brasil era acusada pelo Ministério Público de dificultar a investigação sobre pedofilia na internet. Os dirigentes da Google também entregam à CPI os "logs", onde ficam registrados o histórico de operações feitas por usuários suspeitos.
http://www.estadao.com.br/nacional/not_nac161442,0.htm
Tem muita gente graúda que está sem dormir.
ACREDITAR NA MÍDIA OU NA PF?
Não há nada de anormal, nem nada que desabone a ministra Dilma em ser ouvida pela PF como testemunha no vazamento dos sigilos de FHC. O que eu quero é entender essa notícia do Valor, que está no UOL. Diz a noticia que PF vai tomar o depoimento da ministra Dilma. E diz a mesma noticia que oficialmente a PF nega que vá ouvir a ministra Dilma, nega que vá tomar depoimento da ministra. Afinal a PF vai ou não tomar tal depoimento?
Polícia Federal ouvirá Dilma em inquérito sobre o dossiê
BRASÍLIA - A Polícia Federal (PF) prepara-se para tomar o depoimento da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, até meados de maio no inquérito que apura o dossiê com gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). A idéia é ouvir a ministra como testemunha e não indiciada ou suspeita do vazamento de informações sigilosas referentes ao uso de cartões corporativos e contas " B " durante a gestão do ex-presidente. Oficialmente, a PF nega que pretenda ouvir a ministra ou que qualquer depoimento de envolvidos no caso seja cogitado pelo delegado responsável pelo inquérito, Sérgio Menezes. Por Dilma ocupar um cargo de confiança no primeiro escalão do governo, terá direito a escolher dia, horário e local que quer prestar esclarecimentos. Parlamentares afirmam que a ministra não deverá se furtar a dar o depoimento
Brasil!Brasil!
@-O PSDB gangrenou-se
@-A noiva não quer Alckmin! O PMDB (Orestes Quércia) só vai firmar uma aliança com o DEM de José Serra, ops, de Kassab se o voluntarioso Geraldo Alckmin desistir da disputa (Alckmin é do PSDB, lembram!). Orestes Quércia sabe muito bem que o Prefeito de São Paulo não é páreo para Alckmin. Logo... Canoa furada, mas em se tratando de Quércia!
@-A noiva aceita Alckmin! O PMDB (Orestes Quércia) aceitaria uma aliança com Alckmin (PSDB! De Serra) para o pleito de logo mais, mas, explodiria de vez o PSDB de Serra, e de Alckmin, e de FHC, e de Aécio. Fora de cogitação!
@-Em se tratando de Orestes Quércia II: é provável uma aliança com o DEM de José Serra. Não é provável, ou melhor, não é certo: Quércia Senador, afinal, DEM-tem como sua principal figura o governador José Serra, mas ele não é do PSDB? O PMDB paulista é pródigo em alianças que nada resultam, lembram da última eleição?
http://nogueirajr.blogspot.com/
@-O PSDB gangrenou-se
@-A noiva não quer Alckmin! O PMDB (Orestes Quércia) só vai firmar uma aliança com o DEM de José Serra, ops, de Kassab se o voluntarioso Geraldo Alckmin desistir da disputa (Alckmin é do PSDB, lembram!). Orestes Quércia sabe muito bem que o Prefeito de São Paulo não é páreo para Alckmin. Logo... Canoa furada, mas em se tratando de Quércia!
@-A noiva aceita Alckmin! O PMDB (Orestes Quércia) aceitaria uma aliança com Alckmin (PSDB! De Serra) para o pleito de logo mais, mas, explodiria de vez o PSDB de Serra, e de Alckmin, e de FHC, e de Aécio. Fora de cogitação!
@-Em se tratando de Orestes Quércia II: é provável uma aliança com o DEM de José Serra. Não é provável, ou melhor, não é certo: Quércia Senador, afinal, DEM-tem como sua principal figura o governador José Serra, mas ele não é do PSDB? O PMDB paulista é pródigo em alianças que nada resultam, lembram da última eleição?
http://nogueirajr.blogspot.com/
Não deu no Jornal Nacional
“A medida provisória que aumentou a alíquota da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) é constitucional de acordo com o procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza. Ele enviou ao Supremo Tribunal Federal parecer na Ação Direita de Inconstitucionalidade proposta contra a medida pelo Democratas, em janeiro deste ano. A ação ainda não tem relator e não há previsão para o julgamento.
A medida provisória – editada em janeiro de 2008 para compensar a perda de cerca de R$ 40 bilhões anuais com o fim da CPMF, o imposto do cheque – aumentou a CSLL para as empresas que atuam no setor financeiro de 9% para 15%. Alguns dias depois a medida foi questionada pelo DEM no STF. A ministra Ellen Gracie, na presidência da Corte, recebeu a ação e pediu informações à Procuradoria-geral da República e à Advocacia-geral da União antes de apreciar o pedido.”Maria Fernanda Erdelyi, Consultor Jurídico
“A medida provisória que aumentou a alíquota da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) é constitucional de acordo com o procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza. Ele enviou ao Supremo Tribunal Federal parecer na Ação Direita de Inconstitucionalidade proposta contra a medida pelo Democratas, em janeiro deste ano. A ação ainda não tem relator e não há previsão para o julgamento.
A medida provisória – editada em janeiro de 2008 para compensar a perda de cerca de R$ 40 bilhões anuais com o fim da CPMF, o imposto do cheque – aumentou a CSLL para as empresas que atuam no setor financeiro de 9% para 15%. Alguns dias depois a medida foi questionada pelo DEM no STF. A ministra Ellen Gracie, na presidência da Corte, recebeu a ação e pediu informações à Procuradoria-geral da República e à Advocacia-geral da União antes de apreciar o pedido.”Maria Fernanda Erdelyi, Consultor Jurídico
Matéria Completa, ::Aqui::
OPOSIÇÃO DECEPCIONADA
Documentos nada provam
Deputados vão ao TCU para olhar gastos presidenciais
Brasília
A primeira varredura nas contas sigilosas da Presidência da República não trouxe grandes surpresas. Ontem, oito parlamentares da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI) dos Cartões - quatro governistas e quatro oposicionistas - foram ao Tribunal de Contas da União (TCU) analisar os gastos classificados como sigilosos pelo Palácio do Planalto e, segundo os oposicionistas, não há nenhuma informação que coloque em risco a segurança do presidente Lula.
Ao todo, os parlamentares analisaram ao lado de técnicos do tribunal, cinco relatórios e quatro anexos, de auditorias em gastos de 2002 a 2005. As contas mostram compras de passagens aéreas, material de escritório, aluguéis de automóveis e gastos para a manutenção da máquina pública.
Documentos nada provam
Deputados vão ao TCU para olhar gastos presidenciais
Brasília
A primeira varredura nas contas sigilosas da Presidência da República não trouxe grandes surpresas. Ontem, oito parlamentares da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI) dos Cartões - quatro governistas e quatro oposicionistas - foram ao Tribunal de Contas da União (TCU) analisar os gastos classificados como sigilosos pelo Palácio do Planalto e, segundo os oposicionistas, não há nenhuma informação que coloque em risco a segurança do presidente Lula.
Ao todo, os parlamentares analisaram ao lado de técnicos do tribunal, cinco relatórios e quatro anexos, de auditorias em gastos de 2002 a 2005. As contas mostram compras de passagens aéreas, material de escritório, aluguéis de automóveis e gastos para a manutenção da máquina pública.
Justiça manda prefeito do PSDB pagar reforma para mudar "telhados tucanos"
A Justiça de Santa Catarina determinou que o prefeito de Joinville (SC), Marco Tebaldi (PSDB), pague, com dinheiro próprio, a reforma para modificar as coberturas de ginásios de sete escolas municipais que se assemelham a um tucano, símbolo de seu partido.Membros da Executiva Municipal do PT entraram com ação popular contra o prefeito. Segundo o advogado dos petistas, Francisco João Lessa, a administração não pode imprimir sua marca em obras públicas, e por isso eles reivindicaram a mudança nas obras.Em liminar, o juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Joinville, Carlos Adilson Silva, determinou a mudança das cores utilizadas nas obras (amarelo e azul) e a remoção do círculo azul e preto (que representaria o olho do tucano), além da proibição de utilizar o símbolo em outras obras.
A Justiça de Santa Catarina determinou que o prefeito de Joinville (SC), Marco Tebaldi (PSDB), pague, com dinheiro próprio, a reforma para modificar as coberturas de ginásios de sete escolas municipais que se assemelham a um tucano, símbolo de seu partido.Membros da Executiva Municipal do PT entraram com ação popular contra o prefeito. Segundo o advogado dos petistas, Francisco João Lessa, a administração não pode imprimir sua marca em obras públicas, e por isso eles reivindicaram a mudança nas obras.Em liminar, o juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Joinville, Carlos Adilson Silva, determinou a mudança das cores utilizadas nas obras (amarelo e azul) e a remoção do círculo azul e preto (que representaria o olho do tucano), além da proibição de utilizar o símbolo em outras obras.
Esses tucanos são ou não são uma graça com o uso do dinheiro público.
VALE TUDO EM SP
Segundo informação da Folha de São Paulo, Orestes Quércia (PMDB-SP) em troca de uma vaga no Senado em 2010, fecha acordo com Kassab, (DEM ex PFL). O DEM está rifando o Guilherme Afif Domingos, natural candidato ao Senado pelo DEM-SP, para eleger Kassab a prefeito e apoiar Quércia em 2010. Só tem um mínimo, um pequenino detalhe, um detalhe que para eles sempre foi bastante insignificante, já combinaram com povo que será assim, que o povo terá votar dessa maneira que eles idealizaram?
Medidas do governo fazem desmatamento na Amazônia diminuir 80% em março
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou nesta segunda-feira (22) os números sobre novos desmatamentos na Amazônia registrados em março. A área desmatada no período foi de 145,7 quilômetros quadrados, de acordo com o Sistema de Detecção em Tempo Real (Deter). E aponta uma redução de 80% em relação a fevereiro, quando o Deter contabilizou 725 quilômteros quadrados de novas áreas desmatadas.
Segundo o Deter, houve queda no número de novas áreas desmatadas em quase todos os estados da Amazônia Legal, exceto o Maranhão, onde a área registrada pelo Inpe aumentou de 2,1 quilômetros quadrados em fevereiro para 12,2 quilômteros quadrados no último mês.
Em alguns estados o sistema não encontrou registro de desmates em março – caso do Acre, Amapá, Amazonas e Rondônia. Com 112,4 quilômetros quadrados de novas áreas devastadas, Mato Grosso responde por 77% dos desmatamentos registrados pelo Deter no período, apesar da redução de 82,4% em relação a fevereiro.
Na avaliação do coordenador da campanha Amazônia, do Greenpeace, Paulo Adário, os novos números do Inpe “são uma boa notícia” para a floresta. Adário creditou a redução do desmate à grande incidência de chuvas na região durante o mês de março e às medidas de combate à degradação da floresta, entre elas a restrição de crédito para propriedades irregulares e a Operação Arco de Fogo, iniciada em fevereiro.
“É um resultado positivo. Sinal de que a Operação Arco de Fogo está começando a assustar os fazendeiros”, afirmou.
Até o ínicio de abril, a Operação Arco de Fogo havia aplicado R$ 31,3 milhões em multas e apreendido 25,8 mil metros cúbicos de madeira em toras e serrada nos estados do Pará, Mato Grosso e Rondônia – bases da ação integrada da Polícia Federal, Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Força Nacional de Segurança.
“Espero que [a redução] persista, porque é fundamental que o desmatamento caia radicalmente no primeiro semestre para que o números de 2007/2008 fiquem abaixo dos do período anterior”, acrescentou Adário.
O Deter fornece dados sobre a cobertura vegetal da região para alertar as autoridades, a fim de agilizar a fiscalização. A consolidação dos dados é feita por outra metodologia, o Programa de Cáulculo de Desflorestamento da Amazônia (Prodes), que define as taxas de desmatamento e é divulgado no segundo semestre de cada ano.
O alerta do general Heleno
O charivari aprontado em torno da conferência do general Augusto Heleno Pereira na Fiesp é bem um retrato da decadência da oposição ao governo Lula e de sua mídia. Até a “Veja”, que sempre foi a favor de dar a Amazônia para os americanos, ensaiou apoiar o general – cuja posição é a oposta: a de defesa da integridade territorial do país. Em resumo, porque o general apontou uma discordância com o governo Lula, os que detestam e odeiam tudo o que ele falou resolveram apoiá-lo. É melancólica uma oposição que só consegue se apoiar nos seus próprios adversários ideológicos – e cuja tática se resume, portanto, à mera e baixa intriga.
O presidente Lula, com justa razão, considerou o incidente “superado”. É certo que generais não são políticos ou diplomatas e, portanto, não têm o mesmo estilo dos políticos ou diplomatas. E o sentido das afirmações do general é, essencialmente, o de colaborar com o governo: “A política indigenista brasileira está completamente dissociada do processo histórico de colonização do nosso País. Precisa ser revista com urgência. Não estou contra os órgãos que cuidam disso, quero me associar para que a gente possa rever uma política que não deu certo até hoje, é só ir lá para ver que é lamentável, para não dizer caótica. Estou disposto a trabalhar com todo o meu pessoal para que o resultado seja diferente. Não é uma crítica destrutiva. É uma crítica construtiva”.
Nossa política indigenista, desde Rondon, sempre foi a de integrar progressivamente as populações indígenas. Até recentemente – mais precisamente, até o governo Collor – os índios eram considerados brasileiros sob a tutela do Estado, devido a suas especiais condições culturais.
Somente há poucos anos pretendeu-se considerar os indígenas não como parte do Brasil, mas como pertencentes a outras “nações”. Em entrevista posterior à conferência, o general Heleno citou a chamada “Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas”, que, entre outras coisas, diz: “Os indígenas têm direito à autodeterminação, de acordo com a lei internacional; as nações devem respeitar as formas políticas, sociais e jurídicas de cada povo indígena; os indígenas terão livres estruturas políticas, econômicas e sociais, especialmente seus direitos a terras, territórios e recursos; o Estado deve reconhecer a necessidade de desmilitarização das terras e territórios dos povos indígenas”. Evidentemente, isso configura um atentado à nossa soberania – embora, somente em tese, pois certamente não há como levar à prática tais preceitos, e certamente não é intenção do presidente Lula levá-los à prática. Mas, por isso mesmo, era melhor que não tivéssemos assinado tal documento.
O fato é que se nossos indígenas não são tutelados pelo nosso Estado, serão tutelados por outro Estado – ou seja, por um Estado estrangeiro. E já surgiram os candidatos a intermediários, com substituição do Estado brasileiro por Ongs estrangeiras dentro do nosso território.
É sobre isso o alerta do general Heleno: “Por que elas [as ongs estrangeiras] não se instalam onde não há jazidas minerais? Fica difícil entender porque pouquíssimas ONGs dedicam-se a socorrer a população nordestina enquanto centenas delas trabalham junto às populações indígenas. Algumas, ao que parece, investem milhões de dólares na região. É muita coincidência que o mapa das terras indígenas seja o mapa das riquezas do país”.
O general poderia acrescentar que existem índios em quase todo o país – até na cidade de São Paulo - mas essas ongs só aparecem onde existe riqueza no subsolo – ou, às vezes, no solo. Não há o que opor a “soberania e integridade do patrimônio nacional não têm discussão”. Como na frase de Sandino, “a soberania de um povo não se discute, só se defende de armas na mão”. E, realmente, é para isso que existem os generais do nosso Exército.
O charivari aprontado em torno da conferência do general Augusto Heleno Pereira na Fiesp é bem um retrato da decadência da oposição ao governo Lula e de sua mídia. Até a “Veja”, que sempre foi a favor de dar a Amazônia para os americanos, ensaiou apoiar o general – cuja posição é a oposta: a de defesa da integridade territorial do país. Em resumo, porque o general apontou uma discordância com o governo Lula, os que detestam e odeiam tudo o que ele falou resolveram apoiá-lo. É melancólica uma oposição que só consegue se apoiar nos seus próprios adversários ideológicos – e cuja tática se resume, portanto, à mera e baixa intriga.
O presidente Lula, com justa razão, considerou o incidente “superado”. É certo que generais não são políticos ou diplomatas e, portanto, não têm o mesmo estilo dos políticos ou diplomatas. E o sentido das afirmações do general é, essencialmente, o de colaborar com o governo: “A política indigenista brasileira está completamente dissociada do processo histórico de colonização do nosso País. Precisa ser revista com urgência. Não estou contra os órgãos que cuidam disso, quero me associar para que a gente possa rever uma política que não deu certo até hoje, é só ir lá para ver que é lamentável, para não dizer caótica. Estou disposto a trabalhar com todo o meu pessoal para que o resultado seja diferente. Não é uma crítica destrutiva. É uma crítica construtiva”.
Nossa política indigenista, desde Rondon, sempre foi a de integrar progressivamente as populações indígenas. Até recentemente – mais precisamente, até o governo Collor – os índios eram considerados brasileiros sob a tutela do Estado, devido a suas especiais condições culturais.
Somente há poucos anos pretendeu-se considerar os indígenas não como parte do Brasil, mas como pertencentes a outras “nações”. Em entrevista posterior à conferência, o general Heleno citou a chamada “Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas”, que, entre outras coisas, diz: “Os indígenas têm direito à autodeterminação, de acordo com a lei internacional; as nações devem respeitar as formas políticas, sociais e jurídicas de cada povo indígena; os indígenas terão livres estruturas políticas, econômicas e sociais, especialmente seus direitos a terras, territórios e recursos; o Estado deve reconhecer a necessidade de desmilitarização das terras e territórios dos povos indígenas”. Evidentemente, isso configura um atentado à nossa soberania – embora, somente em tese, pois certamente não há como levar à prática tais preceitos, e certamente não é intenção do presidente Lula levá-los à prática. Mas, por isso mesmo, era melhor que não tivéssemos assinado tal documento.
O fato é que se nossos indígenas não são tutelados pelo nosso Estado, serão tutelados por outro Estado – ou seja, por um Estado estrangeiro. E já surgiram os candidatos a intermediários, com substituição do Estado brasileiro por Ongs estrangeiras dentro do nosso território.
É sobre isso o alerta do general Heleno: “Por que elas [as ongs estrangeiras] não se instalam onde não há jazidas minerais? Fica difícil entender porque pouquíssimas ONGs dedicam-se a socorrer a população nordestina enquanto centenas delas trabalham junto às populações indígenas. Algumas, ao que parece, investem milhões de dólares na região. É muita coincidência que o mapa das terras indígenas seja o mapa das riquezas do país”.
O general poderia acrescentar que existem índios em quase todo o país – até na cidade de São Paulo - mas essas ongs só aparecem onde existe riqueza no subsolo – ou, às vezes, no solo. Não há o que opor a “soberania e integridade do patrimônio nacional não têm discussão”. Como na frase de Sandino, “a soberania de um povo não se discute, só se defende de armas na mão”. E, realmente, é para isso que existem os generais do nosso Exército.
SP TREME
Em SP o clima eleitoral PSDB/DEM está tão pesado, que ontem teve até um tremor de terra de 5.2 na escala Richter.O epicentro foi no mar, a 215 km da costa do Estado de São Paulo, segundo informação do Observatório de Sismologia da Universidade de Brasília (UnB). O fenômeno foi registrado às 21h00min48 e durou três segundos. O tremor foi um dos sete maiores em magnitude registrados por sismógrafos no país, segundo o professor George Sand França, da UnB. Eu estava dormindo nesse horário, não vi nada, mas meus filhos sentiram o tremor, meu filho até brincou, -meu primeiro terremoto. Meu outro filho que mora em MG, me ligou assustado, queria saber se estávamos bem, que ele tinha ouvido no noticiário da TV. Essa eleição para prefeito em SP promete mesmo grandes abalos, terremotos, muita pena vai voar.
22 abril 2008
ONU esclarece que não há nada contra o etanol feito no Brasil
Após semanas de desentendimento, finalmente alguma autoridade das Nações Unidas veio a público esclarecer que a entidade, quando ataca o biocombustível, não se refere ao produto feito no Brasil. ''Quando falamos da influência dos biocombustíveis na economia dos grãos, estamos falando do milho dos EUA, não da cana-de-açúcar do Brasil'', disse nesta terça-feira (22) Abdolreza Abbassian, secretário do Grupo Intergovernamental sobre Grãos da Organização das Nações Unidas para Alimentos e Agricultura (FAO).
Leia mais em:
Para Jandira Feghali, o Rio hoje é uma cidade doente e órfã
Indignada com o descaso com que a questão da dengue tem sido tratada na cidade do Rio de Janeiro, a pré-candidata do PCdoB à prefeitura, Jandira Feghali, aponta a falta de ações na área de saúde como a principal causa da “epidemia anunciada” que apavora os cariocas. O comportamento de César Maia neste período, segundo Jandira, “foi de negação permanente”. Para ela, o prefeito “teve uma atitude irônica com a população e esteve ausente em todo esse processo”.
Indignada com o descaso com que a questão da dengue tem sido tratada na cidade do Rio de Janeiro, a pré-candidata do PCdoB à prefeitura, Jandira Feghali, aponta a falta de ações na área de saúde como a principal causa da “epidemia anunciada” que apavora os cariocas. O comportamento de César Maia neste período, segundo Jandira, “foi de negação permanente”. Para ela, o prefeito “teve uma atitude irônica com a população e esteve ausente em todo esse processo”.
COMBATE A PEDOFILIA
Google entrega dados "lacrados" do Orkut nesta quarta
da Folha Online
O Google informou nesta terça-feira (22) que os dados sobre os 3.261 álbuns privados do Orkut que tiveram o sigilo quebrado pela CPI da Pedofilia estão prontos para serem entregues às autoridades brasileiras. As informações devem ser protocoladas no Senado nesta quarta-feira (23).
A empresa promete entregar DVDs com dados de acesso de usuários do Orkut e imagens dos álbuns da rede de relacionamentos aos integrantes da CPI. As informações serão repassadas ao MPF (Ministério Público Federal) e à PF (Polícia Federal), para realização de investigações sobre a ocorrência de crimes no site.
No dia 9 de abril, a CPI aprovou requerimento que pedia a quebra do sigilo de informações sobre os registros de acessos desses álbuns, que foram denunciados à ONG Safernet. Essas fotos são protegidas por um sistema de privacidade do Orkut: os usuários podem "trancar" seu álbum e a página de recados, deixando o acesso restrito a amigos adicionados no perfil.
da Folha Online
O Google informou nesta terça-feira (22) que os dados sobre os 3.261 álbuns privados do Orkut que tiveram o sigilo quebrado pela CPI da Pedofilia estão prontos para serem entregues às autoridades brasileiras. As informações devem ser protocoladas no Senado nesta quarta-feira (23).
A empresa promete entregar DVDs com dados de acesso de usuários do Orkut e imagens dos álbuns da rede de relacionamentos aos integrantes da CPI. As informações serão repassadas ao MPF (Ministério Público Federal) e à PF (Polícia Federal), para realização de investigações sobre a ocorrência de crimes no site.
No dia 9 de abril, a CPI aprovou requerimento que pedia a quebra do sigilo de informações sobre os registros de acessos desses álbuns, que foram denunciados à ONG Safernet. Essas fotos são protegidas por um sistema de privacidade do Orkut: os usuários podem "trancar" seu álbum e a página de recados, deixando o acesso restrito a amigos adicionados no perfil.

GOVERNO LULA
Fecomercio: confiança do consumidor é recorde em abril
Agencia Estado
SÃO PAULO - O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) atingiu 149 pontos em abril na cidade de São Paulo, um aumento de 0,8% em relação a março e de 16,2% em relação ao mesmo período de 2007. Os dados são da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), que apura o índice mensalmente desde 1994. Segundo a instituição, o resultado de abril é o melhor já apresentado na série histórica do índice.A evolução do ICC se deve principalmente à melhora da percepção do consumidor em relação a sua situação atual. De acordo com a Fecomercio, o bom momento da economia, as melhorias efetivas no mercado de trabalho e a expansão da renda, que reflete diretamente no poder aquisitivo, foram os principais motivos que contribuíram para a melhora dessa percepção.O ICC varia de zero a 200 pontos, indicando pessimismo abaixo de 100 pontos e otimismo acima desse patamar, e é composto por dois indicadores: o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) e o Índice das Expectativas do Consumidor (IEC). Em abril deste ano, o ICEA, que registra como o entrevistado percebe a sua situação atual, apresentou alta de 2,2% (157,5 pontos). No entanto, o IEC, que contempla a percepção em relação ao futuro, teve baixa de 0,3% em relação a março, atingindo 143,4 pontos em contraponto a 143,7 pontos do mês anterior.Renda, sexo e idadeNa análise por faixa de renda, em relação ao mês de março, o ICC de abril teve queda de 1,1% (144,4 pontos) entre os paulistanos com rendimentos inferiores a 10 salários mínimos (até R$ 4.150,00). Em relação ao IEC, apresentou baixa de 3,6% (138,2 pontos), enquanto o ICEA obteve incremento de 2,5% (153,8 pontos).Os consumidores na faixa de renda superior a 10 salários mínimos tiveram alta de 3,9% no ICC (157,4 pontos). O IEC também apresentou elevação de 5,6% (152,8 pontos) e o ICEA variou positivo em 1,6% (164,3 pontos).De acordo com a Fecomercio, os homens estão mais otimistas que as mulheres (153,8 pontos contra 144,4 pontos respectivamente) e os consumidores com idade inferior a 35 anos se mostraram mais confiantes em abril.
Fecomercio: confiança do consumidor é recorde em abril
Agencia Estado
SÃO PAULO - O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) atingiu 149 pontos em abril na cidade de São Paulo, um aumento de 0,8% em relação a março e de 16,2% em relação ao mesmo período de 2007. Os dados são da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), que apura o índice mensalmente desde 1994. Segundo a instituição, o resultado de abril é o melhor já apresentado na série histórica do índice.A evolução do ICC se deve principalmente à melhora da percepção do consumidor em relação a sua situação atual. De acordo com a Fecomercio, o bom momento da economia, as melhorias efetivas no mercado de trabalho e a expansão da renda, que reflete diretamente no poder aquisitivo, foram os principais motivos que contribuíram para a melhora dessa percepção.O ICC varia de zero a 200 pontos, indicando pessimismo abaixo de 100 pontos e otimismo acima desse patamar, e é composto por dois indicadores: o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) e o Índice das Expectativas do Consumidor (IEC). Em abril deste ano, o ICEA, que registra como o entrevistado percebe a sua situação atual, apresentou alta de 2,2% (157,5 pontos). No entanto, o IEC, que contempla a percepção em relação ao futuro, teve baixa de 0,3% em relação a março, atingindo 143,4 pontos em contraponto a 143,7 pontos do mês anterior.Renda, sexo e idadeNa análise por faixa de renda, em relação ao mês de março, o ICC de abril teve queda de 1,1% (144,4 pontos) entre os paulistanos com rendimentos inferiores a 10 salários mínimos (até R$ 4.150,00). Em relação ao IEC, apresentou baixa de 3,6% (138,2 pontos), enquanto o ICEA obteve incremento de 2,5% (153,8 pontos).Os consumidores na faixa de renda superior a 10 salários mínimos tiveram alta de 3,9% no ICC (157,4 pontos). O IEC também apresentou elevação de 5,6% (152,8 pontos) e o ICEA variou positivo em 1,6% (164,3 pontos).De acordo com a Fecomercio, os homens estão mais otimistas que as mulheres (153,8 pontos contra 144,4 pontos respectivamente) e os consumidores com idade inferior a 35 anos se mostraram mais confiantes em abril.
Corrida presidencial esfacela PSDB
Por José Dirceu
Não há outra conclusão a tirar dos últimos acontecimentos políticos em SP e em MG: agravou-se, e muito, a divisão no PSDB com essa ostensiva movimentação do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, no sentido de não deixar dúvidas de que será candidato de qualquer jeito a presidente da República em 2010. Como o governador de São Paulo, José Serra, propôs ao ex-governador Orestes Quércia a única vaga em disputa para o Senado em 2010, em troca do apoio do PMDB à reeleição do prefeito paulistano Gilberto Kassab, do DEM, o ex-governador Geraldo Alckmin, também tucano, não deixou por menos: ofereceu a vaga de vice-prefeito em sua chapa ao PSB. Alckmin tratou dessa oferta com o próprio deputado Ciro Gomes (PSB-CE), desafeto quase pessoal do governador paulista, mas exatamente para mostrar a este sua disposição de envolver o PSB numa aliança paulistana e dar força a outro presidenciável na terra de Serra. Em MG Aécio Neves continua a caminhada para consolidar sua candidatura a Presidente. Até deixa claro que pode ser candidato a senador, mas não a vice de Serra, tese defendida por FHC. Na prática, há semanas Aécio corteja o PMDB e dá sinais de que aceita ser candidato por esse partido em 2010.
O problema é que, para filiar-se ao PMDB, terá que renunciar ao governo de MG em outubro de 2009, dado o prazo de um ano de filiação partidária exigido pela legislação eleitoral. E ficaria, ainda, sujeito a uma decisão contraria do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que poderá considerar a transferência uma violação da fidelidade partidária já que Aécio foi eleito pelo PSDB.
Por José Dirceu
Não há outra conclusão a tirar dos últimos acontecimentos políticos em SP e em MG: agravou-se, e muito, a divisão no PSDB com essa ostensiva movimentação do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, no sentido de não deixar dúvidas de que será candidato de qualquer jeito a presidente da República em 2010. Como o governador de São Paulo, José Serra, propôs ao ex-governador Orestes Quércia a única vaga em disputa para o Senado em 2010, em troca do apoio do PMDB à reeleição do prefeito paulistano Gilberto Kassab, do DEM, o ex-governador Geraldo Alckmin, também tucano, não deixou por menos: ofereceu a vaga de vice-prefeito em sua chapa ao PSB. Alckmin tratou dessa oferta com o próprio deputado Ciro Gomes (PSB-CE), desafeto quase pessoal do governador paulista, mas exatamente para mostrar a este sua disposição de envolver o PSB numa aliança paulistana e dar força a outro presidenciável na terra de Serra. Em MG Aécio Neves continua a caminhada para consolidar sua candidatura a Presidente. Até deixa claro que pode ser candidato a senador, mas não a vice de Serra, tese defendida por FHC. Na prática, há semanas Aécio corteja o PMDB e dá sinais de que aceita ser candidato por esse partido em 2010.
O problema é que, para filiar-se ao PMDB, terá que renunciar ao governo de MG em outubro de 2009, dado o prazo de um ano de filiação partidária exigido pela legislação eleitoral. E ficaria, ainda, sujeito a uma decisão contraria do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que poderá considerar a transferência uma violação da fidelidade partidária já que Aécio foi eleito pelo PSDB.
Blog da Glória
César Vaia e o Rio de Janeiro
O ex-prefeito, mas ainda no posto até dezembro de 2008, César Vaia deve estar muito contente.O ex-prefeito do PFL, partido de extrema direita à beira da extinção, já conta com 91 MORTOS PELA DENGUE na cidade do Rio de Janeiro.É o que o seu parceiro de política, o PSDB, chama de CHOQUE DE GESTÃO.Em apenas 4 meses o número de mortes alcançou o recorde de 2002.
http://brasilmostraatuacara.blogspot.com/
César Vaia e o Rio de Janeiro
O ex-prefeito, mas ainda no posto até dezembro de 2008, César Vaia deve estar muito contente.O ex-prefeito do PFL, partido de extrema direita à beira da extinção, já conta com 91 MORTOS PELA DENGUE na cidade do Rio de Janeiro.É o que o seu parceiro de política, o PSDB, chama de CHOQUE DE GESTÃO.Em apenas 4 meses o número de mortes alcançou o recorde de 2002.
http://brasilmostraatuacara.blogspot.com/
Lula: "854 milhões dormem com fome todo dia"
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva rebateu ontem as críticas de que a produção de biocombustíveis reduz a área plantada de alimentos e causaria alta nos preços dos produtos. "Nós não aceitamos que haja meia conversa sobre a questão do aumento dos alimentos", disse ontem, pela manhã, em seu programa de rádio Café com o Presidente.
Lula destacou a necessidade de aumentar a produção de alimentos, ao invés de culpar os biocombustíveis pelo aumento de preços:
– O dado concreto é que temos 854 milhões de homens e mulheres e crianças que dormem com fome todo santo dia.
Ele defendeu a utilização de terras agricultáveis disponíveis para a produção de alimento. No evento, Lula também tratou da Rodada de Doha, acordo da Organização Mundial do Comércio (OMC) para que os subsídios agrícolas dos países desenvolvidos sejam reduzidos.
Forte subsídio
– Do jeito que está hoje, com o forte subsídio dos Estados Unidos e da União Européia aos seus agricultores, obviamente que fica difícil os países pobres venderem algum alimento – disse Lula, que retornou ontem ao país.
Lula considera a polêmica natural porque o Brasil é um grande produtor agrícola:
– O Brasil é o maior exportador de café, soja, suco de laranja, açúcar, carne, um dos maiores de minério, e agora temos o etanol.
Durante a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), em Gana (África), e na inauguração da sede da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Lula defendeu a produção de álcool.
– Temos orgulho de, há 30 anos, termos a tecnologia de um combustível renovável, gerador de empregos, seqüestrador de carbono e, mais importante, limpo.
Ciro Gomes fala sobre Serra
Sobre sua divergência histórica com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), Ciro afirmou que ela começou quando o tucano era líder da bancada do PSDB na Câmara dos Deputados. Na ocasião, Ciro era governador do Ceará e teve de repreender Serra por ter declarado em público que o PSDB era contra uma revisão constitucional, exatamente o contrário do que pregava Fernando Henrique Cardoso --que na época era ministro da Fazenda.
"O Serra, sem conversar com ninguém, dá seguinte entrevista: PSDB é contra revisão constitucional. Aí me liga o então ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso e diz que querem sabotar o seu plano [Real]. Aí vou a Brasília para dizer [a Serra] que ele não pode agir solitariamente. E que ele vai ter que desdizer ou perder a liderança. Nunca mais me perdoou. Mas eu servi o país", disse Ciro.
Ciro afirmou ainda que trabalhou na ocasião para conseguir fazer de Serra líder da bancada tucana. "Ele era o deputado de maior valor da bancada do PSDB e a bancada inteira não votava nele para líder. Aí ele me liga. Saio ligando deputado pra deputado, que me dizem: ele é sem escrúpulo, passa por cima da mãe, é arrogante. Os deputados que diziam, não eu. Fizemos ele líder da bancada pelo valor", afirmou.
"O Serra, sem conversar com ninguém, dá seguinte entrevista: PSDB é contra revisão constitucional. Aí me liga o então ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso e diz que querem sabotar o seu plano [Real]. Aí vou a Brasília para dizer [a Serra] que ele não pode agir solitariamente. E que ele vai ter que desdizer ou perder a liderança. Nunca mais me perdoou. Mas eu servi o país", disse Ciro.
Ciro afirmou ainda que trabalhou na ocasião para conseguir fazer de Serra líder da bancada tucana. "Ele era o deputado de maior valor da bancada do PSDB e a bancada inteira não votava nele para líder. Aí ele me liga. Saio ligando deputado pra deputado, que me dizem: ele é sem escrúpulo, passa por cima da mãe, é arrogante. Os deputados que diziam, não eu. Fizemos ele líder da bancada pelo valor", afirmou.
Te cuida Aécio, Serra não brinca em querer o poder.
O inquérito que apurava irregularidades na construção do túnel Rebouças/ Eusébio Matoso sob a avenida Brigadeiro Faria Lima, na capital paulista, foi arquivado. Laudo final afirma que não houve dano ao erário com o aumento de custos obras, realizadas durante a gestão de Marta Suplicy (PT).A polêmica deu-se com a alteração do método de construção pela Emurb (Empresa Municipal de Urbanização), antes de iniciadas as obras. Segundo o Ministério Público, os argumentos utilizados, redução de prazo e possível interferência em redes de serviços públicos nos locais, não justificavam a alteração.O contrato foi assinado em junho de 2003, com valor aproximado de R$ 65 milhões e prazo de 15 meses para a execução. A obra teve início em 25 de setembro, mas teve problemas já previstos, interferências causadas por tubulações da Sabesp, rede elétrica, entre outras estruturas subterrâneas.Pelo sistema de execução escolhido, todas as tubulações são cortadas, o que gerou gastos extras, como contatos com todas as empresas envolvidas. Assim, em fevereiro de 2004, foi assinado termo de aditamento, e o projeto foi alterado, o que elevou os custos para R$ 97 milhões.Após a análise da documentação referente à obra, parecer do setor científico CAEx (Centro de Apoio Operacional à Execução e das Promotorias de Justiça Criminais) do MP-SP concluiu que não houve superfaturamento, “em virtude de a obra ser muito específica”.Além disso, segundo o promotor de Justiça Antonio Celso Campos de Oliveira Faria, que promoveu o arquivamento, “a obra se fazia necessária para atender a demanda da população”.À época, a Prefeitura de São Paulo alegou mudanças qualitativas para elevar em 48% os preços. Representada pelo escritório Tojal, Teixeira Ferreira, Serrano & Renault Advogados Associados disse ainda que não afrontaram a lei de licitações, que proíbe aditamentos contratuais superiores a 25%.
Aliados de Yeda (PSDB-RS) acusados de formar quadrilha
Agência Carta Maior
Polícia Federal indicia 39 pessoas no RS, acusadas de integrar uma quadrilha que roubou R$ 40 milhões do Detran. Entre os envolvidos, está um dos coordenadores da campanha de Yeda Crusius (PSDB) e figuras importantes de seu governo. Ex-secretário de Segurança do governo Rigotto (PMDB) é acusado por delegado de chefiar quadrilha.
Marco Aurélio Weissheimer
A governadora Yeda Crusius (PSDB-RS) tem motivos para se preocupar. Um de seus coordenadores de campanha, nas eleições de 2006, o empresário e lobista Lair Ferst, é um dos principais nomes citados no inquérito da Polícia Federal sobre as fraudes no Detran. 'Quadrilha criminosa. Crime organizado. Corrupção de agentes públicos com metas empresariais'. Essas foram algumas das expressões utilizadas pelo superintendente da Polícia Federal, Ildo Gasparetto, para descrever os crimes praticados no órgão.
Leia mais aqui:
Agência Carta Maior
Polícia Federal indicia 39 pessoas no RS, acusadas de integrar uma quadrilha que roubou R$ 40 milhões do Detran. Entre os envolvidos, está um dos coordenadores da campanha de Yeda Crusius (PSDB) e figuras importantes de seu governo. Ex-secretário de Segurança do governo Rigotto (PMDB) é acusado por delegado de chefiar quadrilha.
Marco Aurélio Weissheimer
A governadora Yeda Crusius (PSDB-RS) tem motivos para se preocupar. Um de seus coordenadores de campanha, nas eleições de 2006, o empresário e lobista Lair Ferst, é um dos principais nomes citados no inquérito da Polícia Federal sobre as fraudes no Detran. 'Quadrilha criminosa. Crime organizado. Corrupção de agentes públicos com metas empresariais'. Essas foram algumas das expressões utilizadas pelo superintendente da Polícia Federal, Ildo Gasparetto, para descrever os crimes praticados no órgão.
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Trio do Apocalipse


Enquanto Marta dispara nas pesquisas....
A disputa eleitoral em SP está pegando fogo. FHC vai propor para Alckmin deixar de ser candidato e apoiar Kassab. Em troca ele recebe apoio do DEM para voltar ao governo SP em 2010,ou, prestem atenção, para um desafio maior????. Kassab protegido de Serra, diz que não deixa de ser candidato, Alckmin também diz que não arreda o pé. Na disputa para a escolha de quem será o candidato a presidente em 2010, estão, Aécio que disputa com Serra a vaga no Planalto, FHC diz que prefere Serra. E esse desafio maior para Alckmin, será também a vaga no Planalto em 2010, Alckmin está planejando outra rasteira em Serra ou em Aécio? Gente o PSDB está sem rumo, sem prumo, sem propostas, e o Serra, eterno candidato, governando SP sonhando com o Planalto, está fazendo um péssimo governo.É muito cacique para pouco índio, e ainda tem a volta do Cacciola para infernizar ainda mais o PSDB e FHC. Vamos assistir tudo de camarote, e dar boas gargalhadas das trapalhadas dos tucanos. Enquanto isso a ministra Marta sobe nas pesquisas de intenção de votos.
Jussara Seixas
STJ designa relator para ação contra Globo e família Marinho
O ministro João Otávio de Noronha, da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça, foi indicado para relatar o processo movido contra a Organização Globo e o espólio do empresário Roberto Marinho pelos herdeiros da família Ortiz Monteiro e outros acionistas da antiga Rádio Televisão Paulista S/A (hoje, TV Globo de São Paulo). O processo visa a declaração da inexistência do ato de transferência do controle acionário daquela emissora.
A escolha de Noronha se deu por prevenção, já que ele foi responsável pela aceitação do recurso especial apresentado pelos herdeiros dos antigos proprietários da TV Paulista contra a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que julgara prescrito qualquer direito da família Ortiz Monteiro com relação à emissora. Agora, com a aceitação do recurso especial, o processo vai a novo julgamento - desta vez em instância superior e caráter definitivo.
O ministro João Otávio de Noronha, da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça, foi indicado para relatar o processo movido contra a Organização Globo e o espólio do empresário Roberto Marinho pelos herdeiros da família Ortiz Monteiro e outros acionistas da antiga Rádio Televisão Paulista S/A (hoje, TV Globo de São Paulo). O processo visa a declaração da inexistência do ato de transferência do controle acionário daquela emissora.
A escolha de Noronha se deu por prevenção, já que ele foi responsável pela aceitação do recurso especial apresentado pelos herdeiros dos antigos proprietários da TV Paulista contra a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que julgara prescrito qualquer direito da família Ortiz Monteiro com relação à emissora. Agora, com a aceitação do recurso especial, o processo vai a novo julgamento - desta vez em instância superior e caráter definitivo.
Lula é o sexto presidente mais popular da América; Uribe lidera pesquisa
da Efe
da Efe
da Folha Online
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com um governo aprovado por 55% dos brasileiros, é o sexto presidente mais popular da América, segundo o instituto de pesquisas mexicano Consulta Mitofsky.
De acordo com a sondagem, o chefe de Estado mais popular da região é o colombiano Álvaro Uribe, cuja gestão --68 meses depois da posse e 50 dias desde o ataque a um acampamento de rebeldes no Equador--, tem o apoio de 84% população.
Em segundo e terceiro no mesmo ranking aparecem, respectivamente, os presidentes do Equador, Rafael Correa, com 62% de aprovação, e o mexicano Felipe Calderón, com 61% de popularidade.
Na frente de Lula, também se encontram o chefe de Estado de El Salvador, Elías Antonio Saca (59%), e o boliviano Evo Morales (56%).
Já o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, aparece em oitavo, com 51% de aprovação.
Apoiados por menos da metade da população de seus países, se destacam no ranking a argentina Cristina Fernández de Kirchner (11º/47%), a chilena Michelle Bachelet (12º/46%) e o uruguaio Tabaré Vázquez (13º/45%).
Já o o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, é o 16º da lista, com 30% de popularidade, enquanto a 19ª e última posição ficou com o paraguaio Nicanor Duarte, aprovado por apenas 5% da população do país.
Os números divulgados pelo instituto Consulta Mitofsky se referem a pesquisas feitas nos meses de março e abril por institutos de pesquisas locais ou internacionais.
No Brasil, o instituto Consulta Mitofsky se baseou na pesquisa do Datafolha, realizada em março, que revelou uma aprovação de 55% da população ao governo.
A aprovação de Lula é a maior em seus cinco anos e três meses de governo, atingindo índice que supera com folga o obtido por todos os seus antecessores desde Fernando Collor (1990-1992).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com um governo aprovado por 55% dos brasileiros, é o sexto presidente mais popular da América, segundo o instituto de pesquisas mexicano Consulta Mitofsky.
De acordo com a sondagem, o chefe de Estado mais popular da região é o colombiano Álvaro Uribe, cuja gestão --68 meses depois da posse e 50 dias desde o ataque a um acampamento de rebeldes no Equador--, tem o apoio de 84% população.
Em segundo e terceiro no mesmo ranking aparecem, respectivamente, os presidentes do Equador, Rafael Correa, com 62% de aprovação, e o mexicano Felipe Calderón, com 61% de popularidade.
Na frente de Lula, também se encontram o chefe de Estado de El Salvador, Elías Antonio Saca (59%), e o boliviano Evo Morales (56%).
Já o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, aparece em oitavo, com 51% de aprovação.
Apoiados por menos da metade da população de seus países, se destacam no ranking a argentina Cristina Fernández de Kirchner (11º/47%), a chilena Michelle Bachelet (12º/46%) e o uruguaio Tabaré Vázquez (13º/45%).
Já o o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, é o 16º da lista, com 30% de popularidade, enquanto a 19ª e última posição ficou com o paraguaio Nicanor Duarte, aprovado por apenas 5% da população do país.
Os números divulgados pelo instituto Consulta Mitofsky se referem a pesquisas feitas nos meses de março e abril por institutos de pesquisas locais ou internacionais.
No Brasil, o instituto Consulta Mitofsky se baseou na pesquisa do Datafolha, realizada em março, que revelou uma aprovação de 55% da população ao governo.
A aprovação de Lula é a maior em seus cinco anos e três meses de governo, atingindo índice que supera com folga o obtido por todos os seus antecessores desde Fernando Collor (1990-1992).
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