29 março 2008

Casa Civil divulga nota sobre suposto dossiê
1. Com relação à matéria de capa da Folha, de 28/03, a Casa Civil reafirma que, em momento algum, organizou qualquer dossiê com denúncias sobre o uso de cartões corporativos e contas tipo B no governo anterior. O que o jornal insiste em chamar de dossiê são fragmentos de uma base de dados em fase de digitação para alimentação do SUPRIM -, que visa unicamente organizar os dados relativos aos gastos com suprimento de fundos desde 1998 até hoje, fato já explicado em nota de 22/03. Trata-se de uma ferramenta de gestão e não de um dossiê.2. O vazamento desses fragmentos da base de dados para a imprensa é lamentável. Algumas das informações estão cobertas por sigilo e sua divulgação contraria a legislação vigente. Por isso mesmo, a Casa Civil instituiu comissão de sindicância para apurar o episódio, composta por funcionários estáveis da Advocacia Geral da União, da Controladoria Geral da União e da própria Casa Civil.3. A matéria, de forma maliciosa, dá a entender que a secretária-executiva, Erenice Guerra, teria assumido a responsabilidade de "organizar processo de despesas de FHC, isentando a chefe (no caso, a ministra Dilma Roussef) de ter tomado a decisão". Isso não é verdade. Se "processo de despesas de FHC", nas palavras do jornal, é sinônimo para dossiê, a secretária-executiva nunca assumiu essa responsabilidade pelo simples fato de que nunca existiu qualquer dossiê. Se a expressão anterior refere-se à alimentação de base de dados do SUPRIM, não haveria motivo para a insinuação maldosa. Afinal, trata-se de uma ferramenta de gestão cuja supervisão é competência institucional da Secretaria-Executiva, na forma do regulamento que disciplina as competências da Casa Civil.4.Quanto à suposta reunião, que segundo a Folha, teria sido convocada pela secretária-executiva com "membros da secretaria de Administração, da Secretaria de Controle Interno da Presidência e de outras áreas da Casa Civil", para organizar uma força-tarefa para produzir o chamado dossiê, a Casa Civil afirma peremptoriamente que tal reunião nunca ocorreu.
Casa Civil da Presidência da República.
Amigos e leitores
Este fim de semana estarei bastante ocupada com afazeres domésticos e terei que me dedicar totalmente aos familiares e amigos. Vou ter a casa cheia, com visitas, não terei tempo de me dedicar ao blog. É aniversário do maridão. Segunda este blog volta a normalidade.
Jussara Seixas

28 março 2008

LULA 73%
ENQUANTO ISSO FHC TEM 1%
FHC EMPATA COM CIRO GOMES PARA 2010!!! 1% DOS VOTOS!!!!!HUAHUAHUAHUAHUA!!!CADE O PESSOAL BABA OVO FAROLISTA!!!! HUAHUAHUA!!!!

Se houvesse o terceiro mandato presidencial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria vantagem sobre os demais oponentes. Em pesquisa espontânea --quando o entrevistado não recebe nenhuma lista de candidatos--, Lula aparece com 18,6% das intenções de voto, segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje.Na pesquisa espontânea, há empate técnico entre os tucanos José Serra (5,1%), Aécio Neves (3%) e Geraldo Alckmin (2,1%). A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais, ou para menos.O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) também aparece tecnicamente empatado com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP) --com 1,2% e 1% das intenções de voto, respectivamente.A pesquisa espontânea mostra que 57,1% dos entrevistados não indicaram nenhum candidato.Para o diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, esse índice somado aos 18,6% de votos atribuídos a Lula mostra que o cenário eleitoral para 2010 permanece indefinido.Os nomes de candidatos como Heloísa Helena (PSOL), Fernando Collor de Mello (PTB), Patrus Ananias (PT), Dilma Roussef (PT) e Marta Suplicy (PT) aparecem na pesquisa espontânea com menos de 1% das intenções de voto.
A realidade e a guerra psíquica
Todas as vezes que saem notícias sobre a carga tributária no Brasil o governo federal é atacado. A carga tributária é a soma dos impostos federais, estaduais e municipais. Os mais conservadores querem criar uma sensação de que um governo arrecadar mais é um "pecado", algo ruim para todos. Não é não. É bom, principalmente para a classe média e a classe popular. Cabe ao governo combater a sonegação e promover o crescimento de um país. Estes dois fatores são primordiais para explicar uma maior arrecadação. Os jornais conservadores normalmente escondem os recordes de arrecadação dos estados e municípios governados por seus amigos. Quando dão uma pequena matéria o tom é outro. Veja abaixo um texto do Jornal Valor e observe a diferença de enfoque, a sobriedade dos termos e a preocupação em informar a origem dos recursos. "Santa Catarina e Rio Grande do Sul registraram, no começo deste ano, percentuais de crescimento de arrecadação superiores aos estimados e já trabalham com a perspectiva de encerrar o ano com um aumento de impostos acima do previsto. Além do crescimento econômico, medidas de fiscalização ajudaram neste desempenho. A arrecadação total do governo de Santa Catarina somou R$ 1,6 bilhão no primeiro bimestre, aproximadamente 15% maior do que em igual período de 2007 (R$ 1,4 bilhão). O bom desempenho, que superou a expectativa do governo, de uma alta de 10%, foi creditado pela Secretaria da Fazenda principalmente ao crescimento da economia, assim como ao trabalho de fiscalização". É bom para o Brasil que os vários níveis de governos arrecadem mais. Assim eles podem investir mais na melhoria do país (escolas, hospitais, ruas, estradas, ferrovias, etc.). A campanha contra a "carga tributária" tem dois eixos: combater o governo federal e garantir maiores lucros para os membros da classe alta e, principalmente, os milionários. É por isto que os jornais não reclamaram da forma como foi feita a concorrência do Rodoanel de SP. O custo do pedágio por quilômetro ficou quase que o DOBRO do custo das rodovias federais (fato que foi escondido pelos jornais conservadores). Se fosse para combater os custos Brasil eles deveriam ter feito uma grande campanha. Não fizeram. Sabem porque? Porque a vencedora da concorrência terá que pagar 2 BILHÕES para o Serra torrar. Ou seja, o Serra ganha e a população vai pagar mais caro por 30 ANOS. Da mesma forma esconderam o aumento de impostos do leite em SP, aumento do IPTU na capital de SP, etc. São coleguinhas administrando e sendo apoiados pelos milionários donos de jornais. São negócios. Há uma guerra psíquica. Sempre tentarão unir o governo federal a algo negativo, que as vezes existe e as vezes não. O que eles desejam é gerar nas pessoas negatividades. Eles precisam destas negatividades para continuarem o processo de lavagem cerebral. O objetivo final é dinheiro no bolso. Seja através de uma amigo no goveno, seja através de menos impostos.
BLOG DO CHICÃO
MOMENTO RIR FAZ BEM A SAÚDE
Gestão Kassab diz que ação orquestrada prejudica trânsito de SP
da Folha de S.Paulo
A administração de Gilberto Kassab (DEM) apresentou ontem uma nova versão para explicar os recentes e consecutivos recordes de trânsito na capital: uma ação orquestrada de pessoas com interesse em prejudicar o trânsito em São Paulo. Pela manhã, Kassab afirmou que "existem pessoas querendo prejudicar o trânsito de São Paulo". Disse isso ao comentar a prisão de um homem em M'Boi Mirim, na zona sul da cidade, que furou dois pneus de um ônibus alegando estar irritado com o serviço. Kassab disse que a ação foi "criminosa" e que a prefeitura "está atenta a esse tipo de atitude".
Mais tarde, após participar de uma reunião da comissão de trânsito na Câmara, o secretário municipal dos Transportes, Alexandre de Moraes, detalhou a tese de que há uma conspiração contra a cidade. Ninguém na prefeitura diz publicamente, mas o que os kassabistas espalham, sem apresentar provas, é que seria uma ação da oposição para prejudicar a candidatura a um novo mandato.
Não quis acreditar no que li. Não quis acreditar que mesmo um néscio como o Kassab tivesse coragem de falar um absurdo desses. Esse povo do DEM é gente da pior espécie. Só falta o César Maia falar que a epidemia de dengue no RJ é "orquestrada " para prejudica-lo, é ato de seus rivais políticos. Eles não reconhecem que são incompetentes, omissos, irresponsáveis.
Isso é inacreditável!
http://desabafopais.blogspot.com/


A MÍDIA ESCONDE 73% DE APROVAÇÃO DO PRESIDENTE LULA
Impressionante, a mídia esconde a popularidade do presidente Lula. 73% foi demais para eles.Os telejornais se limitaram apenas em divulgar os 58% de aprovação do governo Lula. A mídia safada não aceita ser derrotada pelo povo, 73% foi demais para eles, e para a oposição. Depois dessa pesquisas eles vão ficar mais feroz ainda, eles não se conformam que Lula ex - metalúrgico, migrante nordestino, seja o melhor presidente que o Brasil já teve. Azar o deles, sorte do Brasil e do povo brasileiro ter Lula presidente.
Jussara Seixas

27 março 2008


Confiança do consumidor sobe 12,1% em março e bate recorde
Porcentual dos que pretendem gastar mais com bens duráveis elevou-se de 21,4% para 24,4%, segundo FGV
da Agência Estado

RIO - O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 12,1% em março, na comparação com o mesmo mês do ano passado, atingindo o patamar mais elevado da série histórica do índice, iniciada em setembro de 2005. Já ante fevereiro, o índice subiu 3,5% no mês. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira, 27, pela
Fundação Getúlio Vargas (FGV). Quanto à disposição para compra, a parcela de consumidores que prevêem maiores gastos com bens duráveis nos próximos meses elevou-se de 21,4% para 24,4%, de fevereiro para março. Já a dos que prevêem gastos menores diminuiu de 22,1% para 19,8%, no mesmo período.

O desempenho do indicador, que é calculado com base em uma escala de pontuação entre 0 a 200 pontos (sendo que, quando mais próximo de 200, maior o nível de confiança do consumidor), passou de 116,7 pontos em fevereiro para 120,8 pontos em março.

A melhora na percepção do consumidor quanto à situação econômica local, aliada a um renovado interesse em aumentar compras de bens duráveis, foram os fatores que conduziram ao bom resultado do Índice de Confiança do Consumidor (ICC) de março, segundo a FGV.
http://www.estadao.com.br/economia/not_eco146688,0.htm
MOMENTO CULTURAL
Ser humano é ser junto. È necessário negar a afirmação liberticida de que "a minha liberdade acaba quando começa a do outro". A minha liberdade acaba quando acaba a do outro; se algum humano ou humana não é livre, ninguém é livre. Se alguém não for livre da fome, ninguém é livre da fome. Se algum homem ou mulher não for livre da discriminação, ninguém é livre da discriminação. Se alguma criança não for livre da falta de escola, de família , de lazer, ninguém é livre.
Trecho do texto do livro "A Escola e o Conhecimento," de Mario Sérgio Cortella.

Trabalho com carteira assinada é recorde no país, diz IBGE
O mês de fevereiro de 2008 mostrou o mais alto patamar de formalização do mercado de trabalho nas seis principais regiões metropolitanas do país desde o início da série histórica do IBGE, em março de 2002. O gerente da pesquisa mensal de emprego do instituto, Cimar Azeredo, mostrou dados que revelam que, no mês passado, o porcentual de trabalhadores formais no total de ocupados, somando empregados com carteira assinada e funcionários públicos, chegou a 54,6%.
Leia mais aqui:

Desemprego recua 10%, ocupação formal cresce 8,4% e renda sobe 2,5%
Os dados de fevereiro da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE mostram que a taxa de desocupação nas principais regiões metropolitanas do país recuou quase 10% em relação ao mesmo mês do ano passado. A pesquisa foi divulgada nesta quinta-feira (27).
Na mesma base de comparação, a população ocupada cresceu 3,6% (732 mil postos a mais), o total de empregados com carteira assinada subiu 8,4% e o rendimento médio dos trabalhadores (R$ 1.189,90) aumentou 2,5%.
A pesquisa do IBGE é feita em seis regiões (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Porto Alegre).
Com informações do IBGE.

Lula e Chavéz fecham acordo sobre sociedade em refinaria no Recife
Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Chávez participaram de uma entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (26) para falar sobre o acordo fechado na noite anterior entre a Petrobras e a PDVSA, estatais petrolíferas, que estabelece as bases para a sociedade das duas empresas na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.
O acordo determina os termos da constituição da sociedade, inclusive participação acionária, definida em 60% da Petrobras e 40% da PDVSA. A Refinaria Abreu e Lima terá um investimento de US$ 4,05 bilhões e capacidade para processar 200 mil barris de petróleo pesado por dia, 50% do Brasil e 50% da Venezuela.
O início de operação da refinaria está previsto para o segundo semestre de 2010.
Lula voltou a defender a entrada da Venezuela no Mercosul. "Todos nós queremos que a Venezuela seja membro definitivo do Mercosul. Todos nós. Pelo menos, dentro do governo e, certamente, dentro da sociedade brasileira. Mas nós temos que esperar o Congresso votar. Não há como o Poder Executivo impor a pauta ao Congresso", afirmou Lula.
A respeito do recente impasse diplomático que envolveu Equador e Colômbia, Lula elogiou o presidente da Venezuela e disse que ele foi o maior responsável pelo acordo que encerrou o conflito na OEA (Organização dos Estados Americanos)."Quem foi o grande pacificador do conflito Colômbia e Equador? Foi exatamente o presidente Chávez", disse Lula. "Por isso, ao ex-guerrilheiro, hoje pacificador, meus parabéns", completou.
Uol

LULA 73% DE APROVAÇÃO

Avaliação positiva do governo Lula atinge maior nível desde 2003, diz CNI/Ibope
Folha Online, em Brasília
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva registrou avaliação positiva de 58% em março deste ano, segundo pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quinta-feira. O índice é o mais alto desde março de 2003, primeiro ano de Lula na Presidência da República. Somente 11% dos entrevistados avaliaram o governo federal como ruim ou péssimo, enquanto 30% consideraram a condução do governo como "regular".
Em dezembro de 2007, na última edição da pesquisa CNI/Ibope, a avaliação do governo foi de 51%. Em março de 2003, o índice de aprovação ao governo federal também foi de 51% --o que foi considerado pela CNI/Ibope como um crescimento considerável para a avaliação do governo federal.
Já a aprovação ao presidente Lula também cresceu em março deste ano. No total, 73% dos entrevistados aprovam a maneira do presidente governar o país. O índice também foi o segundo melhor registrado pela pesquisa.
Somente em março de 2003, a avaliação pessoal do presidente obteve índice maior, de 75%. Em março do ano passado, a avaliação de Lula foi aprovada por 55% dos entrevistados.
Confiança
No mesmo índice de crescimento, a confiança no presidente registrou índice de 68%, enquanto apenas 28% dos entrevistados afirmaram que não confiam em Lula.
Em dezembro do ano passado, o índice de confiança no presidente foi de 60%. Já em abril de 2006, o índice registrou 62%.
Segundo a CNI/Ibope, o movimento expressivo das avaliações positivas também repercutiu na expectativa em relação ao segundo mandato de Lula. Dos entrevistados, 42% afirmaram que o atual mandato de Lula está sendo melhor que primeiro. O percentual dos que consideram o segundo mandato pior que o primeiro caiu de 21% em dezembro para 16%.
A pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 19 e 23 de março, em 141 municípios. A margem de erro é dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Entenderam meus amigos porque a oposição está tão agitada, batendo a cabeça, xingando,e babando na gravata. Lula vai fazer seu sucessor em 2010, com toda certeza. Chora oposição, chora.

Relator da CPI dos Cartões diz que FHC é ex-presidente e não opina
O relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Cartões Corporativos, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), disse na quarta-feira (26) que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não é a instituição Presidência da República e, por isso, não opina sobre os gastos que foram e são feitos em segurança e alimentação.
“Primeiro, há um enorme equívoco e um enorme erro do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. A CPMI não está apurando contas pessoais de ninguém e o ex-presidente FHC não é a instituição Presidência da República. Ele confundiu as coisas. Do tempo em que ele foi presidente, suas contas pessoais são problema dele, ele faz o que bem entender. No período em que ele esteve na Presidência, o que a instituição Presidência da República gastou no que se refere a segurança, alimentação, não é da conta dele, é da conta da instituição Presidência da República. Sobre esse fato, ele é ex-presidente e não opina”, afirmou.
Luiz Sérgio disse também que o fato de ser relator não pode impedi-lo de expor seu ponto de vista quando o debate for eminentemente político. Para ele, o requerimento de convocação da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, antecede a publicação da denúncia da revista Veja e, por isso, a motivação da oposição foi eminentemente política. Em sua opinião, o fato de a ministra ser a gerente do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), tem incomodado muita gente.“Principalmente a oposição, que queria única e exclusivamente trazer a ministra”, afirmou.
Agência Senado
FHC é ex, (graças a Deus) é ex- presidente, é o chamado sapo de fora, e sapo de fora não chia nos assuntos do atual governo.
Blog da Glória

Previna-se.
Compre um escafandro e saia para passear.......
na orla - se você mora na zona sul....
entre os carros - se você mora na zona norte....
no esgoto - se você mora em favela.
O prefeito do DEMgue, César Vaia, agradece sua cooperação.


Blog do Mello
A cara de pau de Eliane Cantanhêde não tem limite
Estava começando a ler uma postagem do Eduardo Guimarães, quando me assustei com o que ele dizia. Segundo Guimarães, dona Cantanhêde, a esposa do marqueteiro de Alckmin, estava defendendo a cobertura da imprensa no caso da febre amarela.
Pensei comigo: ela não teria essa cara de pau. E fui, como um perito criminal, ao local do crime, a coluna de Eliane Febre Amarela Cantanhêde.
Leia também no blog do Mello:
Quebra do Banespa foi cascata de FHC, Malan, Loyola, Franco e Serra
A notícia é antiga, mas serve para mostrar como eles mentem, mentem, mentem, descaradamente

Encontro por mídia alternativa será em abril
Como o jornalista Luiz Carlos Azenha nos alertou, o PIG, tendo as Organizações Globo a frente, já começou a se articular para a cobertura deste ano eleitoral, com aquela "isenção" tão peculiar. Por isso, reveste-se de grande importância esta reação da mídia alternativa, que está começando a se articular em todo o país, como podemos lêr na matéria do blog Bahia de Fato e também no Carta Maior.
Leia mais aqui:
A OPOSIÇÃO ADORA BAIXARIAS
Assisti ontem pela TV Senado o episódio deprimente da CPI dos cartões corporativos. Quanta bobagem, quantas caras e bocas, gritos histéricos! Que ódio a oposição tem do governo Lula, o melhor governo que este país já teve! Uma pena. Parecem trogloditas dividindo o ratinho que caçaram. Mais um vexame. Teve um deputado do DEM que mandou servir sorvete de tapioca aos integrantes da CPI em referência à tapioca comprada pelo ministro dos Esportes, Orlando Silva, com cartão corporativo do governo federal. A tapioca custou R$8,00, que o ministro já devolveu aos cofres do governo. Porque o demoníaco não serviu sorvete de champanhe francês, que tanto agradava o FHC do PSDB? Por que ele não perguntou à presidenta da CPI, Marisa Serranodo PSDB, se ela gostou do passeio nos helicópteros da PM do Maranhão, nos feriados da Páscoa, com dinheiro público? Os tipinhos da oposição são muito cínicos, dissimulados, ardilosos. Perderam totalmente a vergonha e a compostura, se é que as tiveram um dia. Poderiam estar trabalhando seriamente em prol de seus estados, do povo de seus estados, pelo crescimento do país, por maior geração de empregos e renda, pela manutenção do sucesso econômico, ao invés de ficar batendo boca, xingando porque perderam o poder, porque estão morrendo de inveja do sucesso do presidente Lula. Perderam em 2002, em 2006, vão perder o que resta em 2008, e em 2010 vão sofrer outra derrota acachapante nas urnas, (graças a Deus, pelo bem do Brasil). É vergonhoso o espetáculo que eles promovem, é tão trágico e cômico! O papel desempenhado pela Marisa Serrano do PSDB é triste: ela fica o tempo todo apartando brigas, parece juiz em ringue de luta de boxe protegendo seu favorito. Que coisa feia, deprimente!
Jussara Seixas


Charge do Bessinha
GOVERNO LULA
Mais 12 milhões de brasileiros deixam classes D e E em um ano, diz estudo
As políticas de inclusão social e de democratização econômica do governo Lula continuam reduzindo largamente as desigualdades no país e fizeram com que, pela primeira vez, as classes mais baixas (D e E) deixassem de ser maioria no país.
Em 2007, segundo estudo da financeira Cetelem em parceria com a Ipsos, o número de brasileiros nas classes mais baixas era de 72,9 milhões, cerca de 39% da população. Isso significa que 11,9 milhões de brasileiros passaram para classes mais altas em um ano, já que, em 2006, eram 84,8 milhões de brasileiros na base.
De acordo com o estudo, a classe C recebeu, tanto das mais baixas (D e E) como da mais alta (A e B), quase 10 milhões de integrantes, passando de 66,7 milhões em 2006 para 86,2 milhões em 2007, o que significa 46% da população.
O grupo que está nas classes A/B, por sua vez, reduziu de 32,8 milhões de pessoas em 2006 para 28 milhões em 2007, o que representa 15% da população.
Segundo a Cetelem, a pesquisa demonstra que houve diminuição na desigualdade de renda, com uma ligeira queda da renda média das classes A/B, ascensão de um grande contingente para a classe C e um pequeno aumento da renda média das classes D/E.
Em 2005, a renda média familiar das classes A/B era R$ 2.484. Ela caiu sucessivamente para R$ 2.325 e atingiu R$ 2.217 em 2007 --o que corresponde a uma redução de cerca de 11%. Nas classes D/E, a renda média familiar subiu de R$ 545 em 2005, para R$ 571 em 2006 e depois a R$ 580 em 2007, um crescimento de pouco mais de 6%.
Já a renda média da classe C permaneceu no mesmo patamar nesses três anos: algo em torno de R$ 1.100. A pesquisa ressalta ainda que o número de pessoas que passou de D/E para C teve um aumento de sua renda média mensal de R$ 580, para os atuais R$ 1.100.
Outro destaque da pesquisa foi a melhoria da renda disponível das classes C e D/E, aquela que sobra após o pagamento de contas e obrigações financeiras. A renda disponível das classes D/E foi negativa, em 2005, em R$ 17, terminando o ano no vermelho. No entanto, em 2006, a renda disponível ficou em pouco mais de R$ 2, subindo a R$ 22 no ano passado.
A classe C também registrou aumento nesse item. Ela era R$ 122 em 2005, passou para R$ 191 em 2006 e caiu para R$ 147 em 2007. Apesar da queda de 23,04% no último ano, quando se toma todo o período, o crescimento foi de 20%. Apenas as classes A/B viram diminuir sua renda disponível, caindo de R$ 632 em 2005 para R$ 506 em 2007, uma redução de 20%.
Chora oposição, chora. Lula vai fazer seu sucessor em 2010.
Blog Desabafo o País

FARRA COM DINHEIRO PÚBLICO
Líder dos Tucanos e presidente da CPI dos cartões corporativos vêm ao MA
Leia mais aqui:
ESPETÁCULO DO CRESCIMENTO
Vendas em supermercados crescem 8,3%
Pesquisa da associação do setor mostra ainda que houve ampliação da participação das marcas líderes TATIANA RESENDEDA REDAÇÃO As vendas nos supermercados mantêm o ritmo de crescimento, com aumento real de 8,63% em fevereiro e de 8,31% no bimestre em comparação com iguais períodos de 2007, segundo a Abras (Associação Brasileira de Supermercados).Para o presidente da entidade, Sussumu Honda, o dado surpreende porque a base de comparação já era alta, de 6,05% no primeiro bimestre de 2007, que, por sua vez, era confrontada com uma queda de 1,84% no faturamento no mesmo intervalo do ano anterior.A expansão, diz, mostra que o consumo das famílias continua em alta em 2008. No ano passado, o acréscimo chegou a 6,5%, puxando o aumento de 5,4% do PIB (Produto Interno Bruto).Apesar disso, o presidente da Abras manteve a previsão de alta no faturamento do setor para 2008 -em torno de 4,5%.Para Marcos Escudeiro, da GS&MD, consultoria especializada em varejo, o ritmo de expansão deverá diminuir no segundo semestre. A empresa estima crescimento anual de 6%.O índice AbrasMercado, cesta de 35 produtos de largo consumo, permaneceu na casa dos R$ 231 pelo terceiro mês consecutivo, o que aponta migração dos gastos do consumidor para produtos de maior valor agregado e aumento no volume.Pesquisa feita pela Abras em parceria com a Nielsen mostra que a participação das marcas líderes chegou a 27% das vendas no ano passado, contra 25,9% em 2004, puxada pela maior inserção nos produtos considerados de preços altos.Nesse segmento, a parcela conquistada pelas marcas líderes subiu de 36% para 45%. João Lazzarini, diretor da Nielsen, argumenta que historicamente o nível dessa participação cresce em momentos de maior atividade econômica, como o atual.No entanto, outro dado indica que o peso individual dessas marcas segue o caminho inverso. Em 2006, 30% delas tinham mais da metade do mercado em que atuavam, patamar que foi reduzido para 15% no ano passado com a ampliação das categorias de produtos disponíveis nas gôndolas dos supermercados e a concorrência acirrada.
AGRADECIMENTO
Agradeço os e-mail que recebi de meus amigos e leitores, demonstrando preocupação, solidariedade, com a minha ente querida que foi acometida por uma moléstia. Motivo pelo qual me afastei do blog por dois dias. Aproveito para dizer que ela já está bem melhor, em franca recuperação, em poucos dias vai estar totalmente recuperada. Muito obrigada pelo carinho.
Jussara Seixas

26 março 2008

Momento Humor
Kassab ignora candidatura de Alckmin e defende aliança com PSDB no 1º turno
Folha Online
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), ignorou na manhã desta quarta-feira as declarações de dirigentes do PSDB, entre elas a do presidente nacional da sigla, senador
Sérgio Guerra (PE), que afirmam que o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) será candidato nas eleições municipais. Kassab voltou a insistir no discurso de uma aliança entre democratas e tucanos já no primeiro turno.
Com licença amigos , hahahahahaahahahahahahahah
Política industrial: Plano é ter seis setores na liderança mundial
O estado de S. Paulo - A política industrial em gestação no governo pretende colocar seis setores da economia brasileira no topo do ranking dos exportadores mundiais. São eles: papel e celulose, mineração, petroquímica, siderurgia, carne e aeronáutico. O objetivo é que esses setores se coloquem ou se mantenham entre os cinco principais exportadores do planeta. Eles fazem parte do grupo, dentro da nova política industrial, chamado "liderança mundial e conquista de mercados".
Recomendação do Saraiva, leia mais aqui:
Eu acredito em DUENDES, na REVISTA VEJA e em ÁLVARO DIAS!
Ontem, em plenário, o senador Alvaro Dias (PR) acusou o governo Lula de estar usando a "máquina oficial para produzir investigações clandestinas com o objetivo de golpear os adversários".
Leia mais aqui:
Foto do blog do Daniel
http://desabafopais.blogspot.com/

NÃO DEU. NEM COM O PIG AJUDANDO...

Leilão da Cesp fracassa por falta de interessados
SÃO PAULO (Reuters) - O leilão de privatização da elétrica estatal paulista Cesp (Companhia Energética de São Paulo), negócio que poderia alcançar valor superior a R$ 20 bilhões, foi cancelado nesta terça-feira devido à ausência de interessados.
A CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia) informou que nenhuma das cinco empresas pré-identificadas para o leilão depositou as garantias exigidas dentro do prazo especificado, que terminou ao meio-dia.
As empresas pré-qualificadas eram: CPFL Energia; Neoenergia, que tem a espanhola Iberdrola como sócia; Energias do Brasil, ligada à portuguesa EDP; Tractebel Energia, que faz parte da francesa Suez Energy International; e a Alcoa Alumínio.
O governador paulista, José Serra (PSDB), confirmou o cancelamento da operação pouco depois da nota distribuída pela CBLC e citou a crise financeira internacional como um dos fatores para o fracasso da operação.

Bendita seja a crise a financeira! Impediu que Serra privatizasse o patrimônio do povo. Privatizar palavra de ordem do PSDB
Helicóptero da PM a serviço de parlamentares do PSDB
O amigo Adauto me enviou por e-mail
Ricardo Noblat
Turistas que curtiam o feriadão da Semana Santa no resort em Barreirinhas ficaram intrigados com várias viagens que o helicóptero do GTA (Grupo Tático Aéreo), da PM maranhense fez para o local, em plena Sexta-Feira Santa. O serviço de táxi-aéreo entre São Luís-Lençóis-Barreirinhas, feito pela aeronave policial, atendia especialmente a vice-presidente do PSDB, senadora Marisa Serrano (MS), e o líder do PSDB na Câmara dos Deputados, José Aníbal (SP).
Os tucanos foram conhecer os Lençóis Maranhenses, a convite do colega deputado Roberto Rocha (PSDB/MA), em campanha para fazer dos Lençóis uma das sete maravilhas naturais da humanidade.
Na semana passada o presidente da entidade de classe dos policiais maranhenses (Adepol), Marcos Affonso, cobrou eficiência da secretária Eurídice Vidigal (Segurança). Nesta semana, outras várias entidades ligadas à segurança pública divulgaram nota criticando, entre outras coisas, a falta de estrutura do setor. Gasolina, parece, não falta pra polícia maranhense.
Publicado originalmente no blogdonoblat, em 26/03/2008

Marco Antonioe-mail 1 macfa40@gmail.com

Charge do Bessinha
FIQUE BEM INFORMADO
Governo Lula investe no Metrô para melhorar o transporte público de SP
A Bancada do PT fez um ato simbólico nesta terça-feira (25), no plenário da Câmara Municipal, para registrar uma boa notícia para o transporte público de São Paulo. O Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva acaba de liberar uma parcela de R$ 189 milhões para a ampliação do Metrô.

Ministro defende expropriação de terra com trabalho escravo
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, defendeu nesta quarta-feira (26) a expropriação de terras onde forem encontrados trabalhadores mantidos em condições análogas às de escravo. A afirmação foi feita durante visita do ministro à Comissão de Trabalho da Câmara. "Se ficar comprovado que o trabalho escravo é recorrente na propriedade, eu sou favorável à sua expropriação", disse o ministro.

Popularidade de Lula está nos avanços sociais”, afirma Ideli
Ao discursar na terça-feira (25), da tribuna do Senado, a líder do PT e do Bloco de Apoio ao governo, Ideli Salvatti (PT-SC), afirmou que a elevada popularidade do presidente Lula pode ser explicada pelos números da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (Pnad) apontando que o Brasil se tornou menos desigual nos últimos anos. “O principal número é o aumento de 8,7 milhões de postos de trabalho, pois se trata de uma das principais raízes da desigualdade. Entre 2005 e 2006, ingressaram no mercado de trabalho 2,1 milhões de pessoas. E a expansão do emprego feminino é particularmente forte, 3,3%, enquanto a dos homens foi de 1,8%”, disse.

Mais empregos: Grande ABC abriu 36 mil vagas formais em 2007
O Grande ABC tem apresentado um crescimento positivo constante de vagas há mais de cinco anos e apenas em 2007 foram criados mais empregos do que em todo o período entre 1999 e 2002, que registrou 28 mil novos postos de trabalho.
Em comparação com 2006, os empregos no ano passado cresceram 10%.
Amigos e leitores
Devido a um problema de saúde na família, nada grave, está tudo sobre controle, mas passei a tarde de ontem, a noite, a madrugada em um hospital como acompanhante, agora eu vou dormir. Por favor não deixem de me enviar as novidades por e-mail. Quando eu acordar quero saber de tudo, quero ficar bem informada.
Agradeço desde já
Jussara Seixas

25 março 2008

Bolsa-Família: da caverna das elites aos direitos sociais
O cerne das críticas ao programa Bolsa-Família despejadas na imprensa pelos “falcões do colunismo” — na expressão do jornalista Fernando de Barros e Silva (“A direita e o lulismo”, Folha de S. Paulo,24-03-2008, página A2) —, restringe-se àquelas do preconceito. São elas, em resumo, camufladas sob a falsa retórica da demagogia, superfluidade, inoperância e ineficácia. Nisso não são nada originais: um tal preconceito encontra-se presente no País ao longo de toda a história brasileira das políticas sociais. Todas, sem exceção, seriam igualmente eleitoreiras, como se não fosse legítimo ao governante pleitear a renovação do voto, pelo reconhecimento de seus feitos no interesse público.
Um dos críticos mais contumazes do programa desqualificou-o em página de jornal, dias atrás, sob o argumento de que o Bolsa-Família representa puro desperdício de recursos públicos, por ser inócuo nas suas condicionalidades: sob o aspecto educação - “não incentiva os pais a manterem os filhos na escola, porque eles já estão na escola” – e sob o aspecto saúde da família – “os pais vacinam os filhos sempre que há oportunidade”. Além de tais inocuidades, não haveria por parte do governo “nenhum controle sobre as condicionalidades”. Levianas que são, tais críticas não merecem resposta.
O leitor de jornal é testemunha de sua recorrência. Na realidade, elas externam o “preconceito contra os pobres”, na justa expressão do presidente Lula. Mais que isso, externam talvez o “estado da arte” dos direitos humanos na sociedade brasileira. Em países de regulação social tardia, como o Brasil, a cultura dos direitos sociais, historicamente rejeitada pelas elites dominantes, é recentíssima – e foi somente no governo Lula que ganhou plena expressão, por se tratar de um governo que tem como projeto político prioritário a universalização da cidadania, instituída pela Constituição Federal de 1988. Lembre-se de que o Brasil reconheceu os direitos sociais e humanos somente no último quartil do século XX, após lutas sangrentas contra ditaduras militares, que, embora impregnadas de nacionalismo, com seu projeto desenvolvimentista de Estado-Nação, não praticaram a universalidade da cidadania.
Por universalização da cidadania entende-se o reconhecimento dos demais direitos humanos, além do direito à cidadania civil e política. Como é sabido, a prática da democracia evoluiu, mediante pressão de movimentos sociais, para formas mais substantivas de realização da cidadania, formas que se constituem no esboço de um Estado Democrático de Direito Social, em oposição ao Estado neoliberal.
Tal evolução corresponde ao reconhecimento sucessivo de três gerações de direitos humanos: os relativos à cidadania civil e política, que se destacam pelo direito às liberdades de locomoção, pensamento, voto, iniciativa, propriedade e disposição da vontade; os relativos à cidadania social e econômica, que se destacam pelo direito à educação, à saúde, à segurança social e ao bem-estar individual e coletivo reconhecido às classes trabalhadoras; os relativos à cidadania pós-material, tais como o direito à qualidade de vida, ao meio ambiente saudável, à tutela dos interesses difusos e ao reconhecimento da diferença.
A universalização da cidadania, de que é expressão o Bolsa-Família, agora complementado pelo programa Territórios da Cidadania –, traduz-se objetivamente, para os beneficiários, na resposta à sua luta pelo abandono do “direito de papel” e pelo reconhecimento de seus direitos no cotidiano. Isso é assumir que o alcance das políticas sociais deve alargar-se, para dar conta das condições efetivas de vida de seus usuários. No caso da educação, por exemplo, o que se requer não é somente um bom professor ou boa sala de aula, mas também boa merenda, bom material escolar, bom transporte, boa saúde e incremento da participação dos pais nos assuntos referentes à formação escolar dos filhos e na gestão pública da escola.
Com a transformação social daí decorrente, tudo isso deve converter-se, ao longo do tempo, em participação crescente do povo no processo decisório e na produção dos atos de governo; em síntese, no fortalecimento da democracia participativa. Esta se caracteriza por um modo de gestão que associa o processo participativo de gestão à qualidade do resultado – qualidade mensurável nos programas sociais do governo Lula pelo incremento da capacidade dos beneficiários de assumir plena responsabilidade individual e coletiva.
Tudo de acordo com a Constituição Federal, segundo a qual as políticas sociais devem ser geridas por conselhos de constituição paritária entre membros do governo e da sociedade civil. Esses representantes dos segmentos da sociedade são eleitos por processos submetidos a controle social (local). É o que determina também o programa Bolsa-Família.
Essa nova forma de gestão vai exigir processos decisórios abertos e tende a provocar uma ruptura com as práticas populistas, embora possam ocorrer manobras políticas para converter tais conselhos em “caixas de ressonância” de grupos no governo. Mesmo sob esse risco, é fato que tais conselhos têm provocado novas questões para a gestão democrática das políticas sociais. Veja-se, a propósito, o papel inovador das experiências do Orçamento Público Participativo como forma de avanço democrático no controle da agenda social estatal.
É sobre tais pressupostos que assenta o projeto político do Partido dos Trabalhadores e do governo Lula. Trata-se, com o Bolsa-Família e demais programas sociais, de refundar o conceito de cidadania. Não para restringi-lo e sim para alargá-lo em seu alcance e inclusão. A noção de estado social constitui-se, para o governo Lula, como uma das novas funções do estado moderno: ocupar-se, em resposta aos movimentos sociais, em atender às exigências do bem-estar social dos cidadãos, de seus direitos sociais, e não mais se limitar às funções tradicionais de regulação. Trata-se de devolver ao controle da sociedade o papel antes atribuído com exclusividade ao mercado.
É nessa medida que o governo Lula expressa s sua rejeição ao estado neoliberal, que se intentou implantar no Brasil no governo FHC, período em que os governantes e seus ideólogos não mediram esforços para difundir a cultura privatista, elitista e autoritária dominante. As políticas sociais de FHC, que se constituíram em instrumento de introdução da racionalidade mercantil na esfera pública, tinham como objetivo reduzir as redes de proteção social a um resíduo da solidariedade pública e preferencialmente privada para com os “miseráveis”.
Em vez de direito social, buscou-se difundir a idéia de ajuda aos pobres, na presunção doutrinária de que a pobreza é tão natural como a ocorrência de laranjas e felinos, e não um produto social, resultante da determinada correlação de forças entre Estado, sociedade e agentes privados. Em vez do reconhecimento público do direito à satisfação de determinadas necessidades sociais, o que se buscou com FHC foi fazê-las refluir para o âmbito privado e individual.
Assim, o direito ao acesso a respostas públicas como condição universal de realização da cidadania foi reduzido ao modelo caricato da subsidiariedade, que somente admite a regulação estatal em último caso; quando ocorrer, por exemplo, a ausência de capacidade da família ou da comunidade de prover tais necessidades. Reduz-se a responsabilidade pública à condição da esmola, para que os indigentes possam sobreviver. Como conseqüência de um tal enfoque, os serviços voltados para os mais pobres tornam-se ainda mais precários, num circulo vicioso perverso, em que a má qualidade e a cobertura deficiente das políticas sociais passam a ser mais um agravante da miserabilidade.
Que o sapateiro não vá além das sandálias: eis o preconceito contra os pobres que se lê por detrás da enxurrada de críticas levianas difundidas pelos “falcões do colunismo”, em dissintonia com a opinião pública brasileira e mundial, que enxerga no Bolsa-Família o mais consistente programa de governo voltado para a realização do direito à cidadania plena.
A combinação entre movimentos sociais, democracia política e democracia social consolida a adoção pelo Brasil das políticas sociais de terceira geração. Este será o maior legado do governo Lula.

Rui Falcão, advogado e jornalista, 64 anos, é deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores. Foi deputado federal, presidente do PT e secretário de governo na gestão Marta Suplicy.
Fonte:PT
Blog República Vermelha
CPI DA PEDOFILIA; CONVOCAÇÃO DO SENADOR ARTHUR VIRGILIO, JÁ!
Conforme noticia a revista CartaCapital desta semana, o Senado instalou na quarta-feira passada, dia 19, a CPI da Pedofilia, de autoria do senador Magno Malta, do PR(ES).Acredito que se houver uma investigação profunda não sobrará pedra sobre pedraPois bem, a pergunta que não quer calar.Será que o valente senador Arthur 3% Virgilio vai ser intimado para prestar escalrecimentos obre esse crime estúpido, hediondo contra os menores de idade?Bem, acredito que o que não faltam são motivos para Arthur Virgilio ser convocado.
TSE confirma multa de R$ 21 mil ao senador José Agripino Maia (DEM-RN) e à TV Tropical por propaganda antecipada
O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em decisão unânime, desproveu (negou) Agravo Regimental interposto pelo senador José Agripino Maia (DEM-RN) e pela TV Tropical contra o pagamento de multa no valor de R$ 21.282,00, a cada um, pela realização de propaganda extemporânea (fora do período permitido) nas eleições de 2006. O julgamento confirma decisão monocrática do relator do Recurso Especial (Respe) 26329, ministro Carlos Ayres Britto, que manteve a multa determinada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN). Com o Agravo Regimental, o senador Agripino Maia, que é líder do Democratas no Senado, e a TV Tropical pediram reconsideração do entendimento do ministro-relator ou o julgamento da matéria pelo Pleno do TSE.
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http://agencia.tse.gov.br/sadAdmAgencia/index.jsp?null

VEJA fabrica dossiê e diz que foi governo quem fez
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Charge do Bessinha

Está charge existe graças ao César Maia, o prefeito maluco do RJ, omisso, irresponsável, incompetente
Blog do Alê
Política industrial prevê R$ 251 bi para 24 setores
Valor Econômico - A nova política industrial que o governo vai anunciar nos próximos dias, batizada de "Política de Desenvolvimento Produtivo", prevê investimento de R$ 251,6 bilhões em 24 setores da economia entre 2008 e 2010. Desse total, R$ 210,4 bilhões virão do BNDES e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). O governo também estuda medidas de desoneração tributária e de depreciação acelerada de investimentos

CUT responde editorial do Valor
Na edição desta segunda-feira (24), o jornal Valor Econômico publicou editorial intitulado "A administração não pode ser refém do sindicalismo". O presidente da CUT enviou carta ao jornal em resposta ao texto. Leia a íntegra da carta assinada por Artur Henrique:
É verdade que o movimento sindical tem registrado conquistas importantes, fruto de mobilização, capacidade de proposição e de negociação. Isso mostra acertos de nossas lutas.
O jornal Valor Econômico cita como exemplos dessas conquistas a política de valorização do salário mínimo, que a pressão do movimento sindical nos últimos cinco anos fez resultar no maior poder de compra do mínimo nos últimos 40 anos, e a correção da tabela do Imposto de Renda. Temos orgulho desses avanços que beneficiam milhões de brasileiros, grande parte deles não filiada a sindicatos. Consideramos positivo que a imprensa, de alguma maneira, lembre-se de nos vincular a esses fatos e de registrar que resultam de nossa busca por um desenvolvimento econômico sustentável, que valorize os trabalhadores, distribua renda e fortaleça o mercado interno.
Isso não significa, nem de longe, que os sindicatos são os maiores beneficiados no governo Lula. Salário mínimo valorizado e redução na carga do Imposto de Renda beneficiam os trabalhadores.
A economia cresce como um todo. A elevação do Produto Interno Bruto (PIB) em 2007 atingiu 5,4%, o maior desde 2004, equivalente a R$ 2,6 trilhões. O comércio varejista obteve em 2007 o melhor resultado desde o início da Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, em 2001. A taxa de volume de vendas ficou em 9,6% se comparada ao ano de 2006, e de 11,8% para a receita nominal de vendas. A indústria registrou expansão de 4,9% em 2007, puxada pela indústria de transformação. Tais resultados se devem em grande parte à elevação de renda que o movimento sindical ajudou, e muito, a construir. Ainda há o setor bancário, que em 2007 novamente superou o lucro de anos anteriores.
O artigo do Valor Econômico peca especialmente ao listar medidas que teriam sido barradas pelo movimento sindical. A CUT não impediu a reforma sindical mas, ao contrário, lutou muito por ela especialmente durante o Fórum Nacional do Trabalho, a despeito de resistências vindas, inclusive, das entidades empresariais. Chegamos a um projeto de consenso e, então, a proposta encalhou no Congresso Nacional e lá permanece. Isso não nos impede de continuarmos construindo alternativas para modernizar a estrutura sindical brasileira – o fim do imposto, como se verá adiante, é um dos passos dessa caminhada.
Não é justo, tampouco, afirmar que barramos a desoneração da folha de pagamento. Os próprios jornais afirmaram, quando da apresentação da proposta de reforma do governo, que o movimento sindical se opôs, isso sim, à diminuição linear, pura e simples, da contribuição patronal para a Seguridade Social. O que propomos, há muito, é que a contribuição se dê sobre o faturamento e não mais sobre a folha, o que desonerará setores produtivos e que geram muitos empregos, protegendo ao mesmo tempo as receitas da Seguridade.
Queremos a desoneração da folha e mudanças na estrutura tributária que beneficiem o setor produtivo. Temos mais propostas para tanto e estamos abertos ao diálogo para consolidar a mudança necessária.
Já as conquistas recentes dos servidores federais – que o Valor classifica como tratamento "a pão-de-ló" – não são benesses, mas respostas a uma ação sindical constante e frutos do entendimento de que é preciso reorganizar e valorizar o serviço público como formas de fortalecer o papel do Estado num processo de desenvolvimento. Quanto às greves nos últimos anos, esclarecemos que não se deram por ambiente mais favorável que em outras épocas – se assim fosse, o número de paralisações no serviço público teria sido diminuto em outras gestões.
Nesse sentido, reafirmamos ser uma tolice inútil e autoritária a defesa de uma lei antigreve, em qualquer setor. A negociação coletiva permanente, que será consolidada a partir da ratificação da Convenção 151, é a maneira civilizada e madura de aprimorar a relação entre os governos e seus trabalhadores. Com a participação de usuários no sistema de negociação – como defende a CUT –, a medida vai aperfeiçoar o serviço público e valorizar os servidores e os demais contribuintes.
Outra afirmação que merece repúdio é a de que a eleição de representantes dos trabalhadores para participar dos conselhos de administração das estatais é uma idéia descabida. Para nós, ampliar a democracia e o controle social da gestão pública são valores fundamentais. No setor privado, aliás, a eleição de representantes dos trabalhadores para os conselhos já acontece em diversas empresas.
Por fim, a citada atualização da Consolidação das Leis do Trabalho. Reafirmamos que atualização não pode ser confundida com maior precarização das relações de trabalho ou retirada de direitos. Números recentes da economia mostram 23 trimestres de crescimento contínuo andando lado a lado com recordes na geração de empregos formais, confirmando que direitos trabalhistas combinam com desenvolvimento.” Artur Henrique, presidente nacional da CUT
CUT (www.cut.org.br)

24 março 2008

http://desabafopais.blogspot.com/

CUT entra com pedido para suspender leilão da Cesp
Agencia Estado
SÃO PAULO - O Sindicato dos Trabalhadores Energéticos do Estado de São Paulo, filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT) e conhecido como Sinergia CUT, ajuizou hoje ação popular com pedido de liminar na Vara da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo contra o leilão da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), marcado para a próxima quarta-feira (dia 26). O principal argumento da ação, segundo a CUT, é a avaliação do valor da empresa. Especialistas contratados pelo sindicato, cujos nomes não foram fornecidos pela CUT, avaliaram a Cesp em R$ 21 bilhões, acima, portanto, do valor calculado pelo banco Citibank para a companhia, de aproximadamente R$ 15 bilhões."Consideramos a privatização da Cesp inconstitucional. Trata-se de um patrimônio do Estado de São Paulo que não causa prejuízo, não há motivos para ser vendido", afirmou o presidente da CUT, Edílson de Paula. "O governo deveria suspender o leilão e abrir uma discussão sobre o assunto, promover um diálogo aberto sobre a entrega do setor de energia do Estado de São Paulo à iniciativa privada", acrescentou.

Celso Amorim participa nesta segunda do programa Roda Viva
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, estará ao vivo no centro do Roda Viva, nesta segunda-feira (24), às 22h40, com apresentação do jornalista Carlos Eduardo Lins da Silva, na TV Cultura.
Na ocasião, deverão ser abordados, entre outros assuntos, a situação política da América do Sul com a crise diplomática entre Colômbia, Venezuela e Equador; as eleições para presidência dos Estados Unidos; a crise econômica do mercado imobiliário americano; e o controle da entrada de cidadãos espanhóis no Brasil.
O programa será apresentado ao vivo, nesta segunda-feira, às 22h40.
Agência Informes (
www.ptnacamara.org.br)

PCdoB prepara grande festa de 86 anos em Porto Alegre
Na próxima sexta-feira, dia 28, o PCdoB prepara grande festa em Porto Alegre para marcar seus 86 anos. O encontro tem outra motivação especial: a mobilização dos comunistas, amigos e apoiadores do projeto eleitoral do partido para este ano na capital gaúcha, com a candidatura da deputada Manuela D´ávila à prefeitura. A comemoração também coincide com a semana de aniversário da cidade.
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Obras do PAC: Petistas também rebatem setores da mídia e da oposição
Integrantes da bancada do PT na Câmara rebateram nesta segunda-feira (24) setores da grande mídia brasileira e da oposição por associar obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) ao ano eleitoral. Segundo os parlamentares, é inadmissível que o governo seja alvo de críticas simplesmente por elencar uma séria de ações estruturantes para a economia brasileira. "O governo federal não está disputando eleições. A oposição vai chiar e espernear, mas as obras do PAC não vão parar", afirmou a deputada Iriny Lopes (PT-ES
Iriny analisou que todos os investimentos do governo são de longo prazo, por isso é bom que a oposição se acostume com a idéia de investimentos até o final do governo Lula. "O PAC foi lançado em março de 2007. São obras de longo prazo que demandam tempo. A oposição age por puro desespero porque nunca imaginou que um operário pudesse realizar tantos avanços na vida de um país", disse Iriny.O deputado Fernando Ferro (PT-PE) lembrou que a oposição já teve diversas oportunidades para governar bem o país, mas como isso não ocorreu, fica tentando desestabilizar o governo do presidente Lula. "A falta de projetos e de alternativas para o crescimento econômico está levando a oposição para um beco sem saída. Eles estão criticando porque o presidente está fazendo, quando na verdade deveriam criticar se houvesse ausência de projetos", reclamou.
Ferro negou que haja direcionamento político dos investimentos, sugerida por setores da imprensa, e acusou alguns deles de tentar golpear o governo. "É uma crítica infundada. Basta fazer um levantamento de todas as obras e investimentos para se constatar que não há direcionamento político. Estamos longe de eleições presidenciais, imagina quando estivermos mais próximos. Estamos assistindo uma oposição desesperada associada a alguns setores da imprensa golpista", afirmou.O deputado Carlito Merss (PT-SC) também rebateu as críticas e lembrou que o governo Lula conseguiu dar um novo rumo ao Brasil. "Como a oposição não tinha programa, a não ser vender o país, estão desesperados. Vamos continuar com as obras do PAC e com os demais programas. Vamos continuar fazendo o que o povo precisa", adiantou. Carlito disse que participou de lançamento de obras do PAC na semana passada em Florianópolis que tem a prefeitura sob comando do PSDB o que, segundo o petista, "desmente acusações de direcionamento político" de investimentos.
Na avaliação do deputado Décio Lima (PT-SC), o governo não pode abrir mão da sua governabilidade em função de acusações infundadas. " O PAC é um projeto de ações tão grande que a oposição fica sem armas para tentar convencer a população. O Brasil está crescendo, estamos dividindo o bolo, só sobrou para a oposição o vazio das críticas", afirmou o petista.
Agência Informes (www.ptnacamara.org.br)
ESPETÁCULO DO CRESCIMENTO
Setor de shoppings prevê mais 32 unidades até 2009
São Paulo irá concentrar 40% dos novos empreendimentos, diz associação do setor
Total no país deve chegar perto de 400 no final de 2009; setor é impulsionado pela expansão do crédito e do consumo das famílias

Impulsionada pelo aumento do crédito e do consumo das famílias, a indústria de shopping centers prevê a construção de 32 novos empreendimentos até o fim de 2009, segundo dados da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers). Cerca de 40% das novas unidades serão construídas no Estado de São Paulo. Com as construções, o total de shoppings no país chegará a 399 no fim do próximo ano.Estudo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) afirma que o setor vive hoje uma fase de consolidação, proporcionada pela entrada de investimento estrangeiro e pelo processo de abertura de capital.Os novos investidores que aplicaram recursos no setor apostam no crescimento da renda da classe média no Brasil. Estudo do banco Goldman Sachs, citado pelo BNDES, afirma que a classe média brasileira deve dobrar de tamanho até 2015, o que teria impacto significativo no mercado e nos padrões de consumo.Essa nova "febre de shoppings" é puxada pelo aumento do poder de compra das classes C e D. Com isso, o setor ganhou espaço para o desenho de projetos voltados para "a nova classe média", com maior apelo popular e também para a classe A, em que o fluxo de clientes é menor, mas o tíquete médio das compras é mais elevado. Para o administrador, o que muda em cada projeto é a mistura de lojas, desenhado para agradar ao gosto e caber no bolso de cada tipo de cliente.
O PAC NÃO VAI PARAR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou nesta segunda-feira (24) que a liberação de recursos para obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) tenha cunho eleitoreiro. A declaração foi dada no programa semanal de rádio "Café com o Presidente", um dia após a divulgação de reportagem da "Folha de S.Paulo", de que o governo driblou o veto da lei eleitoral a repasses para novas obras nos três meses que antecedem a escolha dos prefeitos para listar, por decreto, quase 1.800 ações do PAC em mais de 1.000 municípios."Ora, é no mínimo uma coisa que me deixa indignado. Ou seja, o governo não está disputando nenhuma eleição. Não tem eleição para presidente da república e não tem eleição para governador. O programa é um programa que o governo federal anunciou com dois anos de antecedência e esse dinheiro agora está gerando aquilo que nós queríamos que ele gerasse: emprego e melhoria na vida das pessoas. E nós, quando vamos a uma cidade, eu não quero saber se o prefeito é candidato a reeleição, se o prefeito é do PFL, se o prefeito é do PT ou do PSDB", afirmou o presidente Lula, em seu programa de rádio.Lula disse ainda que continuará, nesta semana, a percorrer cidades que receberão as verbas do PAC, e que irá até o limite do permitido pela legislação eleitoral para promover a destinação de recursos, estimados em R$ 40 bilhões, para financiar obras de saneamento e infra-estrutura básicos, habitação e saúde, entre outras. "Nós vamos continuar viajando o Brasil porque acho que é imprescindível que o povo tenha estes investimentos começando a produzir os efeitos agora. Nós sabemos que a partir de junho nós não podemos mais fazer convênio, mas os convênios que já foram feitos antes de junho, eles terão que ser executados porque é um absurdo imaginar que as prefeituras têm que parar", afirmou Lula."Crise internacional não vai chegar ao país"Lula descartou ainda que a crise financeira, iniciada no mercado imobiliário norte-americano e que mostra seus reflexos nos mercados de vários países chegue ao Brasil. Apesar da volatividade das Bolsas nacionais, o presidente crê na "diversificação" da economia nacional como garantia de que o país não terá problemas."A crise não chegou no Brasil e nós trabalhamos com a hipótese de que a crive não vai chegar. Primeiro porque o sistema financeiro brasileiro não está envolvido nos títulos imobiliários americanos. Segundo porque o Brasil está com a sua economia sólida e sustentada muito no seu crescimento interno e, depois, numa política de exportação muito forte. A terceira coisa é que nós diversificamos o nosso mercado exportador. Nós hoje não dependemos apenas de um ou de outro país. Nós temos uma grande exportação para toda a América Latina, para a África, para a Europa, para os Estados Unidos, para a Ásia, para o Oriente Médio. Essa diversificação dá ao Brasil uma certa garantia de que nós não teremos problemas", disse o presidente.
É isso mesmo presidente Lula, mata de raiva a PIG e a oposição.
PIG E OPOSIÇÃO SÃO SEM NOÇÃO
PIG acha que o presidente Lula tem que parar de governar. Este ano tem eleição para prefeitos, então por isso o presidente Lula tem que parar de governar.Ele não é candidato a nada, ele é o presidente eleito do Brasil em uma votação histórica. Mas a PIG acha que ele tem que parar de governar. Ele não pode em ano de eleição fazer com que o PAC beneficie milhões de pessoas. Milhões de pessoas que esperam a décadas por uma vida melhor, mais digna. Diz a PIG que o PAC é um programa eleitoreiro. Aonde se viu beneficiar milhões de pessoas, a grande maioria pobre, moradores de favelas, moradores da zona rural ? Que negócio é esse de aumentar a geração de emprego e renda , em ano eleitoral? Aonde se viu um presidente beneficiar jovens carentes para eles freqüentarem a escola, para eles estudarem, em ano eleitoral, ao invés de ficarem perambulando pelas ruas, e serem aliciados por traficantes? Que negócio é esse de ajudar o RJ no combate a dengue em ano eleitoral, ação que foi negligenciada pelo prefeito César Maia , que está causando a morte de muitas pessoas? Pela PIG, pela oposição, o presidente Lula neste ano de 2008, ano de eleição para prefeito, Lula deveria sair de férias, tirar o ano para não fazer nada. O presidente atualmente se elege para 4 anos de mandato, mas pela PIG e oposição ele só deve governar 2 anos. Nos anos de eleição ele deve se abster de governar, ele não pode beneficiar milhões de pessoas, não pode manter a economia estável, sólida. Não pode fazer o país crescer, ter recorde de empregos, recorde de produção, vendas. Ano de eleição, para que a oposição volte ao poder tem que parar o país, segundo a PIG e a oposição, nada de beneficiar milhões de brasileiros, nada de fazer o Brasil uma nação soberana de todos.
Jussara Seixas


CPI DOS CARTÕES: A RETIRADA TÍPICA APÓS O TIRO SAIR PELA CULATRA
A estratégia de recuo da oposição, após o tiro da CPI dos cartões corporativos sair pela culatra, já foi colocada em prática. Já havia prenúncios de reviravolta desde o início. Logo após os primeiros momentos de eufórica ilusão de conseguirem um novo escândalo contra o governo Lula, começaram a aparecer irregularidades com cartões em governos tucanos (Serra e outros) em proporções muito maiores dos que as apontadas pela oposição contra Lula. Quando a oposição pensava em somente investigar o atual governo, a CPI estabeleceu como escopo também investigar o correspondente aos cartões no governo FHC/PSDB/PFL (as contas tipo B). Há muito tempo, já é notório que o faustoso comportamento e os grandes gastos palacianos dos tempos FHC ofuscam o estilo mais simples de Lula. Um plano de retirada honrosa teve que ser desencadeado.Como primeiro passo, a revista Veja esta semana lançou uma reportagem dentro das suas características tradicionais.
Leia mais aqui:
Será que a Folha quer ser a Veja da grande imprensa?
Pela vontade deste jornal, o presidente Lula está impedido de viajar para lançar o PAC. Mesmo que tal programa beneficie indistintamente, não só cidades governadas pela base governista como também aquelas cujos prefeitos são seus adversários políticos.Cabe destacar no entanto, que a cidade mais beneficiada será o Rio de Janeiro, do César Vaia, seguida de São Paulo. Para a Folha, a natureza das obras, saneamento e habitação popular, não tem nenhuma relevância para as populações mais pobres dessas cidades.Veja abaixo, um trecho da matéria da Folha.PAC privilegia 158 cidades no ano eleitoralO governo Lula driblou o veto da lei eleitoral a repasses de recursos para obras novas nos três meses anteriores à eleição municipal e, sem alarde, listou por decreto quase 1.800 ações do PAC que terão gastos liberados na reta final, informa Marta Salomon. A lista de projetos tratados como prioritários, de transferência obrigatória, é liderada por saneamento, urbanização de favelas e construção de casas.
FHC SUMIU
Cadê o FHC, para dar entrevista, ele adora uma entrevista na PIG, e explicar 180 champanhe francesa, caviar, ingressos de teatros com os cartões corporativos no seu desgoverno? Seja lá quem tenha vazado, já vazou, agora tem que apurar os fatos.

Charge do Bessinha
"Trabalho com muita vontade para fazer sucessor", diz Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que trabalha com muita vontade para fazer sua sucessão na Presidência nas eleições de 2010. "Se alguém acha que, pelo fato de que não sou candidato, não vamos ganhar as eleições, pode começar a se preocupar. Eu estou trabalhando com muita vontade de fazer minha sucessão."
Em entrevista à jornalista Maria Lydia para o programa "Em Questão", da Gazeta, o presidente ressaltou que é contra a reeleição e que vai lançar um candidato para sua sucessão. "Sou contra o terceiro mandato. Mais do que ético, é um valor democrático. A gente não pode brincar com a democracia. [Em 2006], fui candidato porque a lei [que permitiu a reeleição] foi aprovada. Mas não fui eu quem aprovei", disse.
"Eu não tenho candidato porque eu trabalho com a seguinte idéia: acho que a base que sustenta o governo hoje tem que lançar uma candidatura", completou. Lula aproveitou para negar uma aliança com o PSDB na eleição de 2008.
"Acho impossível. Teoricamente, era para o PT ter uma belíssima relação com o PSDB. Eu tenho boa relação com Serra, com Aécio, com todos os governadores do PSDB. Trato eles com o maior carinho. Eu estou fazendo com o Serra o que o [ex-presidente] Fernando Henrique Cardoso não fez com [o ex-governador] Mário Covas. Não há possibilidade de não sermos amigos de que está governando."
Reforma tributária
O presidente foi questionado sobre a proposta de reforma tributária. "A reforma tributária não é um projeto do governo. Quero que a reforma seja encarada como necessidade de civilizar o Brasil, de fazer com que diminua a carga tributária e aumente a arrecadação", afirmou.
Contudo, é difícil "contentar 27 governadores, 6 mil prefeitos, deputados e empresários", se referindo à tramitação da proposta no Congresso.
A oposição defende que a reforma tributária seja votada no primeiro semestre, mas cobra do governo a redução no número de medidas provisórias (MPs) para viabilizar a discussão da reforma.
Questionado sobre as MPs, Lula defendeu seu uso, mas aceitou as críticas do Congresso de que elas trancam a pauta e dificultam a atuação do Legislativo. "Quem estiver na cadeira de presidente, vai adorar as MPs, porque quando aprovada, ela passa a valer", afirmou.
"Eu quero que o Congresso encontre a melhor forma [de trabalho] para que o governo não precise editar medida provisória. Estou convencido de que o Congresso está correto quando defende o direito de ter liberdade legislativa, mas é preciso achar o ponto de equilíbrio."
"Em 2001, o pessoal entendeu que trancar a pauta resolvia um problema [no legislativo]. Sete anos depois, entenderam que isso não resolve mais o problema", completou Lula.
Economia
O presidente falou bastante sobre o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e sobre a atual situação econômica do país. "O Brasil está na situação mais confortável do que já esteve em sua história. O Brasil quase quebra duas vezes. Estamos com uma séria solidez. Nós temos quase US$ 200 bilhões de reservas", afirmou.
Ele se referia à situação de credor externo à qual o Brasil se converteu. No começo do mês, os ativos em moeda estrangeira do país, basicamente as reservas internacionais, superaram toda a dívida externa brasileira. Segundo estimativa do Banco Central, a dívida total para o mês passado era de US$ 196,2 bilhões.
"O brasileiro está vivendo um momento de autoestima que há muito tempo não vivia. As pessoas estão adquirindo poder de compra. As pessoas estão consumindo. Isto me deixa feliz."
"Estamos fazendo o que deveria ser feito na década de 1950, de 1960. O Brasil sempre foi governado para um pequeno pessoal, mas nós queremos priorizar a grande massa da população."
Lula disse que "quando ganhamos eleições acharam que o Brasil ia quebrar. Hoje, o Brasil cresce 5,4% no PIB (Produto Interno Bruto). O emprego tem recordes a cada mês. Nós pagamos o FMI", completou.
No fim da entrevista, Lula agradeceu e revelou o que pretende fazer quando deixar a Presidência. "Estou pedindo a Deus para esse dia chegar. Não vou parar de fazer política, está no meu sangue. Mas não quero mais aquela militância que tive na construção do PT", afirmou. "Que deus ajude quem vier depois de mim e que faça muito melhor."

23 março 2008


Desejo a todos os leitores e amigos uma ótima Páscoa.

Paz
Amor
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Jussara Seixas