09 fevereiro 2008

Blog do Alê
Sem mensalão, sem recessão e sem apagão, oposição apela para o cartão
Reproduzo aqui o post do jornalista Hayle Gadelha em seu blog. A blogosfera está dando uma lição de cidadania.
Às vezes sinto uma espécie de pena desses combativos militantes da Oposição. Eles não conseguem emplacar nada na vida. O mensalão, o grande momento que eles viveram, não pôde se transformar em vitória eleitoral. Pior: contribuiu para desgastar as CPIs e a imagem de todos os políticos - inclusive os que militam em suas hostes. Passaram a apostar em um baixo crescimento econômico do país, pediram ALCA, berraram para que o Brasil deixasse de ser BRIC, mobilizaram toda a imprensa contra a política econômica vigente - e o Brasil acabou transformando-se em exemplo para o mundo.
Leiam o texto no blog:

Serra tem engatilhada uma megaprivatização
http://grupobeatrice.blogspot.com/
MÍDIA ESGOTO


http://desabafopais.blogspot.com/
Em São Paulo, cartão do governo Serra, consome R$ 35 mi em compras miúdas
da Folha de S.Paulo
Das fraldas da Secretaria da Administração Penitenciária a molduras para quadros da Secretaria do Meio Ambiente, o cartão de pagamento de despesas adotado pelo governo do Estado de São Paulo dá a senha para a mais variada lista de compras. Sob a rubrica "despesas miúdas e de pronto pagamento" e "outros materiais de consumo", compra-se de tudo: das lojas de flores e doces da Secretaria da Fazenda a assadeiras da Secretaria da Segurança.
Anteontem, o chefe da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, disse que o uso dos cartões era limitado ao gasto de "combustível, diárias e vale-transporte".
Segundo dados fornecidos pela própria Secretaria da Fazenda, o item despesas miúdas e de pronto pagamento consumiu R$ 30.479.438,11 dos R$ 108.384.268,26 gastos com cartão de débito no ano passado.
Ainda de acordo com os dados da secretaria, o item "outros materiais de consumo" representa R$ 4.641.401,81 dos gastos com cartão. Pelo modelo adotado, cada servidor é encarregado da compra de produtos específicos e seu cartão só funciona em estabelecimentos credenciados para esses fins.
Apesar das restrições, a lista de estabelecimentos registrada no Sigeo (Sistema de Informações Gerenciais da Execução Orçamentária) inclui de lojas de fantasias (Barão das Mágicas) a de objetos para decoração, como R$ 977 gastos pela Casa Civil na Presentes Mickey. Em 5 de novembro, a Secretaria da Segurança gastou R$ 110,20 na loja Barão das Mágicas, especializada em fantasias. Segundo a secretaria, o dinheiro foi destinado à compra de kit de maquiagem para ação social com crianças.
Entre as aquisições da Secretaria da Segurança, o Comando de Policiamento de Choque fez uma compra na loja Mundo das Cozinhas. Segundo a loja, foram duas assadeiras, nos valores de R$ 26,91 e R$ 29,74 e uma colher perfurada, por R$ 10,13. O total de R$ 66,78 teve R$ 16,78 de desconto. A outra compra na loja foi de R$ 269, em 9 de outubro. Segundo o Sigeo, a secretaria gastou mais de R$ 12 mil em lojas especializadas em brinquedos e jogos.
A Secretaria da Administração Penitenciária usou o cartão do Estado em lojas de fraldas, açougues, docerias e anúncios de jornal. Segundo relação de 2007, a secretaria gastou R$ 212,50 em duas lojas especializadas em fraldas de bebê e geriátricas, a Campfraldas e a Casa Fraldas São Paulo: R$ 30,50 e R$ 182, respectivamente.
Ainda segundo levantamento feito pela liderança do PT na Assembléia, a secretaria gastou R$ 140,09 na Di Presentes, R$ 39 na loja de jogos eletrônicos, informática e música Diniz Disco, R$ 248 na Distribuidora de Guarda-Chuva Amazônia.
Um funcionário da Di Presentes informou que a secretaria comprou uma lata de lixo de cem litros, com pedal e tampa basculante, para a penitenciária de Guarulhos. Segundo a Bazar CCA, foram adquiridos coadores de flanela.
O cartão serviu para o pagamento da publicação de anúncios de licitação no jornal "Agora", editado pela Empresa Folha da Manhã S.A., que publica a Folha. Foram 11 faturas em 2007 (total de R$ 18.275,70).
Ainda segundo levantamento feito no Sigeo, a lista inclui livrarias e lojas de decoração, cosméticos, festas e até importadoras. Entre os gastos da Secretaria do Meio Ambiente, há um pagamento de R$ 49,90 na Luck Brinquedo. Também aparecem R$ 735,25 na livraria Fnac, em cinco compras, e R$ 606,77 na Livraria Cultura, em sete compras. Aparece um total de R$ 1.146 na Lavanderia Brilhante, em sete serviços.
Também há três compras que totalizam R$ 1.520 na Vitrais Assu. Segundo informação obtida na loja, o dinheiro se destinou a molduras. Há compras ainda na Panificadora Vipão (total de R$ 408, em quatro compras) e na padaria Letícia Arte Talento, onde sete compras somaram R$ 711,54.
Segundo o levantamento, a Secretaria do Emprego gastou cerca de R$ 4.000 em compras numa importadora, especializada em frios, de Araraquara.
Como o Estado não dispõe de sistema aberto para consulta dos dados, os números foram obtidos na liderança do PT na Assembléia Legislativa.
MATERIAL DE LIMPEZA? ME ENGANA QUE EU GOSTO
Vamos e venhamos, esse pessoal do PSDB do Serra nos toma por perfeitos idiotas. Eles meteram a mão grande no dinheiro público durante os 8 anos de FHC, as mesmas mão grandes que estão em SP há 13 anos. O governo Serra soltou uma nota na FSP que, entre as justificativas injustificáveis para uso dos cartões corporativos, tem essa pérola: "A Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho afirmou, por intermédio de sua assessoria, que as compras na Casa Deliza, especializada em frios e importados, se destinam à compra de material de limpeza." Pois bem, fui verificar essa loja na internet, fica em Araraquara e é uma loja finíssima de venda de produtos importados. Vinhos, queijos, frios, cestas e kits das melhores guloseimas e bebidas. Nada no site da loja indica que ela vende material de limpeza, mas se vendesse seria muito mais caro do que em um grande supermercado ou atacadista de material de limpeza. Seria mau uso do dinheiro público de uma forma ou de outra. Além disso, para compra de material de limpeza não é necessária uma licitação? Ou havia algo muito sujo no governo Serra, tão sujo que precisava de limpeza urgente? Verifiquem vocês mesmos, o endereço da loja é:

Casa Deliza Frios & Importados
Rua Major Carvalho Filho, 2133 - Jd.Primavera
CEP 14802-412 - Araraquara - SP
Tel.:(16) 3331-3100
www.casadeliza.com.br
Jussara Seixas


"Época" se torna tablóide tucano
Mais uma chantagem jornalística da Família Marinho saiu nas páginas da revista Época. Dessa vez contra o ex-ministro José Dirceu. Os "Marinhos" são de ULTRA-DIREITA e sabotam diariamente o Governo Lula através da REDE GLOBO, JORNAL O GLOBO, RÁDIO GLOBO, RÁDIO CBN e REVISTA ÉPOCA.

KASSAB E JÂNIO

Separados no nascimento

08 fevereiro 2008


PT de São Paulo quer CPI para investigar cartões do governo de José Serra
A Bancada do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo vai pedir uma CPI para investigar os gastos com cartão no governo tucano de José Serra. O deputado Simão Pedro anunciou nesta sexta-feira (8) o início da coleta de assinaturas para protocolar o pedido.
Em nível nacional, os tucanos querem investigar os gastos com cartões no governo Lula, mas têm medo que a investigação se estenda para a administração Fernando Henrique, conforme CPI proposta pela base aliada do governo no Senado.
As informações sobre o uso de cartões também em São Paulo foram publicadas ontem pelo site do jornalista Paulo Henrique Amorim, o Coversa Afiada. Os demais veículos de comunicação, até aquele momento, não haviam tocado no assunto. Hoje a notícia foi destaque em dois grandes jornais diários.
Os cartões de Serra atingem 47 modalidades de gastos e consumiram, em 2007, R$ 108.384.268,26 dos cofres públicos de São Paulo.
Desse total, cerca de R$ 48 milhões (44,58%) foram saques em dinheiro. Os dados constam no Sigeo (Sistema de Informações Gerenciais da Execução Orçamentária).
Diferentemente do governo federal, que lançou um portal para registro dos gastos, o Estado não oferece um sistema aberto com essa descrição.
No mesmo período, os gastos do governo federal com os chamados cartões corporativos somaram R$ 75,6 milhões.
Os dados mostram compras de R$ 6.500 numa churrascaria, R$ 977 em uma loja de presentes, R$ 597 com acessórios para casa, além dos R$ 48,3 milhões em saques. Segundo o governo paulistano, os dados não descrevem, necessariamente, o objeto da compra realizada com o cartão de débito.
Em nota, o governo tucano disse que seus cartões não são corporativos e que nenhum servidor pode usá-lo para gastos pessoais. A forma de pagamento serve para despesas feitas pelo Estado no dia-a-dia e para gastos específicos. Por exemplo, o cartão de combustível só pode ser usado para esse fim.
Os petistas querem saber a necessidade dos saques. Um funcionário da Secretaria da Saúde, por exemplo, fez mais de 10 saques de R$ 250 mil cada. "Até ontem não tínhamos acesso a essas informações", disse Simão Pedro por meio de sua assessoria.
Leia também:
Governo Lula garante transparência e controle social dos gastos públicos
“Tapioca” do Serra tem cocada
“R$ 90 no Bia Games (em que será que o Governo Serra joga tanto ? Será o "Counter Strike" ?
. R$ 219 na Tapeçaria Dois Irmãos. (Deve ser a reforma do Palácio Bandeirantes.)
. R$ 460,52 na Billar & Billar. (Êpa ! O que será isso ?)
. Tem R$ 147 na Recanto do Fazendeiro.
. Uma funcionária da Secretaria da Saúde gastou R$ 5.910 no aluguel de um carro no dia 18/05/2007. Num dia ??? Será que ela foi a Zurich ?
Será que ela alugou uma daquelas ambulâncias do Serra ?
. E o MAIS GRAVE: outra funcionaria da Secretaria de Saúde fez ONZE SAQUES ACIMA DE 200 MIL REAIS E UM SAQUE ACIMA DE 190 MIL REAIS !!!
. Será que é em "Vale Transporte" ?????
. Isso não merece uma CPI ?”
Paulo Henrique Amorim / Conversa AfiadaMatéria Completa, ::Aqui::
Tem marmelada, tem angú, tem caroço nesse angú, tem mingau. E muitas mãos grandes.

Bolsa Família se espalha pelo mundo e é copiado até em Nova York
A edição desta semana da revista britânica "The Economist" publica uma reportagem sobre o Bolsa Família e afirma que o programa social do governo brasileiro "está ganhando adeptos em todo o mundo"."Os governos do mundo inteiro estão olhando para este programa", diz Kathy Lindert, do escritório do Banco Mundial em Brasília, à revista. A "Economist" afirma que iniciativas semelhantes estão sendo testadas em larga escala em outros países da América Latina e cita uma versão mais refinada do Bolsa Família adotada em Nova York.De acordo com a reportagem, o Bolsa Família "contribuiu para o aumento na taxa de crescimento econômico do Nordeste acima da média nacional" e ajudou a "reduzir a desigualdade de renda no Brasil". A "Economist" destaca o aumento da presença escolar em Alagoas, onde metade das famílias recebe o Bolsa Família, e afirma que essa melhoria pode "ajudar o programa a atingir o objetivo de romper com a cultura de dependência ao garantir uma educação melhor para as crianças". Além da educação, a revista sugere que o programa do governo brasileiro também aumentou o poder de compra entre os mais pobres.Microcrédito A revista cita ainda outra melhoria na situação econômica dos menos favorecidos no Brasil, provocada pela oferta de microcrédito. A reportagem conta a história de duas famílias alagoanas que se beneficiaram do programa de financiamento e conseguiram abrir um negócio próprio e aumentar a produção de suas microempresas. A "Economist" diz ainda que, apesar do sucesso inicial do Bolsa Família, o programa enfrenta alguns problemas. O primeiro deles, afirma a revista, está relacionado ao temor de fraudes nas informações recolhidas por governos locais para determinar as famílias que têm o direito de receber o benefício. Segundo a reportagem, "15% dos governos municipais defendem a afirmação improvável de que 100% dos alunos estão freqüentando a escola 100% do tempo". Outro problema levantado pela revista é a preocupação de que o Bolsa Família se torne um programa permanente no governo brasileiro, e não apenas "um impulso temporário de oportunidades para os mais pobres". De acordo com a "Economist", ainda é muito cedo para identificar essa tendência, que dependerá da capacidade de melhoria das escolas públicas do país. Por último, a reportagem afirma que críticos acusam o programa de ser apenas um esquema para garantir votos nas eleições. Mas, segundo a revista, essa acusação é "injusta". Apesar dos problemas, a Economist conclui com um balanço positivo ao afirmar que o gasto "modesto" do governo brasileiro, que investe 0,8% do PIB (Produto Interno Bruto) no programa, está garantindo bons resultados para o país.
Com informações da BBC Brasil
No blog do Alê
IBGE: Produção industrial sobe 6,4% em dezembro e 6% no ano
Folha Online -A produção industrial subiu 6% em 2007, na comparação com o resultado verificado no ano anterior, informou nesta sexta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Este foi o melhor resultado desde 2004, quando atingiu 8,3%. Em 2006, a produção industrial havia crescido 2,8%.
No blog da Glória
O novo capítulo do dossiê "Veja"por Nassif
Novo texto da série sobre o jornalismo esgoto da Veja
Reserva de megacampo de Tupi pode ser muito maior
Sócios estrangeiros da Petrobras estimam reservas de até 30 bilhões de barris
Empresa brasileira havia anunciado expectativa de 8 bilhões de barris; ação da estatal sobe 3,3% com as novas estimativas
PEDRO SOARESDA SUCURSAL DO RIO
A produção de petróleo do megacampo de Tupi, na bacia de Santos, pode ser muito maior do que a anunciada. Sócia da Petrobras no projeto, a britânica BG informou ontem, em nota, que as reservas de petróleo e gás do campo, localizado na bacia de Santos, têm potencial para atingir de 12 bilhões a 30 bilhões de barris.Antes, a BG estimava as reservas entre 1,7 bilhão e 10 bilhões. A nova estimativa da BG, que tem 25% do campo, supera as projeções iniciais da Petrobras, que apontavam para um reservatório de 5 bilhões a 8 bilhões de barris. As previsões da petroleira britânica foram confirmadas pela portuguesa Galp, também sócia do empreendimento, em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários de Portugal. A Galp tem uma participação de 10% no projeto.Ao todo, as reservas da Petrobras no Brasil chegam a 13,9 bilhões de barris. Ou seja, se a estimativa de BG e Galp estiver correta, Tupi tem potencial para até dobrar o volume de óleo e gás que poderá ser extraído do subsolo brasileiro.O anúncio mexeu com os papéis da Petrobras. As ações ordinárias da petroleira brasileira tiveram alta de 3,31% ontem, num dia em que a Bovespa fechou estável (-0,01%).Procurada ontem, a Petrobras informou apenas que ninguém da empresa iria comentar o conteúdo dos comunicados das suas sócias em Tupi.A estatal brasileira é responsável pela operação do campo. Ou seja, fica a cargo da companhia desenvolver todos os projetos de perfuração de poços e de sistemas de produção (plataformas).A discrepância das estimativas da Petrobras e de suas sócias pode ser explicada por uma diferença de critério adotado. A estatal divulgou o volume de óleo recuperável, ou seja, possível de ser extraído do subsolo. Já as companhias européias anunciaram o volume total que existe sob o mar, que, em geral, não pode ser totalmente extraído.Maior descoberta da história da estatal, o campo está localizado na chamada camada pré-sal, nova e promissora fronteira exploratória do subsolo marinho brasileiro. A área se estende ao longo dos litorais dos Estados de Santa Catarina ao Espírito Santo (bacias de Santos, Campos e Espíritos Santo). Fica abaixo de uma espessa camada de sal -sobre ela se concentrava até agora a exploração de petróleo no Brasil.Quando anunciou o tamanho estimado da descoberta de Tupi, em novembro do ano passado, a Petrobras informou que a descoberta colocava "o Brasil como uma das mais importantes áreas petrolíferas do mundo". A estatal foi a única empresa do mundo a perfurar rochas na camada pré-sal.Para estimar a reserva de até 8 bilhões de barris de Tupi, a estatal perfurou e testou oito poços, analisando a qualidade e a quantidade do óleo (leve, de 28 graus).Com o objetivo de dimensionar a descoberta, a estatal programou para o segundo semestre deste ano um teste de produção de longa duração, com uma pequena plataforma alugada provisoriamente e capaz de extrair até 40 mil barris/dia.Ao final de 2010, a empresa espera alugar um sistema de produção de médio porte com capacidade de 100 mil barris/ dia, que irá operar no campo até que a plataforma definitiva fique pronta em 2013, quando a expectativa é atingir uma produção de 180 mil barris/dia.Em todas as perfurações realizadas na camada pré-sal, a estatal encontrou petróleo. No mês passado, anunciou uma grande descoberta de gás vizinha ao campo de Tupi. Em entrevista recente, o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, ressaltou que o sucesso exploratório nessa nova fronteira petrolífera era de 100%.Por esse motivo, o executivo defendeu a revisão do modelo de concessões, a fim de a União se apropriar de uma fatia maior das reservas. Sugeriu os mecanismos usados no Oriente médio, como os de produção compartilhada (onde parte fica com o Estado) e de prestação de serviços, pelo qual uma empresa é contratada para explorar o campo e é remunerada pela empreitada.
Com a Folha Online, no Rio, e o "Financial Times"

No blog Desabafo o País




Agravantes: O SERRA-Card é apenas para o Estado de São Paulo. Os Cartões do Governo Federal são para o Brasil inteiro. E agora MÍDIA GOLPISTA? R$ 75 milhões no Brasil inteiro continuou merecendo capas dos jornais de hoje. R$ 108 milhões só no Estado de São Paulo, nenhuma notícia. Nenhuma "curiosidade" em saber como são gastos 33 milhões a mais em SP do que no Brasil inteiro.

Charge do Bessinha
Transparência com cartão é menor em SP que na União
Servidores paulistas têm 42.315 cartões e gastaram R$ 108 milhões no ano passadoDespesas com cartão de débito não são divulgadas em site aberto na internet, como acontece com os gastos do governo federal
CATIA SEABRAJOSÉ ALBERTO BOMBIG DA REPORTAGEM LOCAL
No ano passado, o governo de São Paulo destinou R$ 108.384.268,26 a gastos efetuados por uma espécie de cartão de débito: o cartão de pagamento de despesas. Esse sistema de adiantamento atende a 47 diferentes classificações de despesas, da diária de pessoal a gêneros alimentícios. Mas, diferentemente do governo federal -que lançou um portal para registro dos gastos - o Estado não oferece um sistema aberto com essa descrição.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0802200802.htm

A Folha de São Paulo bem que tentou, não conseguiu esconder o gasto milionário do governo Serra em SP. Falta agora a FSP apurar, quem gastou, aonde, o que comprou, somente em uma loja de presentes, Presentes Mickey, foram gastos R$ 977 mil . Para quem foi o presente , porque, quando, quem deu, que presente foi esse? A Secretaria de Segurança gastou R$ 6.500,00 numa churrascaria no dia 11 de maio, qual o motivo, quem esteve presente, qual foi churrascaria, tinha picanha, não tinha. Uma tapioca de R$ 8,00 vira manchete, é um escândalo nacional se for do governo Lula. A FSP vai detalhes dos gastos do governo Serra tão bem como faz com o governo Lula, essa eu pago para ver. Sobre a transparência do governo Serra , ela simplesmente não existe.

07 fevereiro 2008


Governo de S.Paulo gastou R$ 108 milhões com cartões, mas mídia ignora
O governo de São Paulo, tendo à frente o tucano José Serra, gastou mais de 108 milhões com cartões corporativos em 2007. Embora se limite a apenas um Estado da federação, as despesas representam 61% de tudo o que foi gasto pelo governo federal no mesmo ano (R$ 177 milhões).
As informações foram publicadas nesta quinta-feira (7) pelo jornalista Paulo Henrique Amorim no site Conversa Afiada. Segundo ele, os mesmos números foram passados ao jornal Folha de S.Paulo, que nada publicou.
Leia mais:
E agora FSP vai continuar a se fingir de morta? Ou o PSDB, o Serra podem gastar milhões que tudo bem. Afinal Serra não do PT, não é negro. Então tá.

Com medo da investigação, tucanos agora fogem de CPI dos cartões no Senado
Com medo de que sejam investigados os gastos corporativos durante o governo Fernando Henrique Cardoso, o PSDB iniciou nesta quinta-feira (7) uma operação para tentar derrubar a CPI proposta pela base aliada no Senado – com a qual serão analisadas todas as despesas com cartões e contas similares desde 1998.
O pedido de CPI foi protocolado ontem (6) no fim da tarde pelo líder do governo na Casa, senador Romero Jucá (PMDB-RO). No primeiro momento, tucanos como Álvaro Dias (PR) e Artur Virgílio acusaram o golpe e saíram esbravejando contra a iniciativa.
Para eles, a investigação só vale se atingir exclusivamente o governo Lula. Por este motivo, decidiram hoje intensificar a ofensiva para a criação de uma CPI paralela Mista (envolvendo a Câmara e o Senado), mas com o foco voltado apenas para os cinco anos da atual administração.
Pela ótica da moralidade tucana, os gastos da equipe de FHC – que não tinham qualquer transparência e foram maiores dos que os realizados pelo governo Lula – devem permanecer ocultos da sociedade brasileira.
A instalação de uma nova CPI, nos moldes pretendidos pelo tucanato, exige no mínimo 171 assinaturas, número que eles esperam conseguir com o apoio do DEM e outros aliados de ocasião.
Já a CPI protocolada pela base aliada no Senado tinha ontem quatro assinaturas a mais do que o necessário e pode começar a funcionar “imediatamente”, segundo adiantou o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-PA).
Também ontem, o líder Jucá explicou as razões pelas quais a base decidiu tomar a iniciativa da investigação.
“A CPI não seria necessária, mas pior do que fazer a CPI é ficar uma nuvem pairando em cima do governo como se o governo tivesse algo a esconder, tivesse algum comprometimento, tivesse feito alguma questão errada, como inclusive estavam levantando questões ligadas à família do presidente. Como o governo não tem o que esconder, vamos fazer a CPI e vamos averiguar”, disse ele.
Gastos reduzidos
Da parte do governo, os ministros Franklin Martins (comunicação Social), Jorge Armando Felix (Segurança Institucional) e Dilma Rousseff (Casa Civil) concederam entrevista coletiva na qual forneceram informações completas sobre o uso dos cartões.
As informações derrubaram a quase totalidade das insinuações levantadas pela oposição e pela imprensa sobre a suposta "farra" promovida com os cartões corporativos.
"Não há uma única investigação do TCU que constate grave irregularidade no uso dos cartões", disse a ministra Dilma Roussef durante a coletiva.
Ela explicou os critérios administrativos que regulam o uso do cartão, lembrou que órgãos como o TCU (Tribunal e Contas da União) e CGU (Controladoria Geral da União) fiscalizam os gastos feitos com os cartões e ressaltou que no governo Lula a ampliação no uso dos cartões foi seguida da diminuição das despesas e aumento da transparência.
Munida de números, a ministra da Casa Civil comemorou a redução de despesas de pronto pagamento de R$ 213 milhões em 2001 (governo FHC) para R$ 177 milhões em 2007.
Segundo Dilma, mesmo o cartão tendo sido criado durante o governo FHC, foi só a partir de 2003, quando Lula assume o governo, que o uso dos cartões – que dão mais transparência aos gastos governamentais – passou a ser levado a sério.
A ministra sugeriu que esta mesma transparência seja estendida a governos estaduais e municípios.
Retrocesso
Franklin Martins reforçou que o governo está absolutamente tranquilo em relação ao uso dos cartões. "Se houver alguma coisa de errado, quem fez este pagamento, irá responder pelo erro. Seria um retrocesso abandonar um cartão que oferece transparência por alguma coisa que não se sabe como é gasto".
Ele respondeu também às indagações sobre por que o governo não faz licitação para compras da alimentação consumida nas sedes do governo. "Não tem que ter licitação para o gasto de alimentação da presidência. Se houver licitação, o sigilo deixa de existir", esclareceu o ministro, lembrando que estes gastos são sigilosos para garantir a segurança institucional.
Martins também criticou os órgãos de imprensa que divulgam gastos de órgãos de governo como se fossem gastos abusivos. "É um absurdo quando a imprensa tenta mostrar que o gasto de tal órgão é um escândalo. Escândalo onde? Se aquele gasto está dentro do orçamento, qual o problema? Se há uma despesa que pareça irregular, então que se aponte qual é esta despesa, mas não se deve generalizar os gastos de toda uma repartição", afirmou o ministro.
Diante de uma pergunta incoerente de um jornalista do portal Terra, sobre o governo ter supostamente usado "dois pesos e duas medidas" nos casos dos ministros do Esporte, Orlando Silva; e da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, Martins saiu em defesa do ministro Orlando Silva e reafirmou que a despesa de R$ 8,30 feita pelo ministro só foi considerada irregular porque eita em Brasília e não em outra cidade e que o ministro, ao perceber o erro, devolveu o valor aos cofres públicos em tempo hábil. "Antes de qualquer órgão de imprensa apontasse o erro", destacou Martins.
Dilma também defendeu o ministro do Esporte e salientou que a despesa de R$ 8,30 pode ser considerada um lapso, mas em hipótese alguma pode ser dito que haja improbidade administrativa neste caso.
Segundo Dilma, o governo não pretende acabar com o uso dos cartões corporativos. Para a ministra, esse modo de pagamento é mais seguro e rastreável.
"O cartão corporativo é um avanço. Hoje, 70% dos gastos são pagos por meio de saques, de pronto pagamento e apenas 30% com cartões. Queremos inverter esses números", disse.
Gastos com segurança
O chefe do gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Armando Jorge Félix, falou sobre os gastos feitos com cartões de agentes que cuidam da segurança do presidente Lula e de familiares do presidente.
Félix disponibilizou aos jornalistas informações simples e bastante óbvias que deixam clara a má fé de quem tenta transformar em escândalo fatos que são absolutamente normais e justificáveis.
O ministro explicou, por exemplo, que por questões de segurança, são os próprios agentes e militares que fazem reformas e reparos nos escritórios da Abin situados em Florianópolis e em São Bernardo do Campo – cidades onde residem filhos do presidente Lula —, motivo pelo qual faturas de alguns cartões apresentavam despesas em lojas de material de construção. Explicou também que profissionais da área de segurança precisam de treinamento e bom preparo físico e para isso é dado a eles acesso a equipamentos de ginástica.
Por causa deste comportamento irresponsável da mídia, o governo federal estuda não divulgar alguns gastos do cartão da Presidência.
"Informações da família do presidente são sigilosas. Temos o dever de proteger os chefes de estado e suas famílias e convidados", disse Dilma.
Com informações das agências e do site Vermelho

Fontana critica oposição por insistir em agenda negativa para o país
O líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS), criticou na quarta-feira (6) a oposição por tentar manter uma agenda negativa para o País, insistindo na tese de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os cartões corporativos. “Não queremos que haja uma interpretação de que o governo teme qualquer investigação. Considero muito melhor para o país que o Congresso se debruce sobre agendas de caráter mais estratégico, como por exemplo a reforma tributária. Mas, se a oposição está com essa agenda, que me parece uma certa pequenez política, nós evidentemente não vamos nos opor”, disse.
Na avaliação de Henrique Fontana, o “melhor espaço” para a eventual CPI é o Senado. “Porque a própria oposição costuma dizer que na Câmara temos (o governo) uma maioria mais sólida. Então para demonstrar que o governo de fato não teme nenhum tipo de investigação e quer que transcorra tudo dentro da normalidade, optamos por priorizar a CPI do Senado.”. Explicou.
Segundo Fontana, a idéia é investigar as operações com cartões corporativos do governo durante os últimos dez anos, abrangendo também os cartões da chamadas contas do tipo B, que tinham uma transparência muito menor diante dos outros tipos de cartões corporativos, que podem ser acompanhados pelo Portal da Transparência, da Controladoria Geral da União.

Conflititividade
O líder do governo disse que a CPI poderá repetir “a lógica da conflitividade permanente entre governo e oposição. “Não acho que isso é o mais importante para o País, porque a Controladoria Geral da União, o Ministério Público e as outras estruturas de Estado estão investigando esse tema. E quando o Congresso repete a lógica dessa conflitividade permanente entre governo e oposição, o País perde porque não conseguimos enfrentar as agendas de caráter mais estratégico. Não temos nenhum temor, porque as acusações da oposição entram no cenário que acho ruim para o Brasil, que é o desrespeito pela instituição da Presidência da República e ao caráter do presidente”, disse Henrique Fontana.
O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse não acreditar que a instalação da CPI dos cartões corporativos atrapalhe a agenda legislativa. Chinaglia disse ter preparado um conjunto de projetos de lei, divididos por temas, que já estão prontos para serem analisados pelo Plenário.
Na próxima semana, o presidente deverá discutir com os líderes partidários quais dentre esses projetos terão prioridade nas votações. São projetos que envolvem temas como meio ambiente, segurança, educação e trabalho, entre outros. "Existe uma agenda muito pesada para ser discutida", destacou.
Ele declarou ainda ser sua intenção votar o máximo de propostas no primeiro semestre de 2008, já que, no segundo semestre, o calendário legislativo será afetado pelas eleições. Chinaglia informou também que discutirá com os líderes a retomada das votações às segundas-feiras.
Agência Informes
(www.informes.org.br)

@-Irregularidades no cartão corporativo do Governo Federal são óbvias. A malversação do dinheiro público poderia ser apurada pelo CGU com tranqüilidade, pois se trata de pequenos saques, nada escandaloso como a mídia corporativa quer demonstrar, o dinheiro poderia ser restituído tranqüilamente e o controle aperfeiçoado sem oba-oba-siriguidum, infelizmente a mídia corporativa trata do assunto de forma politicóide e histerica, menospreza a inteligência do cidadão-contribuinte.

@-O suprimento de fundos (“conta B”) na triste era FHC pode se tornar uma dor de cabeça infernal ao PSDB & Afins, motivo? O fundo pode revelar abusos que fariam a “tapioca” corar! Será que o PSDB vai alegar falta de foco na CPI? O fundo não é do tempo dos cartões! A conferir

@-E agora mídia corporativa? Paginas em destaque na imprensa-partido-politico (codinome PIG): “...Entrega mais rápida e em maior número de cargos públicos a aliados do governo para abafar a CPI dos Cartões corporativos”. A CPI foi levantada rapidamente pelo Governo! E agora? Entregaram cargos?
http://nogueirajr.blogspot.com/
Governo protocola a CPI e deixa oposição pendurada na tapioca
Pedido prevê checagem dos gastos com cartões corporativos e contas B, de 1998 até o dia de hoje
“CPI não seria necessária, mas pior do que fazer a CPI é ficar uma nuvem pairando em cima do governo como se o governo tivesse algo a esconder. O governo não ficará refém da oposição”, afirmou o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), logo após protocolar um requerimento com a assinatura de 31 senadores para a instalação de uma CPI para averiguar possíveis desvirtuamentos na utilização de recursos destinados a cobrir gastos de servidores públicos desde 1998 até o presente.
Governo explica cartões, apóia CPI e esvazia ofensiva da oposição
Ao convocar um entrevista coletiva e escalar três importantes autoridades do governo para esclarecer aos jornalistas os gastos feitos com os cartões coroporativos e, ao mesmo tempo, apoiar a instalação de uma CPI para investigar o assunto no Senado, o governo mostrou iniciativa política, apego à transparência e esvaziou o discurso denuncista da imprensa e da oposição.
Os ministros Franklin Martins (comunicação Social), general Jorge Armando Felix (Segurança Institucional) e Dilma Rousseff (Casa Civil) concederam nesta quarta-feira (6) entrevista coletiva na qual forneceram informações completas sobre o uso dos cartões corporativos do governo.


As informações fornecidas pelos ministros derrubaram a quase totalidade das insunações levantadas pela oposição e pela imprensa sobre a suposta "farra" promovida com os cartões corporativos. Ficou patente também a irresponsabilidade da imprensa que divulgou informações que jamais poderiam ter sido divulgadas pois colocam em risco a segurança do presidente, seus familiares, autoridades e convidados da presidência.


"Não há uma única investigação do TCU que constate grave irregularidade no uso dos cartões", disse a ministra Dilma Roussef durante a coletiva.

Ela explicou os critérios administrativos que regulam o uso do cartão, lembrou que o governo e órgãos como o TCU (Tribunal e Contas da União) e CGU (Controladoria Geral da União) fiscalizam os gastos feitos com os cartões e ressaltou que no governo Lula a ampliação no uso dos cartões foi seguida da diminuição das despesas e aumento da transparência. Munida de números, a ministra da Casa Civil comemorou a redução de despesas de pronto pagamento de R$ 213 milhões em 2001 para R$ 177 milhões em 2007.

Segundo Dilma, mesmo o cartão tendo sido criado durante o governo FHC, foi só a partir de 2003, quando Lula assume o governo que o uso dos cartões --que dão mais transparência aos gastos governamentais-- passou a ser levado a sério.


A ministra sugeriu que esta mesma transparência seja estendida a governos estaduais e municípios.


Franklin Martins: governo está tranquilo


Franklin Martins reforçou que o governo está absolutamente tranquilo em relação ao uso dos cartões. "Se houver alguma coisa de errado, quem fez este pagamento, irá responder pelo erro. Seria um retrocesso abandonar um cartão que oferece transparência por alguma coisa que não se sabe como é gasto".


Ele respondeu também às indagações sobre por que o governo não faz licitação para compras da alimentação consumida nas sedes do governo. "Não tem que ter licitação para o gasto de alimentação da presidência. Se houver licitação, o sigilo deixa de existir", esclareceu o ministro, lembrando que estes gastos são sigilosos para garantir a segurança institucional.


Martins também criticou os órgãos de imprensa que divulgam gastos de órgãos de governo como se fossem gastos abusivos. "É um absurdo quando a imprensa tenta mostrar que o gasto de tal órgão é um escândalo. Escândalo onde? Se aquele gasto está dentro do orçamento, qual o problema? Se há uma despesa que pareça irregular, então que se aponte qual é esta despesa, mas não se deve generalisar os gastos de toda uma repartição", afirmou o ministro.


Diante de uma pergunta incoerente de um jornalista do portal Terra, sobre o governo ter supostamente usado "dois pesos e duas medidas" nos casos dos ministros do Esporte, Orlando Silva; e da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, Martins saiu em defesa do ministro Orlando Silva e reafirmou que a despesa de R$ 8,30 feita pelo ministro em Brasília, só foi considerada irregular pois foi feita em Brasília e não em outra cidade e que o ministro, ao perceber o erro, devolveu o valor aos cofres públicos em tempo hábil e, frisou Martins: "antes de qualquer órgão de imprensa apontasse o erro".

Dilma também defendeu o ministro do Esporte e salientou que a despesa de R$ 8,30 pode ser considerada um lapso do ministro, mas em hipótese alguma pode ser dito que haja improbidade administrativa neste caso.

Segundo Dilma, o governo não pretende acabar com o uso dos cartões corporativos. Para a ministra, esse modo de pagamento é mais seguro e rastreável.

"O cartão corporativo é um avanço. Hoje, 70% dos gastos são pagos por meio de saques, de pronto pagamento e apenas 30% com cartões. Queremos inverter esses números", disse.


Má fé da imprensa


O chefe do gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Armando Jorge Félix, falou sobre os gastos feitos com cartões de agentes que cuidam da segurança do presidente Lula e de familiares do presidente. Félix disponibilizou aos jornalistas informações simples e bastante óbvias que deixam clara a cretinice e a má fé de vários jornalistas e veículos de comunicação que tentaram transformar em escândalo fatos que são absolutamente normais e justificáveis.


O ministro explicou, por exemplo, que por questões de segurança, são os próprios agentes e militares que fazem reformas e reparos nos escritórios da Abin situados em Florianópolis e em São Bernardo do Campo –cidades onde residem filhos do presidente Lula—e por isso que as faturas de alguns cartões apresentavam despesas em lojas de materiais de construção. Explicou também que profissionais da área de segurança precisam de treinamento e bom preparo físico e para isso a dado a eles acesso a equipamentos de ginástica.


As explicações do general enfraquecem “denúncias” que a Folha de S. Paulo tentou criar ao divulgar de forma leviana os gastos feitos por agentes que cuidam da segurança do presidente e dos filhos de Lula.


Por causa deste comportamento irresponsável da mídia, o governo federal estuda não divulgar alguns gastos do cartão da Presidência.


"Informações da família do presidente são sigilosas. Temos o dever de proteger os chefes de estado e suas famílias e convidados", disse Dilma, que explicou que por causa de um problema no Banco do Brasil, gastos com a alimentação do presidente foram divulgados.


CPI agora incomoda tucanos


Em outro front da reação para neutralizar a ofensiva da oposição, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), foi pessoalmente colher assinaturas para a instalação de uma CPI destinada a apurar supostas irregularidades com cartões e despesas do governo desde 1998, atingindo também o mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.


“A CPI não seria necessária, mas pior do que fazer a CPI é ficar uma nuvem pairando em cima do governo como se o governo tivesse algo a esconder, tivesse algum comprometimento, tivesse feito alguma questão errada, como inclusive estavam levantando questões ligadas à família do presidente [Lula], disse Jucá. “Como o governo não tem o que esconder, vamos fazer a CPI e vamos averiguar”.


O requerimento para a instalação da CPI, apresentado por Jucá à mesa do foi protocolado ontem mesmo e conta com 32 assinaturas, cinco a mais que o mínimo necessário, informou a assessoria do senador. "Não se trata de manobra nem cortina de fumaça. A oposição não quer investigar? Então investiguemos", disse Jucá a jornalistas.


A oposição, que sonhava em transformar a CPI em mais um palanque midiático para tentar se mostrar como “guardiã da ética”, ficou incomodada com a iniciativa governista e passou a temer os efeitos de uma investigação que vasculhe as contas do governo FHC. As queixas de deputados e senadores do PSDB e do DEM deixam claro que o objetivo da oposição não é produzir uma investigação séria, mas apenas faturar politicamente e manter o governo Lula sob permanente agenda negativa.


No requerimento apoiado pelo governo, a comissão tem como objetivo investigar, além dos cartões, as chamadas "contas B". Essas contas bancárias eram movimentadas por funcionários selecionados que utilizavam talões de cheques.


Depois de análise pela Mesa do Senado, o requerimento da CPI segue para leitura em uma sessão da Casa.


Em entrevista, o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), afirmou que quer instalar "de imediato" a CPI. Ele disse que a considera "muito saudável" e que o governo cumpre seu papel ao requerer uma investigação nos gastos.
Cartão corporativo e “mídia esgoto”
Altamiro Borges
O jornalista Luis Nassif, numa série imperdível no seu blog sobre os podres da revista Veja, cunhou a expressão “jornalismo esgoto”. Ela se encaixa perfeitamente na nova ofensiva patrocinada pela mídia hegemônica para fustigar o governo Lula. Agora o mote são os chamados cartões corporativos usados pelo presidente, ministros e outros servidores para efetuar gastos cotidianos. O terrorismo midiático já decapitou a ministra Matilde Ribeiro, da Igualdade Racial, e chamuscou criminosamente a imagem dos ministros Orlando Silva, dos Esportes, e Altemir Gregolin, da Pesca. Mas o alvo é bem maior. A escalada agressiva do denuncismo se volta diretamente contra o próprio presidente Lula, que às vezes se finge de morto diante dos ataques da oposição de direita e da mídia e cede às pressões. O jogo é pesado e gera corrosivas conversas nas ricas camadas médias – que, segundo recente pesquisa, ainda endeusam a mídia e preferem pensar com a cabeça dos seus donos. A ofensiva confunde até parcelas progressistas da sociedade. A marcha udenista é arrasadora e intensa e pode resultar, segundo líderes da oposição liberal-conservadora, numa nova crise política e na instalação de outra CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito). É tudo o que a direita golpista, confusa e rachada, deseja para desgastar o governo Lula num ano eleitoral.
Leia o texto na íntegra :

06 fevereiro 2008


Emprego formal em São Paulo fecha 2007 com alta de 35%
Número, calculado pela Seade e Dieese, representa a criação de 234.450 novos postos no ano passado
da Agência Estado

SÃO PAULO - O emprego formal teve um avanço de 35% na cidade de São Paulo em 2007, com a criação de 234.450 novos postos de trabalho. A informação é do estudo Observatório do Trabalho, desenvolvido pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o Ministério do Trabalho e Emprego e a Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo.

De acordo com o levantamento, publicado no site do governo paulista, no ano passado, o setor de construção civil foi responsável pelo maior aumento na geração de empregos formais, com avanço de 159,3%. O setor industrial aparece em seguida, com 30,6% de crescimento, enquanto o comércio registrou elevação de 22,2%. O segmento de serviços apresentou o crescimento menos expressivo nas contratações (15,4%), apesar de ainda ser o setor que concentra o maior número de empregados.

O estudo também verificou um aumento na contratação de pessoas na com idade entre 40 e 49 anos em 2007 em relação a 2006, com avanço de 182,5%. Isso representa uma participação de 6% em relação ao total de empregados. No ano anterior, correspondia a 2,8%. Um incremento também foi registrado na faixa etária entre 30 e 39 anos, com elevação de 11,30% do total de empregados em 2006 para 13,5% no ano passado. Entre as faixas mais baixas não houve variação significativa.

Segundo o Observatório do Trabalho, a População Economicamente Ativa na capital paulista é composta por 52,5% de homens e de 47,5% de mulheres, com 62,5% na faixa etária de 16 a 39 anos.
O meu amigo Oni, está oferecendo um farto material para a CPI dos cartões de créditos, que o presidente Lula pediu para ser protocolada no Senado.
Quando pensamos que já vimos tudo...
*CORRIGIDO ÀS 10:17
Se já estávamos ESTARRECIDOS com 04 abastecimentos em JULHO... Não é que em setembro O CAMINHÃO TANQUE de FHC (só pode ser um caminhão TANQUE, para gastar tanta gasolina...) estacionou, de novo, em HIGIENÓPOLIS.
Nesse dia, ouve SEIS * abastecimentos:

Marplan: Carta Capital foi a única a ganhar leitores em 2007
Notícia originalmente publicada no site Conversa Afiada, de Paulo Henrique Amorim
Uma pesquisa do instituto Marplan mostra que a Carta Capital foi a única revista brasileira a crescer em número de leitores em 2007. No levantamento entre outubro de 2006 e outubro de 2007, o número de leitores da Carta Capital cresceu 15%.
Outras revistas brasileiras, concorrentes da Carta Capital, apresentaram queda no número de leitores. Veja caiu 9%, IstoÉ caiu 18% e IstoÉ Dinheiro caiu 34%.
A diretora comercial da Carta Capital, Paula Kenan, disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta quarta-feira, dia 06, que as regiões em que a revista mais cresce é no Rio de Janeiro e no Nordeste.
"A gente tem tido um crescimento muito grande no Nordeste. Tanto é que nós decidimos imprimir parte da revista na Santa Marta, que é uma gráfica que fica em João Pessoa (PB). E um crescimento muito expressivo também no Rio de Janeiro", disse Paula Kenan.
Segundo Paula Kenan, o crescimento da base de leitores da Carta Capital no Rio de Janeiro foi de 108% e em Salvador foi de 100%. Ela disse que o crescimento do número de leitores representa também um crescimento do faturamento comercial da revista.
"Sem dúvida. No ano passado nós tivemos um crescimento de 18% no faturamento de publicidade e a circulação teve um crescimento (venda de revistas em banca e novas assinaturas) de 35%", disse Paula Kenan.
A Carta Capital tem uma tiragem de quase 80 mil exemplares por mês, que são distribuídos da seguinte maneira: 60% - assinaturas e 40% - venda em bancas.
A tiragem da revista Carta Capital é verificada pelo IVC (Instituto Verificador de Circulação). A pesquisa do Instituto Marplan não foi encomendada pela Carta Capital. É um estudo divulgado para o mercado, que compra quem quiser.
Governo defende CPI no Senado para investigar uso de cartões
da Folha Online, em Brasília
O governo federal defende a instauração de uma comissão exclusivamente no Senado para investigar a utilização dos cartões corporativos. Os governistas defendem que as apurações comecem em 1998, durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e estendam-se até 2008.

Charge do Bessinha
Choque de gestão: SP usa só 45% das verbas para a Reforma agrária
Cruzamento de dados do Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) mostra que SP utilizou só 45% das verbas que recebeu para destinar à reforma agrária. As informações são da Folha de S.Paulo.
O dinheiro é destinado à compra de terras devolutas a fim de criar novos assentamento para sem-terra. Pelo levantamento da Folha, no segundo mandato de Geraldo Alckmin (PSB) e no primeiro ano do governo de José Serra (PSDB), o governo utilizou só 26,2 milhões dos R$ 57,4 milhões repassados pela União. Isso significa apenas 45,6% do dinheiro.”Portal Terra / Folha de São Paulo
Por que demos e tucanos estão nervosos
O Blog do Alê, que tem sempre números atualizados sobre a nossa economia,mostra a razão do desespero que baixou no terreiro dos demos e dos tucanos.Basta ler alguns títulos das postagens deste ano de 2008:
. Captação da poupança bate recorde e chega a R$ 33,37 bilhões em 2007
. Cai relação entre cesta básica e mínimo, a menor desde 1972.
Empresas brasileiras têm melhor resultado da década, diz Serasa.
Renda média familiar no Nordeste cresce 12%. Calçados desmentem previsão e crescem 8%
Todos os números do governo são positivos. O país está otimista quanto aofuturo. Mas a nossa alegria é a desgraça deles. E vice-versa, comodemonstraram as urnas, onde eles levaram surras históricas.Não é por outra razão que eles fazem qualquer coisa para atrapalhar ogoverno. Ainda que isso signifique, por extensão, atrapalhar o país.
Fonte:
Blogs reagem à nova ofensiva midiática contra o governo Lula
"Ao deixar a ex-ministra Matilde Ribeiro sendo massacrada pelos meios de comunicação até ser obrigada a entregar o cargo para saciar a sanha de setores da mídia, o governo cometeu mais um dos seus estúpidos erros políticos na relação com a oposição midiática". A opinião é do jornalista Renato Rovai, que se juntou a outros blogueiros para fazer o que o governo Lula e sua base não fazem: reagir à nova onda denuncista que a imprensa e a oposição tentam sustentar.
Em 2005, quando o governo Lula enfrentou uma grave crise política detonada pelo chamado “escândalo do mensalão”, demorou alguns meses para que blogs e jornalistas que não compactuavam com o discurso anti-Lula se organizassem e reagissem aos ataques promovidos pela quase totalidade da grande imprensa contra o governo e seus aliados.

Desta vez, a reação foi mais rápida. Vários blogs --muitos deles consolidados justamente durante a crise de 2005 e no curso da campanha eleitoral de 2006—acusaram o novo golpe preparado pelo consórcio PIG*/PSDB/DEM e postam diariamente matérias e artigos denunciando a manipulação que a imprensa promove na divulgação de informações sobre os cartões corporativos do governo.

Entre as queixas comuns postadas nos blogs, está a constatação de que a mesma mídia que faz acusações vazias contra o governo Lula, acoberta a falta de transparência de governos tucanos, como o de José Serra, em São Paulo, e de Aécio Neves, em Minas.

Rovai: não se faz política entregando anéis

O jornalista Renato Rovai, que escreve o Blog do Rovai, postou nesta terça-feira (5) artigo denunciando o jogo da mídia, mas também cobrando uma atitude mais firme do governo. “É impressionante como este governo tem uma enorme capacidade de dar grande dimensão a pequenos problemas que deveriam ser enfrentados com a seriedade que merecem e não com moralismo de botequim. Ao deixar Matilde Ribeiro ardendo em praça pública, muito provavelmente o novo núcleo duro palaciano esperava que ao entregar a cabeça da ministra negra pagaria o preço que mídia solicitava. Ingênuos. Aliás, se esse tal novo núcleo duro vier a enfrentar uma crise como a do primeiro governo, Lula vai ter que trocá-lo inteiro. Não se faz política entregando anéis só porque às vezes se acha que é hora de trocá-los. Ao oferecer aliados para saciar a fome dos opositores, em geral o que se faz é aumentar o apetite desses”, diz Rovai.


Eduardo Guimarães: movimento dos sem mídia

O titular do blog Cidadania.com, Eduardo Guimarães, também pautou em seu blog a “guerra” da mídia contra o governo Lula. Em comentário publicado hoje sob o título “PIG prega ‘fim do mundo’”, Guimarães constata que “os cartões corporativos, a CGU e o Portal da Transparência constituem uma fonte inesgotável de ‘matéria-prima’ para a mídia acusar o governo. Cada compra feita e devidamente registrada será tratada como se fosse gasto pessoal do membro do governo que utilizou o cartão. E cada compra até de alimentos para os Palácios do Planalto e da Alvorada será usada para ‘provar’ à sociedade que o Poder come do bom e do melhor. Não importa se era assim, se é assim em qualquer parte e se continuará sendo assim. O que importa é dizer ao povo: "enquanto você come pescoço de frango, o Lula come picanha argentina".”

O blogueiro sugere que os participantes do “Movimento dos Sem-Mídia se mobilizem e aceitem fazermos manifestação pública que denuncie, por exemplo, que as contas do governo Serra são uma caixa-preta que ele, ao contrário de Lula, não tem coragem de expor e que aqueles que estão acusando Lula ajudam a acobertar Serra.”

Amigos do Presidente Lula: hipocrisia tucana


O blog Amigos do Presidente Lula também entrou na polêmica optando pela contra-ofensiva: resgatou notícias que revelam casos ocorridos durante o governo FHC mas que mereceram, na época, uma cobertura tímida da imprensa.

Cita, por exemplo, o fato da filha de Fernando Henrique Cardoso, que era funcionária da Presidência, ter usado um avião da FAB para vistoriar as fazendas do pai. Lembra também o uso, até hoje nebuloso, de R$ 10 milhões dos cofres da União para que o filho de FHC, Paulo Henrique Cardoso, montasse um stand numa feira internacional na Alemanha. E cita ainda episódios de uso indevido de dinheiro público em viagens de turismo feitas por ministros do governo tucano, como José Serra, Raul Jungmann, Antônio Kandir, Luiz Felipe Lampréia, Eliseu Padilha, Paulo Renato de Souza, Clóvis Cravalho e até o Procurador Geral da República, Geraldo Brindeiro.

O blog República Vermelha reproduz o conteúdo do blog Amigos do Presidente Lula e reforça que o blog “acertou na mosca para mostrar hipocrisia da oposição e do PIG”.

Oni Presente: cartão de segurança de FHC sob suspeita

Mas quem foi mais fundo no contra-ataque foi o blog Oni Presente. Ele resolveu usar o Portal da Transparência, mantido pela CGU, para investigar o uso do cartão corporativo por parte do segurança do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Ex-presidentes têm direito a manter seguranças pagos pela União. No Brasil, estes funcionários também utilizam cartões corporativos.

Em seu levantamento, o blog descobriu que o funcionário público Eduardo Maximiano Sacillotto Filho, segurança de FHC, encheu QUATRO vezes o tanque do carro num ÚNICO dia: 06 de agosto de 2007. E essa foi apenas uma das operações suspeitas feitas pelo segurança do ex-presidente.


Por um Novo Brasil: a guerra está declarada


O blog Por um Novo Brasil vai na mesma linha. E protesta: "A mídia safada, a oposição, alardeou: Apagão, epidemia de febre amarela,crise financeira devido a crise imobiliária nos EUA, desemprego. Nada aconteceu, não houve as desgraças que houve no governo de FHC. Então partem para outra, os gastos com cartões de crédito corporativos do governo, CPI da tapioca. Como disse o presidente Lula em 2006, "Nós vamos ter um enfrentamento grave. Vocês se preparem" . Como sempre o presidente Lula sabia o que estava falando. A mídia safada, a oposição feroz e virulenta, não aceitam a derrota acachapante de 2006. Para eles estarem tão violentos, a popularidade do presidente Lula deve estar elevadíssima. É o medo do presidente Lula fazer seu sucessor em 2010, e eleger seus candidatos do PT e da base aliada para as prefeituras em 2008. Vão fazer a CPI da tapioca, mas tem que fazer também a CPI dos tanques de gasolina de FHC".


Entrelinhas: histeria da grande imprensa

O blog Entrelinhas, do jornalista Luiz Antonio Magalhães, não é nem um pouco alinhado com o governo Lula. Mas também não é adepto da histeria anti-Lula como a maioria dos blogueiros da grande imprensa, que não escondem o prazer de detonar Lula e seu mandato. Entrelinhas faz uma leitura honesta do comportamento da mídia e, por isso mesmo, registra: “A histeria da grande imprensa com os gastos nos cartões corporativos é apenas mais uma forma de jogar para a torcida, apostar no udenismo rastaquera para tentar prejudicar a imagem do governo do presidente Lula. O problema é que talvez a opinião pública esteja um pouco mais madura do que os jornalões imaginam. Ela já sabe que Orlando Silva gosta de tapioca, mas talvez queira saber direitinho como os secretários de Serra fazem para pagar os jantares no Fasano.”

Aliás, o blog colocou no ar uma enquete perguntando: "A grande imprensa está perseguindo os ministros do presidente Lula no noticiário sobre os cartões corporativos?". Até as 22h de ontem, horário em que esta matéria foi publicada, os leitores do blog se dividiam entre responder "Sim, a imprensa faz perseguição pois "nunca antes neste país os gastos foram tão transparentes" (48%). Outros 50% responderam "Em termos: a imprensa está fazendo a coisa certa, mas poderia investigar também os gastos dos governadores José Serra e Aécio Neves"; e apenas 2% preferiram a alternativa "Não, a mídia está fazendo o seu papel e os ministros devem explicar cada tapioca consumida".

Confira abaixo o endereço dos blogs citados nesta matéria:

BLOG DO ROVAI: http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/blog/

AMIGOS DO PRESIENTE LULA: http://www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

CIDADANIA.COM: http://edu.guim.blog.uol.com.br/

BLOG DO ONI PRESENTE: http://blogdoonipresente.blogspot.com/

POR UM NOVO BRASIL: http://por1novobrasil.blogspot.com/

ENTRELINHAS: http://blogentrelinhas.blogspot.com/

REPÚBLICA VERMELHA: http://republicavermelha.blogspot.com/

*PIG (Partido da Imprensa Golpista) é o termo que o jornalista Paulo Henrique Amorim criou para qualificar setores da grande imprensa que agem sistematicamente para derrubar o governo Lula.

05 fevereiro 2008

Atenção mulheres de SP, vocês votaram no Serra, lindinhas? Veja o que ele diz de vocês, para o Noblat:

Sabe qual é a diferença entre o carnaval do Rio e o de São Paulo? O do Rio tem mais mulheres bonitas. Mas não publique.”José Serra, governador de São Paulo
Do blog do Noblat.
MOMENTO HUMOR, MALANDRAGEM E BAIXARIA

Recebi por e-mail do amigo Clóvis.

O empresário Marcelo Frisoni, marido de Ana Maria Braga, é acusado de não ter pago pensão alimentícia para os dois filhos que teve com a advogada Patrícia Palma. Ela diz que conseguiu, na 6ª Vara de Família de SP, a decretação de um mandado de prisão contra ele. O Tribunal de Justiça alega que o caso corre em segredo de Justiça e não confirma a existência da ação. Frisoni falou ao repórter Diógenes Campanha.

FOLHA - Soubemos que foi expedido um mandado de prisão contra você...
MARCELO FRISONI - Não estou sabendo, mas estou à disposição. Vou adorar passar o Carnaval na cadeia. Pelo amor de Deus...
FOLHA - Mas você paga a pensão em dia?
FRISONI - Faz o seguinte: liga para a Patrícia, publica o que você tiver que publicar. Acha que eu vou esquentar a cabeça com ela? Vou ser sincero: publica o que você quiser. No dia seguinte, eu vou aí na Redação dessa bosta de jornal, eu encho essa Mônica Bergamo de porrada na frente de todo mundo. E nós vamos nos cruzar por aí de novo. Aí a gente vai conversar como homem. Se quer levar como ameaça, leva.Nunca tive problema com ninguém. A única pessoa que me enche o saco é a Patrícia. Estou no mesmo escritório há dez anos e o Brasil sabe onde mora a Ana Maria. Se eu tivesse problema, já teria aparecido.A única pessoa que tentou ferrar comigo foi o [Carlos] Madrulha [ex-marido e ex-empresário de Ana Maria] e eu acabei com ele. Hoje ele é secretário de cachorro, não consegue mais nada. A Patrícia tem raiva porque eu estou bem, porque eu estou feliz. O problema dela não é dinheiro, porque se eu der R$ 100 mil, ela vai querer R$ 200 mil.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0202200809.htm

Mônica Bergamo
@ - bergamo@folhasp.com.br
Em nome da verdade
Por José Dirceu
Interrompo o recesso de Carnaval deste blog para esclarecer ...Interrompo o recesso de Carnaval deste blog para esclarecer os leitores sobre a verdade dos fatos relacionados ao depoimento do Sr. Marcos Valério na mídia.Reitero que não tive conhecimento dos empréstimos, como, aliás, disse o Sr. Marcos Valério ao esclarecer que nunca falou comigo dos empréstimos e que minha ciência sobre esse assunto lhe era irrelevante, já que eu não era mais dirigente do PT. O que ele afirmou apenas é que o Sr. Silvio Pereira havia lhe dito que eu sabia desses empréstimos, fato que Silvio sempre negou reiteradamente em todos os seus depoimentos. No mais, o Sr. Marcos Valério afirmou que jamais manteve qualquer relação comigo e que nunca teríamos discutido empréstimos ou repasses de valores, negando todas as acusações feitas na denúncia. Assim, o noticiário para ser verdadeiro e objetivo deveria, e deve informar a sociedade, que o Sr. Marcos Valério efetivamente afirmou que Silvio Pereira lhe disse que eu sabia dos empréstimos, mas sempre ressaltando que tal fato sempre foi negado por Silvio.
Com Serra, aumenta a violência em SP
SP: dezoito morreram em chacinas só em 2008
http://violenciaemspaulo.blogspot.com/


Charge do Bessinha
A GUERRA ESTÁ DECLARADA
A mídia safada, a oposição, alardeou: Apagão, epidemia de febre amarela,crise financeira devido a crise imobiliária nos EUA, desemprego. Nada aconteceu, não houve as desgraças que houve no governo de FHC. Então partem para outra, os gastos com cartões de crédito corporativos do governo, CPI da tapioca. Como disse o presidente Lula em 2006, "Nós vamos ter um enfrentamento grave. Vocês se preparem" . Como sempre o presidente Lula sabia o que estava falando. A mídia safada, a oposição feroz e virulenta, não aceitam a derrota acachapante de 2006. Para eles estarem tão violentos, a popularidade do presidente Lula deve estar elevadíssima. É o medo do presidente Lula fazer seu sucessor em 2010, e eleger seus candidatos do PT e da base aliada para as prefeituras em 2008. Vão fazer a CPI da tapioca, mas tem que fazer também a CPI dos tanques de gasolina de FHC.
Como relata o Oni no seu blog:
Está no Portal da Transparência. Eduardo Maximiano Sacillotto Filho possui um cartão corporativo da Presidência da República. Ele é da segurança do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a que ele tem direito por lei criada pelo próprio FHC. O tipo de gasto que este funcionário público faz com o cartão que recebeu: abastecimento sistemático de combustíveis no Auto Posto Higienópolis, em São Paulo. Estes são os gastos feitos pelo cartão do suposto encarregado pela segurança do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso:
2004 - R$ 4.683,45
2005 - R$ 13.071,26
2006 - R$ 13.480,10
2007 - R$ 14.792,07
O funcionário Eduardo Maximiano Sacillotto Filho, possui dois saques cash, ambos de R$ 100,00, em 2004. Seria muito bom que explicasse porque sacou estes R$ 200,00. No mais, são apenas notas de combustíveis, no mesmo posto de gasolina.
E QUE DARIA PARA DAR 17 VOLTAS AO REDOR DO MUNDO, só em COMBUSTÍVEIS!!!
Se preparem amigos a guerra está declarada, pela mídia e pela oposição.Vamos para o enfrentamento sem medo de ser feliz, e sem perder a ternura jamais.
Jussara Seixas

Governo Serra gastou 145 milhões com locomoção em 2007
Agora, se você observar aqui, só um secretário do Serra gastou 12 milhões de reais. A Folha, Estadão, Veja, Globo...não disse nada.
Esse secretário de Serra é não negro, não é petista, não apóia o governo Lula. Não defende os movimentos populares, então deixa quieto, pode gastar a vontade. Ele faz parte da elite branca paulista.


Brasil!Brasil!
Não deu no Jornal Nacional: Saúde registra queda de 78% dos casos de dengue no País
“O Ministério da Saúde divulgou os números dos primeiros casos de dengue notificados durante este ano no País. De acordo com a Rádio CBN, apesar da redução de 78% em relação ao mesmo período do ano passado, algumas situações pontuais mantêm os técnicos em alerta.
Os relatórios que as secretarias estaduais de saúde encaminharam ao ministério revelam 7.520 notificações em janeiro, contra 34.374 casos nos primeiros dias de 2007.”Agência Estado

Matéria Completa, ::Aqui::
http://nogueirajr.blogspot.com/
No blog do Oni


Não entendeu, clique aqui, aqui e aqui
No blog Desabafo o País

MÍDIA VAGABUNDA
No blog da Glória
O Fernando Henrique Cardoso continua roubando o povo brasileiro. E o PIG fica caladinho
Fernando Henrique Cardoso usa cartão corporativo e faz quatro abastecimentos(TANQUE CHEIO) no mesmo dia.

http://brasilmostraatuacara.blogspot.com/

03 fevereiro 2008

Amigos e leitores

Domigão de Carnaval..........fui. Vou pescar com meu maridão e um casal de amigos. Bom carnaval a todos.

Charge do Bessinha
Serra: louco para privatizar
“Enquanto outros estados continuam investindo na geração de energia num momento delicado e estratégico para o crescimento do país, São Paulo tem engatilhada uma megaprivatizaçãoJulho de 1996. Em sessão durante a madrugada, a base de apoio do governo tucano na Assembléia Legislativa de São Paulo aprova a Lei nº 9.361, que institui o Programa Estadual de Desestatização (PED). O programa prevê a divisão das três concessionárias de energia (Cesp, Eletropaulo e CPFL) em mais de 20 empresas, a pretexto de ampliar o número de interessados em assumir o negócio e “induzir a competição”.
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No blog do Oni

VEJAM o que eu ACHEI, escondidinho na FOLHA (SÓ PARA ASSINANTES) Contas de milhares de reais no luxuoso Sofitel, em Copacabana, ou em badaladas churrascarias do Rio são alguns exemplos do uso que a Marinha faz com seus cartões corporativos, que somaram despesas de mais de R$ 1 milhão em 2007.Nos gastos dos cartões alocados a oficiais do Estado-Maior da Armada, há registros de compras em lojas de azeites e vinhos, flores, chocolates finos e artesanato em pedras. As informações estão no Portal de Transparência da CGU (Controladoria Geral da União). Nos cartões vinculados ao gabinete do Comandante da Marinha, cerca de R$ 150 mil foram sacados em dinheiro em 2007, quase a metade em dezembro.

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