Elaine Patricia Cruz Repórter da Agência Brasil
São Paulo - Após reunião realizada hoje (17), os policiais civis de São Paulo decidiram entregar um documento ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para explicar os problemas que os motivaram a entrar em greve no estado. A intenção dos grevistas é entregar o documento ao presidente amanhã (18), após a participação dele em evento na capital com a candidata à prefeitura Marta Suplicy. Também participaram da reunião, representantes de centrais sindicais. Os grevistas também pretendem pedir uma audiência com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, para discutir a questão da greve, que já dura mais de um mês em todo o estado.Ontem (16), policiais civis e militares entraram em confronto próximo ao Estádio do Morumbi, na zona sul de São Paulo. A intenção dos policiais civis era fazer uma passeata até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. Entretanto, as ruas ao redor do Palácio foram bloqueadas pelos policiais militares, já que a área é considerada de segurança e é proibido fazer manifestações no local. Os manifestantes tentaram furar o bloqueio dos policiais militares e prosseguir com a passeata, mas foram contidos com bombas de gás lacrimogênio. Na confusão, os policiais trocaram tiros com balas de borracha e dezenas de pessoas ficaram feridas.
São Paulo - Após reunião realizada hoje (17), os policiais civis de São Paulo decidiram entregar um documento ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para explicar os problemas que os motivaram a entrar em greve no estado. A intenção dos grevistas é entregar o documento ao presidente amanhã (18), após a participação dele em evento na capital com a candidata à prefeitura Marta Suplicy. Também participaram da reunião, representantes de centrais sindicais. Os grevistas também pretendem pedir uma audiência com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, para discutir a questão da greve, que já dura mais de um mês em todo o estado.Ontem (16), policiais civis e militares entraram em confronto próximo ao Estádio do Morumbi, na zona sul de São Paulo. A intenção dos policiais civis era fazer uma passeata até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. Entretanto, as ruas ao redor do Palácio foram bloqueadas pelos policiais militares, já que a área é considerada de segurança e é proibido fazer manifestações no local. Os manifestantes tentaram furar o bloqueio dos policiais militares e prosseguir com a passeata, mas foram contidos com bombas de gás lacrimogênio. Na confusão, os policiais trocaram tiros com balas de borracha e dezenas de pessoas ficaram feridas.