
PF: jornalista teria aceito propina de grupo de Valério
“Para supostamente difamar os dois fiscais que autuaram a Cervejaria Petrópolis em R$ 100 milhões por sonegação fiscal, buscando invalidar o auto de infração por eles lavrado, o empresário Marcos Valério teria recorrido a duas estratégias: forçar a instauração de inquérito policial contra eles na Polícia Federal, em Santos, e publicar notícias contra os dois fiscais. Para isso, segundo os autos da Operação Avalanche, o empresário teria oferecido até R$ 10 mil a jornalistas e veículos de imprensa. Um dos profissionais que teria se beneficiado do esquema seria o colunista Cláudio Humberto.
De acordo com os autos, o jornalista teria recebido o pagamento de R$ 10 mil para escrever uma nota contra os fiscais. Ele nega as acusações.
Segundo os autos, Marcos Valério e seu sócio Rogério Tolentino teriam ordenado todas essas medidas ao advogado mineiro Ildeu da Cunha Pereira, que teria o "apoio irrestrito e incondicional" da advogada Eloá Leonor da Cunha Velloso. Por sua vez, ela repassaria as informações para os policiais aposentados da Polícia Federal Paulo Endo e Daniel Ruiz Balde e para o delegado da Polícia Federal Silvio Oliveira Salazar.
As supostas falsas denúncias contra os fiscais Eduardo Fridman e Antonio Carlos de Moura tratariam sobre crimes de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Também diriam que Fridman seria proprietário de uma empresa sediada na Argentina, que serviria para lavagem de dinheiro.”
“Para supostamente difamar os dois fiscais que autuaram a Cervejaria Petrópolis em R$ 100 milhões por sonegação fiscal, buscando invalidar o auto de infração por eles lavrado, o empresário Marcos Valério teria recorrido a duas estratégias: forçar a instauração de inquérito policial contra eles na Polícia Federal, em Santos, e publicar notícias contra os dois fiscais. Para isso, segundo os autos da Operação Avalanche, o empresário teria oferecido até R$ 10 mil a jornalistas e veículos de imprensa. Um dos profissionais que teria se beneficiado do esquema seria o colunista Cláudio Humberto.
De acordo com os autos, o jornalista teria recebido o pagamento de R$ 10 mil para escrever uma nota contra os fiscais. Ele nega as acusações.
Segundo os autos, Marcos Valério e seu sócio Rogério Tolentino teriam ordenado todas essas medidas ao advogado mineiro Ildeu da Cunha Pereira, que teria o "apoio irrestrito e incondicional" da advogada Eloá Leonor da Cunha Velloso. Por sua vez, ela repassaria as informações para os policiais aposentados da Polícia Federal Paulo Endo e Daniel Ruiz Balde e para o delegado da Polícia Federal Silvio Oliveira Salazar.
As supostas falsas denúncias contra os fiscais Eduardo Fridman e Antonio Carlos de Moura tratariam sobre crimes de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Também diriam que Fridman seria proprietário de uma empresa sediada na Argentina, que serviria para lavagem de dinheiro.”
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