Líder acusa mídia de criar factóide sobre terceiro mandato de Lula
Ao divulgar que a liderança do governo na Câmara encomendou estudo sobre a possibilidade jurídica da convocação de uma constituinte exclusiva para fazer uma reforma política, o líder Henrique Fontana (PT-RS), diz que a imprensa criou um factóide para discutir a proposta de um terceiro mandato para o presidente Lula. Ele negou qualquer pedido à biblioteca da Câmara de um estudo dessa natureza, mas reconheceu que a funcionária da liderança Aquina Brose fez individualmente a solicitação para um trabalho acadêmico.
Henrique Fontana diz que tanto ele quanto o presidente Lula são contra a idéia do terceiro mandato. Afirmou ainda que o debate sobre reforma política ficará para 2009, uma vez que as prioridades no momento são a desobstrução da pauta e a votação do Fundo Soberano do Brasil (FSB).
O assunto foi divulgado pela CNB e FolhaOnline nesta terça (14) e provocou reação contrária da oposição que vê na intenção de mudança constitucional a possibilidade de permitir que o presidente concorra a um terceiro mandato, favorecido pela sua alta popularidade.
Na análise da liderança a intenção de provocar a pauta do terceiro mandato foi tão clara que a CBN utilizou como fonte na matéria o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), árduo defensor do terceiro mandato para Lula. O parlamentar ficou surpreso com a notícia e achou que o governo havia encampado sua tese de revisão.
Para dirimir qualquer dúvida sobre o assunto, a liderança divulgou um comunicado assinado pelo diretor do Centro de Documentação e Informação da Câmara, Adolfo Furtado, dando conta de que “não existe qualquer solicitação de estudo institucional” feito pela liderança do governo naquela repartição.
A FolhaOnline, que divulgou que a direção da biblioteca fez a declaração a pedido da liderança, deu a entender que a articulação partiu mesmo do governo. Disse que a proposta de constituinte exclusiva para debater a reforma política é defendida pelo ministro Tarso Genro (Justiça).
Também destacou declarações do líder do PT na Câmara, Maurício Rands (PE), para quem o partido “quer destravar a reforma política e essa é uma das formas (constituinte).”
Vermelho (www.vermelho.org.br)
Ao divulgar que a liderança do governo na Câmara encomendou estudo sobre a possibilidade jurídica da convocação de uma constituinte exclusiva para fazer uma reforma política, o líder Henrique Fontana (PT-RS), diz que a imprensa criou um factóide para discutir a proposta de um terceiro mandato para o presidente Lula. Ele negou qualquer pedido à biblioteca da Câmara de um estudo dessa natureza, mas reconheceu que a funcionária da liderança Aquina Brose fez individualmente a solicitação para um trabalho acadêmico.
Henrique Fontana diz que tanto ele quanto o presidente Lula são contra a idéia do terceiro mandato. Afirmou ainda que o debate sobre reforma política ficará para 2009, uma vez que as prioridades no momento são a desobstrução da pauta e a votação do Fundo Soberano do Brasil (FSB).
O assunto foi divulgado pela CNB e FolhaOnline nesta terça (14) e provocou reação contrária da oposição que vê na intenção de mudança constitucional a possibilidade de permitir que o presidente concorra a um terceiro mandato, favorecido pela sua alta popularidade.
Na análise da liderança a intenção de provocar a pauta do terceiro mandato foi tão clara que a CBN utilizou como fonte na matéria o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), árduo defensor do terceiro mandato para Lula. O parlamentar ficou surpreso com a notícia e achou que o governo havia encampado sua tese de revisão.
Para dirimir qualquer dúvida sobre o assunto, a liderança divulgou um comunicado assinado pelo diretor do Centro de Documentação e Informação da Câmara, Adolfo Furtado, dando conta de que “não existe qualquer solicitação de estudo institucional” feito pela liderança do governo naquela repartição.
A FolhaOnline, que divulgou que a direção da biblioteca fez a declaração a pedido da liderança, deu a entender que a articulação partiu mesmo do governo. Disse que a proposta de constituinte exclusiva para debater a reforma política é defendida pelo ministro Tarso Genro (Justiça).
Também destacou declarações do líder do PT na Câmara, Maurício Rands (PE), para quem o partido “quer destravar a reforma política e essa é uma das formas (constituinte).”
Vermelho (www.vermelho.org.br)