Gilmar Mendes pede apuração de fatos divulgados na mídia
Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e os assessores da presidência, acabaram de encaminhar uma representação ao procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, para que sejam apurados “fatos incorretos” divulgados pela mídia sobre a Operação Satiagraha.
- Tanto no caso da Operação Navalha, quanto na Operação Satiagraha, revela-se o mesmo modus operandi. Por um lado, realizam-se escutas e monitoramento do relator do habeas corpus, por outro, divulgam-se para a imprensa falsas notícias e informações, com o propósito de colocar o juiz em situação de descrédito e intimidação -, acredita Gilmar Mendes.
Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e os assessores da presidência, acabaram de encaminhar uma representação ao procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, para que sejam apurados “fatos incorretos” divulgados pela mídia sobre a Operação Satiagraha.
- Tanto no caso da Operação Navalha, quanto na Operação Satiagraha, revela-se o mesmo modus operandi. Por um lado, realizam-se escutas e monitoramento do relator do habeas corpus, por outro, divulgam-se para a imprensa falsas notícias e informações, com o propósito de colocar o juiz em situação de descrédito e intimidação -, acredita Gilmar Mendes.
Entre as reportagens criticadas está a da mais recente edição da ISTOÉ em que a procuradora da República do Distrito Federal, Lívia Tinôco, diz que teve acesso, por meio do delegado Protógenes Queiroz, responsável pela Operação Satiagraha, a uma série de fotos de um jantar entre assessores de Gilmar Mendes e o banqueiro Daniel Dantas, em Brasília. Leia mais em
Confusão Suprema.
- Esse jantar não aconteceu -, afirma o ministro.
Mendes está preocupado com o caso. Hoje, no início da tarde, ele recebeu visita de Luiz Fernando Corrêa, diretor-geral da Polícia Federal, em seu gabinete, no 3º andar no Supremo, para ouvir as novas sobre as investigações. Corrêa chegou bem antes da hora marcada, 13h45, e saiu às 14h10, sem falar com ninguém.
- Esse jantar não aconteceu -, afirma o ministro.
Mendes está preocupado com o caso. Hoje, no início da tarde, ele recebeu visita de Luiz Fernando Corrêa, diretor-geral da Polícia Federal, em seu gabinete, no 3º andar no Supremo, para ouvir as novas sobre as investigações. Corrêa chegou bem antes da hora marcada, 13h45, e saiu às 14h10, sem falar com ninguém.
Porque complicar a situação. Diz a reportagem que a pocuradora Lívia Tinôco, disse que viu as fotos e que estão em poder do delegado Protógenes. Gilmar Mendes que peça as explicações para o Protógenes. Que o delegado Protógenes, se estiver mesmo em poder das fotos, que as entregue para o procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, que mande as cópias para o Gilmar Mendes. Se a revista mentiu, inventou, processa a revista o jornalista.
Simples assim.