Policiais civis de SP fazem passeata contra descaso de governo tucano
Em greve há 15 dias, policiais civis organizam passeatas pelo interior de São Paulo na manhã desta terça-feira (30). Em Campinas, o sindicato dos policiais civis espera a participação de aproximadamente mil policiais, de diversos municípios do interior, em ato marcado para às 10 horas. Os policiais de Ribeirão Preto também se mobilizam e seguem para Campinas, de onde devem partir para a manifestação marcada para às 15 horas na Assembléia Legislativa de São Paulo.
Segundo a presidente do Sindicato dos Policiais Civis da Região de Ribeirão Preto (Sinpol), Maria Alzira da Silva Corrêa, a categoria continua mobilizada em 93 cidades (onde existem cerca de 2.100 policiais). Eles pedem reajuste de 15% neste ano, 12% em 2009 e 12% em 2010. O governo estadual propõe 38% de reajuste no piso salarial dos delegados e aumento de 4,5% no salário-base.
Em Campinas, os policiais seguirão para o Largo do Rosário, no centro, onde falarão à população sobre os motivos da greve. "Esse ato público servirá para mostrar à população o descaso do governo do Estado. Não temos gente, não temos viaturas, não temos equipamentos de base como computadores", disse o investigador e presidente do sindicato, Aparecido Lima de Carvalho, 54 anos, 30 deles dedicados à profissão.
De acordo com dados do Departamento de Recursos Humanos do sindicato, 90% de 900 policiais que trabalham em Paulínia, Valinhos, Vinhedo, Indaiatuba e Campinas estão endividados em instituições bancárias.
"Nossa situação é de desespero. Não queremos a greve, queremos só dignidade. Nesse Dia da Polícia Civil do Estado de São Paulo não temos nada a comemorar, só a lamentar. O policial está desmotivado, afundado no banco, trabalhando em bicos para não passar fome, sem orgulho de pertencer à corporação, sem vontade de trabalhar. E quem sofre com isso é o cidadão", afirmou Carvalho.
Em greve há 15 dias, policiais civis organizam passeatas pelo interior de São Paulo na manhã desta terça-feira (30). Em Campinas, o sindicato dos policiais civis espera a participação de aproximadamente mil policiais, de diversos municípios do interior, em ato marcado para às 10 horas. Os policiais de Ribeirão Preto também se mobilizam e seguem para Campinas, de onde devem partir para a manifestação marcada para às 15 horas na Assembléia Legislativa de São Paulo.
Segundo a presidente do Sindicato dos Policiais Civis da Região de Ribeirão Preto (Sinpol), Maria Alzira da Silva Corrêa, a categoria continua mobilizada em 93 cidades (onde existem cerca de 2.100 policiais). Eles pedem reajuste de 15% neste ano, 12% em 2009 e 12% em 2010. O governo estadual propõe 38% de reajuste no piso salarial dos delegados e aumento de 4,5% no salário-base.
Em Campinas, os policiais seguirão para o Largo do Rosário, no centro, onde falarão à população sobre os motivos da greve. "Esse ato público servirá para mostrar à população o descaso do governo do Estado. Não temos gente, não temos viaturas, não temos equipamentos de base como computadores", disse o investigador e presidente do sindicato, Aparecido Lima de Carvalho, 54 anos, 30 deles dedicados à profissão.
De acordo com dados do Departamento de Recursos Humanos do sindicato, 90% de 900 policiais que trabalham em Paulínia, Valinhos, Vinhedo, Indaiatuba e Campinas estão endividados em instituições bancárias.
"Nossa situação é de desespero. Não queremos a greve, queremos só dignidade. Nesse Dia da Polícia Civil do Estado de São Paulo não temos nada a comemorar, só a lamentar. O policial está desmotivado, afundado no banco, trabalhando em bicos para não passar fome, sem orgulho de pertencer à corporação, sem vontade de trabalhar. E quem sofre com isso é o cidadão", afirmou Carvalho.