GOVERNO LULA
Forte crescimento do emprego
Os três indicadores mais importantes sobre o emprego no Brasil - as pesquisas do IBGE, do Seade/Dieese e o Cadastro do Ministério do Trabalho (Caged) - apontaram, em agosto, para um crescimento extraordinário das contratações e a conseqüente queda do desemprego. Os números refletem a grande expansão da demanda interna até agora, mas parece difícil que este ritmo se mantenha, dada a retração que já se nota na economia internacional e os reflexos na nossa.Entre julho e agosto, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, divulgada quinta-feira, houve redução do desemprego de 0,5 ponto porcentual, de 8,1% para 7,6%. Entre agosto de 2007 e o mês passado, a desocupação caiu de 9,5% para 7,6% - uma queda fortíssima de 19,2%.A PME, que avalia os dados das seis maiores regiões metropolitanas, apontou ainda um aumento real do rendimento médio dos trabalhadores de 2,1% no mês passado, de R$ 1.228,11 para R$ 1.257,60 - que chegou a 5,7% entre os meses de agosto de 2007 e 2008. Esses porcentuais foram bem maiores (4,6% no mês e 10,3% no ano) para funcionários públicos e militares.Dados diferentes, apurados na Pesquisa Seade/Dieese, apontaram na mesma direção: 878 mil pessoas se empregaram em São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador e Distrito Federal, de agosto de 2007 a agosto de 2008, das quais 511 mil no setor de serviços e 206 mil no comércio. Como esta pesquisa inclui o desemprego oculto pelo trabalho precário e pelo desalento, a taxa de desemprego total é superior à do IBGE e atingiu 14,5%. Mas foi a menor dos últimos 10 anos e bem inferior à de 15,6%, há um ano.Além da queda do desemprego, esboçou-se entre julho e agosto deste ano uma nova tendência, com a redução do número de autônomos e de empregados domésticos. Tudo indica que trabalhadores desses grupos conseguiram empregos em empresas, com carteira assinada.Os dados do Caged, divulgados na semana passada, já haviam antecipado os do IBGE e do Seade/Dieese. Em agosto, foram contratados 239,1 mil empregados com carteira assinada, contra 133,3 mil em agosto de 2007, um crescimento de 79,1%. No período janeiro-agosto, foi aberto 1,8 milhão de vagas, 33% mais do que as 1,3 milhão registradas no mesmo período de 2007. E, nos últimos 12 meses, aumentou em mais de 2 milhões o número de empregos formais.
Forte crescimento do emprego
Os três indicadores mais importantes sobre o emprego no Brasil - as pesquisas do IBGE, do Seade/Dieese e o Cadastro do Ministério do Trabalho (Caged) - apontaram, em agosto, para um crescimento extraordinário das contratações e a conseqüente queda do desemprego. Os números refletem a grande expansão da demanda interna até agora, mas parece difícil que este ritmo se mantenha, dada a retração que já se nota na economia internacional e os reflexos na nossa.Entre julho e agosto, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, divulgada quinta-feira, houve redução do desemprego de 0,5 ponto porcentual, de 8,1% para 7,6%. Entre agosto de 2007 e o mês passado, a desocupação caiu de 9,5% para 7,6% - uma queda fortíssima de 19,2%.A PME, que avalia os dados das seis maiores regiões metropolitanas, apontou ainda um aumento real do rendimento médio dos trabalhadores de 2,1% no mês passado, de R$ 1.228,11 para R$ 1.257,60 - que chegou a 5,7% entre os meses de agosto de 2007 e 2008. Esses porcentuais foram bem maiores (4,6% no mês e 10,3% no ano) para funcionários públicos e militares.Dados diferentes, apurados na Pesquisa Seade/Dieese, apontaram na mesma direção: 878 mil pessoas se empregaram em São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador e Distrito Federal, de agosto de 2007 a agosto de 2008, das quais 511 mil no setor de serviços e 206 mil no comércio. Como esta pesquisa inclui o desemprego oculto pelo trabalho precário e pelo desalento, a taxa de desemprego total é superior à do IBGE e atingiu 14,5%. Mas foi a menor dos últimos 10 anos e bem inferior à de 15,6%, há um ano.Além da queda do desemprego, esboçou-se entre julho e agosto deste ano uma nova tendência, com a redução do número de autônomos e de empregados domésticos. Tudo indica que trabalhadores desses grupos conseguiram empregos em empresas, com carteira assinada.Os dados do Caged, divulgados na semana passada, já haviam antecipado os do IBGE e do Seade/Dieese. Em agosto, foram contratados 239,1 mil empregados com carteira assinada, contra 133,3 mil em agosto de 2007, um crescimento de 79,1%. No período janeiro-agosto, foi aberto 1,8 milhão de vagas, 33% mais do que as 1,3 milhão registradas no mesmo período de 2007. E, nos últimos 12 meses, aumentou em mais de 2 milhões o número de empregos formais.