PF e Receita desarticulam quadrilha especializada em crimes financeiros
da Folha Online
Em operação conjunta, a Receita Federal e Polícia Federal desarticularam em Santa Catarina e São Paulo uma quadrilha especializada em crimes de estelionato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.
Ao todo, estão sendo cumpridos 54 mandados de busca e apreensão, dos quais 45 em Santa Catarina e nove em São Paulo, além de 24 mandados de prisão --252 policiais e 33 auditores participam da chamada Operação Influenza.
Segundo a Receita, a organização criminosa realizava operações cambiais ilegais, ocultava bens, rendas e movimentações financeiras com o emprego de laranjas, além de operações comerciais simuladas, com o uso de documentos falsos e fraudes a licitações. Entre as ações ilegais estava a de dólar-cabo --sem registro no BC, através de depósito em conta brasileira de doleiros que possuem contas no exterior para transferência ao destino final do dinheiro.
"A quadrilha corrompia servidores públicos de todas as esferas e níveis para alcançar seus objetivos, principalmente nos Portos de São Francisco do Sul e de Itajaí, mediante pagamento de propinas", explica a Receita.
As atuações do grupo tinham ramificações em Itajaí, Balneário Camboriú, Blumenau, São Francisco do Sul, Florianópolis, e ainda nos Estados do Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, bem como na Argentina, Holanda, Reino Unido, Malta, Itália, Noruega, Bermudas, França e Cingapura, entre outros.
A organização mantinha equipes de profissionais e empresas em atividade para dar aparência regular a suas rotinas criminosas, além de investir recursos dos investigados em negócios irregulares.
da Folha Online
Em operação conjunta, a Receita Federal e Polícia Federal desarticularam em Santa Catarina e São Paulo uma quadrilha especializada em crimes de estelionato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.
Ao todo, estão sendo cumpridos 54 mandados de busca e apreensão, dos quais 45 em Santa Catarina e nove em São Paulo, além de 24 mandados de prisão --252 policiais e 33 auditores participam da chamada Operação Influenza.
Segundo a Receita, a organização criminosa realizava operações cambiais ilegais, ocultava bens, rendas e movimentações financeiras com o emprego de laranjas, além de operações comerciais simuladas, com o uso de documentos falsos e fraudes a licitações. Entre as ações ilegais estava a de dólar-cabo --sem registro no BC, através de depósito em conta brasileira de doleiros que possuem contas no exterior para transferência ao destino final do dinheiro.
"A quadrilha corrompia servidores públicos de todas as esferas e níveis para alcançar seus objetivos, principalmente nos Portos de São Francisco do Sul e de Itajaí, mediante pagamento de propinas", explica a Receita.
As atuações do grupo tinham ramificações em Itajaí, Balneário Camboriú, Blumenau, São Francisco do Sul, Florianópolis, e ainda nos Estados do Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, bem como na Argentina, Holanda, Reino Unido, Malta, Itália, Noruega, Bermudas, França e Cingapura, entre outros.
A organização mantinha equipes de profissionais e empresas em atividade para dar aparência regular a suas rotinas criminosas, além de investir recursos dos investigados em negócios irregulares.
Essa gente odeia o presidente Lula, ele não dá trégua para os corruptos