Dilma: Governo não interferiu na venda da Varig
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, rebateu nesta sexta-feira (6), em entrevista à rádio Gaúcha, do Rio Grande do Sul, a acusação de que tenha interferido do processo de venda da Varig.
De acordo do com ela, a participação do governo no episódio limitou-se à decretação de falência do grupo, para que a empresa pudesse ser vendida.
"Existia um grande apelo de diversos segmentos da sociedade para que a Varig fosse salva. Realmente ela ia se esfacelar. O que fizemos foi, através da lei de falência, garantir a mínima chance de venda", afirmou a ministra.
Dilma também disse não acreditar da tese de “fogo amigo” contra ela e o governo. “Acho que, mais uma vez, isso partiu de fogo inimigo”.
Respeito
O ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, também saiu em defesa de Dilma e afirmou que ela tem todas as condições para exercer qualquer cargo no país.
"Tenho mais absoluto respeito, a maior admiração pela ministra Dilma, pela sua competência, pela sua história, pela maneira como ela esta gerindo as obras do PAC", disse o ministro, no Palácio do Planalto. "Ela tem tido interlocução permanente conosco em torno das políticas sociais, demonstrando grande sensibilidade social. Eu considero que a ministra Dilma reúne todas as condições para exercer qualquer cargo no pais", reiterou.
Porém, Patrus afirmou que não é o momento de se debater as eleições de 2010 pois o tema em pauta são as campanhas municipais. "Tenho dito também e reitero que nos devemos trabalhar o processo sucessório de 2010 no momento devido. Acho importante nesse momento nos mostrarmos para as pessoas a importância do seu voto nas eleições municipais", disse.
Já o vice-líder do governo na Câmara, Beto Albuquerque (PSB-RS), disse que as denúncias envolvendo a ministra resultam da sua superexposição política. "A Dilma é uma mulher correta. É impossível que ela tenha feito qualquer movimento desses", afirmou.
Com agências
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, rebateu nesta sexta-feira (6), em entrevista à rádio Gaúcha, do Rio Grande do Sul, a acusação de que tenha interferido do processo de venda da Varig.
De acordo do com ela, a participação do governo no episódio limitou-se à decretação de falência do grupo, para que a empresa pudesse ser vendida.
"Existia um grande apelo de diversos segmentos da sociedade para que a Varig fosse salva. Realmente ela ia se esfacelar. O que fizemos foi, através da lei de falência, garantir a mínima chance de venda", afirmou a ministra.
Dilma também disse não acreditar da tese de “fogo amigo” contra ela e o governo. “Acho que, mais uma vez, isso partiu de fogo inimigo”.
Respeito
O ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, também saiu em defesa de Dilma e afirmou que ela tem todas as condições para exercer qualquer cargo no país.
"Tenho mais absoluto respeito, a maior admiração pela ministra Dilma, pela sua competência, pela sua história, pela maneira como ela esta gerindo as obras do PAC", disse o ministro, no Palácio do Planalto. "Ela tem tido interlocução permanente conosco em torno das políticas sociais, demonstrando grande sensibilidade social. Eu considero que a ministra Dilma reúne todas as condições para exercer qualquer cargo no pais", reiterou.
Porém, Patrus afirmou que não é o momento de se debater as eleições de 2010 pois o tema em pauta são as campanhas municipais. "Tenho dito também e reitero que nos devemos trabalhar o processo sucessório de 2010 no momento devido. Acho importante nesse momento nos mostrarmos para as pessoas a importância do seu voto nas eleições municipais", disse.
Já o vice-líder do governo na Câmara, Beto Albuquerque (PSB-RS), disse que as denúncias envolvendo a ministra resultam da sua superexposição política. "A Dilma é uma mulher correta. É impossível que ela tenha feito qualquer movimento desses", afirmou.
Com agências