12 junho 2008

CUT Nacional repudia truculência no Rio Grande do Sul
A direção nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT) divulgou uma moção de repúdio aos atos de violência praticados contra os movimentos sociais gaúchos a mando da governadora Yeda Crusius (PSDB).
Leia a íntegra do documento:Moção de Repúdio aos atos de Violência contra os Movimentos Sociais no RS e Contra Corrupção no Governo Yeda/FeijóA Direção Executiva da CUT Nacional, reunida no dias 10 e 11 de junho, em São Paulo, expressa seu apoio à ação da CUT-RS que, articulada aos movimentos sociais do Rio Grande do Sul, está realizando um conjunto de mobilizações contra a corrupção no governo Yeda/Feijó e contra o desmonte do Estado.É lamentável a forma como os movimentos sociais vêm sendo tratados neste Estado, no qual a orientação da política de segurança é a repressão aos movimentos sociais. Neste momento, talo conduta recrudesce, como visto na capital gaúcha ontem. Mobilizações pacíficas contra a corrupção no governo Yeda, em defesa do fortalecimento do Estado e do aprofundamento da democracia no Estado foram reprimidas com a utilização de bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha contra os manifestantes. As cenas de ontem não são caso isolado; a Brigada Militar tem agido assim ao longo dos últimos anos.
Além de manifestar sua indignação e exigir providências que apurem a origem do abuso de autoridade, a CUT Nacional convoca as entidades CUTistas a se somarem à agenda de mobilizações da CUT-RS e da CMS (Coordenação dos Movimentos Sociais) nas manifestações populares que seguem:
11 de junho – Via Campesina inicia uma jornada estadual de luta;
12 de junho – atos regionais contra a corrupção no interior do Estado, com protestos em Pelotas, Santa Maria, Caxias do Sul, Missões, Passo Fundo e Santa Cruz do Sul. Bancários convocam um abraço ao edifício-sede do Banrisul, na Praça da Alfândega, às 12h;
13 de junho – grande ato contra o desmonte da educação, em Porto Alegre. Os estudantes também prometem fazer passeatas e manifestações ao longo da semana;
16 de junho – plenária de mobilização dos movimentos sociais, em local a ser definido, na capital;
19 de junho – ato público em frente ao Palácio Piratini.
Direção Executiva da CUT Nacional