Amorim: Brasil quer ser "parceiro número um" de Cuba
Havana, 30 mai (EFE).- O chanceler Celso Amorim afirmou hoje que o Brasil quer ser o "parceiro número um" de Cuba na nova era vivida na ilha, e antecipou que em duas ou três semanas ambos os países devem fechar novos créditos para o financiamento de negócios em infra-estrutura."Quero declarar aqui, mais que a disposição, o desejo firme, real, do Brasil de participar desse novo momento que vive Cuba, que vive a economia cubana", disse hoje Amorim, ao inaugurar em Havana um seminário com empresários dos dois países.Amorim, que hoje começou uma visita oficial de dois dias à ilha, destacou que "neste momento tão importante para o povo cubano", o Brasil quer ser "o parceiro número um de Cuba", e participar de seu "esforço de modernização da economia".O chanceler citou concretamente os setores do desenvolvimento tecnológico, da produção de alimentos e de infra-estrutura como formas para contribuir para que Cuba dê um "grande salto" nos próximos anos.Em declarações a jornalistas, Amorim assinalou que ambos os países trabalham neste momento na aprovação de créditos para produtos industriais de serviços, maquinaria agrícola e construção de estradas."Acho que isso tudo vai estar pronto em duas ou três semanas", disse.
Havana, 30 mai (EFE).- O chanceler Celso Amorim afirmou hoje que o Brasil quer ser o "parceiro número um" de Cuba na nova era vivida na ilha, e antecipou que em duas ou três semanas ambos os países devem fechar novos créditos para o financiamento de negócios em infra-estrutura."Quero declarar aqui, mais que a disposição, o desejo firme, real, do Brasil de participar desse novo momento que vive Cuba, que vive a economia cubana", disse hoje Amorim, ao inaugurar em Havana um seminário com empresários dos dois países.Amorim, que hoje começou uma visita oficial de dois dias à ilha, destacou que "neste momento tão importante para o povo cubano", o Brasil quer ser "o parceiro número um de Cuba", e participar de seu "esforço de modernização da economia".O chanceler citou concretamente os setores do desenvolvimento tecnológico, da produção de alimentos e de infra-estrutura como formas para contribuir para que Cuba dê um "grande salto" nos próximos anos.Em declarações a jornalistas, Amorim assinalou que ambos os países trabalham neste momento na aprovação de créditos para produtos industriais de serviços, maquinaria agrícola e construção de estradas."Acho que isso tudo vai estar pronto em duas ou três semanas", disse.
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