GOVERNO LULA
Governo quer empregar beneficiário do Bolsa Família no PAC
Mais de 200 mil beneficiários do Bolsa Família terão cursos de capacitação na área da construção civil para trabalhar nas obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). O início das aulas está previsto para agosto.O projeto, segundo o MTE (Ministério do Trabalho e Empregos), consumirá mais de R$ 150 milhões e atenderá inicialmente as regiões metropolitanas onde há concentração de investimentos do PAC: São Paulo, Campinas (SP), Baixada Santista (SP), Rio de Janeiro, Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Belém (PA), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e a área do Distrito Federal e entorno.Durante a capacitação, os alunos receberão bolsa de auxílio no valor do piso salarial da categoria em qual ele se propõe trabalhar. O Bolsa-Família não será suspenso durante o curso. Até o dia 25 de abril, comissões locais dessas 13 regiões metropolitanas vão se reunir para fechar as metas de qualificação; detectar as demandas; escolher quais as ocupações que mais precisam de mão-de-obra; e a quantidade de vagas nos cursos. Até o final do mês de maio, serão escolhidas as entidades que vão executar os cursos. As instituições, segundo o MTE, precisarão comprovar experiência nesse tipo de capacitação profissional. Os cursos terão 200 horas-aula.Para participar do programa, o beneficiário do Bolsa Família deve ter entre 18 e 60 anos e ter terminado a quarta série do ensino fundamental. Atualmente, o programa atende cerca de 11 milhões de famílias em todo o país. Dessas, 1,3 milhão receberão uma carta de convocação para a qualificação. Cada uma poderá escolher apenas um participante no projeto. As inscrições serão feitas nas agências de intermediação do Sistema Público de Trabalho, Emprego e Renda.
Mais de 200 mil beneficiários do Bolsa Família terão cursos de capacitação na área da construção civil para trabalhar nas obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). O início das aulas está previsto para agosto.O projeto, segundo o MTE (Ministério do Trabalho e Empregos), consumirá mais de R$ 150 milhões e atenderá inicialmente as regiões metropolitanas onde há concentração de investimentos do PAC: São Paulo, Campinas (SP), Baixada Santista (SP), Rio de Janeiro, Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Belém (PA), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e a área do Distrito Federal e entorno.Durante a capacitação, os alunos receberão bolsa de auxílio no valor do piso salarial da categoria em qual ele se propõe trabalhar. O Bolsa-Família não será suspenso durante o curso. Até o dia 25 de abril, comissões locais dessas 13 regiões metropolitanas vão se reunir para fechar as metas de qualificação; detectar as demandas; escolher quais as ocupações que mais precisam de mão-de-obra; e a quantidade de vagas nos cursos. Até o final do mês de maio, serão escolhidas as entidades que vão executar os cursos. As instituições, segundo o MTE, precisarão comprovar experiência nesse tipo de capacitação profissional. Os cursos terão 200 horas-aula.Para participar do programa, o beneficiário do Bolsa Família deve ter entre 18 e 60 anos e ter terminado a quarta série do ensino fundamental. Atualmente, o programa atende cerca de 11 milhões de famílias em todo o país. Dessas, 1,3 milhão receberão uma carta de convocação para a qualificação. Cada uma poderá escolher apenas um participante no projeto. As inscrições serão feitas nas agências de intermediação do Sistema Público de Trabalho, Emprego e Renda.
As informações são do Ministério do Trabalho e Emprego