GOVERNO LULA
Ano de recordes de safra, de preço e de exportação de milho
Três recordes serão batidos neste ano em milho. O País colherá a maior segunda safra de sua história, avaliada em 17,5 milhões de toneladas e terá também a maior exportação do cereal já registrada até então: 12 milhões de toneladas, de acordo com analistas de mercado ouvidos pela Gazeta Mercantil. Se confirmada a colheita da safrinha, a produção também terá a maior representação percentual em relação à safra total da história: 31% (no ano passado significou 28%). Um outro recorde pode ser batido também: o do preço. Atualmente, o contrato de novembro na Bolsa de Valores & Futuros (BM&F) está próximo ao físico do mesmo período do ano passado: R$ 28 a saca (60 quilos) para R$ 30 a saca. Isso pode significar que os patamares, que em março eram os maiores desde 2005 no mercado interno, podem ser ainda maiores. Grande parte dos analistas consultados pelo jornal indicam que os valores do segundo semestre tendem a se manter elevados, apesar da colheita recorde.
Segundo as empresas, o plantio da segunda safra de milho está encerrado mas, como quase 90% está em fase de germinação ou desenvolvimento vegetativo, os próximos 90 dias serão decisivos para a produção por causa das adversidades climáticas que podem ocorrer em um ano de La Niña, entre elas, possíveis geadas. "Se houver problema nas colheitas dos Estados Unidos, Europa e China ou na safrinha, o preço sobe. Se estes mercados forem ‘normais’, o mercado estará, no mínimo, estável e o valor praticado no Brasil será balizado pela exportação", afirma Paulo Molinari, analista da Safras & Mercado
Três recordes serão batidos neste ano em milho. O País colherá a maior segunda safra de sua história, avaliada em 17,5 milhões de toneladas e terá também a maior exportação do cereal já registrada até então: 12 milhões de toneladas, de acordo com analistas de mercado ouvidos pela Gazeta Mercantil. Se confirmada a colheita da safrinha, a produção também terá a maior representação percentual em relação à safra total da história: 31% (no ano passado significou 28%). Um outro recorde pode ser batido também: o do preço. Atualmente, o contrato de novembro na Bolsa de Valores & Futuros (BM&F) está próximo ao físico do mesmo período do ano passado: R$ 28 a saca (60 quilos) para R$ 30 a saca. Isso pode significar que os patamares, que em março eram os maiores desde 2005 no mercado interno, podem ser ainda maiores. Grande parte dos analistas consultados pelo jornal indicam que os valores do segundo semestre tendem a se manter elevados, apesar da colheita recorde.
Segundo as empresas, o plantio da segunda safra de milho está encerrado mas, como quase 90% está em fase de germinação ou desenvolvimento vegetativo, os próximos 90 dias serão decisivos para a produção por causa das adversidades climáticas que podem ocorrer em um ano de La Niña, entre elas, possíveis geadas. "Se houver problema nas colheitas dos Estados Unidos, Europa e China ou na safrinha, o preço sobe. Se estes mercados forem ‘normais’, o mercado estará, no mínimo, estável e o valor praticado no Brasil será balizado pela exportação", afirma Paulo Molinari, analista da Safras & Mercado
Leia mais aqui: