Ministro promete política industrial para daqui a 10 dias
O ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, afirmou ontem que a nova política industrial deverá ser divulgada em dez dias e contemplará 25 setores da economia com a desoneração de tributos como IOF e PIS/ Cofins. Entre eles, estão defesa, automotivo, farmacêutico, tecnologia da informação e de eletroeletrônicos.Sem apresentar detalhes, que ainda precisam de aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro mencionou que serão atendidas empresas exportadoras, para estimular o aumento das vendas externas do país, mas também haverá substituição de importações.A idéia é estimular a instalação de unidades no Brasil para a fabricação de insumos ou bens de capital que atualmente são importados por empresas brasileiras. O ministro chegou a citar especificamente a área de equipamentos hospitalares.O interesse do governo também é reduzir o ritmo de crescimento das importações. A maior parte das compras se refere a bens de capital, que a indústria nacional compra lá fora porque o preço é mais em conta."A política industrial dará condições para que investimentos estrangeiros produtivos no Brasil venham com mais rapidez e substituam importações", disse o ministro.
O ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, afirmou ontem que a nova política industrial deverá ser divulgada em dez dias e contemplará 25 setores da economia com a desoneração de tributos como IOF e PIS/ Cofins. Entre eles, estão defesa, automotivo, farmacêutico, tecnologia da informação e de eletroeletrônicos.Sem apresentar detalhes, que ainda precisam de aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro mencionou que serão atendidas empresas exportadoras, para estimular o aumento das vendas externas do país, mas também haverá substituição de importações.A idéia é estimular a instalação de unidades no Brasil para a fabricação de insumos ou bens de capital que atualmente são importados por empresas brasileiras. O ministro chegou a citar especificamente a área de equipamentos hospitalares.O interesse do governo também é reduzir o ritmo de crescimento das importações. A maior parte das compras se refere a bens de capital, que a indústria nacional compra lá fora porque o preço é mais em conta."A política industrial dará condições para que investimentos estrangeiros produtivos no Brasil venham com mais rapidez e substituam importações", disse o ministro.
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