Blog do Alê
Economia já vive ciclo de expansão sustentável
Durante mais de duas décadas, a economia brasileira viveu de pequenos surtos de crescimento, apelidados de "vôos de galinha". Os principais economistas sempre bateram na tecla de que o país precisava entrar em um ciclo de expansão sustentável. Há várias evidências de que a economia já vive esse momento esperado há anos, caracterizado por um ciclo virtuoso que traz, dentro de si, maior capacidade de se auto-alimentar. O que ocorre numa tradicional empresa do setor têxtil como a Meias Lupo, por exemplo, resume bem o perfil de crescimento que tomou conta das indústrias do país, sejam elas pequenas ou grandes. No mês passado, aproveitando o dólar barato, a Lupo instalou 130 novas máquinas italianas. No ano passado, contratou 500 empregados e outros 230 estão chegando agora. Esse comportamento é o retrato do atual ciclo, muito diferente do de 2004. "Ele é mais empregador, mais importador e mais investidor", diz o economista Júlio Sérgio Gomes de Almeida, com base em estudo corporativo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), do qual é consultor.
Durante mais de duas décadas, a economia brasileira viveu de pequenos surtos de crescimento, apelidados de "vôos de galinha". Os principais economistas sempre bateram na tecla de que o país precisava entrar em um ciclo de expansão sustentável. Há várias evidências de que a economia já vive esse momento esperado há anos, caracterizado por um ciclo virtuoso que traz, dentro de si, maior capacidade de se auto-alimentar. O que ocorre numa tradicional empresa do setor têxtil como a Meias Lupo, por exemplo, resume bem o perfil de crescimento que tomou conta das indústrias do país, sejam elas pequenas ou grandes. No mês passado, aproveitando o dólar barato, a Lupo instalou 130 novas máquinas italianas. No ano passado, contratou 500 empregados e outros 230 estão chegando agora. Esse comportamento é o retrato do atual ciclo, muito diferente do de 2004. "Ele é mais empregador, mais importador e mais investidor", diz o economista Júlio Sérgio Gomes de Almeida, com base em estudo corporativo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), do qual é consultor.
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