A GUERRA ESTÁ DECLARADA
A mídia safada, a oposição, alardeou: Apagão, epidemia de febre amarela,crise financeira devido a crise imobiliária nos EUA, desemprego. Nada aconteceu, não houve as desgraças que houve no governo de FHC. Então partem para outra, os gastos com cartões de crédito corporativos do governo, CPI da tapioca. Como disse o presidente Lula em 2006, "Nós vamos ter um enfrentamento grave. Vocês se preparem" . Como sempre o presidente Lula sabia o que estava falando. A mídia safada, a oposição feroz e virulenta, não aceitam a derrota acachapante de 2006. Para eles estarem tão violentos, a popularidade do presidente Lula deve estar elevadíssima. É o medo do presidente Lula fazer seu sucessor em 2010, e eleger seus candidatos do PT e da base aliada para as prefeituras em 2008. Vão fazer a CPI da tapioca, mas tem que fazer também a CPI dos tanques de gasolina de FHC.
Como relata o Oni no seu blog:
Está no Portal da Transparência. Eduardo Maximiano Sacillotto Filho possui um cartão corporativo da Presidência da República. Ele é da segurança do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a que ele tem direito por lei criada pelo próprio FHC. O tipo de gasto que este funcionário público faz com o cartão que recebeu: abastecimento sistemático de combustíveis no Auto Posto Higienópolis, em São Paulo. Estes são os gastos feitos pelo cartão do suposto encarregado pela segurança do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso:
2004 - R$ 4.683,45
2005 - R$ 13.071,26
2006 - R$ 13.480,10
2007 - R$ 14.792,07
O funcionário Eduardo Maximiano Sacillotto Filho, possui dois saques cash, ambos de R$ 100,00, em 2004. Seria muito bom que explicasse porque sacou estes R$ 200,00. No mais, são apenas notas de combustíveis, no mesmo posto de gasolina.
E QUE DARIA PARA DAR 17 VOLTAS AO REDOR DO MUNDO, só em COMBUSTÍVEIS!!!
E QUE DARIA PARA DAR 17 VOLTAS AO REDOR DO MUNDO, só em COMBUSTÍVEIS!!!
Se preparem amigos a guerra está declarada, pela mídia e pela oposição.Vamos para o enfrentamento sem medo de ser feliz, e sem perder a ternura jamais.
Jussara Seixas