07 abril 2007


“Agentes penitenciários do Estado de São Paulo paralisam as atividades a partir da meia noite desta sexta-feira em protesto contra a falta de segurança no sistema carcerário e o assassinato do agente Antônio Carlos Ataliba, de 39 anos. Ataliba, que trabalhava no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros 1, foi morto a tiros quando lavava o carro na garagem de casa, na última terça-feira, 3, em Osasco.
Os agentes não descartam a possibilidade dos detentos se rebelarem durante o fim de semana, já que entre a zero hora de sábado e meia-noite de domingo, os presos ficarão trancados nas celas, proibidos de receber visitas e encomendas deixadas pelos parentes. Também não serão liberados para banho de sol, segundo informações de Cícero Sarney dos Santos, do Sindicato dos Agentes de Segurança Penitenciária do Estado de São Paulo (Sindasp).”
Chico Siqueira / Agência Estado
Demitido em escândalo volta ao governo de SP
Falam que o Serra não sabe, então tá

Um ano depois de deixar o Palácio dos Bandeirantes sob a acusação de direcionamento político de verbas publicitárias do Banco Nossa Caixa, o jornalista Roger Ferreira está de volta ao governo de São Paulo.Assessor especial da gestão Geraldo Alckmin (2003-2006) até 27 de março do ano passado, quando, sob pressão, pediu exoneração, Ferreira, por meio de sua empresa, é hoje responsável pela comunicação da pasta da Educação.No final da gestão Alckmin, ele comandou a pasta da Comunicação e foi considerado uma peça estratégica na engenharia política que levou o tucano a ser indicado candidato do PSDB a presidente.Para a escolha da empresa de Roger não houve licitação. A Fator F - Inteligência e Comunicação, é subcontratada pela DPZ, uma das duas agências publicitárias encarregadas da comunicação do governo do Estado ao lado da Lua Branca.O valor original do contrato da DPZ com o governo é de R$13,1 milhões.Segundo o secretário de Comunicação do governo, Hubert Alquéres, a decisão foi tomada há cerca de 15 dias, sem conhecimento do governador José Serra (PSDB). Mas, antes mesmo da escolha, Ferreira já circulava pelo Palácio dos Bandeirantes. Em fevereiro, por exemplo, assistiu, ao lado de outros convidados de Serra, ao documentário "Uma Verdade Inconveniente", de Al Gore.
Conhecendo Roger Ferreira
Atuou nas equipes de marketing das campanhas presidenciais de Fernando Henrique (1998) e José Serra (2002). Foi chefe da Assessoria de Comunicação da Caixa Econômica Federal entre janeiro de 1999 e abril de 2002, em Brasília. Recebeu, com a equipe da CEF, o Prêmio About de Comunicação Institucional de 2001 com o caso da comunicação da Reestruturação Patrimonial da CEF.
Também comandou a comunicação da
Nossa Caixa entre março e outubro de 2003. Trabalhou durante três anos na revista Veja, entre 1995 e 1998, como subeditor das seções "Brasil" e "Economia & Negócios". Também trabalhou na Folha de São Paulo entre 1988 e 1993 nas funções de redator de Exterior, redator de Política, correspondente em Buenos Aires e repórter de Política da Sucursal de Brasília. Foi colunista político da Folha da Tarde entre 1993 e 1995.
Em novembro de 2003 tornou-se Secretário-Adjunto de Comunicação do Governo do Estado de São Paulo (gestão Geraldo Alckmin), sendo promovido a Secretário titular em março de 2004. Nessa função, coordenou ações de marketing e de imprensa para divulgar o Governo de São Paulo.



O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, aceitou nesta segunda-feira o pedido de exoneração de seu assessor especial de comunicação Roger Ferreira.


Folha Online - Brasil - Banco estatal beneficiou aliados de ...


Roger Ferreira passou a manter estreito relacionamento com as duas agências de propaganda, por ordem da presidência, coordenando as ações de marketing,

Base de Alckmin barra CPI da Nossa Caixa na Assembléia :: Estadao ...




SÃO PAULO - Um dia depois de ter aceitado o pedido de demissão de seu assessor especial de Comunicação, Roger Ferreira, por suspeita de envolvimento




Procurado, Roger Ferreira, que deixou o cargo no mês passado, reiterou o conteúdo da nota divulgada anteontem.



Diário Vermelho .::: Afanásio Jazadji confirma que Alckmin chefiou ...


A denúncia cita e-mails trocados entre pessoas envolvidas e indica que o assessor especial de Comunicação do governo, Roger Ferreira, teria coordenado




Clipping Eletrônico


Eles são sócios na "Buenas Idéias", firma que também prestara serviços à Caixa Econômica Federal, na gestão de Valdery, quando Roger Ferreira chefiava a


Clipping Eletrônico

Sob pressão do comando do PSDB, e 24 horas depois de negar que afastaria seu assessor de Comunicação, Roger Ferreira, o governador Geraldo Alckmin exonerou,


A ala dos alquimistas teve em Roger Ferreira seu mais destacado negociador. ... Roger Ferreira, citado no dossiê elaborado pelo ex-gerente de marketing

06 abril 2007

Governo de SP admite erro em registro de roubo a banco



















CARLA MONIQUE BIGATTO



























do Agora








A Secretaria da Segurança Pública admitiu nesta quarta-feira que o número de assaltos a banco pode ser muito maior que o divulgado pela instituição nos últimos anos. A informação foi divulgada à imprensa ontem, depois de a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) ter publicado uma nota afirmando que, somente no primeiro trimestre de 2006, o número registrado pela instituição deste tipo de crime na capital foi 62% maior que o divulgado pelo governo.O secretário da pasta, Ronaldo Marzagão, determinou ontem que todos os números que compõem a estatística oficial fossem revisados, divulgados desde 2004. "Temos fortes indícios de que esses índices não estejam corretos", afirmou.Ele, porém, não determinou reavaliação das estatísticas de outros crimes, como homicídio e roubo de carga, por exemplo, porque, segundo ele, não há informações reais de que esses números tenham sido adulterados. "Se essa hipótese for levantada, também posso determinar essa avaliação."
É o governo Alckmin- Serra tentando enganar o povo. A insegurança em SP é muito maior do eles querem nos fazer crer, manipulando estáticas sobre a segurança.
UMA ATITUDE DIGNA


Os controladores de vôo tiveram uma atitude digna e pediram perdão à sociedade pelos transtornos devidos à paralisação do controle aéreo em 30/3. Como dizia meu pai, o corcunda é que sabe o lado que se deita, mas essa greve foi muito prejudicial para o país e os passageiros. O fato de os controladores terem compreendido que a paralisação dos serviços foi um erro e de virem a público assumir esse erro e pedir perdão ao povo é algo que merece respeito e consideração. Seria bom se a mídia agisse da mesma forma e pedisse perdão por ter aterrorizado a população. O jornal O Estado de São Paulo, que está espalhando boatos, notícias de novas greves com base em entrevistas manipuladas, em atitude de puro terrorismo, deveria indenizar as empresas aéreas que tiveram perdas por conta dessas falsas noticias, bem como as pessoas que desistiram de viajar de avião ao ler aquilo. O mesmo deveria acontecer com a Globo e com a Folha de S. Paulo. A mídia deveria pedir pedir perdão aos seus leitores, e telespectadores pelos delitos cometidos. Se qualquer fato pode ser manipulado para atacar o presidente Lula, e o governo Lula, a mídia o faz sem nenhum pudor, com muita afoiteza. A mídia ainda está inconformada com a derrota que teve em 2006, após dois anos de manipulação ignominiosa dos fatos e acontecimentos. Em 2006 não funcionou, o povo ficou esperto, atento, sabido, e a mídia ficou desacreditada. Mas eles vão continuar tentando manipular fatos, acontecimentos e informações contra o governo. Afinal, é a elite oposicionista e golpista que financia suas empresas e seus devaneios.



Jussara Seixas
Apagão mesmo é o de FHC em São Paulo






Esse é o título do comentário de Paulo Henrique Amorim, hoje no seu blog Conversa Afiada, falando da crônica falta de luz em São Paulo. Vejam o que ele diz: "De todas as grandes metrópoles que conheço, São Paulo é a única em que falta luz sistematicamente, quando chove. Choveu, falta luz – é tão previsível quanto a vitória do Alemão no BBB. E sai todo mundo a correr para acertar o relógio despertador, religar o computador, ver se a comida na geladeira estragou – um conforto inigualável. A quem se deve esse “avanço” tecnológico? À privatização de FHC, aquele que cunhou, para sempre, a expressão “apagão”. A privatização do setor elétrico foi tão bem feita que pode dar até em cadeia de uma parte dos diretores do BNDES, na gestão de FHC. Esse é que é o “apagão” de verdade".E a nossa imprensa não fala nada. Quando muito noticia a falta de luz, sem dizer que é apagão, e também põe a culpa na chuva.
enviada por Zé Dirceu

05 abril 2007








Nota à sociedade










"Passado o grande trauma da paralisação do dia 30 de março, os Controladores de Tráfego Aéreo Militares buscam força para recuperar, junto a sociedade brasileira, sua confiança, prestígio e respeito.Reafirmamos nossa confiança e respeito ao Governo Federal, ao Comando da Aeronáutica e principalmente nas bases do militarismo: hierarquia e disciplina.Que o dia 30 de março seja lembrado como 'um grito de socorro dos Controladores de Tráfego Aéreo' e não como uma simples rebelião de militares.Pedimos perdão à sociedade brasileira e paz para voltarmos a executar com maestria nosso trabalho.A Associação Brasileira dos Controladores de Tráfego Aéreo não medirá esforços para reconstruir a imagem de seus representados assim como lutar por sua dignidade.
Paz nos Céus!



Feliz Páscoa!





Sinceramente,



Wellington Rodrigues





Presidente da ABCTA"





















































http://abcta.org.br/


GOVERNO LULA
O Risco Brasil atingiu nova mínima nesta quinta-feira, 5, ao chegar a 161 pontos base, e mais uma vez se igualou ao risco dos países emergentes que, às 15h35 desta quinta-feira, dia 5, está neste mesmo patamar. A taxa de risco reflete a confiança do investidor estrangeiro na capacidade de pagamento da dívida de um país. Quanto menor esta taxa, maior é a confiança do investidor.







Liderança global de Lula pode salvar Doha, diz representante dos EUA

A representante comercial dos Estados Unidos, Susan Schwab, acredita que a liderança global exercida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva será vital para retomar a Rodada de Doha de liberalização do comércio mundial.




Integração: Brasil e Equador fecham acordo para exploração de petróleo


A Petrobras e a estatal Petroecuador assinaram hoje (4) um memorando para a exploração do campo Ishpingo-Tiputini-Tambococha (ITT). Localizado na Amazônia equatoriana, o campo tem área de aproximadamente 190 mil hectares e cinco jazidas já descobertas.



Diplomata é o novo porta-voz do governo Lula


O diplomata Marcelo Baumbach, 40, será o novo porta-voz do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele vai substituir André Singer, que deixou o governo federal na reforma ministerial.





Herança tucana: Alckmin deixou dívida de quase meio bilhão com estâncias turísticas


A dívida do governo do Estado de São Paulo nos últimos cinco anos com os 67 municípios paulistas declarados por lei “estâncias turísticas” é de R$ 487.669.619,00. Para assegurar que o dinheiro chegue regularmente, o 1º secretário da Assembléia Legislativa, deputado Donisete Braga (PT), apresentou o projeto de lei nº. 395/2005, que garante o repasse direto às prefeituras de 50% das verbas do Fundo de Melhorias.

http://www.pt.org.br/

04 abril 2007

PANTOMIMA DO ABSURDO


Em 2005/2006, todos assistiram a CPI do Fim do Mundo, também chamada de CPI dos bingos. O mote primordial daquela CPI era desgastar o presidente Lula, fazer com que sangrasse até as eleições. A oposição queria voltar ao poder a qualquer custo. Alguém soube de algum bingo sendo investigado, algum dono de bingo interrogado, dinheiro de bingo ou jogador de bingo? Não viu porque não houve nenhuma investigação sobre os bingos, donos de bingos, lavagem de dinheiro em bingos. Mas vimos o nosso dinheiro, dinheiro de impostos – que poderia ser usado para melhorar a merenda das escolas, pavimentar rodovias, comprar equipamentos para hospitais, construir de pontes – financiando essa maldita CPI do Fim do Mundo. Vimos os políticos da oposição ficarem com as bundas quadrada e com a boca mole após horas, dias, semanas de discursos inflamados, cheios de ódio, mentiras e achismos, contra o presidente Lula. Nada era votado, projetos não eram apresentados nem apreciados, a oposição obstruía as votações dos projetos do governo de interesse do povo e do país. Veio a eleição e o povo deu o troco para essa pantomima da oposição em conluio com a mídia: os holofotes eram fundamentais. Reelegeram o presidente Lula e garantiram uma derrota acachapante para a oposição e para a mídia. Isso foi em outubro de 2006. Passaram-se apenas seis meses e eles estão inconformados, agora querem se vingar do povo. Querem novamente promover a pantomima. Estão obstruindo votações importantes para o crescimento do país, e a justificativa para isso é o abuso do absurdo, à mostra no texto que o deputado Onyx Lorenzoni publicou hoje, 04/04, na Folha de S. Paulo, para justificar a CPI:Diz o deputado Onyx Lorenzoni do PFL, digo DEM, que a oposição quer a CPI da aviação porque o contribuinte tem o direito de saber o que está acontecendo. Ele justifica que quando não são os controladores de vôo, como aconteceu no último dia 30 de março, são as chuvas, as aves ou os cães que invadem as pistas de pouso e param os aeroportos.


Vamos aos fatos: os controladores civis e militares estão descontentes com o tratamento que estão tendo na FAB,dizem que trabalham sob pressão, que a carga horária é estressante, que estão descontentes com os salários. Segundo o sindicato da categoria, fazem 25 anos que eles estão reclamando. Agora resolveram agir, promovendo greves, paralisações, operação padrão, para serem ouvidos. Já sabemos o porquê da greve, e sabemos que é da competência da FAB negociar com os controladores, já sabemos que o presidente Lula pediu à FAB e ao Ministério da Defesa que agilizem as negociações, dêem fim a esse impasse, que está prejudicando a população. Pergunto: para que CPI?


Segundo o deputado do PFL, digo DEM, ainda restam as chuvas, as aves e os cães que invadem pistas, e isso merece uma CPI. Chuva é um fenômeno da natureza, que consiste em precipitação atmosférica de gotas de água cujas dimensões variam entre 1 e 3 mm, por efeito da condensação do vapor de água contido na atmosfera. Muitos culpam São Pedro quando ocorrem chuvas muito volumosas, com rajadas de ventos fortes, que impedem os vôos, decolagens e aterrissagens devido à falta de segurança, por força da mãe natureza. Precisa de CPI? Quem seria chamado para depor: São Pedro? A mãe natureza?


As aves são animais cuja pele é revestida de penas, com os membros anteriores transformados em asas, boca prolongada em bico, e voam. São animais irracionais que em alguns casos, por fatalidade, se chocam com os aviões, são sugadas pelas turbinas. Precisa CPI? Iriam chamar as aves para depor e explicarem por que voam nas rotas dos aviões?


O cão, melhor amigo do homem, também é um animal irracional, mas muito esperto, ágil, invade pistas de aeroporto, campo de futebol, áreas livres e outras até com difícil acesso, com muita rapidez, e nem sempre o ser humano consegue detê-lo, até porque ele, para se defender, morde. Precisa CPI? Seriam os cães chamados para explicar sua natureza?


Diz o deputado do PFL, digo DEM, que a CPI iria investigar o acidente com o avião da GOL. A população já sabe que esse acidente foi investigado, já sabe que os pilotos americanos, que estão lá nos EUA, estavam com Transponder desligado, que eles estavam voando em altitude errada. A PF e a FAB já investigaram, laudos já foram emitidos, controladores já foram afastados pela FAB, e continuam ainda investigações internas na FAB, no CINDACTA de Manaus, Brasília e São José dos Campos. Precisa CPI?


O deputado do PFL, digo DEM, faz críticas a um casamento da filha de um diretor da Anac, diz que fotos nos jornais mostram uma confraternização, regada a champanhe e charutos, durante o casamento da filha de um diretor da Anac, em Salvador. Isso porque os controladores de vôo estavam em greve, amotinados, e os aeroportos eram um caos no dia do casamento. Precisa CPI? Vão chamar os convidados e os noivos para depor? Vão cobrar que o casamento deveria ter sido adiado? Vão querer saber por que fulano ou cicrano foram convidados, se são amigos de quem, da noiva ou do noivo? Vão querer saber se os charutos eram cubanos? Vão quer saber por que a festa de casamento não foi suspensa? O Lorenzoni vai quer saber por que não foi convidado?


A oposição quer ainda investigar a Infraero, que o TCU e a CGU já estão investigando e apontando aonde há erros e inconsistências, possíveis desvios financeiros, e a Infraero terá que se justificar, provar o que fez. Somente após as investigações, provas e contraprovas, é que atitudes judiciais poderão ser tomadas. Está tudo sendo divulgado pelo TCU, pelo governo, pela mídia. Precisa CPI?


O TCU, a CGU, a PF, o Siafi e o poder judiciário não são instituições competentes e confiáveis para investigar e punir, se for necessário, quem quer que seja? Ou confiáveis e competentes são somente a oposição feroz e virulenta e a mídia acumpliciada e desmoralizada?

Jussara Seixas

03 abril 2007

Novo PIB deve pôr Brasil entre países com alto desenvolvimento humano

O novo cálculo do PIB (Produto Interno Bruto) deve colocar o Brasil no seleto grupo dos países com “alto desenvolvimento humano”, segundo estimativa feita pelo site Terra Magazine.

Usando metodologia da ONU, o site calculou o provável novo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) com supervisão do economista Fernando Prates, da Fundação João Pinheiro, especialista no assunto.

Segundo o site, foram usados dados do Pnud - órgão das Nações Unidas que divulga anualmente o ranking do IDH -, do IBGE e do FMI.

O IDH é uma espécie de nota, de zero a um, que avalia a qualidade de vida em 177 países com base nos critérios renda, escolaridade e longevidade da população.

O último relatório, publicado no ano passado a partir de estatísticas de 2004, dava ao Brasil a nota 0,792, o que o situava entre as 83 nações de "médio desenvolvimento humano". Colômbia, República Dominicana, Venezuela e Albânia estavam entre seus vizinhos no ranking.

A promoção para o andar superior ocorre principalmente graças a um significativo ajuste estatístico. Ao atualizar a metodologia do cálculo do Produto Interno Bruto, o IBGE descobriu que, em 2005, éramos 10,9% mais ricos do que imaginávamos.

Graças a esse incremento no PIB e na renda per capita, o IDH sobe para exatos 0,800 - o mínimo necessário para o Brasil entrar no grupo de 63 países com "alto desenvolvimento humano" - liderado pela Noruega (0,965) e onde já estão os vizinhos Argentina (0,863), Chile (0,859) e Uruguai (0,851).

Com o crescimento da economia em 2006, de 3,7%, a nota brasileira sobe para 0,803.

Nas contas não estão considerados os itens educação e longevidade, que compõem o IDH com o mesmo peso que a renda. E é quase certo que o Brasil apresentará avanços também nessas áreas - sua nota será, portanto, maior.

O Pnud considera, em sua base de dados referente a 2004, que os brasileiros têm uma esperança de vida ao nascer de 70,8 anos. Mas o IBGE, em 2005, calculou que esse índice já chegou a 71,9 anos. A esperança de vida é a estimativa do número de anos que vão viver, em média, as pessoas nascidas em um determinado ano.

Também houve avanços ainda não medidos no campo da educação. A taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais subiu de 88,6% em 2004 para 88,9% em 2005.

Outro indicador considerado é a taxa bruta de matrículas, que estima o percentual de cidadãos excluídos do sistema educacional. Nesse caso ainda não há números atualizados, mas a tendência tem sido de melhora nos últimos anos.

O novo IDH não significa que, de um dia para o outro, o Brasil se transformou em paraíso social. O corte de 0,800 é arbitrário e o conceito de desenvolvimento humano é subjetivo. Estatísticas às vezes ocultam aspectos da realidade - dois países com a mesma renda per capita podem ser completamente distintos se, em um deles, a elite abocanha a maior parte da riqueza.

Mesmo com as ressalvas, não há como negar que o IDH é um dos melhores parâmetros de avaliação da eficácia das políticas públicas. E ele mostra que o país está avançando, há muito tempo. Se a miséria não foi eliminada, é cada vez menor seu peso no conjunto da sociedade.

Ainda não está claro se a ONU passará a considerar os novos números do PIB brasileiro já em 2007 ou somente em 2008. Mas é certo que eles serão aceitos - no cálculo do IDH, o que vale são as estatísticas oficiais de cada país.

Para os que vêem "manipulação" na melhora súbita do PIB, um aviso: é praticamente consensual a opinião dos especialistas de que o IBGE mudou a metodologia para melhor. Agora o instituto consegue captar melhor o tamanho e os movimentos da economia - com a metodologia anterior, deixava de "enxergar" uma geração anual de riquezas equivalente a quase cinco vezes o PIB do Uruguai.


Com informações do Terra Magazine
GOVERNO LULA







Primeiro trimestre é o melhor da história em vendas de carros
























Com uma venda acumulada de 493 mil veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários) entre janeiro e março, número aproximadamente 18% maior que o registrado no mesmo período de 2006, o primeiro trimestre deste ano foi o melhor da história em vendas de carros, segundo Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

De acordo com a entidade, que fará entrevista coletiva nesta terça-feira para detalhar os números, só em março foram vendidos 193,4 mil veículos, 31,8% acima de fevereiro e 23,2% acima de março do ano passado.





http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u115769.shtml
13 ANOS DE PSDB EM SP





















SÃO PAULO - As prisões de adolescentes, em especial as unidades da Febem paulista (atual Fundação Casa), são "infernos", afirma nesta terça-feira o jornal francês Le Figaro.








"O sistema carcerário brasileiro, balançado por violentas revoltas em 2006, é um dos mais violentos do mundo. Inclusive suas unidades reservadas a acolher jovens delinqüentes", diz a reportagem.
"São escolas do crime e de tráfico que contam, freqüentemente, com a cumplicidade dos monitores. A situação não pára de piorar diante da indiferença geral." A reportagem descreve a história de Helena de Araújo, cujo filho se suicidou na Febem. Como ele, dezenas de jovens tiveram o mesmo destino, diz a matéria, que afirma serem "em vão" as críticas de associações de direitos humanos que reclamam dos maus tratos a jovens.
"O que a lei concebeu como um centro de reeducação se tornou um inferno, uma prisão que sofre dos mesmos males que o resto do sistema carcerário brasileiro", diagnostica o Figaro.


PCC

O jornal destaca que o PCC, maior grupo criminoso do Brasil, "se tornou objeto de fascinação" entre os internos. "Reunidos após o cair da noite, os jovens começar por declamar um Pai Nosso antes de cantar hinos exaltando a ação do PCC e prometendo morte aos policiais."
Para o jornal, enquanto a situação se deteriora, políticos, juristas e a sociedade fazem ouvidos moucos à violência nas Febens. A indenização de Helena de Araújo, de 300 salários mínimos, pode levar até dez anos para ser confirmadas pela Justiça, e mais seis para ser paga pelo Estado de São Paulo, informa a reportagem. "Helena será, na melhor das hipóteses, indenizada em 2022. Seu filho teria 36 anos."


BBC BRASIL.

Mino Carta se assusta com golpismo do "Estadão"







A fúria golpista da mídia conservadora tem uma vantagem; fez o Mino Carta rejuvenescer 43 anos – e voltar a 1964. Mino se inspira no Estadão – e em outros notáveis colunistas – para constatar que o “caos aéreo” vai acabar com a desmilitarização. O que não vai acabar é o golpismo da mídia brasileira. (Comentários de Paulo Henrique Amorim).
Veja o escreveu o Mino:







“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu "se impôr sobre os militares" ao negociar com os controladores de vôo para encerrar a greve no setor aéreo, diz matéria na edição desta segunda-feira do jornal espanhol El País.
Como outros jornais estrangeiros, o diário destacou a decisão de Lula, que tem as prerrogativas de líder máximo das Forças Armadas, de desmilitarizar o controle dos vôos no país.
"Lula quis se impôr sobre as autoridades militares da Força Aérea sabendo que seu veto seria criticado e obedecido a contragosto, para evitar que o país entrasse em um caos maior, e que se generalizasse na sociedade o mal-estar dos passageiros nos aeroportos", escreve o correspondente do jornal no Rio de Janeiro.
A matéria sublinha que os controladores de vôo também saíram ganhando na barganha, porque serão transferidos para a esfera civil, e que os militares "obedeceram às ordens do presidente Lula, mas quiseram fazer constar" sua preferência pela opção de encarcerar os controladores em greve.”Da BBC BrasilMatéria Completa,
::Aqui::
Controladores: reclamar há 25 anos não é irresponsabilidade






Em nota, sindicato da categoria disse que problemas no setor aéreo são resultado da falta de atitude de governos anteriores; controladores pedem desculpas SÃO PAULO - O Sindicato Nacional dos Trabalhadores na Proteção do Vôo classificou como ´infeliz´ a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) considerou ´grave e irresponsável´ a greve dos controladores de vôo na sexta-feira, 30. Em nota de esclarecimento divulgada no site do sindicato na tarde desta segunda-feira, 02, a categoria ressalta que "a falta de atitude dos governos anteriores para enfrentar os demandos praticados no comando militar da aeronáutica foi que gerou todo o sofrimento porque passa atualmente os usuários do transporte aéreo".Os controladores ressaltaram que ´há mais de vinte e cinco anos, os civis do sistema de controle de tráfego aéreo denunciam às autoridades constituídas e à imprensa em geral a inércia administrativa do Comando da Aeronáutica no serviço de controle de tráfego aéreo´. A categoria lamenta ainda que após tanto tempo, sem interlocução, pela necessária reforma do sistema, o movimento descambou para a gravidade existente atualmente.

"Episódios no setor aéreo comprovam que CPI é desnecessária"


Os últimos episódios envolvendo o setor aéreo brasileiro, com a greve dos controladores de vôo e o conseqüente caos no tráfego aéreo na semana passada, comprovam a desnecessidade de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, uma vez que as causas do problema estão claras. A afirmação é do presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, em entrevista ao Portal do PT.



“Há uma insatisfação salarial e funcional dos controladores de vôo. Essa crise se agudizou na semana passada e o governo tomou a decisão de negociar. Aparentemente, a negociação produziu resultados positivos e não há nenhuma razão para nenhum tipo de comissão parlamentar de inquérito com a característica que a oposição queria”, afirmou.

Ele considerou incorreta a atitude dos controladores de vôo, uma vez que está em jogo a segurança da população. “Falo com tranqüilidade porque sou sindicalista, portanto, defendo o direito de greve, mas até o direito de greve tem que ser limitado às questões de segurança da população.”

Sobre as negociações para a composição do segundo escalão do governo, Berzoini defende a participação proporcional de todos os partidos. Em sua opinião, é preciso encerrar o processo rapidamente, “para que não haja qualquer tipo de especulação sobre a ocupação de cargos nem gere ansiedade entre pessoas que eventualmente desejem participar do governo”.

Em relação à decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de que o mandato pertence ao partido, não ao parlamentar, Berzoini lembra que o PT sempre foi favorável à fidelidade partidária, mas dentro de uma discussão programática, do contrário, seria apenas uma regra burocrática. “Para discutirmos fidelidade de maneira programática, achamos que é preciso que o Legislativo legisle para evitar que o Judiciário sinta-se tentado a legislar”, disse.


Confira a íntegra da entrevista:


A greve dos controladores de vôo e toda a conseqüência que causou no setor aéreo nos últimos dias torna a CPI inevitável?


A questão de a CPI existir ou não é uma questão que compete ao Supremo Tribunal Federal. O Poder Legislativo já tomou sua decisão por maioria e entendeu que a proposição não tinha fato determinado para ocorrer nos moldes como foi proposta pelos parlamentares que a assinaram. Sobre os eventos deste final de semana, acho que eles refletem e reforçam a desnecessidade de uma Comissão Parlamentar de Inquérito.
Por quê?
Porque, de certa forma, as causas já estão claras. Há uma insatisfação salarial e funcional dos controladores de vôo, que são parte civis e parte, militares. De modo que essa crise se agudizou na semana passada e o governo tomou a decisão de negociar e, aparentemente, a negociação produziu resultados positivos. É preciso zelar, agora, para o cumprimento pleno do que foi negociado. Portanto, não há que se fazer nenhum diagnóstico extraordinário sobre isso, porque já ficou claro que não é nenhum outro motivo que não um movimento semelhante ao movimento sindical, numa operação que, na minha opinião, é incorreta, porque é um setor que não deve ter esse tipo de movimentação. Falo com tranqüilidade porque sou sindicalista, portanto, defendo o direito de greve, mas até o direito de greve tem que ser limitado às questões de segurança da população. Portanto, esse movimento já produziu resultados, já foi negociado e não há nenhuma razão para nenhum tipo de comissão parlamentar de inquérito com a característica que a oposição queria.


A criação de um órgão civil para supervisionar essa área, conforme anunciado pelo governo, pode causar algum constrangimento com os militares?


Eu creio que não, porque a aviação civil deve ser supervisionada por órgãos civis, enquanto a aviação militar e a defesa nacional devem ter um controle do espaço aéreo militar. São duas atividades diferentes. Tanto é assim que você tem misturado no mesmo espaço de trabalho civis e militares, muitas vezes gerando tensões justamente por serem atividades diferentes. Quando fui membro da comissão especial que organizou a atuação da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) no governo Fernando Henrique, já havia essa discussão sobre como deveria ser o serviço de proteção ao vôo. Acredito que um órgão civil pode cumprir plenamente todas as funções, mas o governo deve zelar por ter um esquema de contingência. É inadmissível que uma área como essa não tenha um sistema de contingência para o caso, por exemplo, de uma greve.


Como andam as negociações do PT com o governo para a composição do segundo escalão?

Na semana passada, conversei com vários ministros sobre a necessidade de termos um debate transparente, mas que não gere ansiedade nem tensão na base do governo. O PT defende que a participação de todos os partidos seja proporcional e que nós possamos rapidamente encerrar esse capítulo para que não haja qualquer tipo de especulação sobre a ocupação de cargos, nem gere ansiedade entre pessoas que eventualmente desejem participar do governo.

O sr. já se posicionou contrário à idéia de que o governo entregue pastas de “porteira fechada” aos partidos, mas alguns membros da coalizão ainda insistam nessa idéia. Diante disso, seria então razoável sugerir que as pastas que têm petistas no comando, como Fazenda e Planejamento, sejam compostas inteiramente por petistas, inclusive nos órgãos ligados a elas?

Não gosto de entrar neste debate de uma maneira que pareça à população que há um anseio de aparelhamento partidário dos ministérios. Os ministérios são estruturas para servir ao público. Assim como é legítimo indicar pessoas — portanto, ter algum nível de participação direta na administração —, também é razoável supor que não pode haver um critério meramente partidário. Então o PT defende, respeitando os que têm outras opiniões, que o ideal é um critério de combinação de compromisso com o governo, competência técnica e total compromisso com a ética e com a administração correta. Com esses três compromissos, dá para defender qualquer partido em qualquer lugar. E aí cada ministro vai poder avaliar. Não faz sentido, numa área X, um ótimo quadro do PMDB não participar porque o ministério é do PR. Ou numa área Y, uma pessoa que não tem filiação partidária nenhuma não poder participar da gestão porque o ministério é do partido A ou B.


Como o PT vê o posicionamento do TSE segundo o qual o mandato é do partido e não do parlamentar?

O PT sempre defendeu a fidelidade partidária e tem em seu estatuto regras que defendem a fidelidade. E é um dos partidos que menos importa e exporta parlamentares. O PT tem uma estabilidade de bancadas — quando varia muito, perde ou ganha um ou dois parlamentares. Nós acreditamos, porém, que, pela tradição que existe no Brasil de troca de partidos, e pelo fato de o tribunal nunca ter interferido nesta questão, essa decisão criou uma nova situação que pode afetar decisões tomadas anteriormente. De certa forma, pode insinuar uma retroação nos seus efeitos. Uma pessoa que mudou de partido sem qualquer tipo de problema pode vir a sofrer problemas posteriormente por um entendimento, já que não é uma lei. A lei não pode retroagir, mas um entendimento eventualmente pode ameaçar com a retroação. O ideal é que nós puséssemos em votação uma reforma política mais ampla, discutindo fidelidade partidária, financiamento público de campanha, voto em lista ou nominal, e discutíssemos também uma forma de dar maior conteúdo programático aos partidos. Até porque fidelidade sem programa não é fidelidade — é apenas uma regra burocrática. Para discutirmos fidelidade de maneira programática, achamos que é preciso que o Legislativo legisle para evitar que o Judiciário sinta-se tentado a legislar.

A maioria dos deputados petistas defende a aprovação, num primeiro momento, de uma reforma do sistema eleitoral, para depois se colocarem em discussão pontos mais polêmicos da reforma política mais ampla. Já os movimentos sociais defendem uma ampla reforma imediata. Como chegar ao consenso com a sociedade civil?

Essa é uma reivindicação legítima dos movimentos sociais. Eu, pessoalmente, colocaria tudo em votação de uma vez, porque aí nós teríamos uma reforma mais ampla do arcabouço político eleitoral brasileiro. O que vejo, porém, é que, se quisermos votar alguma coisa este ano, é preciso selecionar aquilo que tem mais consenso. E acho que fidelidade partidária e financiamento público têm mais consenso. O voto em lista pode ter consenso ou pelo menos ter maioria ampla. As demais questões — como a função do Senado, a forma de atribuir responsabilidades aos partidos políticos e a relação com o Poder Judiciário — têm que se fazer com mais calma porque são assuntos menos discutidos no Parlamento.

O PT tem discutido muito este tema em seminários e o próprio presidente da Câmara já explicitou seu desejo de votar a reforma política ainda no primeiro semestre deste ano. Na sua opinião, qual a real disposição dos deputados dos outros partidos em votar ao menos alguns aspectos da reforma política neste ano?

Acho que é inescapável. A visão crítica majoritária da população em geral em relação à política leva a uma reflexão de como permitir à população ter uma avaliação mais positiva e uma participação mais intensa. A questão da fidelidade é algo absolutamente necessário, e não se trata apenas de não poder trocar de partido; trata-se também de ter que votar com o partido, de ter obrigações de se submeter à disciplina partidária interna. E a questão do financiamento público remete ao debate sobre financiamento privado e poder econômico e a ilegalidades contábeis, ou caixa 2. Portanto, todas as questões são importantes. O voto em lista reflete uma discussão sobre programa de partido, que também é importante, embora menos assimilado pela população. Então esses três pontos têm bastante amadurecimento, embora seja necessária uma discussão em plenário. Mas já há um amadurecimento na comissão especial e acho que há um sentimento majoritário na Casa de que é preciso votar a reforma política, sob pena de o Parlamento mais uma vez ser acusado pelos atrasos políticos que nós temos no país.


Priscila Lambert, do Portal do PT
Obsessão: Ex-PFL insiste em paralisar o país, mas fica isolado


O ex-PFL, atual DEM, ficou isolado nesta segunda-feira (2) na tentativa de retomar a obstrução de projetos de interesse do Brasil na Câmara dos Deputados.

A ameaça dos ex-pefelistas é a mesma de sempre: paralisar o país enquanto não for instalada a CPI do Setor Aéreo, que já foi considerada inconstitucional pelo plenário da própria Câmara e agora depende de um parecer do plenário do STF (Supremo Tribunal Federal).

Desta vez, porém, nem mesmo o tradicional aliado do ex-PFL, o PSDB, embarcou na aventura. "O PSDB não vai entrar em obstrução, que não nos ajuda em nada. Havendo matéria e quórum para votar, vamos à votação", disse o líder do PSDB na Câmara, Antonio Carlos Pannunzzio (SP).

O vice-líder do governo, Henrique Fontana (RS), reiterou que a base aliada não vê motivos para a instalação da CPI. "A comissão só serviria para acirrar os ânimos e politizar o conflito entre oposição e governo."Fontana defende que a Câmara se concentre na discussão sobre a decisão do governo de desmilitarizar o controle do tráfego aéreo nacional. Na semana passada, o ministro do STF Celso de Mello deu parecer favorável ao pedido de liminar da oposição, que pede o desarquivamento do pedido de CPI. No entanto, ele deixou a decisão sobre a instalação para o plenário do STF, que deve avaliar o assunto entre o final de abril e o começo de maio.


Com agências

02 abril 2007

RECEITA PARA NÃO LER A MÍDIA CONSERVADORA

Paulo Henrique Amorim


A melhor maneira de evitar a mídia conservadora (e golpista) do Brasil é ler outra coisa.

http://conversa-afiada.ig.com.br/

Salário mínimo tem reajuste real de 5,41% e passa a valer R$ 380


O salário mínimo passou a valer R$ 380 neste domingo (1º), o que representa um aumento real (acima da inflação) de 5,41% sobre o valor anterior, de R$ 350.

Os cinco reajustes concedidos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde 2003 apontam para um ganho nominal de 90%. Descontada a inflação, o reajuste real foi de 32,1%.

O Dieese estima que 43,7 milhões de pessoas têm seu rendimento referenciado no salário mínimo. O novo valor dará um incremento de renda na economia de R$ 16,8 bilhões. Ainda conforme a estimativa, a arrecadação tributária sobre o consumo terá um acréscimo de R$ 4,1 bilhões, e o impacto nas contas da Previdência será de R$ 5,9 bilhões ao ano. O reajuste do salário foi acordado no ano passado entre o governo Lula e todas as centrais sindicais e passou a valer após edição de Medida Provisória publicada em edição extra do Diário Oficial da União na última sexta-feira (30).

A MP foi necessária porque o Congresso ainda não aprovou o projeto que estabelece uma política constante de reajuste até 2023.

A política determina que, além de reajustado pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), o mínimo receberá, a título de aumento real, um acréscimo equivalente ao crescimento do PIB (Produto Interno Bruto). Se o projeto for aprovado, o Executivo terá de encaminhar ao Congresso Nacional, até 31 de dezembro de 2011, um segundo projeto de lei com a política de valorização do salário mínimo para o período de 2012 a 2023.

Além disso, terá de criar um grupo interministerial encarregado de definir e implementar um sistema capaz de monitorar e avaliar essa política. O projeto também prevê que, a partir de 2008, a data do reajuste do salário mínimo será antecipada. Em 2008, em vez de ser pago em maio, o aumento viria em abril. Em 2009, em março. E a partir de 2010, em fevereiro.Além da publicação da MP na edição do Diário Oficial, há uma mensagem do presidente da República com o projeto que estabelece o piso nacional de R$ 850 para professores de educação básica da rede pública.
Com agências
Lula sanciona leis mais duras para crime hediondo




O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje (30) a lei que aumenta a progressão de regime para presos que cometeram crimes hediondos e a que pune com mais rigor o uso de telefone celular dentro de presídio. As leis foram publicadas na edição extra do Diário Oficial da União desta quinta-feira (29).

A Lei 11.464, que trata de crimes hediondos, estabelece que os condenados por crimes hediondos, prática de tortura, tráfico de drogas e terrorismo, e que forem primários, terão direito à progressão de regime depois de cumprirem dois quintos da pena. Se o preso for reincidente, a progressão ocorrerá apenas após três quintos da pena cumprida.

A outra lei sancionada considera falta disciplinar grave o uso de celular pelo preso dentro do presídio. O diretor de penitenciária ou agente público que facilitar a entrada de celular ou aparelho de comunicação no local poderá ser condenado à detenção de três meses a um ano de prisão.




Agência Brasil
O "caos aéreo" é uma cortina de fumaça para esconder a LISTA DE FURNAS:



EXCLUSIVO: A lista de Furnas é autêntica


http://www.novojornal.com.br/politica_noticia.php?codigo_noticia=1890

LINHA 4: TRINTA PERGUNTAS AO GOVERNADOR - II




Paulo Henrique Amorim







Exmo. Sr. Governador do Estado de São Paulo



José Serra



Publiquei, hoje, no meu site “Conversa Afiada”, hospedado no iG, o texto que se segue com perguntas que gostaria de submeter ao senhor.

Cordialmente,



Paulo Henrique Amorim



. O acidente na Linha 4 do Metrô de São Paulo ocorreu no dia 12/01/2007. Portanto, no dia 02/04/2007 se completam 80 dias que a cratera se abriu.


. Até hoje, dia 28 de março, o Governador do Estado não deu nenhuma informação à população sobre o que houve e o que pretende fazer daqui para frente. Limitou-se a dizer que aguarda o laudo do IPT – órgão subordinado à Universidade de São Paulo, e, portanto, ao Governo do Estado.

. O Conversa Afiada considera que a população de São Paulo já deveria ter recebido esclarecimentos sobre os seguintes tópicos:


1) O Governo do Estado pretende processar o consórcio por provocar um acidente numa obra pública que resultou na morte de sete pessoas?


2) Por que o Governo do Estado não trocou de empreiteiros depois do acidente?


3) Por que até agora o contrato não foi suspenso e as obras interrompidas?


4) Por que o Metrô resiste em aceitar a proposta dos metroviários de paralisar as obras até que seja feita uma fiscalização em toda a Linha 4 para se certificar de que ela é segura?


5) O Metrô fiscalizava as obras? Como? Qual o nome do fiscal?


6) Havia um plano de evacuação da obra em caso de acidente? Onde está esse plano, se existe?

7) O Governo do Estado vai repetir esse tipo de contrato ("turn key") (“porteira fechada”) em outras obras?

8) O Governo do Estado se sente responsável pelas vítimas do acidente?


9) Por que o governador do estado não recebeu a comissão de moradores do entorno da cratera do Metrô, que tentou falar com o governador na segunda-feira, dia 26 de março?

10) Antes de a obra começar, havia um estudo geológico da área que se tornou a cratera? O que diz esse estudo? Como ter acesso a ele?
11) Por que o Metrô "colocou" as empresas do consórcio perdedor no processo de licitação dentro do Via Amarela?

12) O consórcio Via Amarela não deveria ser excluído do processo de licitação, já que não atendia à especificação do edital que exigia dos concorrentes ter dois shields?

13) Por que, no início, a área de responsabilidade do Metrô era sobre um raio de 300 metros do local onde desabou a cratera e agora passou para 50 metros? (Vale lembrar que o consórcio interditou uma casa dentro desse raio de 300 metros e chegou a levar alguns moradores para o hotel)

14) Por que, até agora, não foi possível iniciar a perícia criminal na cratera do Metrô?

15) Quase três meses depois da tragédia, por que o consórcio Via Amarela ainda não autorizou o IPT a vistoriar o local exato do acidente?

16) Até quando o consórcio vai alegar que o terreno está instável e não pode haver ainda uma perícia?

17) E onde estão os "institutos internacionais" que seriam contratados pelo IPT para ajudar a fazer a perícia ?

18) Por que não foi pedida a perícia a outro órgão além do IPT – um órgão, em ultima análise subordinado ao Governo do Estado? O Governo do Estado vai deixar, por exemplo, o sindicato dos metroviários participar do trabalho de perícia?


19) De acordo com o morador Flávio Sato, a reconstrução da casa dele vai demorar um ano. Enquanto isso, ele vai ficar num hotel. Por que tanto tempo para construir uma casa?


20) Com o reinício do trabalho com o mega-tatuzão, o equipamento não demora muito para chegar aos pontos onde as obras estão paralisadas. E aí, o que vai acontecer?

21) Por que o Luiz Carlos David foi demitido? Só ele merecia?
22) Depois desse acidente, o Metrô vai passar a fiscalizar as obras da Linha 4?


23) O Metrô foi omisso ao autorizar as alterações contratuais, que modificaram o método construtivo?

24) Por que o consórcio não suspendeu as obras da futura estação Fradique Coutinho, após receber o laudo que mostrava a possibilidade de "acidentes de proporções imprevisíveis" no local?

25) O que o Governo do Estado acha da política do consórcio de baratear a obra à revelia do contrato?

26) O Metrô e o Governo do Estado sabiam que o consórcio Via Amarela pagava prêmio em dinheiro para quem acabasse a obra antes do prazo?


27) O Metrô e o Governo do Estado sabiam que o consórcio Via Amarela usava dinamite e não o mega-tatuzão no local onde se abriu a cratera?

28) A dinamite era o melhor método para aquele terreno?


29) Por que o então gerente de construção da linha 4 do Metrô, Marco Antonio Buoncompagno, não foi demitido no primeiro dia do atual Governo do Estado, já que Buoncompagno era processado por ter participado de esquema ilegal de contratação pública em parceria com uma das empreiteiras do Consórcio Via Amarela?


30) Por fim, para aproveitar a oportunidade, gostaríamos de saber qual será a política do governador do estado para comprar ambulâncias?