24 fevereiro 2007

Privatizações:

Vontade do Governo Tucano no Rio Grande do Sul é Reprovada Pelo Povo


Pesquisa: 84,6% são contra a privatização do Banrisul


Uma pesquisa de opinião realizada pelo DataUlbra, Instituto de Pesquisa da Universidade Luterana do Brasil, mostrou que 84,6% da população gaúcha é contra a privatização do Banrisul.A pesquisa foi realizada durante os dias 30, 31 de janeiro e 1º de fevereiro e entrevistou 1.119 eleitores em 42 municípios do Estado.O Banrisul não foi a única instituição que teve sua possível privatização rejeitada pelos gaúchos. A Corsan e o que restou da CEEE também devem ser mantidas públicas, na opinião dos entrevistados.Um total de 85,9% pessoas responderam que não concordam com a privatização da Companhia Riograndense de Saneamento, a Corsan. Quanto à venda da Companhia Estadual de Energia Elétrica, 85,3% também rejeitaram a idéia. Ainda, 79,3% dos entrevistados afirmaram serem contra a privatização de outras estatais gaúchas.Quanto à avaliação das marcas, 75% dos entrevistados afirmaram preferir bancos públicos em relação aos privados. Dentre todos, o Banrisul é o que mais agrada aos gaúchos, contando com 32,9% da preferência. Em segundo lugar, ficou o Banco do Brasil, com 26,5% e a Caixa Econômica Federal, com 15,6% da preferência.A pesquisa "A expectativa do RS sobre a qualidade de vida e a ação dos gestores públicos" apresenta uma margem de erro de 3% e 95% de grau de confiança. A segmentação seguiu os critérios do Tribunal Regional Eleitoral, em cotas por gênero, idade e escolaridade representativas do universo gaúcho, entrevistando votantes a partir dos 16 anos.Fonte: Sindicato dos Bancários de Caxias do Sul
Orçamento de Serra ignora legislativo e mostra falta de planejamento

Apesar de ressalvas da bancada petista, deputados estaduais da base do governo, aprovaram relatório do Orçamento 2007, na terça-feira (22), na reunião da Comissão de Finanças e Orçamento da Assembléia Legislativa. Deputados petistas não pouparam críticas à proposta orçamentária do executivo, destacaram o grave problema do retrocesso no aumento de recursos para educação, na subestimação do orçamento e no desrespeito as 40 audiências públicas, realizadas em todo o Estado, quando deputados ouviram reivindicações da sociedade civil organizada, transformadas em emendas orçamentárias. O “voto em separado” foi o instrumento petista de se contrapor à proposta do governo, além de mostrar a possibilidade remanejamento dos recursos, que chega a 40%, se somarmos a antecipação de receita orçamentária, 7%, mais créditos suplementares de até 17% e um excedente de arrecadação de 20%. Segundo o relatório dos petistas a manipulação dos recursos atesta que o orçamento de Serra é uma obra de “ficção”.
Ação questiona bancos antimendigo de Serra e Kassab


Os bancos antimendigos instalados em algumas das principais praças da cidade de São Paulo – dentro da política higienista iniciada pelo então prefeito José Serra (PSDB) em 2005 e continuada por seu vice e sucessor, Gilberto Kassab (PFL) – viraram alvo de uma ação no Ministério Público.

A representação foi protocolada ontem (22) pelo presidente da ONG Educa São Paulo, Devanir Amâncio. Os bancos – com de ferro que impedem a pessoa de se deitar – foram colocados nas praças da Sé, da República e Dom José Gaspar.

"Temos que repensar isso, porque a solução para o problema dos moradores de rua não está em projetos de arquitetura e mobiliário urbano que impedem o bem-estar das pessoas", disse Amâncio.

Ele também criticou os albergues da prefeitura. "São espaços opressores, colocam o sujeito na rua às seis da manhã com chuva ou sol."


Com informações da Agência Estado
MEC vai preparar 1.400 educadores para atender alunos especiais


O número de alunos com necessidades especiais matriculados em escolas públicas regulares cresceu nos últimos anos. De acordo com a Secretaria de Educação Especialdo MEC, o aumento foi de 640% entre 1998 e 2006. Por isso, o órgão vai preparar cerca de 1.400 professores e gestores para atender estes alunos de forma adequada, através de um curso de especialização.“Isso tudo é um processo que está começando. A inclusão é um processo mundial, mas no Brasil o movimento, na prática, ainda é embrionário. A transformação está vindo aos poucos”, aponta a coordenadora de articulação e políticas de inclusão da Secretaria, Denise Alves.

Manifestação em SP protesta contra violência homofóbica


A Associação da Parada de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais de São Paulo (APOGLBT) promove na sexta-feira pós-carnaval, dia 23 de fevereiro, às 20h00, a manifestação “Basta! Chega de violência e omissão!”. Será um protesto contra a onda de violência no entorno da Praça da República e no “quadrilátero dos Jardins”, freqüentado pela população GLBT. A intervenção na Rua Vieira de Carvalho lança a campanha “Não se cale!” de orientação pela denúncia de ocorrências de violência e discriminação.
Emprego formal na construção civil cresceu 7% em 2006


O nível de emprego na construção civil brasileira cresceu 7% em 2006 na comparação com 2005. Segundo dados do SindusCon-SP (Sindicato da Construção) e da FGV Projetos, no ano passado foram criados 98,1 mil postos de trabalho com carteira assinada no setor, sendo 27,8 mil no Estado de São Paulo.Segundo o levantamento, que tem como base dados do Ministério do Trabalho e Emprego, construção brasileira fechou o ano empregando 1,49 milhão de trabalhadores, dos quais 412,7 mil em São Paulo.Sorocaba o recuo foi de 1,86%.Na cidade de São Paulo, o setor terminou o ano 198 mil trabalhadores formais, uma elevação de 9,2%.


Com informações da Folha Online

23 fevereiro 2007

RIO GRANDE DO SUL



Menina de dez anos é morta a facadas por causa de R$ 12


DA AGÊNCIA FOLHA, EM PORTO ALEGRE

Uma menina de dez anos foi morta a facadas anteontem enquanto vendia rifas em Carazinho (315 km de Porto Alegre). Um funcionário de 40 anos da Secretaria de Obras da cidade foi preso sob suspeita do assassinato.
Segundo a polícia, Michele Vargas Soares se recusou a entregar R$ 12 arrecadados com a rifa e levou sete facadas no peito. Ela morreu no hospital. O suspeito foi preso em casa. Segundo a polícia, ele tem problemas mentais e confessou o crime. Disse que usaria o dinheiro para comprar artigos de informática.

Bebê de 2 meses é alcoolizado pela mãe

Mulher disse à polícia de Salvador que queria chamar a atenção do pai da criança.

Ela vai responder ao processo em liberdade.

Do G1, em São Paulo, com informações da Rede Bahia
Um bebê de apenas dois meses foi alcoolizado pela própria mãe em Salvador (BA) durante o carnaval. Ele está internado no Centro Pediátrico do Hospital das Clínicas e não corre risco de morrer.



Segundo o Juizado de Menores da capital baiana, a mãe foi levada para a Delegacia Especializada em Crimes contra a Criança e o Adolescente e vai responder ao processo em liberdade. "Ela disse que estava embriagando o menino para poder chamar a atenção do pai, para que ele assumisse a responsabilidade", conta o advogado do Juizado, Durval Baraúna. Ele afirmou que a criança não foi nem registrada.



Outro caso que sensibilizou os comissários do Juizado durante o carnaval foi o de uma menina de nove meses que foi trancada dentro de casa pela mãe. Os vizinhos denunciaram o problema e a garota foi resgatada.



O Juizado informa que o número de crianças perdidas e abandonadas em Salvador dobra durante o período de folia, mas nem sempre os casos têm relação com a festa.



O abandono pode ser punido com até três anos de prisão.
Gerente de sauna de SP é indiciado por facilitar prostiuição








De acordo com denúncia do Ministério Público, menores seriam aliciados no local






Ricardo Valota



SÃO PAULO



Após receberem denúncia do Ministério Público Estadual e tendo em mãos mandado de busca e apreensão, policiais civis estouraram, na tarde de quinta-feira, sauna gay que funcionava na Avenida das Alterosas, em Cidade Patriarca, também na zona leste de São Paulo.
Segundo os investigadores, a denúncia era de que menores estariam sendo usados na prostituição no interior da "Sauna e Lanchonete Alterosas". No momento em que os policiais entraram no sobrado, havia cerca de 40 pessoas, entre clientes e funcionários. O gerente Antonio Carlos Silva Gonçalves foi indiciado pelo delegado Eduardo Gobetti por facilitação à prostituição.
Segundo a polícia, outras sete pessoas, algumas delas já com passagem na polícia por roubo, e um major da reserva do Exército, também estavam dentro do estabelecimento, que possui quatro quartos na parte debaixo e outros quatro quartos em construção no andar superior
.
Polícia prende suspeito de arremessar filha contra geladeira em SP
da Folha Online


Um segurança de 28 anos foi preso quinta-feira (22) suspeito de ter arremessado a filha de 2 anos contra uma geladeira, em Americanópolis (zona sul de São Paulo). A menina sofreu um corte na cabeça e está internada, em observação.De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, em depoimento, ele confessou o crime e disse que o cometeu porque a criança o impedia de dormir.Um tio da criança tentava evitar que o pai agredisse a filha novamente quando a polícia chegou, ainda de acordo com a secretaria.
23/02/2007 - 10h22
CRIANÇAS BOM BRIL


Quando queremos dizer que algo é muito fácil, muitas vezes usamos a expressão: "tão fácil como tirar doce de uma criança". Essa frase diz que a criança é indefesa, ingênua, frágil. Por conta disso o adulto esperto, o adulto malandro, o adulto bandido, se utiliza da criança ao seu bel prazer, na maioria das vezes sem ser punido por isso. A criança é usada na prostituição infantil, pornografia infantil, satisfaz sexualmente muitos adultos desequilibrados, além de ser uma boa fonte de lucro. O uso da mão de obra infantil que não paga salários, não paga impostos, não paga os encargos trabalhistas, os benefícios trabalhista, é bastante usado pelo adulto esperto, malandro. Outro uso da criança bastante comum do adulto esperto, é levar criança propositalmente para bancos e locais que tenham fila, para serem atendidos mais rápido. Os bandidos, traficantes de drogas, usam crianças para o tráfico, usam crianças em seus crimes, usam crianças para matar, portar armas, roubar. A mídia safada também faz uso da criança, quanto maior a violência contra a criança, mas ela explora, mas ela expõe, mas ela lucra. Outro uso bastante comum é usar a criança para conseguir um casamento, para manter um casamento, como dizem as adultas espertas, "segurar o marido". Na disputa judicial em uma separação, a criança é usada para garantir uma pensão maior. Nesse caso sempre dá para se fazer uma "chantagem" usando a criança. Os estupradores preferem crianças, afinal elas são indefesas, ingênuas são presas fáceis, são dominadas com facilidade. Outro modo de usar a criança pelo adulto malandro, é o de pedir esmola, o adulto senta na sombra, e manda a criança pedir esmolas nos cruzamentos das avenidas, quanto menor a criança maior chance de sucesso. Com todo esse uso criminoso das crianças, adultos irresponsáveis querem legalizar o uso da criança e do adolescente. Querem diminuir a idade penal, querem que crianças e adolescentes sejam incriminadas e cumpram pena de criminosos adultos por seus atos cometidos. Com isso o adulto irresponsável, malandro, bandido, continuará usando a criança como bem lhe convier, a culpa vai cair na criança, no adolescente, eles serão os punidos. Criança para o adulto malandro, safado, irresponsável, bandido, é como Bom Bril, tem mil e uma utilidades. Por todo esse horror que são submetidas as crianças, justamente por serem indefesas, ingênuas, são crianças, é que a redução da idade penal não vai diminuir a violência, não vai diminuir a criminalidade, não vai proteger as crianças dos adultos, bandidos, espertos, malandros. Redução da idade penal vai diminuir a infância, a juventude, que os anos não trazem mais.
Jussara Seixas

22 fevereiro 2007



Ex-presidente do Metrô ainda terá de prestar esclarecimentos
Luiz Carlos David, que pediu demissão do cargo, terá que prestar esclarecimentos sobre o acidente na Linha 4 do Metrô que causou a morte de sete pessoas

O líder da bancada do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo, deputado Ênio Tatto, afirmou nesta quinta-feira, 22, que a saída do presidente do metrô Luiz Carlos David já era esperada, considerando o histórico dos acidentes ocorridos durante a construção da linha 4 do Metrô. "Já passou da hora de ele sair. É o 11º acidente que acontece nessa linha sob a direção de David no Metrô", disse.
David, pediu demissão na quarta-feira,21, ao governador de São Paulo, que aceitou o pedido. A demissão de David "por motivos pessoais", ocorre 40 dias depois do desabamento nas obras da futura Estação Pinheiros da Linha 4-Amarela do Metrô, em 12 de janeiro, que causou a morte de sete pessoas.
Tatto garantiu que a saída de David do cargo não significa que ele está livre de prestar esclarecimentos à sociedade a respeito dos acidentes nas obras. "Vamos estudar medidas para que ele responda por esses erros e pela tragédia que aconteceu", assegurou.
O deputado disse ainda que a bancada do PT continuará a lutar pela instalação de uma CPI a respeito do acidente. "Queremos a apuração detalhada a respeito da responsabilidade do governo do Estado, do ex-governador GA, do ex-secretário de Transportes, Jurandir Fernandes, e do Consórcio de construtoras nessa questão", finalizou.

Linha 4: Consórcio usou material mais barato e diz que Metrô sabia
O Consórcio Via Amarela, formado pelas maiores empreiteiras do País - OAS, CBPO (do grupo Odebrecht), Camargo Corrêa, Queiroz Galvão e Andrade Gutierrez - admite que usou material em desconformidade com o contrato com o Metrô de São Paulo para a construção da Linha 4-Amarela.
O engenheiro Wagner Marangoni, do consórcio, disse ontem (21) que foi utilizada manta de impermeabilização de PVC com 2 milímetros de espessura, enquanto o contrato determinava uso de manta com 3 milímetros.
O material, importado da Suíça, foi colocado em pelo menos 4 quilômetros de túneis onde o método de escavação por explosão foi utilizado. Projeções indicam que nos cerca de 30 mil metros quadrados seriam gastos R$ 4,5 milhões com a manta de 3 milímetros e R$ 3 milhões com a de 2 milímetros.
Um engenheiro civil que era ligado à obra, mas saiu por não concordar com o método de escavação, afirmou que engenheiros da Via Amarela passaram quase um ano discutindo que espessura da manta usariam, sem ao menos consultar o Metrô.
"O contrato dizia categoricamente que a manta deveria ter 3 milímetros, mas o consórcio quis mudar à revelia", disse. "Não que a de 2 milímetros seja insegura, mas em locais onde o lençol freático exerce muita pressão é mais indicado implantar a manta de 3 milímetros."
Custo ou faltaO motivo da troca, para o engenheiro civil, não foi falta no mercado, mas custo. Calcula-se que o metro quadrado da manta de PVC de 3 milímetros, vendida no Brasil pela multinacional Sika SA, custa de R$ 130 a R$150, já implantada. A de 2 milímetros, R$ 100.
O engenheiro do consórcio nega: "Na época, não conseguíamos a manta de 3 milímetros no mercado. Houve consenso com o Metrô de que seria usada uma de 2 milímetros, depois de quase um ano de discussões. Agora estamos fazendo tratamento com injeções de componente químico que cria uma película impermeabilizante."
Para Marangoni, não é comum a troca de material especificado no contrato. "Na nossa avaliação, a manta de 2 milímetros teria a mesma performance da de 3 milímetros."
O Metrô informou que só responderia nesta quinta-feira (22) se o Via Amarela avisou da troca de material e se efetivamente houve consenso, como afirma Marangoni.
Entretanto, em nota de não conformidade de 4 de agosto, os técnicos do Metrô avisaram que não havia consenso: "Manta termoplástica de PVC. O Metrô informa que deve ser adotada manta de 3 milímetros na Estação da Luz."
VistoriasO uso de material em desconformidade com o contrato foi detectado em vistorias de engenheiros do Metrô nas estações Morumbi, Paulista, Fradique Coutinho e Luz. Problemas foram detectados na Luz em 4 de agosto, na Fradique em 16 de outubro e na Paulista em 27 de novembro.
Relatórios de inspeções mostram pelo menos 35 problemas e irregularidades em materiais utilizados na construção de túneis e nas próprias obras. As fichas de não conformidade registram rachaduras em paredes e pilares e no sistema de impermeabilização até uso de material de modo inadequado e risco para imóveis vizinhos.
Na Estação Morumbi, em 2 de outubro, foram localizadas fissuras e infiltrações de água para dentro do túnel, seja através de fissuras de concretagem nas paredes ou nas juntas de dilatação. Na cobertura existem trincas com infiltrações.
SegurançaMarangoni afirmou que as infiltrações não comprometem a estrutura do túnel e lembrou que as "não conformidades" são poucas. "São poucas, 12, as que ainda estão pendentes, que não põem em risco a segurança da obra. O restante foi corrigido de imediato", disse.

"Esses documentos, retirados do contexto técnico, levam a conclusões equivocadas sobre a segurança das obras e são tratados como denúncias que causam intranqüilidade à população."
Pelo menos mais dez problemas foram apontados pelas vistorias nas obras e esperam solução. Mas, segundo Marangoni, a quantidade de problemas encontrados ao longo de toda a obra do Metrô é pequena: "Temos 26 frentes de obras que se desenvolvem há 30 meses. Foram detectadas cerca de 300 não conformidades. Estamos muito abaixo do nível médio".
Segundo o Metrô informou, são exatamente 305 fichas de não conformidade, das quais 270 foram respondidas e 35 serão respondidas nesta quinta. Uma questão resolvida refere-se à fábrica de revestimento de segmentos de concreto para túneis da Linha 4. O laudo mostrava desconformidade do material usado, mas a fábrica passou nos novos testes.


Com informações da Agência Estado
Número de jovens no mercado formal de trabalho cresce 50% no país


As empresas brasileiras estão empregando mais jovens aprendizes com contratos formais de trabalho. O número de inserção de adolescentes no mercado com carteira de trabalho assinada aumentou 48,8%, passando de 29.605, em 2005, para 44.049, em 2006, de acordo com informações do Ministério do Trabalho e Emprego.
A Lei do Aprendiz, sancionada em 2000, obriga as empresas (exceto micro e pequenas) a contratar jovens na proporção de 5% a 15% do total de trabalhadores do estabelecimento.
Os jovens devem ter entre 14 e 24 anos, freqüentar a escola, caso não tenham terminado o ensino fundamental, ou estar inscritos em programas desenvolvidos por instituições de aprendizagem. Os jovens aprendizes devem ter garantidos seus direitos trabalhistas.
O presidente do Centro de Aprendizagem e Monitoramento Profissional, Flávio Canalli Ferreira, explicou, no entanto, que o contrato com os jovens é mais "suave" em termos trabalhistas.
"O Fundo de Garantia e o recolhimento do INSS são menores, para garantir às empresas vantagens na contratação do aprendiz", disse ontem (21) em entrevista à Rádio Nacional. O Centro de Aprendizagem e Monitoramento Profissional capacita jovens no estado de São Paulo.
"Com o programa, o jovem aprende um ofício e já pode se preparar trabalhando e ganhando, além de antecipar sua entrada no mercado de trabalho", disse. Ferreira afirmou que seu centro de aprendizagem permitiu a inserção de 280 jovens no mercado de trabalho.
"Nenhum desses jovens aprendizes é responsabilidade trabalhista da empresa em que trabalha. É nossa responsabilidade, o que é uma vantagem para as empresas que não formam nenhum passivo trabalhista".
Segundo Ferreira, os contratos são de um ano, prorrogáveis por mais 12 meses, mas as empresas acabam contratando os jovens de forma permanente.
"Muitos jovens são maravilhosos, só não tinham oportunidade. O adolescente entra na empresa, se encaixa e, antes de terminar a renovação do contrato, a empresa o admite em caráter definitivo", destacou.
Para ele, o aumento do número de jovens contratados com carteira de trabalho assinada se deve, entre outros fatores, à maior fiscalização das Delegacias Regionais de Trabalho.
De acordo com informações da assessoria de imprensa do Ministério do Trabalho e Emprego, o estado que mais contratou jovens aprendizes em 2006 foi Minas Gerais, com 5.712 adolescentes. Depois, vem Espírito Santos, com 5.529, e São Paulo, que contratou 5.106 jovens.
Agência Brasil
Opinião: Reforma política, agora ou nunca
























Duas iniciativas chamam a atenção para o tema da reforma política. A primeira foi a declaração do presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, de que irá dar prioridade à reforma política, que seria "fatiada" e votada por consenso progressivo. Isso significa que a Câmara aprova o que for consenso e a seguir inicia novas discussões em busca de outros consensos, e assim sucessivamente. Os deputados aprovariam primeiro as principais medidas já votadas pelo Senado: financiamento público das campanhas, fidelidade partidária, votação em listas partidárias e fim das coligações nas eleições proporcionais. O método do consenso progressivo tem dado certo em uma Casa tão plural e é importante sua aplicação numa matéria complexa, que envolve o futuro, a vida ou a morte de partidos e mandatos.
A segunda iniciativa que chama a atenção foi do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, que aprovou uma série de medidas a serem encaminhadas ao Congresso Nacional. O problema é que essas medidas exigem mudanças constitucionais que dificilmente serão aprovadas pelo Congresso, como o chamado recall - a revogação de mandatos parlamentares pelos eleitores - a redução do mandato dos senadores para quatro anos e o fim da eleição de suplentes pelo modelo atual. Há também uma medida que autoriza o Executivo a convocar plebiscitos e referendos.
O perigo dessa iniciativa, à primeira vista positiva, é paralisar a reforma política que o país reclama: a fidelidade partidária, o voto em lista fechada, o fim das coligações proporcionais e o financiamento público exclusivo das campanhas, medidas que fortaleceriam os partidos e diminuiriam muito a influência do poder econômico nas eleições, desestimulando o caixa 2.
Essas medidas, somadas à reforma que já foi feita na elaboração do Orçamento Geral da União e às mudanças na Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional, podem afastar de vez a influência nefasta das emendas parlamentares no processo eleitoral e os riscos cada vez maiores de corrupção que esse processo legislativo proporciona.
A urgência da reforma política pode ser constatada pelas últimas decisões do Tribunal Superior Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal. Ambas as Cortes revogaram, na prática, leis elaboradas pelo Congresso Nacional e que estabelecem a chamada cláusula de barreira e a divisão do fundo partidário e do tempo que cada partido tem no rádio e na televisão.
Isso comprova a urgência de uma revisão geral da legislação eleitoral pelo Poder Legislativo, sob pena de cairmos na insegurança jurídica e no casuísmo de decisões tomadas a cada eleição. Ou, na pior das hipóteses, de vermos o Poder Legislativo ser substituído pelos tribunais superiores em sua tarefa de legislar.
Na semana passada, a Câmara aprovou novamente a regra que foi revogada pelo Tribunal Superior Eleitoral a respeito do fundo partidário e agora se prepara para restabelecer a cláusula de barreira, sanando sua provável inconstitucionalidade. Manifestam claramente os deputados, assim, a vontade política e constitucional de manter a cláusula de barreira e a divisão do fundo partidário e do tempo no rádio e na televisão de forma proporcional e não igualitária.
Ou seja: da mesma forma que temos o coeficiente eleitoral para eleger um deputado, também podemos aplicar ao fundo partidário e à divisão do horário uma regra não igualitária. Somente 5%, por exemplo, seriam divididos igualmente por todos os partidos, sendo os 95% restantes divididos proporcionalmente aos votos obtidos na última eleição.
Como vemos, precisamos urgentemente da reforma política, especialmente devido à confusão legal que se estabeleceu depois das decisões dos tribunais superiores e à demanda nacional de se estabelecer um sistema que elimine o caixa 2, fortaleça os partidos e afaste o poder econômico das eleições e das decisões do Parlamento, para o bem de todos.
José Dirceu, ex-ministro chefe da Casa Civil
Pelo visto a baixaria vai além do Congresso



Presidente nacional do PPS troca socos em camarote

O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, trocou socos com um dos convidados do camarote da Brahma, na Sapucaí, na madrugada da terça-feira de Carnaval.


Redação Terra
Acabou o carnaval, não houve o tão sonhado caos nos aeroportos, propagado pela mídia. Isso deve ter sido frustrante para eles.

21 fevereiro 2007

Eles são sem noção
No site de relacionamentos ORKUT há várias comunidades que pregam a pena de morte. Após a tragédia ocorrida no RJ essas comunidades aumentaram. Os comentários passam a impressão de que foram escritos por bandidos de alta periculosidade. Pregam a violência e a barbárie para punir os bandidos por seus crimes. Fico impressionada com a mente criminosa e cruel dessas pessoas que se auto-intitulam "de bem". Se o que houve no RJ foi uma violência imensa, uma grande crueldade que indignou o país, como podem essas pessoas "de bem" fazer com os criminosos o mesmo que foi feito por eles? Querem que os criminosos, bandidos e ladrões sofram muito antes de morrer, sofram o dobro de suas vítimas. Sugerem os mais variados tipos de crueldades para se fazer com os bandidos, como se isso fosse diminuir a dor da família das vítimas, fosse trazer de volta a vida dos mortos queridos, fosse impedir outros crimes e, mais impressionante, como se assim fosse feita justiça. Pregam a pena de morte como forma de extirpar da sociedade os maus elementos, e para servir de exemplo a quem queira ingressar no crime. Em 1992 111 presos foram mortos no Carandiru. Eram presos que já tinham sidos julgados, condenados, e estavam cumprindo a pena prevista na lei, além de outros que aguardavam julgamento. Foi uma atrocidade, foi uma barbárie. O coronel da reserva Ubiratan Guimarães, que comandou a invasão da Polícia Militar na Casa de Detenção, foi condenado em junho de 2001 a 632 anos de prisão pela morte de 102 dos mortos e cinco tentativas de homicídio. Não foi preso e morreu assassinado supostamente por sua namorada, em 2006. Aquelas 111 mortes não diminuíram a criminalidade e a violência. E o que é pior, não foi feita justiça. Só posso crer que os membros dessas comunidades são mentes doentias que necessitam de tratamento psiquiátrico, pessoas que estão na iminência de cometer atrocidades para satisfazer suas insanidades. Eles não têm a mínima noção do que sejam justiça, leis, civilização, bom senso, razão e juízo. Pensam de forma pior do que os bandidos, agem com irresponsabilidade. O ódio não constrói nem faz justiça, é o câncer da humanidade. Vamos cobrar justiça, vamos cobrar punição para os crimes, mas punições previstas na lei. Vamos respeitar a Constituição, vamos ter juízo. Não é admissível pensar e agir de forma pior do que os criminosos.



Jussara Seixas
Volta do Carnaval sem problemas nos aeroportos


A situação é tranqüila no aeroporto internacional de São Paulo, em Guarulhos. Há pequenas filas nos balcões de check-in e apenas três atrasos, sendo um procedente de Porto Alegre e dois para Fortaleza e Recife. No aeroporto de Congonhas, todas as operações de pousos e decolagens ocorrem normalmente. (8h36)

Como é que fica deputado Alberto Fraga? Puro terrorismo mesmo!!!

"16 de fevereiro de 2007 - 01:54
O deputado Alberto Fraga (PFL-DF), que se reuniu com controladores na quinta-feira, informou que eles estão dispostos a fazer operação-padrão - trabalhar observando os procedimentos de segurança com rigor extremo, monitorando, no máximo, 14 vôos simultaneamente. Com isso, atrasos serão inevitáveis. “Se preparem, o carnaval pode ser um transtorno violento. Vai ser o apagão total e ninguém conseguirá viajar”, disse Fraga, na Câmara".

18 fevereiro 2007

Kassab, herança maldita de Serra







PS fecha por falta de médicos na zona leste

18 de fevereiro de 2007 - 03:48
Portas foram fechadas às 22h e a portaria cercada por guardas municipais
Ricardo Valota
SÃO PAULO - Desde às 22h de sábado, 17, o Hospital Municipal Dr. Alexandre Zaio, mais conhecido como Pronto-Socorro de Vila Nhocuné, em Artur Alvim, na zona leste de São Paulo, está com os portões fechados e nenhum paciente consegue entrar, pois a portaria foi cercada por guardas municipais.
O motivo do fechamento do pronto-socorro seria a falta de médicos, inclusive de clínico-geral. Com medo de que algum paciente fique revoltado com a falta de atendimento e acabe depredando as dependências do hospital, os funcionários decidiram fechar as portas.


http://www.estadao.com.br/ultimas/cidades/noticias/2007/fev/18/22.htm