05 dezembro 2007


Desgoverno tucano:Alckmin causou rombo de R$ 32 milhões para SP
Enquanto tucanos tentam vender para a sociedade a imagem de administradores competentes, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o ex-presidente da Febem, Alexandre de Moraes (hoje secretário de Transportes da cidade de SP e filiado ao DEM) deram um prejuízo de R$ 32 milhões aos cofres públicos do governo estadual.
O rombo é o resultado da anulação, pela Justiça, das demissões de 1.674 funcionários da Febem, colocadas em prática por Alckmin e Moraes em fevereiro de 2005. A demissão em massa foi anulada pela Justiça, em última instância (não cabe mais recurso), por ser considerada arbitrária. O caso chegou ao Supremo Tribunal Federal, que confirmou a reintegração dos dispensados.
Segundo a Folha de S. Paulo, que revelou o tamanho do prejuízo na edição de ontem (4), com os R$ 32 milhões a ex-Febem (hoje Fundação Casa) poderia construir 11 novas unidades dentro do projeto de descentralização – menores e mais próximas das famílias dos internos.
As demissões foram uma tentativa frustrada da dupla Alckmin/Moraes de acabar com as rebeliões e fugas em massa registradas na Febem. Em razão da arbitrariedade da medida, os funcionários recorreram à Justiça e venceram.
Alckmin não quis falar ao jornal sobre o caso. Já Moraes alega que não houve prejuízo aos cofres públicos, pois os demitidos receberam a indenização trabalhista. Ele ignora que o Estado de São Paulo terá de pagar os salários atrasados dos agentes (que vão receber o período sem terem trabalhado) e as ações por danos morais movidas por funcionários exonerados. Quem vai pagar o prejuízo? O contribuinte paulista.
Liderança do PT na Câmara de SP