O Tribunal de Justiça de SP começou a julgar o pedido de denúncia por crime de desacato continuado feito pelo Ministério Público contra o ex-secretário Saulo Ramos, de Segurança. Em 2006, numa visita à Assembléia Legislativa, Saulo questionou a masculinidade de deputados, colocou em dúvida os atributos intelectuais de outro, batucou, dançou e ergueu o dedo médio, num gesto entendido como obsceno. As coisas começaram bem para o ex-secretário: o primeiro desembargador votou a seu favor. Faltam outros 24.
A Mônica Bergamo errou o nome do réu, o correto é Saulo de Castro Abreu, ex secretário de Segurança de Alckmin, que além de ter feito o que está descrito, foi o responsável por acordos feito com PCC.
Saulo Ramos é jurista, escritor, foi ministro da justiça do governo Sarney