A bola da vez e o medo tucano
Perto da marca histórica dos 60 mil pontos a Bovespa segue indiferente a crise financeira mundial provocada pela crise imobiliária estadudinense. O índice de investimentos diretos no Brasil ultrapassou o período das privatizações, uma marca histórica. O Brasil tem tudo para tornar-se a bola da vez no cenário mundial, não só na economia, como também no meio ambiente, no setor energético e no combate a fome.
Enquanto isso...
O ninho tucano esta em polvorosa, penas suadas saltam dos corpos plumosos para o ar denso do desespero político eleitoral, o estado de alerta-geral foi acionado, a mídia corporativa segura de todas as formas o escândalo, mas, uma hora destas terá que entrar no fato, na questão. Técnicas jornalísticas para minimizar o escândalo podem vir a se tornar em outro escândalo, e parte da opinião pública que ainda crê na imparcialidade da mídia corporativa sofrerá um duro golpe, a credibilidade da grande mídia vai ruir por completo perante a este nicho na sociedade.
O Senador Eduardo Azeredo, figura central do "tucanoduto" mandou um recado direto aos seus pares no partido: “valeriduto”, bancou a campanha de FHC, candidato à reeleição em 1998, e vai mais longe: aponta indiretamente possíveis “tucanodutos” em outros Estados [São Paulo?], e afirma sem medo: não vou cair sozinho não.
Perto da marca histórica dos 60 mil pontos a Bovespa segue indiferente a crise financeira mundial provocada pela crise imobiliária estadudinense. O índice de investimentos diretos no Brasil ultrapassou o período das privatizações, uma marca histórica. O Brasil tem tudo para tornar-se a bola da vez no cenário mundial, não só na economia, como também no meio ambiente, no setor energético e no combate a fome.
Enquanto isso...
O ninho tucano esta em polvorosa, penas suadas saltam dos corpos plumosos para o ar denso do desespero político eleitoral, o estado de alerta-geral foi acionado, a mídia corporativa segura de todas as formas o escândalo, mas, uma hora destas terá que entrar no fato, na questão. Técnicas jornalísticas para minimizar o escândalo podem vir a se tornar em outro escândalo, e parte da opinião pública que ainda crê na imparcialidade da mídia corporativa sofrerá um duro golpe, a credibilidade da grande mídia vai ruir por completo perante a este nicho na sociedade.
O Senador Eduardo Azeredo, figura central do "tucanoduto" mandou um recado direto aos seus pares no partido: “valeriduto”, bancou a campanha de FHC, candidato à reeleição em 1998, e vai mais longe: aponta indiretamente possíveis “tucanodutos” em outros Estados [São Paulo?], e afirma sem medo: não vou cair sozinho não.
Nogueira Jr