Alunos aceitam proposta para desocupar USP
“Os estudantes que ocupam a reitoria da Universidade de São Paulo (USP) decidiram pela saída do prédio. Eles aceitaram um acordo com a reitora, Suely Vilela, intermediado por professores, formulado a partir das reivindicações do grupo. Pela proposta, a desocupação aconteceria amanhã, às 16h. Os alunos invadiram a instituição no último dia 3.
A desocupação, entretanto, está condicionada a uma assembléia do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade de São Paulo (Sintusp), de acordo com o diretor da entidade, Aníbal Cavali.
O documento do acordo, chamado de "Termo de Compromisso entre Reitoria e o Movimento Estudantil", aborda seis temas que estavam na pauta de reivindicações dos estudantes: assistência e moradia estudantil, com pedido de mais vagas, reforma, oferta de café da manhã e almoço aos domingos no bandejão central e transporte aos fins de semana; reforma da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e do departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional (Fofito); posicionamento da instituição a partir de reunião do Conselho Universitário sobre os decretos do governo José Serra; contratação de docentes; reuniões de acompanhamento das reivindicações; e, por fim, manutenção do regime de matrículas.”Portal Terra
“Os estudantes que ocupam a reitoria da Universidade de São Paulo (USP) decidiram pela saída do prédio. Eles aceitaram um acordo com a reitora, Suely Vilela, intermediado por professores, formulado a partir das reivindicações do grupo. Pela proposta, a desocupação aconteceria amanhã, às 16h. Os alunos invadiram a instituição no último dia 3.
A desocupação, entretanto, está condicionada a uma assembléia do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade de São Paulo (Sintusp), de acordo com o diretor da entidade, Aníbal Cavali.
O documento do acordo, chamado de "Termo de Compromisso entre Reitoria e o Movimento Estudantil", aborda seis temas que estavam na pauta de reivindicações dos estudantes: assistência e moradia estudantil, com pedido de mais vagas, reforma, oferta de café da manhã e almoço aos domingos no bandejão central e transporte aos fins de semana; reforma da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e do departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional (Fofito); posicionamento da instituição a partir de reunião do Conselho Universitário sobre os decretos do governo José Serra; contratação de docentes; reuniões de acompanhamento das reivindicações; e, por fim, manutenção do regime de matrículas.”Portal Terra