23 maio 2007

VOCÊ ACREDITA NELES?
Você lê o que escreve o tal jornalista Cláudio Humberto, acredita nas sandices dele? Azar o seu! Você está sendo desinformado,enganado, manipulado. Está lendo matéria paga por amigos dele. A operação Navalha da PF gravou a conversa de Cláudio Humberto como empreiteiro Zuleido Veras, aonde o empreiteiro agradece o feito do que foi encomendado. O que Cláudio Humberto ganhou com isso, só a PF vai poder responder. Notem o fim da conversa, "Humberto: Às suas ordens, viu?" È o jornalismo a serviço dos poderosos, da mentira, da enganação. Mainardi e Reinaldo Azevedo, Veja, sabem muito bem como é isso!



Como Zuleido operava

De O Globo, hoje:

"Discrição não era o forte do empreiteiro Zuleido Veras, lobista e pagador de propina de sua empresa. Ele mantinha contato direto com políticos, visitava ministérios, participava de almoços e solenidades de assinatura de convênios com prefeituras. O empresário comandava as negociatas e, apesar de demonstrar certo receio de ser grampeado, não media as palavras em telefonemas. A interceptação telefônica da PF mostra que Zuleido tinha desenvoltura até para ‘plantar’ notícias contra seus desafetos
Foi o que fez contra seu ex-sócio Latif Abud, com quem brigou. A disputa pelo contrato de uma obra em Brasília foi parar no Tribunal de Contas da União. O jornalista e porta-voz do governo Fernando Collor, Cláudio Humberto, que hoje é colunista e tem um site informativo, publicou nota contrária a Latif e favorável a Zuleido. A nota, de 7 de julho de 2006, dizia que a movimentação de Latif estava incomodando e que o tribunal até pensava em vetar sua entrada no prédio. Zuleido ligou no mesmo dia para o jornalista e agradeceu. Em seguida, ligou para Maria de Fátima Palmeira, diretora da Gautama, e afirmou:
— A nota tá dentro daquilo que a gente acertou." Leia mais em O Globo
"Zuleido Veras liga para o jornalista Cláudio Humberto em 7 de julho de 2006 para agradecer a publicação de uma nota em sua coluna que o favorece.
Zuleido: Cláudio?
Humberto: É.
Zuleido: Parabéns, tá?
Humberto: Ficou bom?
Zuleido: Muito bom.
Humberto: Você não imagina a choradeira, viu?
Zuleido: Foi (risos).
Humberto: Rapaz, mas foi pela madrugada.
Zuleido: A hora que bateu na internet, foi?
Humberto: Foi. Rapaz, a coisa é mais grave. O cara tá lá comprando ministros, foi expulso de uma sala. Eu dei a coisa mais amena possível.
Zuleido: Aquela frase final foi terrível.
Humberto: É bom porque constrange, né?
Zuleido: Tá bom, meu amigo. Parabéns, obrigado.
Humberto: Às suas ordens, viu?"
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