Ministra determina quebra do sigilo da Operação Navalha
BRASÍLIA - A ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Eliana Calmon determinou a quebra do sigilo do inquérito da Operação Navalha, deflagrada pela Polícia Federal para investigar desvio de recursos de obras públicas. Segundo a ministra, a decisão foi adotada para evitar boatos e maledicências e porque a imprensa já está divulgando vários fatos e documentos do processo." Verifico que não mais se apresenta necessária a confidencialidade do processo. Os fatos já foram divulgados com abundância pela imprensa " , diz Eliana Calmon em sua decisão. Ela afirma que os diálogos e transcrições das interceptações telefônicas já se encontram em poder de diversos meios de comunicação. " Por outro ângulo, pela esteira de boatos e maledicências que pairam sobre pessoas que nenhum envolvimento têm com os fatos em apuração e pela necessidade constante de alinharem-se os órgãos do Estado para, conjuntamente, adotarem as providências cabíveis dentro de suas competências e atribuições " , acrescenta.Segundo a assessoria de imprensa do STJ, ainda vai ser definido como o inquérito será divulgado. Os depoimentos continuam fechados.A decisão da ministra Eliana Calmon foi tomada ontem à noite, mas só foi divulgada agora de manhã.
BRASÍLIA - A ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Eliana Calmon determinou a quebra do sigilo do inquérito da Operação Navalha, deflagrada pela Polícia Federal para investigar desvio de recursos de obras públicas. Segundo a ministra, a decisão foi adotada para evitar boatos e maledicências e porque a imprensa já está divulgando vários fatos e documentos do processo." Verifico que não mais se apresenta necessária a confidencialidade do processo. Os fatos já foram divulgados com abundância pela imprensa " , diz Eliana Calmon em sua decisão. Ela afirma que os diálogos e transcrições das interceptações telefônicas já se encontram em poder de diversos meios de comunicação. " Por outro ângulo, pela esteira de boatos e maledicências que pairam sobre pessoas que nenhum envolvimento têm com os fatos em apuração e pela necessidade constante de alinharem-se os órgãos do Estado para, conjuntamente, adotarem as providências cabíveis dentro de suas competências e atribuições " , acrescenta.Segundo a assessoria de imprensa do STJ, ainda vai ser definido como o inquérito será divulgado. Os depoimentos continuam fechados.A decisão da ministra Eliana Calmon foi tomada ontem à noite, mas só foi divulgada agora de manhã.
(Agência Brasil)
Brasília treme, a insônia é generalizada, haja Valium, Dormonid, Rivotril